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Análise de Sistemas Prof. Jeime Nunes Site: 7/5/2014 Análise e Projeto.

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1 Análise de Sistemas Prof. Jeime Nunes Site: 7/5/2014 Análise e Projeto

2 Fluxo de análise e projeto 7/5/2014 O objetivo aqui é traduzir os requisitos em uma especificação de como implementá-los; A UML será utilizada para essa especificação; É preciso transformar os requisitos em um projeto do sistema; Será desenvolvida uma arquitetura para o sistema;

3 Fluxo de análise e projeto 7/5/2014

4 Fluxo de análise e projeto 7/5/2014

5 Fluxo de análise e projeto 7/5/2014 Realizar caso de uso Conjunto de elementos que descreve como o caso de uso será realizado;

6 Fluxo de análise e projeto Vamos usar o exemplo do sistema bancário 7/5/2014

7 Realizar caso de uso 7/5/2014 Para cada caso de uso: Encontrar as classes de análise; Ainda bastante abstratas; Futuramente podem ser divididas ou mesmo transformadas em subsistemas; Para cada classe descrever responsabilidades, atributos e relacionamentos; As classes de análise podem ser de três tipos: Fronteira, entidade e controle;

8 Realizar caso de uso 7/5/2014 Classes de Fronteira (boundary classes) Fazem a fronteira do sistema com qualquer interface externa; Isolam o núcleo do sistema do mundo exterior; Evitam que mudanças no mundo exterior afetem outras classes do sistema; Identificadas com o estereótipo >; Notação UML: ou

9 Realizar caso de uso 7/5/2014 Descobrindo Classes de Fronteira Regra geral é uma classe para cada par ator/caso de uso;

10 Realizar caso de uso 7/5/2014 Classes de entidade (entity) Representam os conceitos principais do sistema, as fontes de informações que o sistema manipula; Principal função é armazenar e gerenciar informação; Notação UML: ou

11 Realizar caso de uso Descobrindo classes de entidade Observe o glossário e o fluxo de eventos do caso de uso; Identifique substantivos no fluxo de eventos; Os substantivos são candidatos naturais a classes de entidade; Remova substantivos redundantes e vagos; Remova atributos e operações (serão usados mais tarde); 7/5/2014

12 Realizar caso de uso Efetuar pagamento do QualitiCard 7/5/2014 Fluxo de evento principal 1.O cliente informa os dados necessários para efetuar o pagamento do cartão: - O código de barras da fatura que deseja efetuar o pagamento; - O valor que deseja pagar. 2. O sistema recupera a conta bancária do cliente logado; 3. O sistema verifica se o saldo da conta do cliente é suficiente para realizar o pagamento; 4. O sistema debita da conta do cliente; 5. O sistema envia o pagamento à operadora de cartão de crédito; 6. O sistema registra a transação de pagamento e emite um comprovante da mesma para o usuário. A transação registrada contém os dados da conta do cliente, o código de barras da fatura, data, hora e valor do pagamento;

13 Realizar caso de uso Efetuar pagamento do QualitiCard 7/5/2014

14 Realizar caso de uso Classes de controle Coordenam o comportamento (lógica de controle) do caso de uso; Interface entre fronteira e entidade; Deixam as classes de fronteira mais reusáveis, pois ficam isoladas do comportamento específico do sistema; Identificadas com o estereótipo >; Notação UML: 7/5/2014 ou

15 Realizar caso de uso Classes de controle Usualmente, um classe de controle por caso de uso; Casos de uso com fluxos simples podem ser realizados sem classes de controle; Casos de uso com fluxos mais complexos podem precisar de mais de uma classe de controle; 7/5/2014

16 Realizar caso de uso Distribuir comportamento entre as classes Alocar responsabilidades às classes; Modelar interações entre classes através dos diagramas de interação: Usaremos os diagramas de sequência e colaboração; 7/5/2014

17 UML: Diagrama de Sequência 15/06/2012

18 Diagrama de Sequência Diagrama que representa a sequência de eventos do sistema; Identificando os métodos que são disparados entre os atores e os objetos envolvidos; É baseado na descrição dos casos de uso do sistema; O texto dos casos de uso são fontes de informações para identificar as operações e consultas do sistema; 15/06/2012

19 Diagrama de Sequência 15/06/2012

20 Elementos do Diagrama de Sequência Atores: são instâncias dos atores declarados no diagrama de casos de uso; Objetos: são objetos que participam de uma iteração durante um determinado tempo; Se você já iniciou o diagrama de classes, os objetos serão instâncias das classes existentes no sistema; 15/06/2012

21 Elementos do Diagrama de Sequência Linha de vida: representa o tempo em que um objeto existe durante um processo; Interrompida com um X quando o objeto é destruído; Foco de controle ou Ativação: indica os períodos que um objeto está participando ativamente do processo; 15/06/2012

22 Elementos do Diagrama de Sequência Mensagens ou estímulos Utilizadas para demonstrar a ocorrência de eventos; Normalmente forçam a chamada de um método em algum dos objetos; Podem ser disparadas entre: ator para ator, ator para objeto; objeto para objeto e objeto para ator; 15/06/2012

23 Elementos do Diagrama de Sequência Mensagens de retorno É a resposta a uma mensagem para o objeto que a chamou; São representadas por uma seta tracejada apontando para o objeto ou ator que recebe o resultado do método chamado; 15/06/2012

24 Elementos do Diagrama de Sequência Auto-chamadas São mensagens que partem da linha de vida de um objeto e atingem a linha de vida do próprio objeto; 15/06/2012

25 Elementos do Diagrama de Sequência Fragmentos de Interação É uma parte de uma interação, porém é considerado como uma interação independente; Representado por um retângulo que envolve a interação, com uma aba no canto superior contendo um operador que indica o tipo de diagrama de interação ele se refere; Ex: sd Confirmar pedido 15/06/2012 Operador sd (diagrama de sequência Nome da interação

26 Elementos do Diagrama de Sequência Fragmentos de Interação 15/06/2012 Os fragmentos são úteis para poder referencia-los por meio do operador Ref (Referred – referido). Ou seja, o fragmento faz referência a outro diagrama.

27 Elementos do Diagrama de Sequência Ocorrência de Interação 15/06/2012 As referencias em um fragmento de interação são chamadas de Ocorrências de Interação. Permite a criação de diagramas complexos que fazem referências a outros diagramas. Operador

28 Elementos do Diagrama de Sequência Fragmentos combinados e operadores UML Utilizados para uma modelagem semi- independente de parte do diagrama em que se deve focar algum problema; Representado por um retângulo que determina a área de abrangência do fragmento; No canto superior esquerdo do retângulo contém uma subdivisão com um operador de interação que define o tipo de fragmento que está sendo modelado; 15/06/2012

29 Elementos do Diagrama de Sequência Fragmentos combinados e operadores UML 15/06/2012

30 Elementos do Diagrama de Sequência Outros Operadores UML Opt (Opção): determina que o fragmento combinado pode ou não ser executado; 15/06/2012

31 Elementos do Diagrama de Sequência Outros Operadores UML Loop (Laço): determina que o fragmento representa um laço que poderá ser repetido diversas vezes; 15/06/2012

32 Elementos do Diagrama de Sequência Outros Operadores UML Par (paralelo): representa uma execução paralela de dois ou mais comportamentos; Break(Quebra): indica uma quebra na execução normal do processo; CriticalRegion (Região Critica): identifica uma operação que não pode ser interrompida por outro processo até ser totalmente concluída; Ignore(Ignorar): indica que as mensagens contidas no fragmento devem ser ignoradas; Vejam outras no livro; 15/06/2012

33 7/5/2014


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