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Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior - Encomex 2009 Contador na Internacionalização de Empresas Prof. Ms Sérgio Douglas Vilela.

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1 Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior - Encomex 2009 Contador na Internacionalização de Empresas Prof. Ms Sérgio Douglas Vilela.

2 Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior - Encomex 2009 Perfil do Profissional Contador. Internacionalização de Empresas? Objetivos: a) nas Demonstrações Financeiras (Lei /07 e MP 449/08); b) nas transações comerciais: exportação/importação de produtos/serviços e quais são os impactos financeiro e contábil nestas Demonstrações.

3 Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior - Encomex 2009 Para quem são produzidas? As demonstrações financeiras são preparadas e apresentadas para usuários: a) Externos: Clientes, Investidores, Empregados, Credores por empréstimos, Fornecedores, Credores comerciais, Governos e suas agências e Público em geral. b) Internos: Logística, produção, orçamento e outros

4 Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior - Encomex 2009 Utilização da Informação Contábil? O objetivo das demonstrações financeira é fornecer informações sobre a posição patrimonial e financeira, o desempenho e as mudanças na posição financeira da entidade, que sejam úteis a um grande número de usuários (interno e externo) em suas avaliações e tomada de decisão econômica – Gestão Empresarial.

5 Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior - Encomex 2009 Utilização da Informação Contábil? Gestão Empresarial é um processo: 1. Pensar estrategicamente: criar metas, pensar no futuro, é a razão da existência do Negócio. Agir com foco na busca de soluções. 2.Inovar: fazer diferença fazendo diferente – buscar novos produtos (design, cores, processos) parcerias (Trading Company) e mercados (Exportação).

6 Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior - Encomex 2009 Utilização da Informação Contábil? Gestão Empresarial é um processo: 3. Planejar: compatibilizar as metas com os recursos (humanos, materiais e financeiros), ao longo do tempo. Dar previsibilidade aos resultados. 4.Avaliar: Avaliar é criar meios de medir os resultados obtidos. Quantos reais por unidade de produtos ganhamos? Depois de pagos os impostos, qual é o lucro e o caixa? E o custo do produto e serviços? Informação é a base para avaliar e para tomar decisões rápidas.

7 Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior - Encomex 2009 Processo da Gestão Empresarial Áreas da Gestão Empresarial: a) Marketing – entender as necessidades e desejos do consumidor; b) Vendas – buscar mercados; c) Gestão Financeira – a arte de lidar com os recursos financeiros; d) Gestão da Produção – Planejar a produção e controlar os Estoques e) Gestão da Cadeia de Suprimentos – fluxo de fornecedores, produção e clientes. f) Gestão da Informação – A informação é a locomotiva da decisão. TI g) Gestão de Pessoas – Pessoas articuladas as metas da organização.

8 Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior - Encomex 2009 Utilização da Informação Contábil? Contabilidade é a linguagem universal dos negócios. E para que haja comunicabilidade não deve haver diferenças (no medir, no reconhecer e no evidenciar) as demonstrações financeiras (Financial Reporting). HARMONIZAÇÃO/COMPARABILIDADE Comércio Exterior e os Impactos financeiro e contábil nas Demonstrações Financeiras

9 Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior - Encomex 2009 Comércio Exterior – Goiás Estado de Goiás e Brasil; Balança Comercial – 2008 – 2009: Goiás é o 11º Exportador do Brasil – 2,23% Goiás é o 11º Importador do Brasil – 2,70%

10 Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior - Encomex 2009 Comércio Exterior – Goiás Estado de Goiás: Principais produtos exportados – 1º trimestre/2009: Complexo de soja – 44,05%; Complexo de soja – 44,05%; Complexo de carne – 23,23%; Complexo de carne – 23,23%; Sulfetos de minérios de cobre – 13,23%; Sulfetos de minérios de cobre – 13,23%; Ferroligas – 4,47%; Ferroligas – 4,47%; Ouro – 4,11%. Ouro – 4,11%.

11 Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior - Encomex 2009 Comércio Exterior – Goiás Estado de Goiás: Exportação para os principais países – 1º trimestre/2009: China – 20,35%; China – 20,35%; Países Baixos – 11,65%; Países Baixos – 11,65%; Espanha – 6,52%; Espanha – 6,52%; Índia – 5,55%; Índia – 5,55%; Suíça – 4,90%; Suíça – 4,90%; Rússia – 4,86%; Rússia – 4,86%; Hong Kong – 4,77%; Hong Kong – 4,77%; Reino Unido – 4,72%. Reino Unido – 4,72%.

12 Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior - Encomex 2009 Comércio Exterior – Goiás Estado de Goiás: Importação por países de origem – 1º trimestre/2009: Coréia do Sul – 28,43%; Coréia do Sul – 28,43%; Japão – 15,32%; Japão – 15,32%; Estados Unidos – 12,66%; Estados Unidos – 12,66%; Suíça – 8,70%; Suíça – 8,70%; Tailândia – 7,65%; Tailândia – 7,65%; Alemanha – 6,73%; Alemanha – 6,73%; Itália – 4,83%; Itália – 4,83%; China – 3,39%; China – 3,39%;

13 Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior - Encomex 2009 Comércio Exterior – Goiás Estado de Goiás: Principais produtos Importados – 1º trimestre/2009: Veículos automóveis, tratores, et. suas partes/acessórios – 42,35%; Veículos automóveis, tratores, et. suas partes/acessórios – 42,35%; Reatores nucleares, caldeiras, máquinas, etc., mecânicos – 16,81%; Reatores nucleares, caldeiras, máquinas, etc., mecânicos – 16,81%; Produtos farmaceuticos – 14,89%; Produtos farmaceuticos – 14,89%; Máquinas, aparelhos e materiais elétricos, suas partes, etc. – 5,71%; Máquinas, aparelhos e materiais elétricos, suas partes, etc. – 5,71%; Produtos químicos orgânicos – 4,11%; Produtos químicos orgânicos – 4,11%; Obras de ferro fundido, ferro ou aço – 2,15%. Obras de ferro fundido, ferro ou aço – 2,15%.

14 Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior - Encomex 2009 Órgãos de regulamentação Normas e procedimentos contábeis emitidos por órgão de regulamentação: Normas e procedimentos contábeis emitidos por órgão de regulamentação: RFB – Tributação – IE, II, IRPJ, PIS/PASEP, COFINS, IOF – desembaraço Aduaneiro. RFB – Tributação – IE, II, IRPJ, PIS/PASEP, COFINS, IOF – desembaraço Aduaneiro. CVM – Regula Cias do mercado aberto; CVM – Regula Cias do mercado aberto; Bacen – Regula a política monetária – câmbio; (Siscomex, Sisbacen) Bacen – Regula a política monetária – câmbio; (Siscomex, Sisbacen) Mdic – SECEX – regula o Comercio Exterior. Ver Portaria 36/2007 Consolidação dos procedimentos aplicáveis ao comercio exterior. Mdic – SECEX – regula o Comercio Exterior. Ver Portaria 36/2007 Consolidação dos procedimentos aplicáveis ao comercio exterior. Outros (questões sanitárias, etc) Outros (questões sanitárias, etc) CFC – Regula a profissão contábil. CFC – Regula a profissão contábil.

15 Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior - Encomex 2009 Órgãos de regulamentação. Normas e procedimentos contábeis emitidos por órgão de regulamentação: Normas e procedimentos contábeis emitidos por órgão de regulamentação: CPC – Comitê de Pronunciamento Contábil, criado pelo CFC através da Resolução 1.055/05, como o objetivo de desenvolver o CPC – Comitê de Pronunciamento Contábil, criado pelo CFC através da Resolução 1.055/05, como o objetivo de desenvolver o estudo, o preparo e a emissão de Pronunciamentos Técnicos (Conhecidos como CPC) sobre os procedimentos de Contabilidade, visando a centralização e a uniformização do seu processo de produção, levando sempre em conta a convergência da Contabilidade Brasileira aos Padrões Internacionais de Contabilidade – IASB.

16 Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior - Encomex 2009 Órgãos de regulamentação. Normas e procedimentos contábeis emitidos por órgão de regulamentação: Normas e procedimentos contábeis emitidos por órgão de regulamentação: Com o advento da Lei /2007, foi possível a utilização dos pronunciamentos do CPC pelos órgãos reguladores do mercado para elaboração das demonstrações financeiras – conforme artigo 5º - através da celebração de convênio.

17 Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior - Encomex 2009 Contabilidade e comércio exterior Princípios contábeis para Operação de comércio exterior: Princípios contábeis para Operação de comércio exterior: - Do denominar comum; - Do denominar comum; - Custo Histórico como base de valor; - Custo Histórico como base de valor; - Da Realização da receita; - Da Realização da receita; - Do confronto das despesas com as receitas e com os períodos contábeis. - Do confronto das despesas com as receitas e com os períodos contábeis.

18 Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior - Encomex 2009 Contabilidade e comércio exterior Sistemas de Contabilidade e Registros Fiscais para Operação de comércio exterior: Sistemas de Contabilidade e Registros Fiscais para Operação de comércio exterior: a) Sistema de Contabilidade – segregação (escrituração contábil) das transações comerciais (vendas e custos) em: domésticos e internacionais. Critérios de avaliação de ativos, passivos e patrimônio Líquido sujeitos aos órgãos reguladores. b) Sistema Fiscal – registro fiscal (escrituração fiscal) com objetivo de redução de Passivos fiscais pelo controle contábil e financeiro das transações internacionais (Exportação/Importação). Cuidados com aspectos da legislação tributária federal, estadual, acordos internacionais, além de analisar a necessidade de aperfeiçoamento de procedimentos internos.

19 Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior - Encomex 2009 Contabilidade e comércio exterior Documentos para fins de lançamento Contábil: Documentos para fins de lançamento Contábil: a) Nota Fiscal e Nota Complementar. Esta, no caso da contratação ter sido efetuada após o embarque; b) Contrato e Câmbio e alterações, se houve; c) Conhecimento de Embarque, contendo o respectivo valor do frete; d) Comprovante do Seguro e respectivo valor do prêmio, em se tratando de venda sob modalidade que exija a responsabilidade do exportador pela contratação; e) Demais documentos relacionados a despesas, direitos e obrigações.

20 Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior - Encomex 2009 Contabilidade e comércio exterior Documentos para Setor Financeiro: Documentos para Setor Financeiro: a) Contrato de Câmbio e alterações; b) Avisos sobre débitos e créditos relacionados com cada operação; c) Cópia do saque ou cambial, para possibilitar o acompanhamento da cobrança e respectiva liquidação do câmbio; d) Cópia do comprovante de Exportação; e) Conhecimento de Embarque. Os documentos d e e são necessários para baixa de compromissos de financiamentos vinculados à exportação, bem como operações de drawback. Obs.: Graças a Deus tudo esta ficando eletrônico.

21 Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior - Encomex 2009 Contabilidade e comércio exterior Contabilidade aplicada às operações de importação: Contabilidade aplicada às operações de importação: 1. Adiantamentos para Importação/despachantes: são classificados em Ativo Circulante – curto prazo, ou Ativo não-circulante – Realizável a Longo Prazo. Podem ser para determinada compra de Matéria- prima, devem ser classificadas no grupo ESTOQUE, ou máquinas e equipamentos, em IMOBILIZADOS. 2. Classificação das compras para ESTOQUE: O momento da contabilização – deve ser o da transmissão do direito de propriedade (e não a posse física). Estar atento a Compras em Trânsito (FOB- destino), itens recebidos para beneficiamento ou armazenagem

22 Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior - Encomex 2009 Contabilidade e comércio exterior Contabilidade aplicada às operações de importação: Contabilidade aplicada às operações de importação: 3. Classificação das compras para IMOBILIZADO: são todos os gastos incorridos aos equipamentos, máquinas, aparelhos e outros bens até sua chagada, desembaraço e recebimento, considerando-se as modalidades de importação, CIF ou FOB. 4. Financiamentos em moeda estrangeira – Para PC os de curto prazo e para os de Longo Prazo para Passivo Não Circulante. As variações monetárias dependem da aplicação dos recursos, se Bens em Operações, em resultado e se Bens do Ativo Imobilizado/Intangível, ou, para produção de Estoques de Longa duração em conta destacada que deram origem aos lançamentos. Os juros, comissões e outros eventos financeiros recebem o mesmo tratamento. Regime adotado é o da competência.

23 Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior - Encomex 2009 Contabilidade e comércio exterior Contabilidade aplicada às operações de exportação: Contabilidade aplicada às operações de exportação: 1. Adiantamentos sobre contrato de câmbio (ACC) – Passivo Circulante, operação financeira de curto prazo. 2. Adiantamentos de Clientes (sobre contrato de exportação) – PC para curto prazo e quando longo prazo no Passivo não-circulante. 3. Adiantamentos sobre contrato de câmbio (ACE) – Ativo Circulante – Títulos Descontados. Tem por base o desconto cambial ou saque representativo da operação de exportação (através de cessão, pelo exportador, com endosso a favor do banco). Caso o sacado-importador deixe de honrar o pagamento, o ACE permite ao Banco o regresso sobre o endossante/exportador.

24 Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior - Encomex 2009 Contabilidade e comércio exterior Contabilidade aplicada às operações de exportação: Contabilidade aplicada às operações de exportação: 4.Receita de vendas e receita de variação cambial - O momento da contabilização deve ser o da transmissão da propriedade da mercadoria (VC entre a emissão NF e a do efetivo embarque – FOB, ou entrega no local designado pelo importador – CIF) ou da prestação do serviço constitui RECEITA de VENDAS, daí até o recebimento, a variação cambial é RECEITA ou DESPESA FINANCEIRA.

25 Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior - Encomex 2009 Contabilidade e comércio exterior Contabilidade Fiscal das operações de exportações e importações: Contabilidade Fiscal das operações de exportações e importações: Registros dos créditos tributários incentivados – IPI, ICMS geram créditos na entrada, quando destinados ao exterior não incidirá débitos no registro de apuração do IPI e ICMS. Registros dos créditos tributários incentivados – IPI, ICMS geram créditos na entrada, quando destinados ao exterior não incidirá débitos no registro de apuração do IPI e ICMS. PIS e Cofins, ver leis 9.718/98 (regime cumulativo) e /02 (Institui a modalidade não cumulativa para PIS) e a (Institui a modalidade não cumulativa para Cofins). Ver IN 404/04 trata dos créditos PIS e Cofins, ver leis 9.718/98 (regime cumulativo) e /02 (Institui a modalidade não cumulativa para PIS) e a (Institui a modalidade não cumulativa para Cofins). Ver IN 404/04 trata dos créditos

26 Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior - Encomex 2009 Contabilidade e comércio exterior Contabilidade Fiscal das operações de exportações e importações: Contabilidade Fiscal das operações de exportações e importações: Drawback – é um incentivo à exportação que permite ao fabricante ou produtor importar insumos desonerados de impostos quando destinados a compor produtos a exportar ou mesmo exportados – Vantagens fiscais de II, IPI, PIS/Confins e ICMS. Drawback – é um incentivo à exportação que permite ao fabricante ou produtor importar insumos desonerados de impostos quando destinados a compor produtos a exportar ou mesmo exportados – Vantagens fiscais de II, IPI, PIS/Confins e ICMS. Deve haver o registro segregados dos impostos, além do registro nos livros fiscais e controles internos. Deve haver o registro segregados dos impostos, além do registro nos livros fiscais e controles internos. Variações Cambiais – Ativas e Passivas Regime de Caixa. A IN 345/03 – Regime Caixa para Competência. Variações Cambiais – Ativas e Passivas Regime de Caixa. A IN 345/03 – Regime Caixa para Competência.

27 Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior - Encomex 2009 Contabilidade e comércio exterior Cálculos e evidenciação de alguns impostos inerentes ao processo: Importação de mercadorias: Cálculos e evidenciação de alguns impostos inerentes ao processo: Importação de mercadorias: Uma empresa importa 100 unidades de mercadorias, para revenda, pelo valor de US$ 5.000, valor de dólar na data compra R$ 2,30 e vencimento da duplicata em 60 dias: Uma empresa importa 100 unidades de mercadorias, para revenda, pelo valor de US$ 5.000, valor de dólar na data compra R$ 2,30 e vencimento da duplicata em 60 dias: Débito: Estoque – Importações em andamento$ Crédito: Fornecedores estrangeiros$ A empresa compradora contratou frete marítimo para transportar as mercadorias, pagando à vista: A empresa compradora contratou frete marítimo para transportar as mercadorias, pagando à vista: Débito: Estoque – Importações em andamento$ Crédito: Disponível – Caixa ou Banco$ 2.355

28 Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior - Encomex 2009 Contabilidade e comércio exterior Cálculos e evidenciação de alguns impostos inerentes ao processo: Importação de mercadorias: Cálculos e evidenciação de alguns impostos inerentes ao processo: Importação de mercadorias: Contratação do despachante aduaneira – solicita um adiantamento para cobrir os impostos (II, IPI e ICMS), além das despesas aduaneiras, no valor de $ 8.000: Contratação do despachante aduaneira – solicita um adiantamento para cobrir os impostos (II, IPI e ICMS), além das despesas aduaneiras, no valor de $ 8.000: Débito: Adiantamentos a Despachante$ Crédito: Disponível – Caixa ou Banco$ Apresentação de Contas pela Despachante: Apresentação de Contas pela Despachante: Despesas aduaneiras:$ 500 Imposto de Importação: 20% = ($ $ 500) $ IPI: 10% = ($ $ $ 2.400)$ ICMS: 17% = ($ $ $ $ 1.440) $ Frete Rodoviário$ 245 Honorários do despachante$ Total$ 8.278

29 Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior - Encomex 2009 Contabilidade e comércio exterior Cálculos e evidenciação de alguns impostos inerentes ao processo: Importação de mercadorias: Cálculos e evidenciação de alguns impostos inerentes ao processo: Importação de mercadorias: PIS: 1,65% = ($ $ $ $ 1.440)$ 261 Cofins: 7,6% = ($ $ $ $ 1.440)$ Créditos sobre frete: PIS(1,65% = $ 4), Cofins(7,6% = $ 19) e ICMS(7% = $ 17) Débito: Estoque – Importações em andamento$ IPI a recuperar$ ICMS a recuperar$ PIS a recuperar$ 265 Cofins a recuperar$ Crédito: Adiantamentos a Despachante$ Bancos$ 278

30 Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior - Encomex 2009 Contabilidade e comércio exterior Cálculos e evidenciação de alguns impostos inerentes ao processo: Importação de mercadorias: Cálculos e evidenciação de alguns impostos inerentes ao processo: Importação de mercadorias: Valor apurado do Estoque: Valor apurado do Estoque: Mercadorias:R$ Frete Marítimo:R$ Despesas Aduaneiras:R$ 500 Imposto de Importação:R$ Frete Rodoviário:R$ 245 Honorários/despachante:R$ Gasto totalR$ ( - )Créditos PIS/Cofins/ICMS sobre frete R$ Custo de EstoqueR$ Débito: Estoque – Mercadorias Importadas$ Crédito:Estoque – Importações em andamento$ ($ pago ao Fornecedor, $ pago ao frete marítimo e $ pagos aos demais itens de importação)

31 Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior - Encomex 2009 Contabilidade e comércio exterior Cálculos e evidenciação de alguns impostos inerentes ao processo: Exportação de mercadorias: Cálculos e evidenciação de alguns impostos inerentes ao processo: Exportação de mercadorias: As exportação envolvem uma série de atividades:, fretes multimodais, financiamentos, peculiaridades em termos tributários (sendo a maioria é imune, isenta), intermediadas por instituições financeiras autorizadas pelo Bacem a operar câmbio, contratação sob condições FOB (registro fatos no embarque)/CIF (registra fatos na data da entrega ao destinatário) com emissão de Nota complementar, representante comercial no exterior. As exportação envolvem uma série de atividades: contratação de serviços de terceiros, fretes multimodais, financiamentos, peculiaridades em termos tributários (sendo a maioria é imune, isenta), intermediadas por instituições financeiras autorizadas pelo Bacem a operar câmbio, contratação sob condições FOB (registro fatos no embarque)/CIF (registra fatos na data da entrega ao destinatário) com emissão de Nota complementar, representante comercial no exterior.

32 Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior - Encomex 2009 Contabilidade e comércio exterior Cálculos e evidenciação de alguns impostos inerentes ao processo: Exportação de mercadorias: Cálculos e evidenciação de alguns impostos inerentes ao processo: Exportação de mercadorias: Adiantamentos de clientes: Recebimento de um cliente, valor de $ 8.000,00 em dinheiro Adiantamentos de clientes: Recebimento de um cliente, valor de $ 8.000,00 em dinheiro Débito: Caixa$ Crédito: Adiantamento de Clientes – exterior $ 8.000

33 Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior - Encomex 2009 Contabilidade e comércio exterior Cálculos e evidenciação de alguns impostos inerentes ao processo: Exportação de mercadorias: Cálculos e evidenciação de alguns impostos inerentes ao processo: Exportação de mercadorias: Empresa exporta por US$ 8.000, 100 unidades, cujo a CVM é R$ Valor do dólar comercial na data da emissão da NF e entrega no Porto (FOB) $ 2,10, vencimento da duplicata 60 dias. Empresa exporta por US$ 8.000, 100 unidades, cujo a CVM é R$ Valor do dólar comercial na data da emissão da NF e entrega no Porto (FOB) $ 2,10, vencimento da duplicata 60 dias. Débito: Clientes – estrangeiros $ Crédito: Receita de vendas – exterior $ Débito: CMV$ Crédito: Estoque (*)$ (*) Sistema de Inventário permanente

34 Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior - Encomex 2009 Contabilidade e comércio exterior Cálculos e evidenciação de alguns impostos inerentes ao processo: Exportação de mercadorias: Cálculos e evidenciação de alguns impostos inerentes ao processo: Exportação de mercadorias: Supondo que a empresa utilize um representante de vendas no exterior e comissão de 5% sobre a vendas. Supondo que a empresa utilize um representante de vendas no exterior e comissão de 5% sobre a vendas. Débito: Despesas com comissões – exterior$ 840 Crédito: Comissões a pagar – exterior$ 840

35 Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior - Encomex 2009 Contabilidade e comércio exterior Cálculos e evidenciação de alguns impostos inerentes ao processo: Exportação de mercadorias: Cálculos e evidenciação de alguns impostos inerentes ao processo: Exportação de mercadorias: Entre a data de embarque da mercadoria até a data da emissão NF da mercadoria houve variação do US$ 2,154. Entre a data de embarque da mercadoria até a data da emissão NF da mercadoria houve variação do US$ 2,154. Débito: Clientes – estrangeiro$ 432 Crédito: Receita de vendas – exterior (*)$ 432 Débito: Despesas com comissões – exterior$ 22 Crédito: Comissões a pagar – exterior (*)$ 22 (*)US$ 8.000x2,154 = $ $ = 432. (*)($8.000*0,05=$ 400)/$17.232x0,05 = $ $ 840 = 22.

36 Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior - Encomex 2009 Contabilidade e comércio exterior Cálculos e evidenciação de alguns impostos inerentes ao processo: Exportação de mercadorias: Cálculos e evidenciação de alguns impostos inerentes ao processo: Exportação de mercadorias: Recebimento na data de vencimento, conforme aviso do banco, dólar comercial $ 2,20 x US$ = $ $ = $ Recebimento na data de vencimento, conforme aviso do banco, dólar comercial $ 2,20 x US$ = $ $ = $ Débito: Banco$ Adiantamento cliente – exterior$ Adiantamento cliente – exterior$ Crédito: Clientes – estrangeiro (*)$ Variação Cambial Ativa$ 368 Variação Cambial Ativa$ 368 (*) ($ $ 432)

37 Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior - Encomex 2009 Contabilidade e comércio exterior Cálculos e evidenciação de alguns impostos inerentes ao processo: Exportação de mercadorias: Cálculos e evidenciação de alguns impostos inerentes ao processo: Exportação de mercadorias: Pagamento da comissão US$ 400 x $ 2,20 = $ 880 Pagamento da comissão US$ 400 x $ 2,20 = $ 880 Débito: Comissões a pagar (*)$ 862 Variações cambial passivas$ 18 Variações cambial passivas$ 18 Crédito: Banco$ 880 (*) ($ $ 22)

38 Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior - Encomex 2009 Muito Obrigado ! Prof. Ms Sérgio Douglas Vilela –


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