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Investimentos e Infra-estruturas Investimentos e Infra-estruturas.

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Apresentação em tema: "Investimentos e Infra-estruturas Investimentos e Infra-estruturas."— Transcrição da apresentação:

1 Investimentos e Infra-estruturas Investimentos e Infra-estruturas

2 CRIAÇÃO DA ELECTRA,EP EM

3 EVOLUÇÃO HISTÓRICA DA ELECTRA Agregação dos sistemas eléctricos da EAM, da CEP e da EAS. Empresa com capacidade técnica e financeira para garantir o abastecimento contínuo de água e electricidade, em condições económicas e de segurança. Dezembro de 1992 celebrou um contrato de concessão com a CM da Boavista para assegurar a produção e distribuição de electricidade e água, na ilha. Sociedade Anónima em O capital social da ELECTRA SARL ( contos) partilhado entre o Estado e as Câmaras Municipais na proporção de 85% e 15% respectivamente. Venda de 51% do capital social. Gestão privada em de Abril de de Abril de 1982 Lançamento Consolidação Extensão a todo o Território Nacional Extensão a todo o Território Nacional Privatização / Lançamento

4 Gestão Privada Em 2000, já com a gestão privada orientou-se a actividade no sentido de garantir a regular prestação do serviço Publico. Foi apresentado um plano de investimentos para os 5 anos seguintes na ordem dos 16 milhões de contos. Em 2001, surgiram constrangimentos em relação a publicação da tarifa de Iluminação Publica, e a não extensão à Praia do tarifário de venda água, em vigor na Electra, e ao aumento do preço do fuel pesado sem a respectiva actualização das tarifas. Houve um aumento significativo dos investimentos. Gestão Privada foi assinado o contrato de concessão entre a Electra e o Governo de Cabo Verde. Várias infra-estruturas foram inauguradas. Deu-se o inicio das negociações com o Governo de um acordo Tarifário houve um aumento tarifário, considerado insuficiente pelos accionistas. Foi assinado um protocolo de entendimento entre o Estado de Cabo Verde e o agrupamento EDP/Adp sobre o défice tarifário não se consegui ultrapassar os constrangimentos nomeadamente a falta de definição quanto ao valor do défice tarifário. Gestão Privada limitou-se á gestão corrente da Empresa, uma vez que não foram aprovado pelos os accionistas o plano de actividade e de investimentos. Com a Mediação do Banco Mundial foi possível obter um acordo entre os accionistas sobre o défice tarifário, permitindo assim a assinatura das contas 2003,2004 e A não publicação da regulação tarifária agravou as relações ente o Governo e agrupamento EDP/Adp. Em 2006, o défice tarifário, agudizou-se com o aumento do preço do combustíveis e o fim dos subsidias no gasóleo, EVOLUÇÃO HISTÓRICA DA ELECTRA Gestão Privada Gestão Privada

5 Em 2006, devido a constrangimentos vários e falta de entendimento entre os sócios maioritários e o Estado de Cabo Verde, a EDP – Electricidade de Portugal, SA e a IPE – Águas de Portugal, manifestaram interesse em sair da Empresa. Após várias negociações, foi assinado a 26 de Junho de 2006 um acordo entre o Estado de Cabo Verde e o agrupamento de EDP/Adp com vista à transferência do controlo societário da empresa novamente para o estado de Cabo Verde que passaria a deter 51% das acções, continuando o agrupamento EDP/AdP com 34% e aos municípios do país com15%. Transferência Controlo Societário Reestruturação Societária Posteriormente em 31 de Agosto de 2006, o agrupamento EDP/AdP decidiu transferir todas as suas acções para o Estado de Cabo Verde, passando este a deter o total controlo da empresa com 85% das acções, sendo os restantes 15% detidos pelos Municípios de Cabo Verde. Em 2008, houve sucessivos aumentos dos preços dos combustíveis na ordem dos 38% para o Gasóleo, 23% do Fuel Oil 180 e 14,5% no Fuel Oil 380. Em 27 de Junho 2008, a ARE procedeu ao aumento das tarifas de electricidade em 19,73% e de água em 10%. Durante o ano 2008 foi possível acordar com ARE o montante do défice tarifário acumulado no período compreendido entre Maio de 2006 e Abril de No decurso de 2008, procedeu-se à apreciação do Modelo Económico e Financeiro da Electra e do tarifário de base para a Electra. EVOLUÇÃO HISTÓRICA DA ELECTRA Em sequência do acordo entre o Estado de Cabo Verde e o agrupamento EDP/AdP a Electra passou a ser devedora ao agrupamento duma dívida global no valor de CVE. O BCA adquiriu em 19 de Dezembro de 2006 ao agrupamento EDP/AdP, a totalidade dos créditos que tinha sobre a Electra pelo valor de CVE. Por sua vez a Electra adquiriu essa dívida ao BCA pelo mesmo valor, passando à condição de devedora do BCA. Com a garantia do Estado de Cabo Verde, conforme preceituado na Resolução do Conselho de Ministros nº 48/2006 de 26 de Dezembro de 2006, essa divida foi convertida em títulos da divida Publica Obrigações. Reestruturação da Divida Reestruturação Societária Reestruturação Societária

6 Evolução dos Investimentos

7 Evolução Custos dos Combustíveis

8 Nova Estratégia

9 Projectos Estruturantes com Financiamento Garantidos (2008 – 2011) Reforço de Produção Redes de Distribuição MT/B Projecto ORET Santo Antão 2 x 1,5 MW Fogo 2 x 1,25 MW Boa Vista 1 MW São Nicolau 1 MW Santo Antão Fogo S. Nicolau Boa Vista Projecto Cooperação Espanhola Projecto Cooperação Espanhola Reforço da Cap. de Produção de Água Dessalinizada Santiago - Praia em m3/dia Santiago - Praia em m3/dia FAD/JICA/BIDC Reforço do Parque Produtor de Palmarejo em 2 x 10 MW Rede de Distribuição MT Santiago Rede de Transporte e de Interconexão Eléctrica Santiago - 60KV

10 PROJECTO EÓLICO Uma parceria Publico / Privada entre o Governo de Cabo Verde, ELECTRA & InfraCo A Capacidade Instalada no arquipélago é de 75 MW; A Capacidade Instalada no arquipélago é de 75 MW; O Projecto Eólico CABEOLICA irá instalar 4 Parques Eólicos, totalizando 28 MW em 4 Ilhas; O Projecto Eólico CABEOLICA irá instalar 4 Parques Eólicos, totalizando 28 MW em 4 Ilhas; As Ilhas que receberão o Projecto são as ilhas com maior população, maior regime de ventos e/ou maior potencial de crescimento económico; As Ilhas que receberão o Projecto são as ilhas com maior população, maior regime de ventos e/ou maior potencial de crescimento económico; CABEOLICA assegurará uma alta penetração de energias renováveis na rede eléctrica de Cabo Verde, 25 – 30%; CABEOLICA assegurará uma alta penetração de energias renováveis na rede eléctrica de Cabo Verde, 25 – 30%; Cabo Verde assumirá a posição de liderança na geração de energia na região; Cabo Verde assumirá a posição de liderança na geração de energia na região;

11 10 EVOLUÇÃO DO NEGÓCIO PRODUÇÃO DE ELECTRICIDADE ( CRESCIMENTOS ACENTUADOS NA PRAIA E SAL)

12 EVOLUÇÃO DA FACTURAÇÃO PRODUÇÃO DE ELECTRICIDADE 2008 PRODUÇÃOMWh% DIESEL ,8% EÓLICA ,9% TÉRMICA 6400,2% ELECTRA ,0% POTÊNCIAS DE PONTA - ELECTRICIDADE 2008 UNID. PROD. KW MÊS PRAIA SET. S. VICENTE AGO. SAL 6.700AGO. STA. CATARINA 1.972DEZ. ELECTRA kWh

13 12 EVOLUÇÃO DO NEGÓCIO PRODUÇÃO DE ÁGUA

14 13 EVOLUÇÃO DA FACTURAÇÃO m3

15 14 PERDAS NA ELECTRICIDADE (2008)

16 15 PERDAS NA ÁGUA (2008)

17 16 RESULTADO LÍQUIDO ( ) Foram entregues à distribuição m3 de água, cerca de 99,2% do total produzido. O consumo interno foi de m3 de água, cerca de 0,8% do total produzido. As perdas totalizaram cerca de m3 de água – cerca de 31,5% do total produzido. Em relação ao ano 2007 houve um aumento de 0,9%. Houve um aumento das perdas nos sistemas de distribuição de Boavista (2,8%) e Santiago (4,9%) e uma diminuição nos sistemas da S. Vicente (4,8%) e Sal de (2,8%). * - Em 2006 utilizou-se os resultados Líquidos Comparavel (Valor Real = mECV)

18 17 Custo Energia Vendia (KWh) X Tarifa Média de Venda Foram entregues à distribuição m3 de água, cerca de 99,2% do total produzido. O consumo interno foi de m3 de água, cerca de 0,8% do total produzido. As perdas totalizaram cerca de m3 de água – cerca de 31,5% do total produzido. Em relação ao ano 2007 houve um aumento de 0,9%. Houve um aumento das perdas nos sistemas de distribuição de Boavista (2,8%) e Santiago (4,9%) e uma diminuição nos sistemas da S. Vicente (4,8%) e Sal de (2,8%). * - valores reais para 2005 e valores estimados para 2006, 2007, 2008 e 2009

19 18 Cálculo de Proveitos Permitidos * - valores reais para 2005 e valores estimados para 2006, 2007 e 2008

20 BOAVISTA

21 1. Introdução Na Boavista, com excepção da ZDTI de Chave, alimentada pela Sociedade Águas e Energias de Boavista (AEB) a produção, transporte e a distribuição de Energia e Águas é assegurada pela ELECTRA S.A.R.L., A ELECTRA detém uma concessão válida até o ano de 2036, para o transporte e distribuição de água e energia na ilha de Boavista (B.O. Série III nº 12, de 1 de Abril de 2005).

22 A potência actualmente instalada para a produção de energia eléctrica é de 2 MW a partir de grupos diesel e a capacidade de dessalinização é de 500 m³/dia. A Electra tem em curso um projecto de interligação da rede pública de Sal Rei com as redes eléctricas das localidades de João Galego, Fundo Figueiras e Cabeça de Tarrafe, presentemente alimentada a partir da Central Eléctrica localizada em Fundo Figueiras. A distribuição de energia eléctrica chega até as populações de Rabil e Estância de Baixo mediante uma linha de distribuição MT de 20 kV.

23 Parceria ElectraAEBSDTIBM DL 26/ de Setembro Licença de produção Sub-concessão Contrato de compra e venda energia e água

24 2. Perspectivas de crescimento da demanda A previsão do crescimento da demanda suscita dúvidas uma vez que depende das incertezas do desenvolvimento turístico na ilha. Cenários de crescimento da demanda elaborados pela Electra e AEB, respectivamente:

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26 Sistema Eléctrico da ilha de Boavista

27 MAIO

28 1. Introdução Na ilha do Maio a produção, transporte e a distribuição de Energia é assegurada pela empresa ELECTRA. A ELECTRA detém uma concessão valida até o ano de 2036, para o transporte e distribuição de energia na ilha do Maio.

29 A potência actualmente instalada na central eléctrica do Maio para a produção de energia eléctrica é de 2 MW. Está em andamento com financiamento do governo de Cabo Verde um projecto, para o fecho do anel da rede MT da ilha do Maio. A distribuição de energia eléctrica para além da Vila do Maio chega até as populações de Morro, Calheta, Morrinho, Cascabulho, Pedro Vaz, Santo António, Praia Gonçalo, Alcatraz, Pilão Cão, Figueira da Horta, Ribeira Dom João e Barreiro mediante uma linha de distribuição MT de 20 kV.

30 2. Perspectivas de crescimento da demanda A previsão do crescimento da demanda suscita dúvidas uma vez que depende do desenvolvimento turístico na ilha. Apresentamos no quadro seguinte, o crescimento previsto para a demanda da ilha do Maio, baseado na evolução do histórico da demanda no período de 2003 a 2008.

31

32 Sistema Eléctrico da ilha do Maio

33 32 MUITO OBRIGADO


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