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6º ENEMET 2006 Carlos Bruno Eckstein SEGMENTO DE ATUAÇÃO DO ENGENHEIRO DE METALURGIA E DE MATERIAIS Palestra Especial 61º Congresso Anual da ABM - 6º ENEMET.

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1 6º ENEMET 2006 Carlos Bruno Eckstein SEGMENTO DE ATUAÇÃO DO ENGENHEIRO DE METALURGIA E DE MATERIAIS Palestra Especial 61º Congresso Anual da ABM - 6º ENEMET por Carlos Bruno Eckstein

2 6º ENEMET 2006 Carlos Bruno Eckstein Objetivo Apresentar a engenharia de inspeção de equipamentos industriais, e o perfil técnico do profissional para trabalhar neste segmento.

3 6º ENEMET 2006 Carlos Bruno Eckstein O que é a Engenharia de Inspeção de Equipamentos? É a conjugação do uso das técnicas de inspeção (destrutivas e não destrutivas), do conhecimento dos mecanismos de deterioração dos materiais e da mecânica da fratura para determinar a integridade estrutural e a vida residual dos equipamentos em operação nas plantas industriais.

4 6º ENEMET 2006 Carlos Bruno Eckstein Como atua a Engenharia de Inspeção de Equipamentos? Programa planos de inspeção que permitem o estabelecimento da integridade estrutural e do tempo de vida residual de cada equipamento Com base nestes dados, pode-se programar de forma otimizada intervenções de manutenção que recomponham e adeqüem a integridade estrutural dos equipamentos à campanha operacional programada. Desta forma evita-se perda de produção por falha estrutural e, conseqüentemente, a ocorrência de acidentes.

5 6º ENEMET 2006 Carlos Bruno Eckstein Falha em Vaso de Pressão

6 6º ENEMET 2006 Carlos Bruno Eckstein Falha em Vaso de Pressão

7 6º ENEMET 2006 Carlos Bruno Eckstein Quem regulamenta esta atividade? A Norma Regulamentadora 13 - Caldeiras e Vasos de Pressão do Ministério do Trabalho Revisada em Dezembro de 1994 –Define que o Profissional Habilitado é aquele com competência legal para o exercício da profissão de engenheiro nas atividades referentes a projeto de construção, acompanhamento de operação e manutenção, inspeção e supervisão de inspeção de caldeiras e vasos de pressão, em conformidade com a regulamentação profissional vigente no País.

8 6º ENEMET 2006 Carlos Bruno Eckstein Como garantir Integridade Estrutural? A estrutura da NR-13 mostra como garantir a integridade estrutural dos equipamentos: –Projetando adequadamente –Fabricando segundo as recomendações de projeto –Operando dentro dos limites de projeto –Inspecionando periodicamente, para definir de forma otimizada as intervenções de manutenção

9 6º ENEMET 2006 Carlos Bruno Eckstein Onde está a Engenharia de Inspeção no contexto da indústria? As indústrias precisam maximizar sua produção, para tal, necessitam de confiabilidade operacional nas suas plantas. Para atingir esta confiabilidade, aplica-se inspeções para avaliar o acúmulo de danos no material. A demanda por confiabilidade é cada vez mais exigente, o que promove o desenvolvimento de técnicas não intrusivas que permitam realizar as inspeções em serviço.

10 6º ENEMET 2006 Carlos Bruno Eckstein Onde está a Engenharia de Inspeção no contexto da indústria? A Engenharia de Inspeção pode estar inserida na Manutenção das plantas, ou destacada numa gerência ligada ou não ao Gerente Geral da planta No Refino da PETROBRAS, a Engenharia de Inspeção teve seu reconhecimento como atividade de segurança, o que conduziu-a para estar ligada diretamente ao Gerente Geral nas refinarias

11 6º ENEMET 2006 Carlos Bruno Eckstein Formação do Engenheiro de Inspeção Perfil de Conhecimento para o Profissional da Área de Engenharia de Inspeção: 1.Mecanismos de deterioração dos materiais ( seleção de materiais, corrosão, deterioração metalúrgica, processamento industrial) 2.Técnicas de ensaios destrutivos e não destrutivos 3.Avaliação de Integridade Estrutural ( soldagem, propriedades mecânicas, cinética de transformação de fases, mecânica da fratura, análise de tensões) 4.Inspeção Baseada em Risco ( estatística e probabilidade de falha)

12 6º ENEMET 2006 Carlos Bruno Eckstein Formação do Engenheiro de Inspeção Conhecimento dos Mecanismos de Deterioração –Metalúrgico –Perda de Massa –Trincamento

13 6º ENEMET 2006 Carlos Bruno Eckstein Formação do Engenheiro de Inspeção Mecanismos de Deterioração Metalúrgicos: –Grafitização –Esferoidização –Fragilização ao Revenido –Fragilização ao 475ºC –Fragilização pela Fase Sigma –Fluência –Fadiga –Etc...

14 6º ENEMET 2006 Carlos Bruno Eckstein Formação do Engenheiro de Inspeção Mecanismos de Deterioração por Perda de Massa: –Corrosão atmosférica –Corrosão pelo CO 2 –Oxidação –Sulfidação –Corrosão por Cinzas Fundidas –Etc...

15 6º ENEMET 2006 Carlos Bruno Eckstein Formação do Engenheiro de Inspeção Mecanismos de Deterioração por Trincamento Assistido pelo Meio: –Corrosão Sob Tensão por Cl - (A) –Corrosão Cáustica –Corrosão Fadiga –Fragilização pelo Hidrogênio (B) –Corrosão Sob tensão por Amônia –Etc... (A) (B)

16 6º ENEMET 2006 Carlos Bruno Eckstein Formação do Engenheiro de Inspeção Conhecimento em Ensaios não Destrutivos: –Líquido Penetrante (A) –Partícula Magnética, –Gamagrafia –Ultra som (B) –Termografia –Correntes Parasitas (C) –Emissão Acústica –Réplica Metalográfica (D) –Etc... (A) (B) (C) (D)

17 6º ENEMET 2006 Carlos Bruno Eckstein Formação do Engenheiro de Inspeção Conhecimento em Avaliação de Integridade Estrutural –Perda de Espessura (A) –Fratura Frágil (B) –Trincamento (C,D) –Fadiga –Fluência –Incêndio (E) –Etc... (A) (B)

18 6º ENEMET 2006 Carlos Bruno Eckstein Formação do Engenheiro de Inspeção Conhecimento em Avaliação de Integridade Estrutural –Perda de Espessura (A) –Fratura Frágil (B) –Trincamento (C,D) –Deformações Geométricas –Fadiga –Fluência –Incêndio (E) –Etc... (C) (D)

19 6º ENEMET 2006 Carlos Bruno Eckstein Formação do Engenheiro de Inspeção Conhecimento em Avaliação de Integridade Estrutural –Perda de Espessura (A) –Fratura Frágil (B) –Trincamento (C,D) –Deformações Geométricas –Fadiga –Fluência –Incêndio (E) –Etc... (E)

20 6º ENEMET 2006 Carlos Bruno Eckstein Formação do Engenheiro de Inspeção Como o risco se distribui numa Planta?

21 6º ENEMET 2006 Carlos Bruno Eckstein RBI – Inspeção Baseada em Risco calcula o risco da ocorrência de uma falha estrutural em equipamentos de processo permitindo o gerenciamento do risco global da unidade através do estabelecimento de planos de inspeção projetados especificamente para as características de acúmulo de danos de cada equipamento E, através do histórico operacional da unidade atualiza o risco de acordo com o cenário operacional futuro.

22 6º ENEMET 2006 Carlos Bruno Eckstein INSPEÇÃO BASEADA EM RISCO – RBI Matrizes de Risco apresentando a esquerda os equipamentos sem inspeção, e à direita os equipamentos com o plano de inspeção aplicado. Permite a definição de planos de inspeção adequado para minimizar o risco e otimizar os intervalos entre inspeções/manutenções. Formação do Engenheiro de Inspeção

23 6º ENEMET 2006 Carlos Bruno Eckstein Programa de Inspeção para Equipamentos em Serviço Banco de Dados da Unidade Priorização pela Inspeção Baseada em Risco Plano de Inspeção Resultados da Inspeção Adequação ao Uso Atualização dos Dados de Inspeção Auditoria do Sistema Processo de Melhoria Contínua da Qualidade

24 6º ENEMET 2006 Carlos Bruno Eckstein PROMINP (Programa de mobilização da Indústria do Petróleo) Hoje há um programa do governo em andamento para treinar profissionais para suprir a demanda das indústrias ligadas ao petróleo. Nos próximos 5 anos (até 2010) haverá uma demanda por engenheiros e técnicos em todos os níveis da cadeia de produção na indústria do petróleo.

25 6º ENEMET 2006 Carlos Bruno Eckstein MUITO OBRIGADO


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