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UNIP FEP Profa. Msc. Carolina Brum Outubro/2010

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Apresentação em tema: "UNIP FEP Profa. Msc. Carolina Brum Outubro/2010"— Transcrição da apresentação:

1 UNIP FEP Profa. Msc. Carolina Brum Outubro/2010
AUGRAS, M. O Ser da Compreensão: Fenomenologia da Situação de Psicodiagnóstico. 12ª ed. Petrópolis: Ed. Vozes, Cap. 2: “A Situação” UNIP FEP Profa. Msc. Carolina Brum Outubro/2010

2 O homem apresenta-se sob um triplo aspecto:
Representando determinada série animal, ele é natureza; Autor e suporte de um processo constante de manejo da natureza e dele próprio, ele é história; Abrangendo história e natureza, ele é existência. Situação atual do homem – compreensão psicológica. Esses 3 aspectos são também etapas do processo de formação do homem: animal, socius, sapiens.

3 O homem transfigura a natureza e a história, na sua existência, num feixe de interações e tensões.
Homem: suporte da natureza e autor da história, ele se fundamenta na consciência de si e do mundo. A cs. do objeto também é uma cs. de si. Afinal, a percepção do objeto pelo sujeito é parte integrante desse objeto. O mundo é apreendido pelo sujeito como manifestação.

4 Como seres pensantes, somos o lugar daquilo que é.
O homem é testemunha da realidade do mundo: “o universo não carece de nós” Jaspers. A realidade humana é criadora do mundo, deste mesmo mundo do qual faz parte. A cs. do objeto: afirma a sua presença e ao mesmo tempo, testemunha tratar-se se algo exterior, jamais completamente abarcado. A existência humana é conflituosa.

5 O conflito não seve ser entendido como algo ruim, indesejável, inútil e nocivo. È a luta necessária entre tendências contrárias e opostas compõem o próprio processo da vida. Advindo das tensões, o conflito é gerador de equilíbrio. Ser-no-mundo: existir para si e para o mundo. Eu e não-eu: O limite do eu esbarra ao se deparar com o não-eu. A cisão confirma-se como condição de conhecimento.

6 Mito cristão: Adão e Eva: Eva é criada a partir da costela de Adão, ou seja, surge de dentro dele: o outro é um componente de si. A alteridade reside dentro do ser. A situação do homem é essencialmente ambígua. Estranheza = sentimento dessa situação. O homem assume a existência na sua temporalidade. Situações-limites da existência: loucura, sofrimento, culpa propiciam a conscientização do fracasso. Vida do homem: constante processo de criação e destruição.

7 Linguagem: instrumento que o homem dispõe para explicitar a situação do ser-no-mundo – elaborando significações e descrevendo suas contradições. Poder da fala quer revela e compreende o mundo. A fala concentra todas as modalidades de formulação e atuação do ser-no-mundo. A construção do mundo pelo homem é feita mediante elaboração de significados.

8 A explicitação do mundo pode ser: uma teoria científica, um mito antigo, um poema, ou a simples descrição de uma problemática individual. Dentre as diversas modalidades de explicitação do mundo, o mito é a mais abrangente, pois revelam situações-limites do homem. Buscam dar-lhe sentido. Polivalência: dentro da mesma imagem, permite dar significações diversas e opostas. Assim, o mito engaja a totalidade da existência humana.

9 O mito é o nada que é tudo. O mesmo sol que abre os céus É um mito brilhante e mudo.
Fernando Pessoa Histórias tradicionais transmitidas oralmente que reúnem lendas, anedotas e mitos de criação coletiva. No Brasil, seus principais personagens têm origem indígena ou européia. Boitatá - Gênio protetor dos campos. Aparece sob a forma de enorme serpente de fogo, que mata quem destrói as florestas. O padre José de Anchieta, em 1560, é o primeiro a mencionar o boitatá como personagem de mito indígena brasileiro. É o nome dado pelos índios ao fenômeno do fogo-fátuo. Boto - Mito amazônico. À noite aparece como um rapaz bonito, bem-vestido, boêmio e ótimo dançarino. Nos bailes, encanta as moças, leva-as para riachos afluentes do Rio Amazonas e as engravida. Por isso é tido como o pai das crianças de paternidade ignorada. Antes do amanhecer, mergulha no rio e se transforma em boto. Chamado também de boto tucuxi.

10 Eros e Anteros Eros e Psiquê Tipo e Atributos de Marte A Noite O Caos Perseu e Medusa Poseidon Saturno (Cronos) Zeus

11 Mito de narciso Havia, não muito longe dali, uma fonte clara, de águas como prata. Os pastores não levavam para lá seu rebanho, nem cabras ou qualquer outro animal a freqüentava. Não era tampouco enfeada por folhas ou por galhos caídos de árvores. Era linda, cercada de uma relva viçosa, e abrigada do sol por rochedos que a cercavam. Ali chegou um dia Narciso, fatigado da caça, e sentindo muito calor e muita sede. Narciso debruçou sobre a fonte para banhar-se e viu, surpreso, uma bela figura que o olhava de dentro da fonte. "Com certeza é algum espírito das águas que habita esta fonte. E como é belo!", disse, admirando os olhos brilhantes, os cabelos anelados como os de Apolo, o rosto oval e o pescoço de marfim do ser. Apaixonou-se pelo aspecto saudável e pela beleza daquele ser que, de dentro da fonte, retribuía o seu olhar. Não podia mais se conter. Baixou o rosto para beijar o ser, e enfiou os braços na fonte para abraça-lo. Porém, ao contato de seus braços com a água da fonte, o ser sumiu para voltar depois de alguns instantes, tão belo quanto antes. - Porque me desprezas, bela criatura? E por que foges ao meu contato? Meu rosto não deve causar-te repulsa, pois as ninfas me amam, e tu mesmo não me olhas com indiferença. Quando sorrio, também tu sorris, e responde com acenos aos meus acenos. Mas quando estendo os braços, fazes o mesmo para então sumires ao meu contato. Suas lágrimas caíram na água, turvando a imagem. E, ao vê-la partir, Narciso exclamou: - Fica, peço-te, fica! Se não posso tocar-te, deixe-me pelo menos admirar-te. Assim Narciso ficou por dias a admirar sua própria imagem na fonte, esquecido de alimento e de água, seu corpo definhando. As cores e o vigor deixaram seu corpo, e quando ele gritava "Ai, ai", Eco respondia com as mesmas palavras. Assim o jovem morreu.

12 No campo do diagnóstico: a fala do paciente nas entrevistas, testes é a manifestação da realidade e como tal, será investigada. Através dela é que serão trazidos à luz as suas vivências: sua história (o tempo), o seu corpo (o espaço), a estranheza (o outro), o seu fazer-se (obra).


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