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PEDIATRIA SOCIAL ACIDENTES NA INFÂNCIA E ADOLESCÊNCIA Orientador: Dr. Renato Zan PEDIATRIA SOCIAL.

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Apresentação em tema: "PEDIATRIA SOCIAL ACIDENTES NA INFÂNCIA E ADOLESCÊNCIA Orientador: Dr. Renato Zan PEDIATRIA SOCIAL."— Transcrição da apresentação:

1 PEDIATRIA SOCIAL ACIDENTES NA INFÂNCIA E ADOLESCÊNCIA Orientador: Dr. Renato Zan PEDIATRIA SOCIAL

2 Anos 40 – Caffey – Síndrome da Criança Espancada Anos 60 – Henry Kempe – Síndrome da Criança Maltratada Anos 90 – Violência Infantil e Criação do Estatuto da Criança e do Adolescente HISTÓRICO

3 NÚMEROS/DADOS 80% dos abusos ocorrem dentro de casa Crianças abandonadas são duplamente vítimas: dos próprios pais e da sociedade que não consegue protegê-los Artigo 13º Determina a obrigatoriedade da notificação ao conselho tutelar, de todos os casos suspeitos de maus-tratos contra criança/adolescente, independente das demais providências legais cabíveis.

4 DEFINIÇÃO VIOLÊNCIA INFANTIL: Todo ato ou omissão praticado por pais, parentes ou responsáveis contra crianças e/ou adolescentes que - sendo capaz de causar dano físico, sexual e/ou psicológico à vítima - implica de um lado numa transgressão do poder/dever de proteção do adulto e, de outro, numa coisificação da infância, isto é, numa negação do direito que crianças e adolescentes têm de ser tratados como sujeitos de direitos e pessoas em condição peculiar de desenvolvimento. Dra Maria Amélia Azevedo

5 FATORES DE RISCO PAIS: História de abuso na infância, seguido de isolamento social; Gravidez na Adolescência; Promiscuidade dos pais; Falta de apego (Pai/Mãe/Filho); Falta de pré-natal; Perda fácil do autocontrole; Drogas; Alcoolismo; Baixa escolaridade; Desemprego; Doenças psiquiátricas, emocionais e de personalidade

6 FATORES DE RISCO FILHOS: Menos de três anos; Separação materna ao nascimento por doenças ou prematuridade; Malformações congênitas; Doenças crônicas; Adotadas; Não planejadas; Fruto de união conjugal instável; Estar em fase difícil de desenvolvimento neuropsicomotor (Cólicas – 3 meses, Esfíncteres – 2 anos);

7 COMPORTAMENTO DA CRIANÇA VÍTIMA Resistência ao contato físico com adultos; Resistência para tirar a roupa; Retardo no desenvolvimento por carência psicossocial; Medo dos pais e demais adultos; Isola-se do ambiente; Triste; Ansiosa; Baixa autoestima; Extremos de comportamentos (Agressividade ou Timidez); Ausente na escola;

8 SINAIS DE PERIGO História vaga e incompatível com o ferimento; Histórias contraditórias, quando investigados separadamente; Demora significativa entre o momento do ferimento e a consulta; Preocupação incompatível com o grau da lesão; Consultas repetidas com histórias de acidentes e intoxicação;

9 FORMAS DE VIOLÊNCIA 1.Física 2.Sexual 3.Psicológica 4.Negligência 5.Síndrome do Bebe Sacudido (Shaking Baby) 6.Síndrome de Münchausen por procuração

10 SÍNDROME DE MÜNCHAUSEN POR PROCURAÇÃO Associa-se a desordem psiquiátrica de um dos pais, onde este assume a doença da criança indiretamente, exacerbando, falsificando, ou produzindo histórias clínicas e laboratoriais para o paciente (filho). Apnéia – Sufocação Diarréia – Intoxicação por laxativos Sangramentos – Uso de tintas, corantes Febre – Falsificação de valores

11 NEGLIGÊNCIA Falha dos pais ou responsáveis na assistência e no provimento das necessidades básicas da criança e do adolescente: saúde, alimentação, educação, respeito e afeto. Abandono de tratamento médico Evasão escolar Higiene precária Assaduras e problemas de pele História de hospitalizações frequentes

12 AMBIENTE SEGURO De 0 a 12 meses

13 ACIDENTES NA INFÂNCIA Números fatais De acordo com informações do Ministério da Saúde, no Brasil os acidentes são a causa mais comum de morte entre crianças de 0 a 14 anos de idade. Em média, são registradas internações hospitalares e mortes a cada ano. Relatório da Organização Mundial de Saúde divulgado em dezembro do ano passado aponta dados importantes a respeito de acidentes com crianças pelo mundo, em números de óbitos por ano (2.300 por dia). "O mais triste é que grande parte desses acidentes (pelo menos 50%) é passível de prevenção e poderia ter sido evitada com alguns cuidados básicos de segurança", considera o pediatra Moises Chencinski.

14 0 A 12 MESES Nesta faixa etária, a criança precisa de proteção o tempo todo e os acidentes tendem a ocorrer mais freqüentemente quando ela adquire o hábito de se virar, engatinhar e pegar objetos.

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16 ACIDENTES Sufocação; Queda; Passageiro de veículos; Afogamento; Queimaduras com fogo; Choque elétrico;

17 MOTIVOS DE INTERNAÇÃO Queda; Queimaduras com líquidos quentes; Choque elétrico; Queimadura com fogo; Atropelamento; Envenenamento;

18 PREVENÇÃO Ações educativas; Modificações do meio ambiente; Modificações de engenharia; Criação e cumprimento de legislações e regulamentação específicas;

19 PREVENÇÃO Lactentes até 6 meses: Quedas: Não deixar o bebê sozinho em lugares altos nem mesmo por instantes. Não deixar que uma criança carregue o bebê no colo. Cuidados com o caminho. Queimaduras Não levar nada quente enquanto carrega o bebê no colo. Cuidado com a temperatura do banho. Cuidado com cigarros, charutos, etc. Sufocação Devido à aspiração de corpo estranho. Não deixar objetos pequenos ao alcance da criança. Não dar alimentos em pedaços grandes e duros. Intoxicação Cuidado com gotas nasais, remédios para resfriado, xaropes e inseticidas. Acidentes de automóvel Andar no banco traseiro com cadeiras especiais.

20 PREVENÇÃO Lactentes de 7 a 12 meses: Queda Não deixar sozinho em lugares altos. Colocar portões nas escadas. Baixar o estrado do berço quando a criança já ficar de pé. Retirar móveis com quinas. Queimadura Não deixar copos com líquidos quentes ao alcance do bebê. Não deixar a criança na cozinha no momento do preparo da refeição. Controlar a temperatura da água do banho. Afogamento Nunca deixar o bebê sozinho no banho ou próximo de piscina. Envenenamento Não deixar remédios e produtos tóxicos ao alcance do bebê. Sufocação Nunca deixar objetos pequenos ao alcance das crianças. Não oferecer grandes pedaços de alimentos duros. Não colocar cordão de chupeta em tomo do pescoço do bebê. Choque elétrico Usar protetores de tomadas. Acidente de automóvel Não segure a criança no colo, use o contentor apropriado para a idade.

21 ACIDENTES Bebê de 11 meses morre afogado em balde em MT Segundo a polícia, mãe fazia faxina e deixou o recipiente cheio de água na sala da casa. Menina chegou a ser socorrida, mas não resistiu. Uma menina de 11 meses morreu afogada em um balde de água nesta sexta-feira (30), em Água Boa (MT). Segundo informações da Polícia Militar, a mãe da criança fazia faxina e teria deixado um balde cheio de água na sala da casa. Ela disse que percebeu que a filha caiu no recipiente pouco depois. Criança queimada com mingau não resiste aos ferimentos e morre Sexta, 26 de Outubro de h20 Depois de passar 20 dias internada no Hospital de Emergência e Trauma Senador Humberto Lucena, na Capital, para onde foi levada após um acidente doméstico, a menina Maria Eduarda de Moura Alcântara, de 1 ano e 10 meses, morreu na manhã desta quinta- feira (24). A criança foi vítima de queimaduras com o próprio mingau, que atingiu mais de 30% do seu corpo. O coordenador da Unidade de Tratamento de Queimados do Trauma, o médico Saulo Montenegro, informou que a mãe da menina virou a panela sobre ela acidentalmente. Maria Eduarda foi atingida em boa parte do rosto, tronco e membros superiores. "Ela chegou em estado grave, com queimaduras de 2º grau profundo. O quadro complicou com uma pneumonia e também insuficiência renal, chegando a morte com a falência múltipla dos órgãos", explicou o médico.

22 AMBIENTE SEGURO De 1 a 4 anos

23 DNPM Aprimoramento das habilidades – capacidade de comunicação, locomoção (andar e correr com segurança, subir escadas, etc.), manuseio de objetos e jogos simbólicos; Capacidade de elaboração simbólica (falar de si, ser criativo na linguagem, pensar sobre si mesmo), vai gradativamente aumentando ao longo deste período; A criança começa a perceber o que é o eu e o que é o outro, o que é meu e o que é do outro; Manifestações de medo (de escuro, água, animais domésticos etc..).

24 DNPM Mais ou menos a partir dos 3 anos: Sabe esperar sua vez; Gosta de participar de brincadeira com outras crianças, de jogar, pechinchar, mas também de brincar sozinha; Começa a perceber a diferença entre palavra falada, movimento corporal e postura correspondente.

25 TIPOS DE ACIDENTES Tipo de acidenteTotal de mortes de 1 a 4 anos Afogamento 488 (35%)482 (32,5%) 488 (30,8%)535 (31,7%) Queimaduras 145 (10%)159 (10,7%) 188 (11,9%)206 (12,2%) Acidentes de trânsito 448 (32%)482 (32,5%)525 (33,2%)527 (31,2%) Sufocação 120(8%)128 (8,6%) 125 (7,9%)124 (7,3%) Outros 103 (7%)92 (6,2%) 110 (7,0%)112 (6,6%) Quedas 90 (6%)83 (5,6%) 80 (5,1%)106 (6,3%) Intoxicações (envenenamento) 34 (2%)52 (3,5%)56 (3,5%)69 (4%) Armas de fogo 6 (0%)6 (0,4%) 10 (0,6%) Total (Fonte: DATASUS – Ministério da Saúde 2003/2004/2005/2006)

26 PRINCIPAIS ACIDENTES Morta- lidade 1º Posto 2º Posto 3º Posto 4º Posto 5º Posto 6º Posto 1 a 4 anos Afogamento 488 Atropelamento 239 Sufocação 120 Passageiro de veículo 110 Queda 90 Queimadura com fogo 75 Hospitali- zações 1º Posto 2º Posto 3º Posto 4º Posto 5º Posto 6º Posto 1 a 4 anos Queda Queimadura com líquidos quentes e outras fontes de calor Atropelamen to Choque elétrico Envenenam. Medicament os, pesticidas e outros Queimadura com fogo 980 (Fonte: DATASUS – Ministério da Saúde 2006)

27 AFOGAMENTOS Hospitalização – prognóstico reservado; – sobreviventes podem ficar com lesões neurológicas que acarretam danos a diferentes níveis. Sensibilizar e informar a opinião pública sobre os riscos e medidas de prevenção mais eficazes e necessárias Alertar o poder político central e local para a urgência de atuar através do esclarecimento das populações, do levantamento da realidade brasileira por áreas geográficas e da necessidade de enquadramento legislativo e fiscalização.

28 AFOGAMENTOS – TIPOS AFOGAMENTO E SUBMERSÃO ACIDENTAIS: Não especificados – 44,6% Águas naturais (córrego, curso dágua, lago, mar aberto e rio) – 27,6% Reservatório e tanque de resfriamento – 9,6% Piscina – 8,2% Conseqüente a queda dentro de águas naturais – 5,3% Conseqüente a queda de uma piscina – 3,0% Consecutiva a queda dentro de uma banheira – 0,8% Durante banho em banheira – 0,6% (Fonte: DATASUS – Ministério da Saúde 2006)

29 AFOGAMENTOS Tempo e consequências: – 2 min - perda da consciência. – 4 a 6 min - danos permanentes no cérebro. – apenas 5 min – pode ocorrer morte por asfixia Vulnerabilidade: – As partes mais pesadas do corpo da criança pequena : cabeça e os membros superiores - podem se afogar em baldes ou privadas abertas; – Não tem maturidade, nem experiência para sair de uma situação de emergência. Afogamentos em piscinas: criança está em casa sob o cuidado dos pais.

30 AFOGAMENTOS - PREVENÇÃO Ao nível do ambiente: Barreiras físicas que atrasem o acesso à água; Baldes, banheiras e piscinas infantis- esvaziar e guardá- los sempre virados para baixo e longe do alcance das crianças; Tampa do vaso sanitário fechada ou a porta do banheiro trancada; Locais vigiados para nadar (praias, rios, piscinas); Meios de socorro eficientes no local; Telefone próximo; Evitar atrativos próximos à piscina e aos reservatórios de água.

31 AFOGAMENTOS - PREVENÇÃO Ao nível familiar, educacional ou comportamental: – Supervisão ativa, adequada e constante; – Auxiliares de flutuação; – Técnicas de reanimação; – Regras de segurança na água; – Aprender a nadar com instrutores qualificados ou em escolas de natação. – Não superestime a habilidade natatória de crianças e adolescentes; – No mar: a vala; – Rápido socorro.

32 ATROPELAMENTOS Querer independência; Exemplo dos adultos e com o ensino de um comportamento seguro para pedestres; Dificuldade de julgar a velocidade, a distância dos carros e de que direção os sons do trânsito estão vindo; Opiniões erradas sobre carros.

33 ATROPELAMENTOS Fatores que aumentam a probabilidade de atropelamentos: – alto volume de tráfego; – alto número de veículos estacionados na rua; – limites altos de velocidade estabelecidos; – ausência de uma rodovia dividida e poucos dispositivos de segurança de pedestres, como passarelas e lombadas eletrônicas.

34 ATROPELAMENTOS – TIPOS – Outros acidentes de transporte e não especificados – 55,6% – Colisão com automóvel, pick up ou caminhonete – 19,2% – Veículo de transporte pesado ou ônibus – 15,9% – Veículo a motor de 2 ou 3 rodas – 8,0% – Veículo ferroviário – 0,8% – Veículo a pedal – 0,4% (Fonte: DATASUS – Ministério da Saúde 2006)

35 ATROPELAMENTOS - PREVENÇÃO Comportamento de pedestre seguro; Não atravessar a rua sozinha; Entradas de garagens, quintais sem cerca, ruas ou estacionamentos não são locais seguros para as crianças brincarem; Mesmo trajeto para destinos comuns; Identificar o caminho mais seguro; Lanterna ou materiais reflexivos nas roupas.

36 SUFOCAÇÕES Até os 4 anos de idade, a criança fica muito exposta a este tipo de risco pois é nesta fase que a criança inicia a exploração do mundo ao seu redor por meio dos sentidos – tato, audição, paladar, visão e olfato.

37 SUFOCAÇÕES – TIPOS Inalação e ingestão de alimentos causando obstrução do trato respiratório – 35% Riscos não especificados à respiração – 22,5% Inalação e ingestão de outros objetos causando obstrução no trato respiratório – 18,3% Inalação do conteúdo gástrico – 15,8% Outro enforcamento e estrangulamento acidental – 3,3% Risco respiração devido a desmoronamento queda de terra outras substâncias – 3,3% Sufocação e estrangulamento acidental na cama – 0,83% Outros riscos especificando a respiração – 0,83% (Fonte: DATASUS – Ministério da Saúde 2006)

38 SUFOCAÇÕES - PREVENÇÃO Colchão firme de barriga para cima, cobertos até a altura do peito com lençol ou manta que estejam presos embaixo do colchão; Berços certificados conforme as normas de segurança do Inmetro; Remova todos os brinquedos e travesseiros do berço quando o bebê estiver dormindo; Brinquedos apropriados para a criança: Piso livre de objetos pequenos e retire-os do alcance do bebê; Cortinas ou persianas sem cordas.

39 PASSAGEIRO DE VEÍCULO – TIPOS Ocupante de automóvel traumatizado em outros acidentes de transporte e não especificados – 37,2% Ocupante de automóvel traumatizado em acidente de transporte sem colisão – 11,8% Ocupante de automóvel traumatizado em colisão com um veículo de transporte pesado ou ônibus – 10,9% Ocupante de automóvel traumatizado em colisão com um automóvel (carro), pick up ou caminhonete – 8,2% (Fonte: DATASUS – Ministério da Saúde 2006)

40 PASSAGEIRO DE VEÍCULO – PREVENÇÃO Uso de cadeiras e assentos de segurança ( até 7 anos e meio) certificados e apropriados ao tamanho e ao peso da criança; Instalá-la de acordo com as instruções do manual; Até 10 anos – sentar no banco traseiro; Usar a cadeira mesmo em pequenas distâncias; Estudos americanos mostram que cadeiras de segurança para crianças, quando instaladas e usadas corretamente, diminuem os riscos de morte em até 71% em caso de acidente

41 PASSAGEIRO DE VEÍCULO - PREVENÇÃO NUNCA deixe a criança sozinha dentro do carro; Antes de trancar o carro, certifique-se de que as chaves estão com você e deixe-as longe do alcance da criança; Trave as portas e os vidros elétricos traseiros; Mantenha os bancos de trás travados para impedir que a criança entre no porta-malas por dentro do carro.

42 QUEDAS – TIPOS Queda sem especificação – 31,1% Queda de/ou para fora de edifícios ou outras estruturas – 20% Outras quedas de um nível a outro – 15,5% Outras quedas no mesmo nível – 10% Queda de um leito – 6,6% Queda enquanto estava sendo carregado ou apoiado por outras pessoas – 5,5% Queda em ou de escadas ou degraus – 5,5% (Fonte: DATASUS – Ministério da Saúde 2006)

43 QUEDAS - PREVENÇÃO Crianças devem brincar em locais seguros. Escadas, sacadas e lajes não são lugares para brincar; Use portões de segurança no topo e no pé das escadas; Instale grades ou redes de proteção nas janelas, sacadas e mezaninos; Crianças com menos de 6 anos não devem dormir em beliches; Uso de capacete para andar de bicicleta, skate ou patins – reduz risco de lesões na cabeça em até 85%.

44 QUEIMADURAS COM FOGO Exposição a tipo não especificado de fumaça, fogo ou chamas – 72% Exposição a fogo não controlado em um edifício ou outro tipo construção – 24% Exposição combustão de substância muito inflamável – 2,6% Exposição a fogo controlado fora de um edifício ou outro tipo construção – 1,3% (Fonte: DATASUS – Ministério da Saúde 2006 )

45 QUEIMADURA COM FOGO - PREVENÇÃO Manter as crianças longe da cozinha e do fogão; Não deixe as crianças brincarem por perto quando você estiver passando roupa nem largue o ferro elétrico ligado sem vigilância; Não deixe fósforos, isqueiros e outras fontes de energia ao alcance das crianças; Guarde todos os líquidos inflamáveis fora da casa e trancados longe do alcance das crianças; Durante o incêndio, arrastar-se embaixo da fumaça evita intoxicação;

46 QUEIMADURA COM FOGO - PREVENÇÃO Se pegar fogo nas roupas da criança pare, faça-a cair no chão e rolar de um lado para o outro rapidamente para extinguir as chamas; São mais vulneráveis à queimadura: pele mais fina; sofrem queimaduras a temperaturas mais baixas e mais rápido que atinge maior profundidade e maior superfície do corpo; têm habilidade reduzida para escapar do perigo.

47 AMBIENTE SEGURO De 5 a 10 anos

48 DNPM De 5 a 10 anos Salta alternadamente sobre cada pé; Fala sem articulação infantil; Veste-se sozinha; Indaga e pergunta o significado das palavras; Boa performance na coordenação motora fina; Boa Coordenação motora grossa, dinâmica corporal, postura e equilíbrio; Boa função perceptual (Esquema corporal) – sabem nomear partes do corpo em si sem dificuldade, assim como realizar desenhos da figura humana; Boa memória visual e tátil; Boa concentração; Diferenciação da esquerda e direita; Consegue adiar a realização de um desejo em virtude da aceitação e compreensão das proibições.

49 Morta- lidade 1º Posto 2º Posto 3º Posto 4º Posto 5º Posto 6º Posto 5 a 10 anos AtropelamentoAfogamento Passageiro de Veículo QuedaSufocação Ciclistas e Queimadura com fogo Hospitali- zações 1º Posto 2º Posto 3º Posto 4º Posto 5º Posto 6º Posto 5 a 10 anos QuedaAtropelamento Choque Elétrico Ciclista Envenenam ento por plantas e animais Passageiro de Veículos PRINCIPAIS ACIDENTES

50 INTERNAÇÕES POR ANO SEGUNDO GRUPO DE CAUSAS NO PERÍODO DE 2003 A 2007 – DE 5 A 9 ANOS – VALORES ABSOLUTOS GRUPO DE CAUSAS Total Quedas Afogamento e submersão acidentais Exposição à corrente elétrica, radiação, temperatura e pressão extremas Exposição à fumaça, ao fogo e às chamas Contato com fonte de calor e substâncias quentes Contato animais e plantas venenosos Lesões autoprovocadas voluntariamente Agressões Total (Fonte: DATASUS – Ministério da Saúde 2006)

51 INTERNAÇÕES POR ANO SEGUNDO GRUPO DE CAUSAS NO PERÍODO DE 2003 A 2007 – DE 5 A 9 ANOS – PORCENTAGEM (Fonte: DATASUS – Ministério da Saúde 2006) GRUPO DE CAUSAS Total Quedas80,43%78,51%79,89%78,75%79,36%79,39% Afogamento e submersão acidentais0,21%0,22%0,29%0,48%0,43%0,32% Exposição à corrente elétrica, radiação, temperatura e pressão extremas 6,89%7,42%6,97%7,55%7,81%7,33% Exposição à fumaça, ao fogo e às chamas 3,07%3,42%3,04%3,32%2,92%3,15% Contato com fonte de calor e substâncias quentes 3,35%4,01%3,54% 2,80%3,45% Contato animais e plantas venenosos2,67%2,77%2,62%2,49%2,61%2,63% Lesões autoprovocadas voluntariamente 0,75%0,61%0,55%0,56%0,50%0,60% Agressões2,62%3,04%3,10%3,30%3,57%3,12%

52 ÓBITOS POR ANO SEGUNDO GRUPO DE CAUSAS NO PERÍODO DE 2003 A 2007 – DE 5 A 9 ANOS – VALORES ABSOLUTOS (Fonte: DATASUS – Ministério da Saúde 2006) GRUPO DE CAUSAS Total Quedas Afogamento e submersão acidentais Exposição à corrente elétrica, radiação, temperatura e pressão extremas Exposição à fumaça, ao fogo e às chamas Contato com fonte de calor e substâncias quentes Contato animais e plantas venenosos Lesões autoprovocadas voluntariamente Agressões Total

53 ÓBITOS POR ANO SEGUNDO GRUPO DE CAUSAS NO PERÍODO DE 2003 A 2007 – DE 5 A 9 ANOS – VALORES ABSOLUTOS (Fonte: DATASUS – Ministério da Saúde 2006) GRUPO DE CAUSAS Total Quedas 56,10%58,18%53,27%51,82%53,26%54,61% Afogamento e submersão acidentais 4,07%1,82%3,74%4,55%2,17%3,32% Exposição à corrente elétrica, radiação, temperatura e pressão extremas 10,57%8,18%4,67%9,09%8,70%8,30% Exposição à fumaça, ao fogo e às chamas 7,32%13,64%13,08%12,73%13,04%11,81% Contato com fonte de calor e substâncias quentes 4,07%1,82%6,54%0,91%3,26%3,32% Contato animais e plantas venenosos 6,50%1,82%3,74%4,55%3,26%4,06% Lesões autoprovocadas voluntariamente 0,00%1,82%0,00%0,91%0,00%0,55% Agressões 11,38%12,73%14,95%15,45%16,30%14,02%

54 AMBIENTE SEGURO De 10 a 19 anos

55 comigo nada acontece eram jovens de 10 aos 19 anos Isto é 70,1% de todas as mortes desses jovens Sexo masculino: 82%

56 As duas principais causas de mortalidade externas específicas são os acidentes de trânsito e os homicídios. Juntas, elas perfizeram 50,1% de todas as causas de na faixa etária de 10 aos 19 anos, no ano de 1998.(75% em 2005) DADOS INTRODUTÓRIOS

57 Volta do álcool líquido aumenta em 50% casos de queimaduras Midiamax junho/2009 No ano de 2006, 366 crianças morreram e mais de 16 mil foram hospitalizadas vítimas de queimaduras, segundo o Ministério da Saúde, no Brasil. De acordo com a OMS (Organização Mundial da Saúde), cerca de 320 mil crianças morrem por ano, vítimas deste acidente. A grande maioria das mortes acontece em países em desenvolvimento. O custo médio diário dos gastos da saúde pública com queimaduras varia de U$ 3 mil a U$ 5 mil.

58 Chão cede durante baile funk e mais de 70 ficam feridos. Adolescentes são suspeitos de roubar carro de concessionária em SP Segundo a polícia, um menino de 10 anos estava dirigindo o veículo. Jovens teriam pulado muro e quebrado portão para sair com o carro. Guerra de espadas deixa mais de 160 feridos em Cruz das Almas A Tarde On Line - 24/06/2009 NOTÍCIAS

59 Adolescente mata amigo com tiro acidental no Rio Do Diário OnLine Adolescente rouba carro e cai com veículo em lago no Paraná Paranaweb 29/06/09 ACIDENTE CINCO PESSOAS MORREM ATROPELADAS EM BANGU O GLOBO 28/06 NOTÍCIAS Ipod salva adolescente britânica atingida por raio, diz jornal G1.com.br - 19/06/2009

60 NOTÍCIAS Adolescente morre eletrocutada quando navegava pela internet O Tempo - 18/06/2009 Polícia investiga queda do 4° andar Diário Catarinense - 23/06/2009 Jovem que teve pé dilacerado por trem continua internado no HC Jornal da Cidade - Baurú - 09/06/2009 Ciclistas na contra-mão batem em fusca Barbacena On Line - 22/06/

61 NOTÍCIAS Criança e encontrada morta com uma corda no pescoço paraiba.com.br - 28/06/2009 Grande SP estuda adotar o toque de recolher para adolescentes Além de Fernandópolis, Itapura e Ilha Solteira, no interior paulista, 13 comarcas de 7 Estados limitaram circulação ESTADÃO - 28 junho

62 PROPORÇÃO DE INTERNAÇÕES HOSPITALARES (SUS) POR CAUSAS EXTERNAS EM 2006 – 10 A 19 ANOS

63 GRUPO DE DOENÇAS NORTE NORDESTE SUDESTE SUL CENTRO- OESTE TOTAL Quedas31,0334,4947,7345,5838,0941,22 Acidentes de transporte7,6218,7720,9311,5717,2017,07 Intoxicação3,652,052,292,113,252,43 Agressões5,158,095,504,574,135,88 Lesões autoprovocadas voluntariamente 1,230,641,650,420,581,05 Demais causas externas 51,3235,9621,9035,7436,7532,24 PROPORÇÃO DE INTERNAÇÕES HOSPITALARES (SUS) POR CAUSAS EXTERNAS EM 2006 – 10 A 19 ANOS

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70 O maior gasto médio de internação foi por acidentes de transporte (R$ 614,63), seguido das agressões (R$ 594,90). As lesões que representaram maior gasto médio foram as fraturas de pescoço (R$ 1.191,42) e traumatismo intracraniano (R$ 1.000,44). As internações com maior custo-dia foram fraturas do crânio e dos ossos da face (R$ 166,72) e traumatismo intra-abdominal (R$ 148,26).

71 MELIONE, Luís Paulo Rodrigues e MELLO-JORGE, Maria Helena Prado de. Gastos do Sistema Único de Saúde com internações por causas externas em São José dos Campos, São Paulo, Brasil. Cad. Saúde Pública [online]. 2008, vol.24, n.8

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73 O ADOLESCENTE (Síndrome da Adolescência Normal) O ADOLESCENTE (Síndrome da Adolescência Normal)

74 Idade em que um sistema de valores e crenças se enquadra numa identidade estabelecida A busca por uma identidade única A dualidade entre o amadurecimento do corpo e amadurecimento psicológico, frequentemente causa certa susceptibilidade

75 Universidade da Califórnia e Instituto Nacional de Saúde Mental

76 conhecimento das discrepâncias entre o real e o possível conceito do adolescente sobre si e sobre os outros assunção de papeis e pensamentos Sprinthall e Colins 1999

77 Dificuldades de adaptação e de estabelecimento de relações interpessoais sentidas pelos adolescentes revelam transições deficientes para padrões de raciocínio mais avançadoDificuldades de adaptação e de estabelecimento de relações interpessoais sentidas pelos adolescentes revelam transições deficientes para padrões de raciocínio mais avançado Inicio do autocomprensãoInicio do autocomprensão EgocentrismoEgocentrismo

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80 ALTERAÇÕES QUE SUCEDEM NAS DIFERENTES ETAPAS DA ADOLESCÊNCIA

81 A.A puberdade ou adolescência inicial (11 a 14 anos) - Nasce a intimidade (o despertar do próprio "eu"). - Crise de crescimento físico, psíquico e maturação sexual. - Conhece pela primeira vez as suas limitações e fraquezas, e sente-se indefeso perante elas. - Desequilíbrio nas emoções - "Não sintoniza" com o mundo dos adultos. - Refugia-se

82 B) A adolescência média (13 a 17 anos) -Descoberta consciente do "eu", -Costumam ter imensas amizades. Surge o "primeiro amor". - A timidez é característica desta fase. - Conflito interior ou da personalidade. - Comportamentos negativos,.

83 C)A adolescência superior (16 a 22 anos) -Começa a compreender-se e a encontrar-se - Superação da timidez. - É mais sereno na sua conduta. Mostra-se menos vulnerável às dificuldades. - Tem maior autodomínio. - Começa a projetar a sua vida. Tomar decisões: futuro, estudos...

84 RESUMINDO O QUE CAMPINHO NÃO CONSEGUIU PASSAR Mudanças físicas repentinas, Expectativas próprias, da família e da sociedade Temor do fracasso Valores aprendidos na família contrastados com o de grupo de companheiros O despertar da sexualidade Mundo interno contraditório

85 Mundo exterior também contraditório – Ambiente familiar desorganizado – Desigualdades sociais – Mídia apelativa para consumismo e pseudovalores da vida

86 Adolescência período de risco para ingresso no uso de substancias psico ativas como álcool e drogas. Por que? – Experimentar o novo – Buscar novas emoções e desafios

87 Para que? – Encontrar resposta para seu viver – UNESCO : estudantes começam a beber por curiosidade, pelo desejo de inclusão social, para esquecer problemas e para ter coragem nas paqueras. Na elaboração de sua identidade o adolescente pode perceber que as drogas licitas e ilicitas pode amenizar momentos de angústias e interferir na elaboração da busca do novo sentido de si mesmo.

88 PORÉM... Pode transformar o consumo de álcool e drogas como parte da busca de seu sentido de vida e de ser-no-mundo Tornar o álcool e as drogas indispensável na elaboração da sua crise

89 CONSEQUÊNCIAS Fisiológicas – Inalantes – neuropatia periférica, ototoxicidade, encefalopatia, lesões renais, pulmonares, hepáticas e no sistema hematopoiético. Morte durante intoxicações por asfixia, arritmias cardiacas – Cocaína e anfetaminas Intoxicação pode causar crises convulsivas, isquemias cardíaca e cerebral Piora no desempenho em tarefas que exigem integridade de funções cognitivas

90 CONSEQUÊNCIAS – Alucinógenos Intoxicação causa quadros delirantes e alucinatórios aumentando o risco de acidentes – Álcool Intoxicação hepática, coma alcoólico, hipoglicemia. Além de diversos acidentes com carros, quedas, queimaduras.

91 DIFÍCIL PREVENÇÃO Maioria dos adolescentes que procura ajuda a serviços de saúde apresenta queixas mal definidas Além disso: Levantamento com médicos evidencia despreparo para lidar com a maioria dos problemas socias ou emocionais, no que diz respeito à saúde juvenil

92 1º PASSO Adequar o contato com uma entrevista afetiva, ativa, objetiva e clara Anamnese livre Investir na capacitação destes profissionais

93 O resto é com vocês!

94 *Houaiss Dicionário da Língua Portuguesa Inesperado, mas não imprevisível !

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96 Responsabilidade, você é responsável pelas suas atitudes Logo:

97 É importante que se cumpram as normas do Novo Código Nacional de Trânsito Respeitar a faixa de pedestre; Respeitar limites de velocidade Estar habilitado Não falar no celular Uso obrigatório do cinto de segurança;

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100 Mama estava no CEMA e na hora de ir embora sai dando cavalinho de pau e bati num Astra, depois como estava chovendo muito e eu tinha bebido, furei o pneu no acostamento na Rua Angélica, mas não se preocupe, aquela vez que capotei o BUG estava muito mais bêbado, dessa vez nem me machuquei - Mas e esse dente e esse rosto!?! - Não, mama, o dente quebrei quando um amigo pulou em mim, e esse ralado no rosto foi quando eu fui abraçar um outro amigo. Mas filho.... Não mama, pode deixa ponho a mão no teto pra não dormir, tchau!!!!

101 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 1.Relatório Institucional: Criança Segura 2007 – 2.Azevedo M. A. ; Guerra V, Infância e Violência Doméstica : fronteira do conhecimento, Farinatti F ; Biazus D ; Borges Leite M ; Pediatria Social - A criança Maltratada, Artigo Original: Avaliação de funções psicomotoras de crianças entre 6 e 10 anos de idade – 5.Artigo Original: Violência na infância - Aspectos clínicos www.datasus.gov.brwww.datasus.gov.br 7.http://www.wgate.com.br/conteudo/medicinaesaude/fisioterapia/neuro/desenv_motor_oc tavio.htmhttp://www.wgate.com.br/conteudo/medicinaesaude/fisioterapia/neuro/desenv_motor_oc tavio.htm 8.http://www.hospvirt.org.br/enfermagem/port/acidente.htm 9.http://www.wgate.com.br/conteudo/medicinaesaude/fisioterapia/neuro/desenv_motor_oc tavio.htmhttp://www.wgate.com.br/conteudo/medicinaesaude/fisioterapia/neuro/desenv_motor_oc tavio.htm 10.http://saudedacrianca.org.br/cis/normas/desenvolvimento_da_crianca.pdfhttp://saudedacrianca.org.br/cis/normas/desenvolvimento_da_crianca.pdf


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