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RENASCIMENTO COMERCIAL E URBANO. REABERTURA DO MEDITERRÂNEO Fim do domínio muçulmano Burguesia italiana Comércio intenso Renascimento comercial e urbano.

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1 RENASCIMENTO COMERCIAL E URBANO

2 REABERTURA DO MEDITERRÂNEO Fim do domínio muçulmano Burguesia italiana Comércio intenso Renascimento comercial e urbano

3 INTENSO COMÉRCIO Especiarias Tapetes Joias Tecidos finos Perfumes Etc.

4 BURGOS Fora do castelo Encruzilhadas Escambo Fuga de servos Crescimento urbano Cidades Vida intensa Moeda Burguesia

5 NOBRES X BURGUESES Fuga de servos Produtos nas cidades Escambo X Moeda Renda feudal Dívidas Crescimento Comércio Salário Emprestam dinheiro aos senhores

6 CIDADES LIVRES Feudo Burguesia forte Libertação Revoltas Compra Rei + Burguesia

7 CRESCIMENTO XV d.C. Paris Milão Veneza Nápoles hab.!!!!

8 ENEM 2011 Se a mania de fechar, verdadeiro habitus da mentalidade medieval nascido talvez de um profundo sentimento de insegurança, estava difundida no mundo rural, estava do mesmo modo no meio urbano, pois que uma das características da cidade era de ser limitada por portas e por uma muralha. DUBY, G. et al. Séculos XIV-XV in: ARIES, P: DUBY, G. Historia da vida privada da Europa Feudal a Renascença. São Paulo: Cia. das Letras, 1990 (adaptado). As praticas e os usos das muralhas sofreram importantes mudanças no final da Idade Media, quando elas assumiram a função de pontos de passagem ou pórticos. Este processo esta diretamente relacionado com a) o crescimento das atividades comerciais e urbanas. b) a migração de camponeses e artesãos. c) a expansão dos parques industriais e fabris. d) o aumento do numero de castelos e feudos. e) a contenção das epidemias e doenças.

9 HIGIENE Precariedade Esgoto? Entre as casas Ruas estreitas Aglomerações Epidemias Castigos divinos

10 FEIRAS Rotas comerciais Itália Portugal Alemanha Champagne Flandres Ao redor do castelo 4 semanas Comerciantes europeus Cambistas

11

12 FUVEST 2014 Durante muito tempo, sustentou-se equivocadamente que a utilização de especiarias na Europa da Idade Media era determinada pela necessidade de se alterar o sabor de alimentos apodrecidos, ou pela opinião de que tal uso garantiria a conservação das carnes. A utilização de especiarias no período medieval. a) permite identificar a existência de circuitos mercantis entre a Europa, a Ásia e o continente africano. b) demonstra o rigor religioso, caracterizado pela condenação da gastronomia e do requinte a mesa. c) revela a matriz judaica da gastronomia medieval europeia. d) oferece a comprovação da crise econômica vivida na Europa a partir do ano mil. e) explicita o importante papel dos camponeses dedicados a sua produção e comercialização.

13 ORGANIZAÇÕES DE TRABALHO Hansas ou ligas Cidades diferentes Corporações de ofício Livre-comércio Associado Preço e produção Artesãos Justo preço Sem lucro Igreja

14 MESTRE E APRENDIZ Faz-se saber que Lotin, filho de Mathieu de Kaserie, deve residir com Jacquemon Cochest, fabricante de facas, durante seis anos seguidos. Jacquemon deve assegurar-lhe cama, bebida, comida e deve ensinar-lhe o dito ofício. Pode mandá-lo a toda parte, dentro e fora da cidade. Mathieu deve fornecer a seu filho vestuário e calçado. Se Lotin faltar ao trabalho um dia, deverá repô-lo ao fim de seis anos. Citado em Coletânea de documentos históricos para o primeiro grau – 5ª a 8ª séries. São Paulo: SE/Cenp, p. 76


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