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O amor não é apenas uma troca de necessidades. Esta é a sua forma ilusória. Ele é um sentimento aquém da necessidade de senti-lo ou em nome da qual.

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Apresentação em tema: "O amor não é apenas uma troca de necessidades. Esta é a sua forma ilusória. Ele é um sentimento aquém da necessidade de senti-lo ou em nome da qual."— Transcrição da apresentação:

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3 O amor não é apenas uma troca de necessidades. Esta é a sua forma ilusória. Ele é um sentimento aquém da necessidade de senti-lo ou em nome da qual (necessidade) a pessoa o sente. O amor não é apenas uma troca de necessidades. Esta é a sua forma ilusória. Ele é um sentimento aquém da necessidade de senti-lo ou em nome da qual (necessidade) a pessoa o sente.

4 A água de uma fonte existe a despeito da sede de quem vai bebê-la ou, sôfrego, se atira à ela. Ela existe. Ela é: flui. É dádiva e entrega. Sempre. Já a sede, é uma necessidade do homem que valoriza a água. Assim é o amor. A água de uma fonte existe a despeito da sede de quem vai bebê-la ou, sôfrego, se atira à ela. Ela existe. Ela é: flui. É dádiva e entrega. Sempre. Já a sede, é uma necessidade do homem que valoriza a água. Assim é o amor.

5 Quando o amor existe é aquém e além da sede (necessidade) de quem o procura. Existe porque brota e vive, inexplicável, puro e fluido como a fonte. Ele flui. Independe da necessidade de amar. Não é a fome. É a vontade de comer. Quando o amor existe é aquém e além da sede (necessidade) de quem o procura. Existe porque brota e vive, inexplicável, puro e fluido como a fonte. Ele flui. Independe da necessidade de amar. Não é a fome. É a vontade de comer.

6 Todavia, por razões culturais, psicológicas, autodefensivas, etc., as pessoas tratam primeiro de atender às suas necessidades. É tão poderosa essa força, que quase sempre é impregnada de afeto (componente do amor), e, por isso, é confundida com o amor. A necessidade também bebe água na fonte do amor. Mas não é a fonte. Todavia, por razões culturais, psicológicas, autodefensivas, etc., as pessoas tratam primeiro de atender às suas necessidades. É tão poderosa essa força, que quase sempre é impregnada de afeto (componente do amor), e, por isso, é confundida com o amor. A necessidade também bebe água na fonte do amor. Mas não é a fonte.

7 Passada a necessidade, ou alterada as causas que a geravam, as pessoas se defrontam com o que são e com o que sentem e às vezes descobrem que foi fome, sede, atração, cansaço, medo, gratidão, esperança, ambição, amizade, solução de problemas outros, espírito de aventura, travessura, ânsias de sair de casa, várias coisas importantes, necessidades verdadeiras e válidas, porém não amor. Passada a necessidade, ou alterada as causas que a geravam, as pessoas se defrontam com o que são e com o que sentem e às vezes descobrem que foi fome, sede, atração, cansaço, medo, gratidão, esperança, ambição, amizade, solução de problemas outros, espírito de aventura, travessura, ânsias de sair de casa, várias coisas importantes, necessidades verdadeiras e válidas, porém não amor.

8 O difícil de observar durante (depois sempre fica mais fácil mas já aí as conseqüências estão patentes) é que nossas principais necessidades não aparecem como tal, e sim como se fossem características, maneiras de ser. O difícil de observar durante (depois sempre fica mais fácil mas já aí as conseqüências estão patentes) é que nossas principais necessidades não aparecem como tal, e sim como se fossem características, maneiras de ser. Nossas características são uma espécie de sintoma das nossas necessidades, e nos fazem, às vezes, viver na ilusão de que constituem essências do nosso ser. Nossas características são uma espécie de sintoma das nossas necessidades, e nos fazem, às vezes, viver na ilusão de que constituem essências do nosso ser.

9 Parece-me, porém, que a diferença reside no seguinte: podemos não saber quando é necessidade. Mas quando é amor sempre sabemos. Porque o amor pré-existe e pós-existe a todas as tolices que fazemos com ele. Parece-me, porém, que a diferença reside no seguinte: podemos não saber quando é necessidade. Mas quando é amor sempre sabemos. Porque o amor pré-existe e pós-existe a todas as tolices que fazemos com ele.

10 Durante a vigência de um sentimento, devemos aprender a distinguir se é amor ou necessidade. Sei que não é fácil pois trata-se de um enigma de difícil elucidação. Durante a vigência de um sentimento, devemos aprender a distinguir se é amor ou necessidade. Sei que não é fácil pois trata-se de um enigma de difícil elucidação.

11 Já a necessidade é menos doadora. Uma vez satisfeita, ela acaba. E se insatisfeita, reclama, esperneia e acaba por desistir. No caso da necessidade, o sentimento só permanece se tiver a esperança de vir a ser satisfeito. Insatisfeito ele acaba por se cansar e cessa. Já a necessidade é menos doadora. Uma vez satisfeita, ela acaba. E se insatisfeita, reclama, esperneia e acaba por desistir. No caso da necessidade, o sentimento só permanece se tiver a esperança de vir a ser satisfeito. Insatisfeito ele acaba por se cansar e cessa.

12 Amor e necessidade devem conviver, não como entidades à parte e antagônicas, mas como importantes paralelas da arte de viver. É discernir. Sim aprender a discernir no meio da escuridão do nosso complexo interior. Amor e necessidade devem conviver, não como entidades à parte e antagônicas, mas como importantes paralelas da arte de viver. É discernir. Sim aprender a discernir no meio da escuridão do nosso complexo interior.

13 Créditos: Texto: Artur da Távola Imagens: Internet Música: Ernesto Cortazar – Secrets of my heart Formatação: Beth Norling GRUPO SINTONIA ELEVADA Clique aqui para receber novas mensagens gratuitamente Clique aqui para receber novas mensagens gratuitamente


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