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Perspectivas do Ensino da Contabilidade no Brasil Jose Joaquim Boarin Jose Joaquim Boarin I CONVENÇÃO ALAGOANA DE CONTABILIDADE Convergência Contábil:

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Apresentação em tema: "Perspectivas do Ensino da Contabilidade no Brasil Jose Joaquim Boarin Jose Joaquim Boarin I CONVENÇÃO ALAGOANA DE CONTABILIDADE Convergência Contábil:"— Transcrição da apresentação:

1 Perspectivas do Ensino da Contabilidade no Brasil Jose Joaquim Boarin Jose Joaquim Boarin I CONVENÇÃO ALAGOANA DE CONTABILIDADE Convergência Contábil: uma nova realidade

2 O SISTEMA CFC/CRCS É REGIDO PELO DECRETO-LEI Nº 9.295/46, DE 27 DE MAIO DE 1946, QUE REGULAMENTOU O EXERCÍCIO DO PROFISSIONAL DA CONTABILIDADE.

3 Com a aprovação da lei nº /10, de 11/6/2010, o decreto-lei nº 9295 de 27/5/1946, sofreu alterações das quais passamos a enumerar: ALTERAÇÕES ORIUNDAS DA LEI Nº /10, DE 11/6/2010

4 Art. 1º - ficam criados o conselho federal de contabilidade e os conselhos regionais de contabilidade, de acordo com o que preceitua o presente decreto-lei. Art. 2º - a fiscalização do exercício da profissão contábil, assim entendendo-se os profissionais habilitados como contadores e técnicos em contabilidade, será exercida pelo conselho federal de contabilidade e pelos conselhos regionais de contabilidade a que se refere o art. 1º.

5 A letra f do artigo 6º - regular acerca dos princípios contábeis, do exame de suficiência, do cadastro de qualificação técnica e dos programas de educação continuada, e editar normas brasileiras de contabilidade de natureza técnica e profissional.

6 Art. 12 – os profissionais a que se refere este decreto-lei somente poderão exercer a profissão após a regular conclusão do curso de bacharelado em ciências contábeis, reconhecido pelo ministério da educação, aprovação em exame de suficiência e registro no conselho regional de contabilidade a que estiverem sujeitos.

7 § 2º do art. 12 – os técnicos em contabilidade já registrados em conselho regional de contabilidade e os que venham a fazê-lo até 1º de junho de 2015 tem assegurado o seu direito ao exercício da profissão.

8 O SISTEMA TEM DISPENDIDO RECURSOS CONSIDERÁVEIS NOS PROGRAMAS DE INCENTIVO A INSTRUÇÃO CONTINUADA DOS PROFISSIONAIS REGISTRADOS, BEM COMO COM ALUNOS, PROFESSORES E COORDENADORES.

9 Eventos realizados Curso de Contabilidade Aplicada ao Setor Público -22 a 26 de março de 2010 – Rio de Janeiro Participantes:95 Curso de Contabilidade Aplicada ao Setor Público - 24 a 28 de maio de 2010– Pará Participantes: 171 Curso de Contabilidade Aplicada ao Setor Público - 26 a 30 de julho – Natal Participantes: 187 Curso de Contabilidade Aplicada ao Setor Público – Turma de Multiplicadores Nacional - 25 a 29 de outubro – Brasília Participantes: 306 Capacitação em Contabilidade e Lei de Responsabilidade Fiscal para Estados e Municípios de Alagoas – 24 a 28 de agosto de 2010 – Alagoas Participantes: 974

10 Encontro de Coordenadores do Curso de Ciências Contábeis março de 2009 – Brasília Participantes: 360 Encontro de Coordenadores do Curso de Ciências Contábeis março de 2010 – Brasília Participantes: 260 Seminário sobre IRFS para Pequenas e Médias Empresas – 2 a 4 de agosto de 2010 – Rio de Janeiro Participantes: 750 Seminário sobre IRFS para Pequenas e Médias Empresas – 29 e 30 de novembro de 2010 – São Paulo Participantes: 750

11 Seminário sobre IRFS para Pequenas e Médias Empresas – 2 e 3 de dezembro de 2010 – Manaus - AM Participantes: 239 Seminário sobre IRFS para Pequenas e Médias Empresas – 9 e 10 de dezembro de 2010 – Recife – PE Participantes: 453 Encontro de Coordenadores do Curso de Ciências Contábeis – agosto de 2011 – Ceará Participantes: 260

12 O CFC ATRAVÉS DA PORTARIA CFC 13/06, DE 03/02/2006, CRIOU UMA COMISSÃO QUE ELABOROU UMA PROPOSTA NACIONAL DE CONTEÚDO PARA O CURSO DE GRADUAÇÃO EM CIÊNCIAS CONTÁBEIS, QUE FOI SUBMETIDA AOS PROFESSORES E COORDENADORES DO BACHARELADO, A PARTIR DO II ENCONTRO NACIONAL DE COORDENADORES DO CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS, REALIZADO EM BRASÍLIA.

13 O TRABALHO DA COMISSÃO SOMADO ÁS SUGESTÕES RECEBIDAS E DAS DISPOSIÇÕES DA RESOLUÇÃO CNE/CES 10/2004, DE 16/12/2004, QUE INSTITUIU AS DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS PARA O CURSO DE GRADUAÇÃO EM CIÊNCIAS CONTÁBEIS, RESULTOU EM 2 PUBLICAÇÕES QUE CONTÉM UMA PROPOSTA DE MATRIZ CURRICULAR PARA ATENDER AS NECESSIDADES DO ENSINO DA CONTABILIDADE A SABER:

14 A PROPOSTA APRESENTA AS DISCIPLINAS ORGANIZADAS EM TRÊS EIXOS TEMÁTICOS, PERFAZENDO UM TOTAL DE 3 MIL HORAS, ASSIM DISTRIBUÍDAS: H EM CONTEÚDO CURRICULAR: 180 H DE ESTÁGIO; 120 H EM TCC; 60 H EM ATIVIDADES COMPLEMENTARES

15 OS CONTEÚDOS DE FORMAÇÃO FICARAM ASSIM DIVIDIDOS: 990 H FORMAÇÃO BÁSICA; H FORMAÇÃO PROFISSIONAL; 420 H FORMAÇÃO TEÓRICO-PRÁTICA

16 A PROPOSTA, NO SEU TODO, CONTEMPLA: EMENTÁRIO DE CADA DISCIPLINA; O CONTEÚDO PROGRAMÁTICO; A BIBLIOGRAFIA BÁSICA; OS OBJETIVOS GERAIS DAS DISCIPLINAS: REGULAMENTO DO TCC; REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES REGULAMENTO DE ESTÁGIO.

17 Exame de Suficiência

18 O Exame foi criado em 1999 através da Resolução CFC 853/99 e por decisão do judicial da 14ª vara federal, em 20/12/2005, foi suspenso em todo território nacional.

19 No período de 26/03/2000 a 26/09/2004 foram realizados 10 exames, tanto para técnico em Contabilidade como para Bacharéis em Ciências Contábeis. Os percentuais de aprovação foram os seguintes:

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21 Com a Lei /10 a aprovação em Exame de Suficiência, como um dos requisitos para obtenção ou restabelecimento de registro no CRC, será exigida do:

22 I – Bacharel em Ciências Contábeis e do Técnico em Contabilidade; II – Portador de registro provisório vencido; III – Profissional com registro baixado há mais de 2 anos e IV – Técnico em Contabilidade em caso de alteração de categoria para Contador

23 CAPÍTULO II - DA PERIODICIDADE, APLICABILIDADE E APROVAÇÃO NO EXAME Art. 3º O Exame será aplicado 2 (duas) vezes ao ano, em todo o território nacional, sendo uma edição a cada semestre, em data e hora a serem fixadas em edital, por deliberação do Plenário do Conselho Federal de Contabilidade, com antecedência mínima de 90 (noventa) dias da data da sua realização. Art. 4º O candidato será aprovado se obtiver, no mínimo, 50% (cinquenta porcento) dos pontos possíveis.

24 O exame de suficiência será composto de uma prova para os técnicos em contabilidade e uma para os bacharéis em ciências contábeis

25 Em cumprimento a decisão referente a ação civil pública nº , da justiça federal do Rio de Janeiro, os alunos dos 7º e 8º semestres, ou último ano do curso de Ciências Contábeis, poderão fazer o exame.

26 Para os técnicos Contabilidade Geral – Contabilidade de Custos – Noções de Direito – Matemática Financeira – Legislação e Ética Profissional – Princípios de Contabilidade e Normas Brasileiras de Contabilidade - Língua Portuguesa CONTEÚDO DO EXAME 2011

27 Para os bacharéis em Ciências Contábeis: Contabilidade Geral – Contabilidade de Custos – Contabilidade Aplicada ao Setor Público – Contabilidade Gerencial – Controladoria – Noções de Direito – Matemática Financeira e Estatística – Teoria da Contabilidade – Legislação e Ética Profissional – Princípios de Contabilidade e Normas Brasileiras de Contabilidade – Auditoria Contábil – Perícia Contábil – Língua Portuguesa CONTEÚDO DO EXAME 2011

28 No primeiro exame realizado em 27/03/2011, tivemos os seguintes resultados: Bacharéis Técnicos Inscritos Presentes Aprovados (27,14%) (27,14%) Reprovados (72,86%) (78,16%)

29 1º EXAME DE SUFICIÊNCIA ACERTOS E ERROS POR CONTEÚDO / REGIÃO

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43 O resultado do último exame da OAB, realizado em dezembro/2010, apresentou apenas 9,74% de aprovados, entre 116 mil inscritos. Das 747 faculdades que tiveram estudantes inscritos (184 delas no estado de São Paulo), 90 não conseguiram aprovar um só bacharel. Os índices de aprovação tem sido: ANO1º. Exame2º. Exame3º. Exame ,35%30,22%28,87% ,50%24,45%18,48% ,00%14,03% 9,74%

44 É muito difícil manter-se atualizado com uma carga horária de horas, é impossível o aluno aprender tudo o que precisa para passar na ordem Prof. Ricardo de Castilho, Diretor Presidente da Escola Paulista de Direito

45 CONSIDERAÇÕES FINAIS

46 Comparativo horas / aula horas / aula horas / aula horas / aula horas / aula JapãoEUA Brasil

47 SOMOS CERCA DE 192 MILHÕES DE HABITANTES ONDE CERCA DE 9 MILHÕES NA FAIXA DE 16 A 24 ANOS ESTÃO DESEMPREGADOS.

48 DAS PESSOAS QUE FREQUENTARAM UMA ESCOLA 70% SÃO ANALFABETOS FUNCIONAIS (NÃO ENTENDEM O QUE LÊM) OU SEJA, SOMENTE 30 % SABEM O QUE ESTÃO LENDO.

49 Os alunos não tem formação suficiente para entender o que é dado no ensino superior. Se você pegar o corpo docente das melhores universidades de São Paulo e colocá-los nas Faculdades de Baixo Índice de aprovação os resultados não serão melhores. Marcelo Tadeu Cometti, do Instituto Damásio de Jesus

50 60% DOS ALUNOS DO FUNDAMENTAL (62% NORTE/NORDESTE E 31% NO SUDESTE) NÃO CONSEGUEM CONCLUIR O ENSINO MÉDIO (GRAU EXIGIDO MUNDIALMENTE).

51 EM 2008, DE 1,7 MILHÃO MATRICULADOS, SOMENTE 800 MIL COLARAM GRAU NO ENSINO SUPERIOR.

52 Um estudo apoiado pelo Banco Mundial constatou que, de cada hora/aula, somente 66% do tempo é dedicado a atividades eficazes de aprendizagem, enquanto que na comunidade Européia a média é de 85%. Os motivos da perda de tempo: chamada, recolher deveres de casa, comentários sobre os resultados esportivos, chamando a atenção dos alunos... Isto sem falar daqueles que chegam atrasados ou saem antes do término da aula.

53 NAS ESCOLAS CONCEITUADAS OS ALUNOS NÃO LÊM DOIS LIVROS POR ANO. SE NÃO LÊ NÃO RACIOCINA!

54 TEMOS CERCA DE INSTITUIÇÕES DE ENSINO SUPERIOR E 24 MIL CURSOS. 75% A 80% DAS INSTITUÇÕES SÃO PRIVADAS.

55 O PLANO DE METAS PARA O ENSINO É, ATÉ 2020, ATINGIRMOS 33% DA POPULAÇÃO DE 18 a 24 ANOS NO ENSINO SUPERIOR. DEVEREMOS NOS SITUAR EM 20 MILHÕES, OU SEJA, MENOS DO QUE TERÁ O CHILE.

56 SOMENTE 3,5% DA POPULAÇÃO BRASILEIRA CONCLUEM O ENSINO SUPERIOR.

57 ALGUNS DADOS DOS CURSOS DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS: Cerca de cursos presenciais e 17 em EAD; 6º em número da vagas oferecidas; 8º em inscrições nos processos seletivos; 5º em número de matrículas; Cerca de estudantes; 5º em número de diplomados;

58 16% estudando em rede pública; 84% estudando na rede particular; 90% no período noturno; 19 cursos de mestrado; 4 cursos de Doutorado; professores no bacharelado; Cerca de 123 Doutores na ativa; Cerca de 580 Mestres na ativa.

59 É LONGA A CAMINHADA PARA A MELHORIA DO ENSINO. A MELHOR UNIVERSIDADE BRASILEIRA, SEGUNDO A QS WORD UNIVERSITY, A USP É A MELHOR INSTITUIÇÃO DE ENSINO BRASILEIRA. ESTÁ COLOCADA EM 169º POSIÇÃO SEGUIDA PELA UNICAMP (235º LUGAR) E PELA UFRJ (381º LUGAR). A PRIMEIRA É A UNIVERSIDADE DE CAMBRIDGE, SEGUIDA POR HARVARD E PELO MIT-INSTITUTO DE TECNOLOGIA DE MASSACHUSETTS.

60 OS PRINCÍPIOS FUNDAMENTAIS DE CONTABILIDADE, AS PRERROGATIVAS PROFISSIONAIS, O CÓDIGO DE ÉTICA PROFISSIONAL, A CONVERGÊNCIA ÀS NORMAS INTERNACIONAIS, NORMAS BRASILEIRAS DE CONTABILIDADE.

61 AS NORMAS EXARADAS POR ENTIDADES REGULATÓRIAS COMO: CFC - CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE; IBRACON - INSTITUTO DOS AUDITORES INDEPENDENTES DO BRASIL; ABRASCA - ASS.BRAS.DAS COMPANHIAS ABERTAS; BOVESPA RECEITA FEDERAL, ETC. ETC. DIFICULTAM E TORNAM, CADA VEZ MAIS, COMPLEXO O ENSINO DAS CIÊNCIAS CONTÁBEIS.

62 JÁ FOI DITO QUE: O APRENDIZADO DEVE SER PELA RAZÃO E NÃO POR DECOREBA: MAIS EDUCAÇÃO GERAL – MAIS CULTURA – MAIS HUMANIDADES – 2 A 3 ANOS BÁSICOS DE CULTURA GERAL

63 SEGUNDO O PRESIDENTE DO CIEE (LUIZ GONZAGA BERTELI) NÃO FAZ SENTIDO QUE O ALUNO TENHA DE APRENDER TEORIA SEM A PRÁTICA (EX. ALEMANHA E CHINA).

64 O SISTEMA ACADÊMICO NÃO PRECISA DE CONSERTOS, MAS DE UMA REVOLUÇÃO. ELE GERA GICANTES NA LÓGICA MAS MENINOS NA EMOÇÃO. OS ALUNOS NÃO APRENDEM A LIBERTAR A CRIATIVIDADE, A SER EMPREENDEDORES, A LIDAR COM RISCOS E DESAFIOS. AS FACULDADES ENSINAM A AMAR O PÓDIO, MAS NÃO ENSINAM A USAR AS DERROTAS. POR MAIS QUE SEJAM CUIDADOSOS VOCÊS PODERÃO SOFRER ALGUMAS DERROTAS, ÀS VEZES DIFÍCEIS DE SUPORTAR. MAS LEMBREM-SE, NINGUÉM É DIGNO DO PALCO SE NÃO USAR SUAS DERROTAS PRA CONQUISTÁ-LO. Página 161 do livro O Futuro da Humanidade, de Augusto Cury

65 A GERAÇÃO QUE ESTÁ VINDO PARA O ENSINO SUPERIOR É COMPLETAMENTE DIFERENTE DA NOSSA, PRINCIPALMENTE EM DOMÍNIO DA TECNOLOGIA E O PREPARO PARA O FUTURO É EXTREMAMENTE DIFÍCIL.

66 GRANDE PARTE DOS ALUNOS NÃO SABEM PARA ONDE IR (OPÇÃO POR CARREIRA AOS 16, 17 ANOS). 80% DOS GRADUADOS ESTÃO FORA DAS SUAS ÁREAS DE FORMAÇÃO MAS

67 SE O ALUNO TIVER UMA BOA FORMAÇÃO BÁSICA CONHECIMENTO GERAL, MATEMÁTICA, COMPUTAÇÃO, LÍNGUA PORTUGUESA, UMA LÍNGUA ESTRANGEIRA, PRINCÍPIOS CONTÁBEIS E COMUNICAÇÃO EMPRESARIAL, TERÁ GARANTIDA SUA EMPREGABILIDADE E SERÁ UM BOM PROFISSIONAL.

68 OBRIGADO! José Joaquim Boarin CRCSP - Desenvolvimento Profissional


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