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S Seminários Técnicos 2003 Prof.: Cícero s Sensores e Rede AS-Interface.

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1 s Seminários Técnicos 2003 Prof.: Cícero s Sensores e Rede AS-Interface

2 s Seminários Técnicos 2003 Prof.: Cícero Sensores e REDE AS-Interface SENSORES: INDUTIVOS / CAPACITIVOS / ÓPTICOS / ULTRASÔNICOS Princípio de Funcionamento Características Construtivas Especificações Técnicas Aplicações REDE AS-Interface Conceituação Principais Características Topologias Modularidade Endereçamento Características Mestre- Escravo Aplicações da Rede AS-Interface

3 s Seminários Técnicos 2003 Prof.: Cícero Definição Sensores são dispositivos construídos para detectar a presença ou passagem de objetos metálicos ou não metálicos, por proximidade ou aproximação, sem contato físico. Esta detecção é feita pela face sensora do sensor, que ao ser acionado envia um sinal elétrico.

4 s Seminários Técnicos 2003 Prof.: Cícero Características Fundamentais dos Sensores para Automação O sinal de um sensor está associado ao sistema de controle automático, sendo caracterizado por: Linearidade Faixa de atuação Histerese Sensibilidade Superfície Ativa Fator de correção Freqüência de Comutação Distância Sensora ( Nominal e Real )

5 s Seminários Técnicos 2003 Prof.: Cícero Visão Geral das famílias de sensores e seus principais tipos

6 s Seminários Técnicos 2003 Prof.: Cícero s Sensores Indutivos Prof.: Cícero

7 s Seminários Técnicos 2003 Prof.: Cícero Princípio de Funcionamento Geração de um campo eletromagnético de alta freqüência, que é desenvolvido por uma bobina ressonante instalada na face sensora.

8 s Seminários Técnicos 2003 Prof.: Cícero Característica de Resposta Elemento normalizado de qualquer direção Curva característica de resposta Superfície ativa

9 s Seminários Técnicos 2003 Prof.: Cícero Zonas livres na montagem em metal 3 · S n 3 · d 1 d1d1 Zona livre Metal 2 · S n Face Sensora Distância Sensora Distância Sensora Nominal

10 s Seminários Técnicos 2003 Prof.: Cícero Características Construtivas Sensores Faceados Não Faceados

11 s Seminários Técnicos 2003 Prof.: Cícero Fator de Redução Distância Sensora Operacional Influência do Atuador: Fator de Redução

12 s Seminários Técnicos 2003 Prof.: Cícero 3 condutores L+L+ L-L- I 2 condutores L+L+ L-L- I 4 condutores L+L+ L-L- I Classes de saídas 2, 3 e 4 condutores 1 NA 1 NA + 1 NF

13 s Seminários Técnicos 2003 Prof.: Cícero Saída A (L+) - conectando Saída A (L-) - conectando Configuração de saída do tipo pnp e npn com 3 condutores

14 s Seminários Técnicos 2003 Prof.: Cícero Aplicações

15 s Seminários Técnicos 2003 Prof.: Cícero s Sensores Capacitivos Prof.: Cícero

16 s Seminários Técnicos 2003 Prof.: Cícero Princípio de Funcionamento Baseia-se na geração de um campo elétrico, desenvolvido por um oscilador controlado por capacitor. Detecção de plásticos, madeiras, vidro, pós e líquidos

17 s Seminários Técnicos 2003 Prof.: Cícero Aspectos Construtivos Sensores Faceados Perturbações Eletrodo Principal Eletrodo de Terra Eletrodo de Compensação Fase Sensora

18 s Seminários Técnicos 2003 Prof.: Cícero Aspectos Construtivos Sensores Não - Faceados Eletrodo Principal Fase Sensora Terra (a)

19 s Seminários Técnicos 2003 Prof.: Cícero Fator de Redução

20 s Seminários Técnicos 2003 Prof.: Cícero 3 condutores L+L+ L-L- K 2 condutores L+L+ L-L- K 4 condutores L+L+ L-L- K Classes de saídas 2, 3 e 4 condutores 1 NA 1 NA + 1 NF

21 s Seminários Técnicos 2003 Prof.: Cícero s Sensores Óticos Prof.: Cícero

22 s Seminários Técnicos 2003 Prof.: Cícero Tipos de Ópticos Baseiam-se na transmissão e recepção de luz, que pode ser refletida ou interrompida pelo objeto a ser detectado. Sensor difuso (sensor energético) Sensor difuso com supressão de fundo Sensor reflexivo Sensor barreiraSensor para condutores de fibra ótica Sensor reflexivo com saída analógica Sensor marca cor Sensor de coresSensor fenda

23 s Seminários Técnicos 2003 Prof.: Cícero * Luz infravermelha A luz é refletida diretamente pelo objeto Difusão Energético Supressão de Fundo * Vermelha e Laser

24 s Seminários Técnicos 2003 Prof.: Cícero Luz vermelha visível Espelho de três vias Espelho de três vias A luz é refletida por uma espelho especial O feixe de luz é interrompido por um objeto Reflexivos

25 s Seminários Técnicos 2003 Prof.: Cícero Refletor "normal" Variação possível +/- 15° Variação possível +/- 15° Espelho de 3 vias A luz polarizada do transmissor é modificada e atravessa o filtro de polarização do receptor. A luz polarizada NAO é modificada e o receptor não pode vê-la. Reflexivo em um espelho de 3 vias

26 s Seminários Técnicos 2003 Prof.: Cícero A luz do emissor atinge o receptor O objeto interrompe este raio de luz escuro ligado Barreira de Luz direta

27 s Seminários Técnicos 2003 Prof.: Cícero Comparação da distância sensora Sensor com supressão de fundo Sensor energético Transição Preto / Branco 100 % 40 % 100 % 94 %

28 s Seminários Técnicos 2003 Prof.: Cícero De acordo com as fibras usadas, podem ser usados como sensor difuso ou sensor de barreira A distância sensora depende da fibra ótica utilizada: fibras óticas de vidro ou de plástico. Condutores de fibra ótica

29 s Seminários Técnicos 2003 Prof.: Cícero Um raio laser é refletido no objeto e é direcionado a um diodo especial (PSD). O ponto de encontro depende da distância do objeto. Resolução 20µm ou 80µm. 0V 85 mm45 mm 10V Laser com saída analógica

30 s Seminários Técnicos 2003 Prof.: Cícero O sensor marca cor reage a diferenças de contraste. De acordo com a aplicação ele transmite luz vermelha ou verde. Ele é um sensor energético especial. Marca cor

31 s Seminários Técnicos 2003 Prof.: Cícero O sensor fenda reage a diferenças de contraste. Ele envia um raio de luz através do objeto e o recebe ao mesmo tempo. De acordo com a aplicação ele emite luz verde/vermelha ou infra- vermelha. Ele é um sensor energético especial Fenda

32 s Seminários Técnicos 2003 Prof.: Cícero O sensor de cor pode reconhecer uma determinada cor. Trabalha com 3 transmissores: vermelho, verde, azul. Pode reconhecer uma cor ou uma graduação de cor. É acionado através de função Teach-In. Não reage a diferenças de luminosidade. Cor

33 s Seminários Técnicos 2003 Prof.: Cícero Nível recebido Reserva de função Emissão de luz em excesso (LED verde) Saída de comutação (LED amarelo) Hysterese de ligação Reserva de função Emissão de luz em excesso Reserva de função

34 s Seminários Técnicos 2003 Prof.: Cícero 325µs 215µs 110µs 215µs 325µs Emissor Receptor 1 ms Receptor reconhece o impulso de luz O emissor modula o raio de luz O receptor avalia o sinal. Se o sinal está correto, a saída é acionada. Função anti-interferência

35 s Seminários Técnicos 2003 Prof.: Cícero VANTAGENS: Quase insensível à luz externa Sem influências mútuas Sem instruções de montagem Função anti-interferência

36 s Seminários Técnicos 2003 Prof.: Cícero Especificação: Lux (Luz natural) Lux (luz artificial) Radiação solar direta Lux (meio-dia) Céu nublado1.000 Lux Iluminação interior Lux Iluminação de rua0, Lux Uma lâmpada incandescente de 100 W gera em 1m de distância aprox. 100 Lux. (média) Sensibilidade à luz externa

37 s Seminários Técnicos 2003 Prof.: Cícero Configurações das Saídas Quanto à incidência de luz LIGHT ON A saída é chaveada quando a PRESENÇA da luz é detectada pelo receptor. DARK ON A saída é chaveada quando a AUSÊNCIA de luz é detectada pelo receptor.

38 s Seminários Técnicos 2003 Prof.: Cícero Zonas de Atuação

39 s Seminários Técnicos 2003 Prof.: Cícero Controle de rasgos no rolo de tear usando um sensor difuso Contagem de garrafas utilizando um sensor difuso Exemplos de aplicação

40 s Seminários Técnicos 2003 Prof.: Cícero Contagem de CI's usando um sensor de fibra ótica Controle de tampas usando um sensor de fibra ótica do tipo barreira 1713 Exemplos de aplicação

41 s Seminários Técnicos 2003 Prof.: Cícero Medição do comprimento de rolo em mesa de corte com um sensor de fibra ótica de barreira Sinalização iminente do fim do rolo usando um sensor difuso Exemplos de aplicação

42 s Seminários Técnicos 2003 Prof.: Cícero Contagem de caixas usando um sensor reflex Monitoramento de portão usando um sensor de barreira Exemplos de aplicação

43 s Seminários Técnicos 2003 Prof.: Cícero s Sensores Ultra-sônicos Prof.: Cícero

44 s Seminários Técnicos 2003 Prof.: Cícero Definição O sensor emite pulsos cíclicos ultra-sônicos que refletidos por um objeto incidem no receptor, acionando a saída do sensor Início da faixa de operação Final da faixa de operação Distância do objeto Faixa de medição Zona Cega

45 s Seminários Técnicos 2003 Prof.: Cícero Funcionamento tEtE toto Impulso emitidoEco

46 s Seminários Técnicos 2003 Prof.: Cícero Alinhamento Angular +3°-3° Permitido Não permitido

47 s Seminários Técnicos 2003 Prof.: Cícero Aplicação Angular 3° Água Areia 45°

48 s Seminários Técnicos 2003 Prof.: Cícero Cone sonoro – Ganho em dB -40 dB -30 dB -20 dB -10 dB 0 dB 30° 0° -3 dB

49 s Seminários Técnicos 2003 Prof.: Cícero Formas de Atuação Sensor de proximidade O eco é produzido Barreira de reflexo O eco de referência não é refletido; São necessários 2 chaveamentos

50 s Seminários Técnicos 2003 Prof.: Cícero XY Distância sensora X cm Y cm > 3 > 15 > 30 > 40 > 70 > 6 > 30 > 60 > 80 > 150 Zonas livres

51 s Seminários Técnicos 2003 Prof.: Cícero Sensor de proximidade O eco é produzido Barreira de reflexo O eco de referência não é refletido; São necessários 2 chaveamentos Formas de atuação

52 s Seminários Técnicos 2003 Prof.: Cícero Vantagens Para detecção de objetos a distâncias determinada Detecção de objetos de diferentes materiais, formas e cores Detecção de objetos pequenos em longa distância Pode ser usado -como sensor de proximidade com supressão de fundo -como barreira de reflexão -para saída da distância de objeto de forma digital ou analógica Funcionamento constante sem manutenção

53 s Seminários Técnicos 2003 Prof.: Cícero Ultra-sônico Ponto de operação independente da superfície de materiais, cor, intensidade de luz e contrastes óticos Insensível a poluição, por isso não necessita manutenção Exatidão > 1 mm Freqüência 8 Hz Sensível a turbulências atmosféricas e temperatura Óptico Características típicas Ponto de operação dependente da superfície de materiais, cor, intensidade de luz e contrastes óticos Sensível a poluição, por isso necessita manutenção Exatidão > 0,25 mm Freqüência 1000 Hz Insensível a turbulências atmosféricas e temperatura Comparação entre sensores de proximidade ultra-sônicos e óticos

54 s Seminários Técnicos 2003 Prof.: Cícero Exemplos para objetos Telhas Garrafas Paleta Blocos de aço Pessoas Portas Veículos Fogões Placas de chumbo Transparências Vidro plano Entulho Esteiras Níveis líquidos Partes de máquina Peças de automóveis Exemplos para materiais Metal Pedra Terra Cimento Madeira Vidro Tabaco Esmalte Plástico (transparente e colorido) Styropor Roupas Papel Borracha Koks Líquido Materiais e Objetos

55 s Seminários Técnicos 2003 Prof.: Cícero Aplicação

56 s Seminários Técnicos 2003 Prof.: Cícero Aplicação

57 s Seminários Técnicos 2003 Prof.: Cícero Aplicação

58 s Seminários Técnicos 2003 Prof.: Cícero Laços de controle para prensas ou máquinas de extrusão Medição de alturas e controle de qualidade em correias transportadoras Aplicações com vidro claro ou objetos transparentes em correias transportadoras Monitoramento individual de vagas em estacionamentos Aplicações

59 s Seminários Técnicos 2003 Prof.: Cícero Aplicações Deteção do nível de líquidos em recipientes Medição do diâmetro do rolo de papéis, plástico ou produtos têxteis Monitoramento de rupturas de cabos e cordas Medição de alturas de tábuas de madeira, vidro, plástico, bóias de metal, etc...

60 s Seminários Técnicos 2003 Prof.: Cícero Influências Ambientais Insensível a pó, neblina e chuva Temperatura ambiente 0,17% / °C Umidade do ar Movimento do ar Pressão atmosférica

61 s Seminários Técnicos 2003 Prof.: Cícero Como especificar um sensor 1.Distância sensora SN 2.Tensão de alimentação: VCA / VCC 3.Tipos de saída: CA CC PNP NPN Saídas: NA, NF ou NANF 4.Material a ser detectado: - Metal (ferroso, não-ferroso, opaco, translúcido, transparente) - Não metal 5.a-Dimensões do alvo: - Diâmetro - Final alvo: brilhante / escuro 5.b- Dimensional do Sensor 6.Conexão elétrica: cabo, conector 7.Temperatura de operação ambiente: ºC 8.Ambiente: poeira, óleo, umidade/névoa 9.Detecção cores 10.Proteção contra água (IP) 11.Tipo de Excitação: Light On e Dark On

62 s Seminários Técnicos 2003 Prof.: Cícero s Rede AS-Interface Prof.: Cícero

63 s Seminários Técnicos 2003 Prof.: Cícero REDE AS-Interface Conceituação Principais Características Topologias Modularidade Endereçamento Características Mestre- Escravo Aplicações da Rede AS-Interface

64 s Seminários Técnicos 2003 Prof.: Cícero Nível supervisório Nível de campo Nível de controle Nível de automação Computador Industrial CLP, Supervisório CLP, IHM, Inversores, Instrumentos, CNCs Chaves de partida, sensores, atuadores, etc. segundos 10 a 60ms até 10ms Onde se encontra AS-Interface em sistemas de automação com bus de campo?

65 s Seminários Técnicos 2003 Prof.: Cícero Topologias possíveis da Rede AS-Interface

66 s Seminários Técnicos 2003 Prof.: Cícero AS-Interface O AS-Interface é um sistema de interconexão entre redes, não proprietário e padronizado, voltado à conexão de sensores, atuadores e outros equipamentos atuando no nível operacional da planta.

67 s Seminários Técnicos 2003 Prof.: Cícero AS-Interface Características Principais da Rede AS-Interface Transferência de dados e energia em um único cabo Sistema Mestre (monomestre) / Escravo com tempo máximo de ciclo de 5 / 10ms 31 / 62 Escravos com no máximo 4 Entradas e 4 / 3 Saídas cada Módulos com Grau de Proteção IP 65/67 Máximo de 100 m na estrutura em árvore (com o uso de repetidores/extensores pode-se chegar a 500m) Módulos padronizados e controlados pela Associação Internacional AS-Interface

68 s Seminários Técnicos 2003 Prof.: Cícero Interação Mestre / Escravos Input data Output data EscravosMestre AS-i Programa Input data Output data CPU

69 s Seminários Técnicos 2003 Prof.: Cícero Processo de Comunicação Mestre requisição 1 resposta requisição 2 resposta requisição 3 resposta chamada de parâmetro X resposta chamada de diagnóstico ? ??? Mestre Escravos ciclo max. 5ms

70 s Seminários Técnicos 2003 Prof.: Cícero Pausa- Mestre 0I1I3I2I0PB1 EBST 0 A3PB1SBA4I3I0I2I1A2I4A1A0 STEB Troca de Dados Mestre-Escravo Dado de entradaSaída de dados Requisição do mestre Resposta do escravo

71 s Seminários Técnicos 2003 Prof.: Cícero Interação Mestre-Escravo Escravo Mestre AS-Interface Dado de Saída 1100 Dado de Entrada Entradas Saídas requisição resposta

72 s Seminários Técnicos 2003 Prof.: Cícero Campos de Dados do Mestre LCS (interna) LAS (interna) LRS (interna) Dado de Entrada Dado de Saída CLP, PC opcional Escravos Mestre 4E 2E 2A 4A....

73 s Seminários Técnicos 2003 Prof.: Cícero LES, LAS, LPS O mestre controla três listas internas (Tabelas): LRS... Lista de escravos reconhecidos LAS... Lista de escravos ativos LCS... Lista de escravos configurados Atualização da lista pelo escravo: Endereço do Escravo Perfil do Escravo (Código I/O e de ID)

74 s Seminários Técnicos 2003 Prof.: Cícero Estrutura da mensagem do AS-Interface 0A3PB1SBA4I3I0I2I1A2I4A1A00I1I3I2I0PB1 Requisição do mestre Pausa do Mestre Resposta do Mestre Pausa- escravo STEB ST STStart bit, sempre "0" SBBit de Controle 0... Dado-/Parâmetro-/pedido de Endereço 1... Comando call A4...A0Endereço do escravo requisitado (5 Bit) I4Bit de Informação 0...Pedido de Dado 1...Pedido de Parâmetro I3...I0Dado-/Bits de Parâmetroameter (4 Bits) PBBit de Paridade EBStop bit, sempre "1" STStart bit, sempre "0" I3...I0Bits de Dado/Parâmetro PBBit de Paridade EBStop bit, sempre "1"

75 s Seminários Técnicos 2003 Prof.: Cícero Bit Nr Sinal Codificação Manchester II Modulação APM Codificação de Sinal

76 s Seminários Técnicos 2003 Prof.: Cícero O Sinal não possui componente DC Isso é um requisito quando dados e energia são transmitidos em um único cabo Permite espectro de banda em freqüência Reduz reflexões no fim do cabo Aumenta os impulsos (2 por Bit) Sincronização é feita mais fácil Redundância resulta em efetivo reconhecimento de erro Modulação APM Alternate Pulse Modulation)

77 s Seminários Técnicos 2003 Prof.: Cícero Medição do reconhecimento de erro Start bit: Impulso Negativo Alternância: Troca de polaridade depois de cada impulso Pausa de Impulso: Sempre no início de um comprimento definido entre dois pulsos Dados: Um pulso na segunda metade do bit Checagem de Paridade:Soma de todos os pulsos positivos é par End bit: Impulso positivo Interrogation length: Nenhum impulso diretamente após o end bit

78 s Seminários Técnicos 2003 Prof.: Cícero LRS (interna) Testa todo escravo na AS-i Lista Mapeada LCS (interna) Compara LAS (interna) Ativado OK Erro Erro de Configuração não ativado Mestre (internamente) Usuário Funcionamento do Mestre AS-Interface

79 s Seminários Técnicos 2003 Prof.: Cícero U aux Módulo Distribuidor Botoeira Módulo de E/S Chave de Partida Mestre AS-Interface Fonte AS-Interface Sinalizador Coluna Sensor com AS-Interface Integrado CLP Os Escravos: módulos de I/O, sensores, botoeiras, etc.

80 s Seminários Técnicos 2003 Prof.: Cícero Escravo AS-Interface IP67: por que usar cabos perfilados? eletrônica mecânica

81 s Seminários Técnicos 2003 Prof.: Cícero Cabo AS-Interface Cabo Perfilado: proteção contra inversão de polaridade Cabo auto-cicatrizante Disponível nas versões: amarelo (Dados e energia 30 VCC) preto (Alimentação auxiliar 24 VCC) 1,5 mm 2

82 s Seminários Técnicos 2003 Prof.: Cícero AS-Interface Versão 2.1 Comparação

83 s Seminários Técnicos 2003 Prof.: Cícero endereço: 1A EE EE S SS endereço: 1B EE EE S SS Versão 2.0: 1 endereço / escravo (Máx. 4E/4S) endereço: 1 EE EE SS SS Versão 2.1: 2 Escravos por endereço comum: Escravos A e B! (Máx. 4E/3S) AB Escravos v 2.1: quais são as diferenças?

84 s Seminários Técnicos 2003 Prof.: Cícero Escravos A/B: Como isso funciona? 1) chama todos os escravos A e padrão Escravo 1A Escravo 2AEscravo 31A Escravo 1B Escravo 31A Escravo 2A Escravo 1A Escravo 2B Resposta de todos os escravos A e padrão 2) chama todos os escravos B e padrão Resposta de todos os escravos B e padrão Para escravos padrão o tempo de ciclo continua 5 ms!!! Chamada 1. Ciclo = max. 5ms: - todos os escravos padrão - todos os escravos A - todos os escravos B (se não existir o correspondente escravo A, ou seja, por ex., o 5A não está na rede mas o 5B está) Chamada 2. Ciclo = max. 10ms: - todos os escravos padrão - todos os escravos B (se o correspondente está presente na rede) - todos os escravos A (se o correspondente B está presente)

85 s Seminários Técnicos 2003 Prof.: Cícero Versão 2.1 permite qualquer combinação entre escravos padrão e A/B

86 s Seminários Técnicos 2003 Prof.: Cícero Safety at Work – O Princípio Análise de sinal do Escravo Seguro pelo Monitor de Segur. Informação do Mestre (via transferência normal de E/S) CLP e Mestre padrão Monitor de Segurança Escravo Seguro Escravo Padrão

87 s Seminários Técnicos 2003 Prof.: Cícero Safety at Work – O Princípio Escravo Seguro Monitor 1 4 n Tabela de códigos dos escravos seguros n Comparação do código: Cód. Ok = sistema ligado Ciclo :

88 s Seminários Técnicos 2003 Prof.: Cícero Escravo Seguro Monitor n Tabela de Códigos dos escravos seguros n 0 0 Safety at Work – O Princípio Comparação do Código: Cód. ñ Ok = Sistema desliga!

89 s Seminários Técnicos 2003 Prof.: Cícero Exemplo de Circuito: Monitor com um circuito de segurança Liga 13/14 23/24 Circuito de Segurança 32Circuito de Sinalização Y33/Y34Circuito de Realimentação LigaBotão de Liga opcional

90 s Seminários Técnicos 2003 Prof.: Cícero Transmissão de valores analógicos O sinal é transmitido para o CLP como um valor analógico completo (16 bits) Nenhum FB (function block) é necessário CLP Mestre v2.1 Módulo Analógico Sinal Analógico Valor Digital D A Transmissão de valores analógicos completos para o CLP Módulo de AI: Sensores à corrente Sensores à tensão Sensores de Temperatura Saída à corrente Módulo de AO: Saída à tensão

91 s Seminários Técnicos 2003 Prof.: Cícero Módulo Analógico AS-Interface mestre Doze ciclos de Programa com SFC (System Function Call) Seis ciclos AS-Interface, com 5ms máx. cada CPU Transferência de dados de acordo com o perfil analógico 7.1/7.2: versão 2.0 Transferência de dados com os analógicos: o que acontece com os tempos? AS-Interface mestre HUM ciclo de Programa com SFC (System Function Call) Sete ciclos AS-Interface, com 5 ms máx. cada CPU Transferência de dados de acordo com o perfil analógico 7.3/7.4: versão 2.1 Módulo Analógico Tempo de transmissão: máximo de 7 ciclos AS-i (< 35ms) Resolução: 15 bits + bit de sinal (incl. Overrange) Tipo de Escravo: escravo padrão!!!

92 s Seminários Técnicos 2003 Prof.: Cícero Como dimensionar uma fonte AS-Interface? 1) Módulos AS-i (< 40 mA cada um) 2) Sensores a serem utilizados em cada entrada - sensores indutivos (~ 40 mA cada) - sensores ópticos (~ 90 mA cada) 3) Consumo do Mestre AS-i (< 40 mA) Exemplo: 120E / 90S - 30 módulos de 4E/3S + mestre - consumo total = 31 x 40= 1,2A sensores indutivos - consumo total = 100 x 40 = 4A - 20 sensores ópticos - consumo total = 20 x 90 = 1,8A (Atenção - limite de corrente por módulo, normalmente < 250 mA!) - Fator de Serviço: 0,5 < F < 1,0 - verificar sempre se os sensores podem estar atuados simultaneamente (dado do cliente!) - E as Saídas??? - Fonte Auxiliar: normalmente em 24VCC! Dimens. similar da fonte (alimentação do atuador via cabo preto) 7A

93 s Seminários Técnicos 2003 Prof.: Cícero Repetidores e Extensores na AS-Interface Modularidade com emprego de repetidores Modularidade com emprego de repetidores e extensores

94 s Seminários Técnicos 2003 Prof.: Cícero Operação com Repetidor e Extensor.. Repetidor... máx. 100m Repetidor Fonte... Fonte Extensor máx. 100m

95 s Seminários Técnicos 2003 Prof.: Cícero Permite extensão do cabo por mais 100m (pode-se chegar até 500m) Escravos podem ser instalados em ambos os lados do repetidor As Fontes AS-Interface são necessárias em ambos os lados do repetidor Isolação galvânica para os dois cabos (dois lados) Mesma construção de um módulo de aplicação IP67 Repetidor

96 s Seminários Técnicos 2003 Prof.: Cícero Mestre pode ser instalado até 100m de distância do segmento AS- Interface Escravos podem ser instalados somente nos 100m seguintes (saída do extensor) Nenhuma fonte é necessária entre o mestre e o extensor Não faz isolação galvânica dos dois segmentos Instalados em módulos IP67 Extensor

97 s Seminários Técnicos 2003 Prof.: Cícero Benefícios AS-Interface Custos anteriormente:100% 26,2% Comparativo de Custos CLP Cablagem Montagem de Cabos E/S Distribuídas: Material E/S Distribuídas: Montagem E/S - Cablagem E/S - Cablagem: Montagem Sensores Convencional Comparativo de Custos: Técnica Convencional x AS-Interface

98 s Seminários Técnicos 2003 Prof.: Cícero Simplicidade: 1) Endereçamento de escravos via Endereçador 2) Botão no master possibilita configuração automática: reconhecimento automático dos escravos já endereçados 3) O modo de operação pode ser definido como Protegido: Transfere a configuração do sistema como obrigatória 4) Integração de sinais fail-safe via bus de campo usando CLP padrão Se um escravo falha: Mestre reconhece uma falha e marca o endereço do escravo Um escravo em falha tem que ser trocado, e na troca o mestre escreve o endereço necessário automaticamente para o novo escravo idêntico (requisitos de manutenção reduzidos) Benefícios AS-Interface

99 s Seminários Técnicos 2003 Prof.: Cícero Benefícios AS-Interface Garantia de uma construção Simples fácil instalação e operação Transferência de dados e energia num único cabo economia nos custos de fiação e instalação Alta segurança na operação via monitoramento contínuo dos escravos conectados Simples e fácil comissionamento e manutenção

100 s Seminários Técnicos 2003 Prof.: Cícero s


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