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Comércio Eletrônico Prof. Eduardo Ramos. A Ressalva da Novidade! Na Internet ainda pode haver muita inovação, não devemos buscar verdades absolutas! 2.

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1 Comércio Eletrônico Prof. Eduardo Ramos

2 A Ressalva da Novidade! Na Internet ainda pode haver muita inovação, não devemos buscar verdades absolutas! 2

3 Organização 1: A Internet e os negócios 2: A Internet e a estratégia 3: Novos paradigmas 4: E-Marketing – propaganda 5: E-Marketing - SEO 6: E-Marketing – 7: B2B: e-procurement e supply chain management 3

4 Em cada unidade… Textos de estudo na apostila Material de apoio no site Aula expositiva dialogada e casos/exercícios O site: 4

5 Sobre o professor Eduardo Professor da FGV desde 1999 Empreendedor do Instituto Infnet (www.infnet.edu.br) 5

6 A INTERNET E OS NEGÓCIOS Será a Internet boa para as empresas? 6

7 Rádios On-line Se você fosse dono de uma rádio tradicional, como a Internet afeta o seu negócio? É uma oportunidade ou um desafio? 7

8 Rádios On-line: Live365.com 8

9 Rádios On-line: Musicovery 9

10 O Posto de gasolina está à salvo? 10

11 Mashup para carros GPS Informações de qualidade Preços Promoções 11

12 Modelos de Receita Venda direta de bens físicos Venda direta de bens e serviços digitais Infomediação Propaganda Assinatura 12

13 Modelos de Receita Escolha três sites. Compare suas formas de obter receita. 13

14 Mas podemos mais do que vender… – Atender – Relacionar-se – Expor-se – Comprar – Comunicar-se – Economizar – … 14

15 A Internet muda tudo? Por que existem as empresas e elas se organizam hierarquicamente? A Internet está alterando a organização tradicional das empresas? 15

16 Capistalismo sem força de atrito Matéria Prima Fabricante Transportador Distribuidor Mercado de varejo Consumidor Final 16

17 Onde está a origem de tanta mudança? A revolução vem da digitalização da informação. 17

18 Informação Digital Informação é qualquer coisa que possa ser digitalizada. Músicas, fotografias, livros, textos, páginas na Web são informações; são bens da Nova Economia. O custo de produzir informação é alto; o custo de reproduzir é desprezível. 18

19 Propriedade Intelectual A facilidade em reproduzir os bens digitais estimula a pirataria mas gera novas oportunidades! 19

20 Efeito Rede Quando o valor de um produto depende de quantos clientes o utilizam. Fundamental para entender negócios de Internet! 20

21 Novas Regras e Fundamentos Os elevados custos de troca de tecnologia tornam a briga pelo estabelecimento de padrões uma parte fundamental do jogo de competição: estratégia do lock-in. 21

22 Android vs. iPhone Reflita sobre a guerra entre as duas plataformas. O que está por trás desta guerra? Há externalidade de rede? Há custos de troca? 22

23 Livraria Tramonte Leia atentamente o case e responda as perguntas propostas. 23

24 Livraria Tramonte Como a Internet afeta a lucratividade da Livraria Tramonte? 24

25 Comparação de Preços 25

26 Freakonomics No final dos anos 90, o preço do seguro de vida por prazo determinado caiu drasticamente (…) o que aconteceu? (…) a Internet aconteceu. (…) um cliente pode comparar, em segundos, o preço dos seguros de vida vendidos por dezenas de companhias diferentes. – Stephen Dubner 26

27 Livraria Tramonte O Sr. Adalberto acertou ao decidir aumentar a divulgação no ano de 2003? A livraria Tramonte deve aumentar seus investimentos em internet? O que você recomendaria? 27

28 Livraria Tramonte Você acredita que os e-books (livros eletrônicos) podem vir a substituir os livros em papel no futuro? 28

29 E-books? 29

30 E a cadeia produtiva? Autores? Editoras? Gráficas? Distribuidoras? Consumidores? Fabricantes de Gadgets? Diagramadores? 30

31 Conclusões A Internet é uma fonte de grandes impactos e novos desafios para as empresas; Devemos buscar entender como as mudanças tecnológicas impactarão em nossos negócios; Devido à Internet há um aumento na competição e no poder dos consumidores; O efeito rede é um fator fundamental na competição. 31

32 A INTERNET E A ESTRATÉGIA De que adianta saber dirigir, se não se sabe para onde ir? 32

33 Diagrama de 5 Forças 33

34 Companhias Aéreas Em que a Internet ajuda? Em que a Internet atrapalha? 34

35 E os novos entrantes? 35

36 Supermercados Zona Sul do Rio: onde? 36

37 Produtos Substitutos Telefones? Corretoras? Ensino? 37

38 E os Fornecedores? 38 Desintermediação

39 E os Fornecedores? Desintermediação 39

40 E os Compradores? A Internet desloca o poder para os clientes. Isso é outra causa da erosão da lucratividade. Seus benefícios – tornar a informação largamente disponível, reduzir gargalos de comunicação – ao permitir que compradores e vendedores transacionem mais facilmente, acabam se voltando contra as empresas, que não conseguem lucrar com eles. 40

41 Diagrama de 5 Forças 41

42 Prever o futuro exige… 42 The Future is Now

43 Evolução não-linear 43

44 Conclusões A Internet afeta as empresas de maneiras diversas: é preciso analisar caso-a-caso; É preciso estar atento às mudanças trazidas pela Internet, pois podem alterar o cenário competitivo; Nem sempre a evolução é linear! 44

45 NOVOS PARADIGMAS Cauda longa, prosumer, grátis, social, qrcode, mobile, teatro filmado… 45

46 Teatro Filmado 46

47 e de Experiência 47

48 e de Experiência 48

49 e de Experiência 49

50 e de Experiência 50

51 e de Experiência 51

52 Web 2.0 www. overmundo.com.br 52

53 Web 2.0 www. camiseteria.com.br 53

54 Marketing Viral/Buzz Marketing 54

55 Marketing Viral/Buzz Marketing 55

56 Long Tail / Cauda Longa Nas lojas tradicionais apenas os bestsellers têm vez. Na Internet, a cauda longa é significativa. 56

57 Free: a nova economia chegou? 57

58 Conclusões A Internet está alterando a forma como as informações são geradas e distribuídas, causando impacto nos negócios; A forma de divulgar empresas e produtos mudou, favorecendo produtos de nicho; Para fazer direito, é preciso entender o contexto da experiência on-line. 58

59 E-MARKETING: PROPAGANDA Quanto vale saber o retorno dos reais gastos com anúncios? 59

60 Banners 60

61 Links Patrocinados 61

62 Links Patrocinados adwords.google.com 62

63 Links Patrocinados 63

64 Fronteiras Propagandas em vídeos Propagandas em apps Propagandas em vídeo-games Propagandas em mobile Propagandas em redes sociais 64

65 Conclusões Empresas não podem ignorar a propaganda on-line; Entender a fundo a propaganda on-line pode gerar grandes economias, dependendo do tipo de produto e público-alvo; Há muitas formas de se atingir o público na Internet. 65

66 SEARCH ENGINE OPTIMIZATION Quanto vale estar em primeiro nos resultados de buscas no Google? 66

67 Search Engine Optimization 67

68 Escolha das palavras-chave Search Engine Optimization 68

69 Search Engine Optimization Texto alternativo (ALT) 69

70 Search Engine Optimization Título da Página (TITLE) 70

71 Search Engine Optimization Links com palavras-chave 71

72 Search Engine Optimization PageRank 72

73 Conclusões Em muitos casos, com um investimento mínimo pode-se obter grande retorno; A competição no mundo virtual requer técnicas novas e em constante evolução. 73

74 E-MARKETING: Gerador de receitas ou incinerador de credibilidade? 74

75 Spam ou não spam, eis a questão! 75

76 Bulk Mail 76

77 Bulk Mail 77

78 Bulk Mail 78

79 Conclusões Bastante eficaz, mas deve ser feito com cuidado. 79

80 BUSINESS TO BUSINESS: E- PROCUREMENT & SUPPLY CHAIN Negócios digitais entre empresas 80

81 Mercados ou Hierarquias Há dois tipos de comércio eletrônico entre empresas: – Mercado: compras spot Leilões, e-procurement – Hierarquias: alianças com integração Supply-chain management, VMI 81

82 Mercados Digitais Surgiram como feiras medievais para empresas na Internet Também conhecidos como: e-hubs, net markets, electronic marketplaces, online exchanges, butterfly market etc. 82

83 Verticais e Horizontais Horizontais: Servem a vários setores com um produto comum, como serviços financeiros ou MRO (Maintainance, Repair and Operations) – Mercado Eletrônico (www.me.com.br) Verticais: Concentrados em uma indústria específica, provendo vários tipos de serviços para aquele setor. – Covisint (www.covisint.com) 83

84 Leilão e RFQ Request for Quotation – Um comprador pede quotações a possíveis fornecedores – Tipicamente é o primeiro passo de um processo de compra via leilão reverso 84

85 Leilão e RFQ Em uma hora marcada, os vendedores se conectam a um pregão on-line e quem der o menor lance faz a venda Problemas? Quem ganha? 85

86 Quem é o dono do mercado? Maior poder de barganha com vendedores, compradores ou dividido em bolsas neutras? – Mercados digitais podem ser cartéis eletrônicos? Ou são uma forma moderna de dar mais eficiência à economia? 86

87 Bolsas neutras Visam criar agregação de demanda e obter ganhos a partir de comissões nas transações. Durante o hype, houve muitas iniciativas na área, mas a maioria está em dificuldades de sobrevivência ou já acabou. Por que não deram certo? 87

88 Case: B2B do Brasil Por que o ME foi mais bem sucedido? Por que os mercados verticais não deram certo? A B2B do Brasil deveria investir mais em tecnologia própria? Você fecharia a empresa? Que ações recomendaria a ela? 88

89 Cadeia de suprimentos ágil, adaptável e alinhada (triplo A) – Ágil: respostas rápidas a movimentos na oferta e demanda; – Adaptável: capazes de ajustes a mudanças na estrutura dos mercados, monitoramento global; – Alinhada: fluxo de informações livre e transparente, partes com interesses claros E-Procurement: Requisitos 89

90 E-Procurement: É aplicável? Um: Entender a aplicabilidade do e- procurement à empresa – Contexto de negócios Não regulado; competitivo; política corporativa favorável – Contexto das compras Especificação explícita; volume alto; qualidade padronizada – Contexto dos fornecedores Muitos fornecedores; relação pouco próxima 90

91 E-Procuremente: Business case Dois: Determinar os objetivos do e- procurement para melhor alinhar colaboradores e empresa e melhor avaliar a iniciativa – Redução de custos; redução do ciclo de compras; aumentar profissionalismo; aumentar transparência e padronizar processos; aumentar base de fornecedores; melhorar governança corporativa? 91

92 E-Procurement: Obstáculos Custos altos iniciais – Pilotos Inércia da organização – Treinamento, envolvimento dos compradores Medo da competição pelos fornecedores – Evitar itens não leiloáveis, qualificar fornecedores, dar bonificações após os leilões Problemas de infra-estrutura – Buscar alternativas Regulações que atrapalham – Influenciar o governo para mudar 92

93 Supply-Chain Management 93

94 Obrigado! Eduardo Ramos – Site do curso: 94


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