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Ir p/ primeira página Automação Módulo III 1.Introdução ( histórico, objetivos, efeitos ) 2.Controle de Processos ( definições, classificação, realimentação.

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1 Ir p/ primeira página Automação Módulo III 1.Introdução ( histórico, objetivos, efeitos ) 2.Controle de Processos ( definições, classificação, realimentação ) 3.Medição de Variáveis do Processo ( definições, simbologia, medição de temperatura, nível, pressão, vazão ) 4.Controlador Lógico-Programável ( histórico, características, fabricantes, constituição, funcionamento, programação, aplicações )

2 Ir p/ primeira página Sistemas Manuais INTRODUÇÃO Máquinas à Vapor, Eólicas e Hidráulicas; Comando feito por Operadores (Maquinismo ou Mecanização); Ex. Maquinismo (Torneiro Mecânico) Cadeia de Produção em massa.

3 Ir p/ primeira página INTRODUÇÃO Sistemas Automáticos Entende-se por automático todo processo que se desenvolve sem a necessidade de intervenção humana (medição, decisão e ação corretiva). Aplicações DomésticaComercialIndustrial Climatização Eletrodomésticos inteligentes (lavadoras, aspiradores, etc.) Monitoramento de alarmes Prédios inteligentes Caixas automáticos (bancários) Centrais telefônicas Controle de tráfego e estacionamento Sistema de cobrança (etiqueta inteligente) Sistemas de segurança Controle automático de processos industriais Intertravamento Gerenciamento de energia Sistemas de Transporte DomésticaComercialIndustrial

4 Ir p/ primeira página INTRODUÇÃO Sistemas Automáticos Aplicações no Setor Primário AgriculturaPecuáriaMineração Agricultura de Precisão: Plantio e Colheita Aplicação de Defensivos Dosagem de Fertilizante Irrigação Aplicação de Medicamento Rastreabilidade Controle da ordenha Automação de máquinas Controle da Produção Sistemas de Transporte AgriculturaPecuáriaMineração

5 Ir p/ primeira página Histórico INTRODUÇÃO Tear de Jacquard (1804)

6 Ir p/ primeira página Histórico INTRODUÇÃO Regulador Centrífugo Watt (1769)

7 Ir p/ primeira página Objetivos INTRODUÇÃO Aumentar e controlar a qualidade do produto Incrementar a produtividade Aumentar a confiabilidade do processo Disponibilizar dos dados referentes ao processo para análise Aumento da segurança em relação às pessoas e ao ambiente

8 Ir p/ primeira página Efeitos INTRODUÇÃO Redução no nível de emprego de atividades repetitivas e/ou que requerem pouca qualificação Desaparecimento de algumas profissões Aumento da qualidade e padronização de produtos Redução de custos de produção

9 Ir p/ primeira página Definições CONTROLE DE PROCESSOS

10 Ir p/ primeira página Definições CONTROLE DE PROCESSOS

11 Ir p/ primeira página Definições CONTROLE DE PROCESSOS

12 Ir p/ primeira página Variável controlada – propriedade que se deseja controlar, corresponde a saída do processo. CONTROLE DE PROCESSOS Definições Variável manipulada – propriedade que pode ser modificada diretamente pela ação do controlador e cuja variação irá afetar a variável controlada, corresponde a entrada do processo. Valor desejado (setpoint) – valor de referência para a variável controlada. Em geral é determinado por um operador baseado nas necessidades do processo. Elemento primário (sensor) – dispositivo que utiliza a energia do processo para proporcionar uma medida da variável controlada.

13 Ir p/ primeira página CONTROLE DE PROCESSOS Definições Transmissor – elemento que transforma a medida do sensor em um sinal padronizado que pode ser transmitido e interpretado pelo controlador. Elemento Final de Controle (atuador) – dispositivo que recebe o sinal do controlador e, desta forma, altera a variável manipulada (ex. válvulas, relés, etc.). Controlador – dispositivo que compara o valor da variável controlada com o valor desejado, calcula a ação corretiva necessária e emite o sinal de correção para o atuador.

14 Ir p/ primeira página CONTROLE DE PROCESSOS Definições Conversor - Dispositivo que recebe uma informação na forma de um sinal, altera a forma da informação e o emite como um sinal de saída. O conversor é referido também como transdutor. Todavia o transdutor é um termo genérico cujo emprego específico para a conversão de sinal não é recomendado.

15 Ir p/ primeira página CONTROLE DE PROCESSOS Definições Controle ContínuoDiscreto LinearNão - Linear Condicional Seqüencial Booleano Sistemas Especialistas TemporalBaseados em Eventos Ex. PIDEx. Fuzzy Ex. Timers Ex. Contadores Híbrido

16 Ir p/ primeira página CONTROLE DE PROCESSOS Definições ControladorProcessoAtuador TransmissorSensor Setpoint desvio correção variável manipulada variável controlada realimentação + –-–-

17 Ir p/ primeira página Faixa de medida (range) – faixa de valores compreendida entre os limites inferior e superior da capacidade de medição do instrumento. CONTROLE DE PROCESSOS Definições Alcance (span) – diferença algébrica entre os valores superior e inferior do range. Erro – diferença entre o valor lido pelo instrumento e o valor real da variável. Sensibilidade – valor mínimo de mudança na variável detectável pelo instrumento. Precisão – limite de erro de medição do instrumento. Zona morta (dead zone) – faixa de valores da variável que não provoca variação da indicação ou sinal de saída do instrumento.

18 Ir p/ primeira página Elevação de zero – quantidade com que o zero da variável supera o valor inferior do range. CONTROLE DE PROCESSOS Definições Repetibilidade – capacidade de reprodução da indicação, ao se medir, repetidamente, valores idênticos de uma variável. Histerese – diferença observada entre a medição de uma variável quando esta percorre a escala no sentido crescente e no decrescente. Supressão de zero – quantidade com que o valor inferior do range supera o zero da variável. Tempo morto (dead time) – atraso verificado entre a ocorrência de uma alteração na variável e a sua percepção pelo instrumento, também chamado de atraso de transporte.

19 Ir p/ primeira página MEDIÇÃO DE VARIÁVEIS DO PROCESSO Simbologia

20 Ir p/ primeira página MEDIÇÃO DE VARIÁVEIS DO PROCESSO Simbologia

21 Ir p/ primeira página MEDIÇÃO DE VARIÁVEIS DO PROCESSO Simbologia

22 Ir p/ primeira página MEDIÇÃO DE VARIÁVEIS DO PROCESSO Simbologia

23 Ir p/ primeira página Simbologia MEDIÇÃO DE VARIÁVEIS DO PROCESSO

24 Ir p/ primeira página Simbologia MEDIÇÃO DE VARIÁVEIS DO PROCESSO

25 Ir p/ primeira página Simbologia MEDIÇÃO DE VARIÁVEIS DO PROCESSO

26 Ir p/ primeira página Simbologia MEDIÇÃO DE VARIÁVEIS DO PROCESSO

27 Ir p/ primeira página Nível MEDIÇÃO DE VARIÁVEIS DO PROCESSO unidade de comprimento linear (cm, m), unidade de volume (L, galão), unidade de massa (kg, ton, lb) Sonda Normalmente é feita de uma vara, haste ou fita métrica metálica graduadas.

28 Ir p/ primeira página a)Visor de vidro tubular: recomendados para pressões de até 2 bar e temperaturas de até 100ºC. b) Visor de vidro plano: Mais empregado atualmente por questões de segurança. Nível MEDIÇÃO DE VARIÁVEIS DO PROCESSO Visor de Nível

29 Ir p/ primeira página Nível MEDIÇÃO DE VARIÁVEIS DO PROCESSO Flutuador

30 Ir p/ primeira página a)Medidor de Diafragma b) Medidor por Pressão Diferencial Nível MEDIÇÃO DE VARIÁVEIS DO PROCESSO Baseado na Pressão

31 Ir p/ primeira página Nível MEDIÇÃO DE VARIÁVEIS DO PROCESSO Borbulhamento

32 Ir p/ primeira página Nível MEDIÇÃO DE VARIÁVEIS DO PROCESSO Propriedades Elétricas Condutividade Capacitância

33 Ir p/ primeira página Nível MEDIÇÃO DE VARIÁVEIS DO PROCESSO Outras Propriedades Ultrassom (>20kHz) Radioativo

34 Ir p/ primeira página Nível MEDIÇÃO DE VARIÁVEIS DO PROCESSO

35 Ir p/ primeira página Temperatura MEDIÇÃO DE VARIÁVEIS DO PROCESSO Conceitos Temperatura – É o grau de agitação molecular de um corpo; Energia Térmica – É o somatório de energia cinética das moléculas do corpo; Calor – Energia térmica em trânsito, desloca-se, normalmente, do corpo mais quente ao corpo mais frio.

36 Ir p/ primeira página Temperatura MEDIÇÃO DE VARIÁVEIS DO PROCESSO Escalas Termométricas

37 Ir p/ primeira página Temperatura MEDIÇÃO DE VARIÁVEIS DO PROCESSO Termômetro de Bulbo de Vidro Compartimentos cobertos ou fechados e nos quais a leitura é local; Apresenta erros de até 1% de escala; Possui tempo de resposta elevado; Aplicados na faixa de -150ºC a 350ºC.

38 Ir p/ primeira página Temperatura MEDIÇÃO DE VARIÁVEIS DO PROCESSO Termômetro Bimetálico Baixo custo; Leitura apenas local; Construção robusta; Possui tempo de resposta elevado; Aplicados na faixa de -50ºC a 500ºC Material do par bimetálico Faixa de Medição Coef. Dilatação linear [ /K] Invar (64%Fe + 36%Ni) -50 a 800ºC 0,7 Latão19

39 Ir p/ primeira página Temperatura MEDIÇÃO DE VARIÁVEIS DO PROCESSO Termômetro Bulbo Capilar Classe I: cheio de líquido volátil (-100ºC a +300ºC); (xileno, tolueno, álcool) Classe II: cheio de vapor (-200ºC a +300ºC); (cloreto de metila, butano, éter etílico, tolueno, dióxido de enxofre, propano) Classe III: cheio de gás (-260ºC a +760ºC); (hélio, nitrogênio, hidrogênio, dióxido de carbono) Classe V: cheio de mercúrio (-40ºC a 600ºC).

40 Ir p/ primeira página Temperatura MEDIÇÃO DE VARIÁVEIS DO PROCESSO Termômetro Bulbo Capilar

41 Ir p/ primeira página Temperatura MEDIÇÃO DE VARIÁVEIS DO PROCESSO Termômetros de Resistência a) Resistência de Fio Metálico Pt100 R = 100Ω a 0°C

42 Ir p/ primeira página Temperatura MEDIÇÃO DE VARIÁVEIS DO PROCESSO Cobre: Faixa de medição de -80ºC a 260ºC. Possui linearidade de 0,1ºC em um intervalo de 200ºC, entretanto sua resistência a oxidação é muito baixa e limita sua faixa de aplicação Níquel: Faixa de medição de -60ºC a 180ºC. Os principais atrativos na sua utilização são seu baixo custo e a alta sensibilidade. Sua principal desvantagem é a baixa linearidade. Platina: Faixa de medição de -250ºC a 950ºC. É o metal mais utilizados na construção de termômetros de resistência, pela sua ampla faixa de utilização, boa linearidade e melhor resistência a oxidação. a) Resistência de Fio Metálico

43 Ir p/ primeira página Temperatura MEDIÇÃO DE VARIÁVEIS DO PROCESSO a) Resistência de Fio Metálico Esquemas de ligação: 2, 3 e 4 fios

44 Ir p/ primeira página Temperatura MEDIÇÃO DE VARIÁVEIS DO PROCESSO a) Resistência de Fio Metálico - Tempo de resposta

45 Ir p/ primeira página Temperatura MEDIÇÃO DE VARIÁVEIS DO PROCESSO b) Termistores (resistores termicamente sensíveis) são dispositivos semicondutores fabricados a partir de óxido de Níquel, Manganês, Cobalto, Ferro e Titânio apresentando grandes variações da resistência com a temperatura. Esta variação poderá ser negativa: NTC (Negative Thermal Coefficient), ou positiva: PTC (Positive Thermal Coefficient) com aplicação entre -100°C e +300°C Podem ser encontrados no mercado modelos de baixa precisão (5 a 10%) para uso como proteção ou de alta precisão (±0,05°C) para uso em medição.

46 Ir p/ primeira página Temperatura MEDIÇÃO DE VARIÁVEIS DO PROCESSO Termopar

47 Ir p/ primeira página Temperatura MEDIÇÃO DE VARIÁVEIS DO PROCESSO Termopar

48 Ir p/ primeira página Temperatura MEDIÇÃO DE VARIÁVEIS DO PROCESSO Termopar

49 Ir p/ primeira página Temperatura MEDIÇÃO DE VARIÁVEIS DO PROCESSO Termopar

50 Ir p/ primeira página Temperatura MEDIÇÃO DE VARIÁVEIS DO PROCESSO

51 Ir p/ primeira página Temperatura MEDIÇÃO DE VARIÁVEIS DO PROCESSO

52 Ir p/ primeira página Temperatura MEDIÇÃO DE VARIÁVEIS DO PROCESSO

53 Ir p/ primeira página Temperatura MEDIÇÃO DE VARIÁVEIS DO PROCESSO Pirômetros

54 Ir p/ primeira página Temperatura MEDIÇÃO DE VARIÁVEIS DO PROCESSO Pirômetros Vantagens: Resposta rápida (na faixa de ms) Uso em objetos perigosos ou fisicamente inacessíveis Facilidade de medição do alvo em movimento Medições de altas temperaturas Não há risco de contaminação e efeito mecânico na superfície dos objetos. Aplicações: Verificações de conexões elétricas, motores, disjuntores, fusíveis, transformadores, etc. Verificação de rolamentos, detectando falta de lubrificação Uso em ambientes perigosos como: Refinarias, Exploração de petróleo, siderúrgicas, etc.

55 Ir p/ primeira página Temperatura MEDIÇÃO DE VARIÁVEIS DO PROCESSO Pirômetro Ótico

56 Ir p/ primeira página Temperatura MEDIÇÃO DE VARIÁVEIS DO PROCESSO Pirômetro de Radiação

57 Ir p/ primeira página Temperatura MEDIÇÃO DE VARIÁVEIS DO PROCESSO Calibração

58 Ir p/ primeira página Pressão MEDIÇÃO DE VARIÁVEIS DO PROCESSO

59 Ir p/ primeira página Pressão MEDIÇÃO DE VARIÁVEIS DO PROCESSO

60 Ir p/ primeira página Pressão MEDIÇÃO DE VARIÁVEIS DO PROCESSO Tipos Pressão absoluta - É a pressão positiva a partir do vácuo perfeito, ou seja, a soma da pressão atmosférica do local e a pressão manométrica. Pressão manométrica - É a pressão medida em relação à pressão atmosférica, podendo ser positiva ou negativa. Quando se fala em uma pressão negativa, em relação a pressão atmosférica é chamada de vácuo. Pressão diferencial - É o resultado da diferença de duas pressões medidas. Pressão Estática - É o peso exercido por uma coluna líquida em repouso ou que esteja fluindo perpendicularmente a tomada de impulso. Pressão Dinâmica - É a pressão exercida por um fluído em movimento paralelo à sua corrente. Pressão total - É a pressão resultante da somatória das pressões estáticas e dinâmicas exercidas por um fluido que se encontra em movimento.

61 Ir p/ primeira página Pressão MEDIÇÃO DE VARIÁVEIS DO PROCESSO Unidades

62 Ir p/ primeira página Pressão MEDIÇÃO DE VARIÁVEIS DO PROCESSO

63 Ir p/ primeira página Pressão MEDIÇÃO DE VARIÁVEIS DO PROCESSO Coluna de Líquido É um instrumento de medição e indicação local de pressão baseado na equação manométrica. Sua construção é simples e de baixo custo. Basicamente é constituído por tubo de vidro com área seccional uniforme, uma escala graduada, um líquido de enchimento e suportados por uma estrutura de sustentação.

64 Ir p/ primeira página Pressão MEDIÇÃO DE VARIÁVEIS DO PROCESSO Tubo de Bourdon Tubo de Bourdon consiste em um tubo com seção oval, que poderá estar disposto em forma de C, espiral ou helicoidal. Apresenta uma de sua extremidade fechada, estando a outra aberta à pressão a ser medida. Com a pressão agindo em seu interior, o tubo tende a tomar uma seção circular resultando um movimento em sua extremidade fechada. Esse movimento através de engrenagens é transmitido a um ponteiro que irá indicar uma medida de pressão em uma escala graduada.

65 Ir p/ primeira página Pressão MEDIÇÃO DE VARIÁVEIS DO PROCESSO Diafragma É constituído pôr um disco de material elástico (metálico ou não), fixo pela borda. Uma haste fixa ao centro do disco está ligada a um mecanismo de indicação. Quando uma pressão é aplicada, a membrana se desloca e esse deslocamento é proporcional à pressão aplicada.

66 Ir p/ primeira página Pressão MEDIÇÃO DE VARIÁVEIS DO PROCESSO Fole O fole é basicamente um cilindro metálico, corrugado ou sanfonado. Quando uma pressão é aplicada no interior do fole, provoca sua distensão, e como ela tem que vencer a flexibilidade do material e a força de oposição da mola, o deslocamento é proporcional à pressão aplicada à parte interna

67 Ir p/ primeira página Pressão MEDIÇÃO DE VARIÁVEIS DO PROCESSO Piezoresistivo - Strain Gage O strain gage consiste de um fio firmemente colado sobre uma lâmina de base é de medir a variação da resistência de um sensor que sofre uma elongação. O elemento sensor é colado num elemento, chamado célula de carga, que uma vez submetido a uma pressão sofre uma deformação, observada pela variação de seu comprimento. A célula pode ser acoplada a um diafragma ou a elementos elásticos.

68 Ir p/ primeira página Pressão MEDIÇÃO DE VARIÁVEIS DO PROCESSO Piezoelétrico Capacititvo A pressão é diretamente transmitida ao diafragma sensor através do fluido de enchimento provocando a sua deflexão. O diafragma sensor é um eletrodo móvel. As duas superfícies metalizadas são eletrodos fixos. A deflexão do diafragma sensor é percebida através da variação da capacitância entre os dois eletrodos fixos e o móvel. O Sensor Piezoelétrico é considerado um sensor ativo porque a pressão que atua sobre o elemento sensor, um cristal, gera uma f.e.m. proporcional. Pode ser empregado para captar pressão sonora, como em microfones, para perturbações aerodinâmicas, entre outros. Os elementos piezoelétricos são cristais, como o quartzo, a turmalina e o titanato que acumulam cargas elétricas em certas áreas da estrutura cristalina, quando sofrem uma deformação física, por ação de uma pressão.

69 Ir p/ primeira página Pressão MEDIÇÃO DE VARIÁVEIS DO PROCESSO Calibração

70 Ir p/ primeira página Vazão MEDIÇÃO DE VARIÁVEIS DO PROCESSO vazão volumétrica, em termos de volume - m3/h, L/min, GPM vazão mássica (gravimétrica), em termos de massa - kg/h, lb/min. 1 m3 = 1000 litros 1 galão (americano) = 3,785 litros 1 pé cúbico = 0, m3 1 libra = 0,4536 kg

71 Ir p/ primeira página Vazão MEDIÇÃO DE VARIÁVEIS DO PROCESSO Baseada em Pressão Diferencial a) Placa de Orifício

72 Ir p/ primeira página Vazão MEDIÇÃO DE VARIÁVEIS DO PROCESSO b) Pitot c) Bocal

73 Ir p/ primeira página Vazão MEDIÇÃO DE VARIÁVEIS DO PROCESSO d) Venturi

74 Ir p/ primeira página Vazão MEDIÇÃO DE VARIÁVEIS DO PROCESSO a) Rotâmetro Dispositivos de Área Variável

75 Ir p/ primeira página Vazão MEDIÇÃO DE VARIÁVEIS DO PROCESSO b) Cilindro e Pistão

76 Ir p/ primeira página Vazão MEDIÇÃO DE VARIÁVEIS DO PROCESSO a) Disco Nutante Medidores Volumétricos b) Turbina

77 Ir p/ primeira página Vazão MEDIÇÃO DE VARIÁVEIS DO PROCESSO c) Rotor Medidores Volumétricos

78 Ir p/ primeira página Vazão MEDIÇÃO DE VARIÁVEIS DO PROCESSO Medidor Eletromagnético Instrumento Radioativo

79 Ir p/ primeira página Sensores Indutivos SENSORES E TRANSDUTORES São equipamentos eletrônicos capazes de detectar a aproximação de peças metálicas ;

80 Ir p/ primeira página Com a aproximação de peças metálicas, ocorre uma variação na tensão gerada por um oscilador ; Princípio de Funcionamento: Um comparador monitora esta tensão e envia um sinal para o transistor caso ocorra variação. Sensores Indutivos SENSORES E TRANSDUTORES

81 Ir p/ primeira página Aplicações: Sensores Indutivos SENSORES E TRANSDUTORES

82 Ir p/ primeira página Equipamentos eletrônicos capazes de detectar aproximação de materiais orgânicos, plásticos, pós, Iíquidos, madeiras, papéis, metais, etc. Sensores Capacitivos SENSORES E TRANSDUTORES

83 Ir p/ primeira página Princípio de Funcionamento: Baseia-se na geração de um campo elétrico, desenvolvido por um oscilador controlado por capacitor. Sensores Capacitivos SENSORES E TRANSDUTORES

84 Ir p/ primeira página Tabela de Constantes dielétricas: Sensores Capacitivos SENSORES E TRANSDUTORES

85 Ir p/ primeira página Exemplo de distância de detecção (10mm): Sensores Capacitivos SENSORES E TRANSDUTORES

86 Ir p/ primeira página Aplicações Sensores Capacitivos SENSORES E TRANSDUTORES

87 Ir p/ primeira página Também conhecidos por sensores ópticos, manipulam a luz de forma a detectar a presença de objetos. Sensores Fotoelétricos SENSORES E TRANSDUTORES

88 Ir p/ primeira página Baseiam-se na transmissão e recepção de luz infravermelha que pode ser refletida ou interrompida por um objeto a ser detectado. Sensores Fotoelétricos SENSORES E TRANSDUTORES

89 Ir p/ primeira página Principais Tipos: Sensores Fotoelétricos SENSORES E TRANSDUTORES

90 Ir p/ primeira página Aplicações: Sensores Fotoelétricos SENSORES E TRANSDUTORES

91 Ir p/ primeira página Utilizam ondas sonoras de alta frequência para detectar objetos. Sensores Ultrassônicos SENSORES E TRANSDUTORES

92 Ir p/ primeira página O emissor envia impulsos ultrassônicos sobre o objeto analisado. As ondas sonoras voltam ao detetor depois de um certo tempo, proporcional a distância. Princípio de Funcionamento. Sensores Ultrassônicos SENSORES E TRANSDUTORES

93 Ir p/ primeira página Aplicações: Sensores Ultrassônicos SENSORES E TRANSDUTORES

94 Ir p/ primeira página Sensor de Fumaça Sensores SENSORES E TRANSDUTORES Óptico Iônico

95 Ir p/ primeira página Sensor de Gás Sensores SENSORES E TRANSDUTORES Quando a mistura de gás ou vapor inflamável e ar entra em contato com o filamento ativo, reage com o oxigênio, aumentando da temperatura e aumentando a resistência. Isso provoca o desequilíbrio da ponte de Wheatstone, gerando um sinal elétrico proporcional à concentração de gás ou vapor inflamável no ar.

96 Ir p/ primeira página Umidade Sensores SENSORES E TRANSDUTORES Umidade Relativa Umidade do Solo

97 Ir p/ primeira página Sensor Magnético (reed switch) Sensores SENSORES E TRANSDUTORES Quando um ímã aproxima-se do sensor, o campo magnético atrai as chapas de metal, fazendo com que o contato elétrico se feche.

98 Ir p/ primeira página Sensores SENSORES E TRANSDUTORES Sensores Mecânicos são interruptores ou mesmo chaves comutadoras que atuam sobre um circuito no modo liga / desliga quando uma ação mecânica acontece no seu elemento atuador.

99 Ir p/ primeira página Sensores SENSORES E TRANSDUTORES Sensor de Efeito Hall Quando um campo magnético atua sobre uma placa de material condutor através da qual passa uma corrente elétrica, os elétrons são desviados causando um acúmulo de elétrons e, portanto uma diferença de potencial numa direção transversal à passagem da corrente. O efeito Hall foi descoberto em 1879 por E. H. Hall, que submeteu um condutor el é trico a um campo magn é tico perpendicular a dire ç ão da corrente el é trica. Hall verificou que uma diferen ç a de potencial el é trico aparecia nas laterais deste condutor na presen ç a do campo magn é tico. Este efeito ocorre devido a cargas el é tricas tenderem a desviar-se de sua trajet ó ria por causa da for ç a de Lorentz. Desta forma cria-se um ac ú mulo de cargas nas superf í cies laterais do condutor produzindo uma diferen ç a de potencial.

100 Ir p/ primeira página Sensores SENSORES E TRANSDUTORES Sensor de Efeito Hall Os sensores Hall apresentam: linearidade, boa sensibilidade e tempo de resposta reduzido. Suas aplicações mais comuns são na detecção de movimento ou medição de velocidade de máquinas mas, podem ser encontrados, também, na medição de campo magnético.

101 Ir p/ primeira página Sensores SENSORES E TRANSDUTORES Encoder Um encoder é um dispositivo eletromecânico que pode monitorar movimento ou posição. Um típico encoder usa sensores ópticos para fornecer uma série de pulsos que podem ser traduzidos em movimento, posição ou direção.

102 Ir p/ primeira página Relés ATUADORES

103 Ir p/ primeira página Válvulas Solenoides ATUADORES

104 Ir p/ primeira página Conversores de Frequência ATUADORES

105 Ir p/ primeira página Válvulas Proporcionais ATUADORES


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