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40º1014.48N - 8º4255.07W 24m ESCOLA PROFISSIONAL AGRICOLA AFONSO DUARTE COIMBRA Florbela Leite – Qualidade, Ambiente e Segurança e Análises Químicas; José

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1 40º N - 8º W 24m ESCOLA PROFISSIONAL AGRICOLA AFONSO DUARTE COIMBRA Florbela Leite – Qualidade, Ambiente e Segurança e Análises Químicas; José Carlos Leite – Projectos em Ambiente e Ordenamento do Território; Isabel Garcia – Química Aplicada. MONTE DE FERRESTELO 10º ANO 20 ALUNOS

2 Espécies Dominantes: Q.faginea (carvalho-português); Q.robur (carvalho-roble);Pistacia lentiscus (aroeira); Ulmus minor (ulmeiro); Crataegus monogyna (pilriteiro); Illex aquifolium (azevinho); Ruscus aculeatus (gilberdeira) Asplenium adiantum nigrum (feto); Polypodium australe (polipódio); Hedera heli ssp.helix (hera);Hedera heli ssp.canariensis (hera); Rubus.sp (silvas); Scleropodium purum (musgo puro); Leptodon smithii (musgo penado dos caracóis); Pterogonium gracile (musgo pata de passarinho); Flavoparmelia (parmelia verde); Parmotrema (flor de pedra); Ervenia prunastri (ervenia ou orzella do reino). Outras Espécies: Figus carica (Figueira-brava) ; Olea europa var. sylvestris (zambujeiro); Lauris nobilis (loureiro); Pinus pinaster (pinheiro-bravo); Philyrea lactifolia (aderno); Rubia peregrina (pegamasso); Euphorbia characias (torvisco-macho); Anthriscus cerefolium (cerefólio); Íris pseudacorus (lírio – dos-pântanos);Digitalis purpurea (dedaleira); Tamus communis (uva-de-cão); Mentha piperita (hortelã-pimenta); Cryphaea heteromalla (musgo dos ramos); Fabronia pusilla raddi (musgo ciliado dos troncos); Hipogymnia tubuloso (líquene tubuloso); Usnea sp.; Ophrysscolopax (orquídea silvestre). Aspectos relevantes: Nos dois anos de estudo do bosque foi possível identificar 38 espécies de fungos. Na primavera a espécie Vinca difformis (vinca) propagou-se em várias zonas do bosque. Todas as fotografias são da autoria do grupo de trabalho. Legenda - Espécies dominantes Legenda – Outras espécies

3 Fauna Observada: Pararge aegeria (borboleta - malhadinha); Angiostrongylus costaricencis (lesma); Hyla arborea (rã-rela);Erithacus rubecula (ovos de pisco-de-peito-ruivo); vestigios de toupeira e dejectos de coelho). Sons de Aves: Sylvia melanocephala (tuitinegra-de-cabeça-preta); Erithacus rubecula (pisco-de-peito- ruívo); Parus major (chapim-real) Luscinia megarhynchos (rouxinol-comum); Turdus merula (melro-preto); Serinus serinus (chamariz); Carduelis carduelis (pintassilgo); Carduelis chloris (verdilhão-comum); Trogladytes trogladytes (carriça); Garrulus glandarius (gaio-comum); Columba oenas (pombo bravo); Motacilla flava (alvéola- amarela). Rochas Dominantes: Numa zona do bosque, o ano passado inacessível, foram observados blocos rochosos, de dimensões médias, que segundo informação recolhida pertenciam a um antigo castelo edificado naquele zona. Eventuais problemas: Presença humana: cartuchos, resíduos (plásticos, vidro, materiais ferrosos, pneus) e carcaças de animais; Espécies invasoras: heras em excesso (indicador de alterações do ecossistema) e silvas (indicador do nível de eutrofização dos solos); Poluição atmosférica: alguns contaminantes nomeadamente o monóxido de carbono e o chumbo apresentaram num dos dias de amostragem valores superiores aos de referência. Legenda – Fauna observada Legenda – Rochas Dominantes e impactes

4 APRENDIZAGENS: 1. Antes da saída de campo Apresentação do trabalho desenvolvido pelos alunos no ano anterior ao novo grupo de trabalho; Programação das actividades a desenvolver no presente ano; Elaboração de um plano de amostragem para avaliação da qualidade do ar; Consulta de guias de campo; Selecção do equipamento/material necessário no trabalho de campo; Atribuição de tarefas por grupos. 2. Durante a saída de campo Visita ao bosque guiada pelos alunos que desenvolveram o trabalho no ano anterior; Recolha de amostras de fungos, briófitas, líquenes e outros tipos de flora; Recolha de amostras de solo; Avaliação da qualidade do ar através do kit de La Motte, de acordo com o plano de amostragem definido; Identificação de espécies com auxílio dos guias de campo; Contagem das espécies na área em estudo; Registro fotográfico; 3. Depois da saída de campo Identificação dos fungos recolhidos com recurso a chaves dicotómicas; Identificação mais pormenorizada das amostras recolhidas e dos registros fotográficos; Observação de briófitas e líquenes ao microscópio electrónico; Identificação de ácidos em briófitas e líquenes através de testes químicos; Análise laboratorial das amostras de solo (determinação da humidade, análise granulométrica por via seca, identificação qualitativa de carbonato de cálcio e ferro, determinação do carbono orgânico por colometria, determinação de pH pelo método potenciométrico); Tratamento das amostras em prensa para colocação no herbário em desenvolvimento; Análise dos resultados experimentais obtidos em campo e no laboratório, por comparação com valores padrão; Consulta bibliográfica; Preenchimento da ficha em formato excel. Legenda – Trabalho em campo. Legenda – Trabalho em laboratório.

5 Divulgação: Através do cartaz no estabelecimento de ensino; No site da Associação Diogo de Azambuja (ADA) – No site oficial da Câmara Municipal de Montemor-o-Velho – No ICNB em Coimbra e Arzila; Quercus (delegação de Coimbra); Associação de Protecção Ambiental. Trilhos d`Ésplendor; Organização Florestal Atlantis – Associação de Desenvolvimento Florestal; AIGA – Amigos das Lagoas da Gândara Associação Ambiental e Associação dos Moinhos e Ambiente da Região da Gândara,Mira. Nos jornais Diário de Coimbra e Diário das Beiras Desenvolvimento do Herbário disponível na Biblioteca da Escola Profissional Agrícola Afonso Duarte (EPAAD). No dia 10 de Março, realizou-se um Seminário no Auditório da Biblioteca Municipal Afonso Duarte, designado A Floresta Sustentável no âmbito do projecto Um bosque perto de si, da Ciência Viva e integrado no ano Internacional das Florestas. Público-Alvo: Alunos das escolas de Montemor-o-Velho e concelho, da Figueira da Foz e de Coimbra; Escolas inscritas no projecto a nível nacional; Comunidade em geral; Associações ambientais; Empresas (Departamento Ambiente e Florestas da INOVA); Vereadores do Ambiente da Câmara de Montemor-o-Velho e da Figueira da Foz. Legenda – Seminário A Floresta Sustentável

6 Foi realizado um vídeo para apresentação do projecto na abertura do Ano Internacional da Floresta em Proença-a-Nova. Foram realizadas filmagens ao longo do trabalho de campo. O presente grupo de trabalho colaborou na identificação de espécies e na monitorização da qualidade do ar, solos e água, com três alunos do curso Técnico de Gestão do Ambiente da EPAAD no projecto final da Prova de Aptidão Profissional, em que estes realizaram o estudo de três bosques: Mata da Boa Jóia, Mata do Buçaco e Mata da Mouraria.


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