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ÁREAS DA FILOSOFIA DA CIÊNCIA JOSÉ TARCÍSIO-FILOSOFIA-CADI/2012.

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1 ÁREAS DA FILOSOFIA DA CIÊNCIA JOSÉ TARCÍSIO-FILOSOFIA-CADI/2012

2 R ACIONALISMO Há três grandes campos dentro da filosofia da ciência: Racionalismo - defende que a ciência é um conhecimento racional,dedutivo,capaz de estabelecer demonstrações. Doutrina que afirma que tudo que existe tem uma causa inteligível, mesmo que não possa ser demonstrada de fato, como a origem do Universo. Privilegia a razão em detrimento da experiência do mundo sensível como via de acesso ao conhecimento. Considera a dedução como o método superior de investigação filosófica

3 A dedução consiste em partir de uma verdade já conhecida (seja por intuição, seja por uma demonstração anterior) e que funciona como um princípio geral ao qual se subordinam todos os casos que serão demonstrados a partir dela. Em outras palavras, na dedução parte-se de uma verdade já conhecida para demonstrar que ela se aplica a todos os casos particulares iguais. Por isso também se diz que a dedução vai do geral ao particular ou do universal ao individual. O ponto de partida de uma dedução é ou uma ideia verdadeira ou uma teoria verdadeira.

4 Costuma-se representar a dedução pela seguinte fórmula: Todos os x são y (definição ou teoria geral); A é x (caso particular); Portanto, A é y (dedução).

5 Exemplos: 1. Todos os homens (x) são mortais (y); Sócrates (A) é homem (x); Portanto, Sócrates (A) é mortal (y). 2. Todos os metais (x) são bons condutores de eletricidade (y); O mercúrio (A) é um metal (x); Portanto, o mercúrio (A) é bom condutor de eletricidade (y).

6 E MPIRISMO Empirismo é uma doutrina filosófica que tem como principal teórico o inglês John Locke ( ), que defende uma corrente a qual chamou de Tabula Rasa. Esta corrente afirma que as pessoas nada conhecem, como uma folha em branco. O conhecimento é limitado às experiências vivenciadas, e as aprendizagens se dão por meio de tentativas e erros.

7 Historicamente, o empirismo se opõe a escola conhecida como racionalismo, segundo a qual o homem nasceria com certas ideias inatas, as quais iriam "aflorando" à consciência e constituiriam as verdades acerca do Universo. A partir dessas ideias, o homem poderia entender os fenômenos particulares apresentados pelos sentidos. O conhecimento da verdade, portanto, independeria dos sentidos físicos.

8 O foco é o estabelecimento de métodos que proporcionam grande precisão,experimentos rigorosos que visem à objetividade(método científico). Caracteriza-se pelo processo pelo qual,o pesquisador por meio de um levantamento particular,chega a determinadas conclusões gerais,ou seja, parte-se do específico para o geral.

9 Indução é um processo mental por intermédio do qual, partindo de dados particulares, suficientemente constatados, infere-se uma verdade geral ou universal, não contida nas partes examinadas. Portanto, o objetivo dos argumentos é levar a conclusões cujo conteúdo é muito mais amplo do que o das premissas nas quais se basearam.

10 Exemplo: O corvo 1 é negro O corvo 2 é negro O corvo 3 é negro O corvo "n" é negro (todo) corvo é negro (Lakatos, Eva M. e Marconi, Marina A., "Metodologia Científica", Editora Atlas S.A., São Paulo SP. 1991, p.47)

11 Dedutivo: Todo mamífero tem um coração. Ora, todos os cães são mamíferos Logo, todos os cães têm um coração. Indutivo: Todos os cães que foram observados tinham um coração Logo, todos os cães têm um coração.

12 C ONSTRUTIVISMO Construtivismo é uma das correntes teóricas empenhadas em explicar como a inteligência humana se desenvolve partindo do princípio de que o desenvolvimento da inteligência é determinado pelas ações mútuas entre o indivíduo e o meio. A ideia é que o homem não nasce inteligente, mas também não é passivo sob a influência do meio, isto é, ele responde aos estímulos externos agindo sobre eles para construir e organizar o seu próprio conhecimento, de forma cada vez mais elaborada.

13 No construtivismo,são combinados o racionalismo e o empirismo.Como o empirismo,o construtivismo baseia- se na experimentação,mas sem esperar que o resultado seja uma verdade absoluta,como faz o racionalismo.

14 F ILÓSOFOS DA CIÊNCIA K ARL P OPPER ( ) Karl Popper - acreditava que uma das tarefas da ciência era a explicação;segundo ele,há algo comum nas diferentes explicações:todos os métodos partem de uma dedução lógica que levam a uma explicação.

15 K ARL P OPPER ( ) Dentre as ideias de Popper,que contribuíram para a filosofia da ciência,destacam-se as seguintes: Todo conhecimento se modifica a partir de um conhecimento prévio. Não há observação científica neutra,livre de pressupostos. Se não há neutralidade na observação,ela também não existe no objetivo. Antes de verdadeiras ou falsas,as teorias científicas são conjecturas sujeitas a reformas e mudanças.

16 B ACHELARD ( ) Filósofo francês,expôs sua ideias no início do século XX,fase conhecida como belle époque,marcado pelo otimismo despertado pelas várias descobertas científicas.Bachelard preocupou-se em dar à ciência uma filosofia compatível com a velocidade das mudanças provocadas pela ciência.

17 B ACHELARD ( ) Bachelard entendia que a nova ciência não poderia ser entendida historicamente como um acúmulo de informações,e sim uma sequência de rupturas,num processo dialético,no qual algo é construído não de maneira complementar,mas sim a partir de correção de erros anteriores.

18 B ACHELARD ( ) Segundo seu pensamento, a apropriação do conhecimento em nome da ciência era limitada,pois a entrega de um conhecimento pronto não desafia o raciocínio. Exemplo: o papel do livro não é nos dar um conhecimento pronto,mas nos ajudar a pensar,desafiar o leitor a ampliar o conhecimento.

19 T HOMAS K UNH ( ) Percebe que alguns modelos anteriormente usados não sobrevivem à evidência histórica ou à passagem do tempo. Em seus escritos,o progresso científico não acontece por passos mas por saltos.

20 Q UATRO ETAPAS DO PROGRESSO CIENTÍFICO SEGUNDO T HOMAS K UHN Construção de um paradigma – conhecimento partilhado por membros de uma comunidade.Antecede a análise,o estudo,e a investigação mais profunda. Ciência normal - momento em que se analisa o paradigma construído.Nessa etapa,os cientistas analisam os problemas causados pelo paradigma,podendo formular uma nova teoria.O detalhe principal é a percepção de que a simples construção de paradigmas não resolve as questões,pois anomalias acontecem.

21 Q UATRO ETAPAS DO PROGRESSO CIENTÍFICO SEGUNDO T HOMAS K UHN Identificação da anomalia – anomalias são os problemas insolúveis para o paradigma.Já que o anterior não consegue resolver todas as questões que aparecem,é necessário que surja um novo paradigma. Revolução – a revolução científica ocorre quando é necessária a criação de novos paradigmas,com um novo olhar sobre as questões abordadas.A partir da adoção de um novo paradigma,o ciclo se reinicia até que uma nova crise exija o estabelecimento de um novo paradigma.

22 R EVOLUÇÃO COPERNICANA (1957) Um exemplo de mudança de paradigma proposto por Kuhn em sua obra a revolução copernicana foi a transformação produzida na astronomia pelo heliocentrismo de Copérnico,no século XV,seguido pelas descobertas de Galileu Galilei e Johannes Kepler,no século XVI.

23 C AMPOS DA CIÊNCIA Atualmente,as ciências da natureza e ciências humanas são os dois maiores campos científicos. Ciências da natureza –contemplam o desejo antigo do homem compreender a natureza e, principalmente dominá-la.Considera-se nessa área a física,a química e a biologia,entre outras.

24 C AMPOS DA CIÊNCIA Ciências humanas - no início era muito difícil definir qual o seu objeto de estudos.Dentro desse grupo,foram surgindo diversos campos: história,antropologia,psicologia,psicanálise, etc.,sendo o primeiro deles a economia.Hoje também fazem parte: geografia,filosofia e sociologia.

25 C AMPOS DA CIÊNCIA As ciências da natureza e as humanas utilizam métodos distintos em seus estudos.Enquanto as ciências da natureza buscam objetividade,as ciências humanas têm como característica a subjetividade.


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