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Temas do Barroco. Temas do Barroco - Cultismo Dos Desenganos da Vida Humana, Metaforicamente É a vaidade, Fábio, nesta vida Rosa, que de manhã lisonjeada,

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1 Temas do Barroco

2 Temas do Barroco - Cultismo Dos Desenganos da Vida Humana, Metaforicamente É a vaidade, Fábio, nesta vida Rosa, que de manhã lisonjeada, Púrpuras mil, com ambição dourada, Airosa rompe, arrasta presumida. É planta, que de abril favorecida, Por mares de soberba desatada, Florida galeota empavesada, Sulca ufana, navega destemida. É nau enfim, que em breve ligeireza, Com presunção de Fênix generosa, Galhardias apresta, alentos preza: Mas ser planta, ser rosa, ser nau vistosa De que importa, se aguarda sem defesa Penha a nau, ferro a planta, tarde a rosa? FORMA = soneto clássico: decassílabo, rimado, petrarquiano (abba,abba,cdc,dcd) TEMÁTICA = busca estados contraditórios da condição humana; moraliza sobre a vaidade da vida terrena: preocupações do homem seiscentista METÁFORA três metáforas da vaidade: rosa, planta, nau (navio) efemeridade/eternidade. Como a rosa, a vaidade "rompe airosa" (elegante); como a planta favorecida pelo mês de abril (quando é primavera na Europa), ela segue rapidamente, feito uma "galeota empavesada" (embarcação enfeitada); como uma nau ligeira, preza alentos e galhardias (elogios e elegâncias). Observe que as metáforas são colocadas nos versos 2, 5 e 9 e, após retomadas nos versos 12 a 14, quando, no último terceto, o poeta as dispõe em ordem decrescente, inversa: a penha (pedra) destrói a nau, assim como o ferro (instrumento de corte qualquer) destrói a planta e a tarde (o tempo que passa) destrói a rosa. A conclusão a que se chega, portanto, é que a vaidade é frágil e efêmera.

3 Temas do Barroco - Conceptismo - A dialética barroca (...) Mui grande é o vosso amor e o meu delito; Porém pode ter fim todo o pecar, E não o vosso amor, que é infinito. Essa razão me obriga a confiar Que, por mais que pequei, nesse conflito, Espero em vosso amor de me salvar." Premissa maior (verdade universal): O amor de Cristo é infinito. (verso 11). Premissa menor (particularizando...): Meu pecado é finito, apesar de grande (9 e 10). Conclusão lógica: (Logo,) Por maior que seja o meu pecado, eu espero salvar-me (13 e 14). Premissa maior (verdade universal): O amor de Cristo é infinito Premissa menor (particularizando...): O meu pecar é finito Conclusão ilógica: Logo, o amor de Cristo é maior que o meu delito (e eu seirei salvo). SILOGISMO SOFISMA

4 Cultismo e Conceptismo são dois aspectos do Barroco que não se separam; antes, superpõem-se como as duas faces de uma mesma moeda. Às vezes, o autor trabalha mais ao nível da palavra, da imagem; busca mais o argumento, o conceito. Nada impede que o mesmo texto tenha, simultaneamente, aspectos Cultistas e Conceptistas. Com os riscos inerentes às generalizações abusivas, diz-se, didaticamente, que o Cultismo é predominante na poesia e o Conceptismo, predominante na prosa. Mas como foi visto, muitos poemas de Gregório de Matos possuem o conceptismo muito marcante e até mesmo como aspecto principal. OBSERVAÇÃO IMPORTANTE


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