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c. 1841 – Retrato de Amand Ono Jean-François Millet nasceu a 4 de Outubro de 1814 na vila de Gruchy em La Hague na Normandia, filho de camponeses,

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Apresentação em tema: "c. 1841 – Retrato de Amand Ono Jean-François Millet nasceu a 4 de Outubro de 1814 na vila de Gruchy em La Hague na Normandia, filho de camponeses,"— Transcrição da apresentação:

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4 c – Retrato de Amand Ono

5 Jean-François Millet nasceu a 4 de Outubro de 1814 na vila de Gruchy em La Hague na Normandia, filho de camponeses, e morreu a 20 de Janeiro de Foi um pintor realista e um dos fundadores da Escola de Barbizon na França rural. Mudou-se para Paris em Apesar de ter recebido uma formação académica da parte de Paul Delaroche e Jérome Langlois, após 1840 decide abandonar o Academismo e fica sob a influência de Daumier. Em 1849 abdica definitivamente de Barbizon para se dedicar por inteiro às suas representações de trabalhadores rurais das mais diversas áreas. Millet foi contemporâneo de Van Gogh (1853 – 1890) com uma considerável diferença de idade. Este considerava-o como um pai, no sentido de orientador como artista, como guia do seu próprio pensamento, assim como um ídolo. Um ano antes de morrer e tendo Millet já falecido mais de uma década antes, Van Gogh comentou que a sua compulsão em fazer releituras de Millet se devia a considerá-lo como um lider espiritual. O facto é que são frequentes as releituras. Millet era um homem de campo e retratou as cenas do campo, o trabalho rural no seu aspecto mais duro e sacrificante. Foi tido como um agitador revolucionário, mas, na verdade, apenas retratava a verdadeira vida no campo. Jean-François Millet nasceu a 4 de Outubro de 1814 na vila de Gruchy em La Hague na Normandia, filho de camponeses, e morreu a 20 de Janeiro de Foi um pintor realista e um dos fundadores da Escola de Barbizon na França rural. Mudou-se para Paris em Apesar de ter recebido uma formação académica da parte de Paul Delaroche e Jérome Langlois, após 1840 decide abandonar o Academismo e fica sob a influência de Daumier. Em 1849 abdica definitivamente de Barbizon para se dedicar por inteiro às suas representações de trabalhadores rurais das mais diversas áreas. Millet foi contemporâneo de Van Gogh (1853 – 1890) com uma considerável diferença de idade. Este considerava-o como um pai, no sentido de orientador como artista, como guia do seu próprio pensamento, assim como um ídolo. Um ano antes de morrer e tendo Millet já falecido mais de uma década antes, Van Gogh comentou que a sua compulsão em fazer releituras de Millet se devia a considerá-lo como um lider espiritual. O facto é que são frequentes as releituras. Millet era um homem de campo e retratou as cenas do campo, o trabalho rural no seu aspecto mais duro e sacrificante. Foi tido como um agitador revolucionário, mas, na verdade, apenas retratava a verdadeira vida no campo.

6 1851 – A Caminho do Trabalho

7 C 1855 – Mulher a Lavar Roupa

8 – Mulher provavelmente com um ancinho

9 Pastora com o seu Rebanho

10 Cercado de Ovelhas ao Luar, Musée dOrsay, Paris

11 O Angelus

12 1857 – As Respigadoras, Musée National du Louvre, Paris

13 Millet, conservador por natureza, não punha na sua arte qualquer intenção de reforma política: antes a colocava ao serviço da constante reiteração das obscuras emoções despertadas pelo eterno ciclo das sementeiras e das colheitas daqueles camponeses que viviam da terra onde repousavam os corpos dos seus antepassados. O quadro mais famoso de Millet e o que melhor exprime a sua arte realista – o Angelus – é uma recordação directa da atitude devota de sua avó, à tardinha, ao toque das ave-marias, embora contenha igualmente muito de indirecto e artístico. Através dele, Millet aproxima-se, por exemplo, daquele simbolismo vulgar na pintura do século XIX, cuja expressividade pretendia captar tudo aquilo que menos facilmente englobamos na nossa visão do mundo. Tudo quanto nos pode parecer convencional ou oleográfico no seu famoso Angelus ou no humilde esforço das Respigadoras, sob o sol, obra que eleva cenas de um impiedoso sofrimento a um heroísmo quase épico, transformando a vida dos camponeses em actos de nobreza e coragem num flagrante realismo, é compensado por outros quadros, além de outras paisagens primaveris de grande e grave força colorística e vasta estruturação; ou em compacta síntese compositiva, como em A Mulher a Lavar Roupa. Millet, conservador por natureza, não punha na sua arte qualquer intenção de reforma política: antes a colocava ao serviço da constante reiteração das obscuras emoções despertadas pelo eterno ciclo das sementeiras e das colheitas daqueles camponeses que viviam da terra onde repousavam os corpos dos seus antepassados. O quadro mais famoso de Millet e o que melhor exprime a sua arte realista – o Angelus – é uma recordação directa da atitude devota de sua avó, à tardinha, ao toque das ave-marias, embora contenha igualmente muito de indirecto e artístico. Através dele, Millet aproxima-se, por exemplo, daquele simbolismo vulgar na pintura do século XIX, cuja expressividade pretendia captar tudo aquilo que menos facilmente englobamos na nossa visão do mundo. Tudo quanto nos pode parecer convencional ou oleográfico no seu famoso Angelus ou no humilde esforço das Respigadoras, sob o sol, obra que eleva cenas de um impiedoso sofrimento a um heroísmo quase épico, transformando a vida dos camponeses em actos de nobreza e coragem num flagrante realismo, é compensado por outros quadros, além de outras paisagens primaveris de grande e grave força colorística e vasta estruturação; ou em compacta síntese compositiva, como em A Mulher a Lavar Roupa.

14 O Lar da Família Millet em Grouchy

15 A Leiteira Norman de Gréville

16 Primavera

17 1871 – A Rajada de Vento

18 1871 – 1874 – A Igreja de Gréville

19 1871 – 74 – O Ramo de Margaridas, Musée dOrsay, Paris

20 O Cavalo

21 A Lição de Tricot

22 Fundo musical: Concerto para violino - Johannes Brahms, ( ) Pesquisa e produção:Anabela de Araújo e Mario Capelluto Formatação: Anabela de Araújo Fundo musical: Concerto para violino - Johannes Brahms, ( ) Pesquisa e produção:Anabela de Araújo e Mario Capelluto Formatação: Anabela de Araújo Reiniciar Sair


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