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Felipe Teles de Arruda Estudante do 3º ano de medicina pela Universidade Anhembi Morumbi Felipe Teles de Arruda

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Apresentação em tema: "Felipe Teles de Arruda Estudante do 3º ano de medicina pela Universidade Anhembi Morumbi Felipe Teles de Arruda"— Transcrição da apresentação:

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2 Felipe Teles de Arruda Estudante do 3º ano de medicina pela Universidade Anhembi Morumbi Felipe Teles de Arruda Estudante do 3º ano de medicina pela Universidade Anhembi Morumbi Virologia Básica Fabiana Marie-Ellen Campos Führer Fisioterapêuta pela Universidade São Marcos, RPGista pelo Instituto Philippe Souchard e Estudante do 4º ano de medicina pela Universidade Anhembi Morumbi. Fabiana Marie-Ellen Campos Führer Fisioterapêuta pela Universidade São Marcos, RPGista pelo Instituto Philippe Souchard e Estudante do 4º ano de medicina pela Universidade Anhembi Morumbi.

3 Definição Ramo da Microbiologia que estuda o comportamento viral

4 Temas Abordados Estrutura viral. Replicação viral. Classificações dos vírus. Doenças causadas pelos vírus; Formas de imunização contra os vírus Terapias e vacinas virais; Estrutura viral. Replicação viral. Classificações dos vírus. Doenças causadas pelos vírus; Formas de imunização contra os vírus Terapias e vacinas virais;

5 Vírus – latin = veneno Um Caso à Parte

6 Descobertos a partir de plantas de fumo com mosaico (TMV) Mayer Holanda

7 Transmissão do mosaico do fumo por meio de injeção de extrato de planta doente em planta sadia. Propõe que a doença é causada por fungo ou bactéria, mas não consegue isolar o agente etiológico. Ivanowski - Rússia, 1892 Repete o experimento de Mayer, porém filtra o extrato de planta infectada em filtro de porcelana, capaz de reter bactérias Filtrado transmite a doença Beijerinck - Holanda, 1898 Repete o experimento de Ivanowski, com os mesmos resultados Propõe que o mosaico do fumo é causado por um agente distinto de fungos e bactérias Contagium vivum fluidum (fluido vivo contagioso) – vírus 1900: agentes filtráveis causadores da doença do mosaico tabaco e outras doenças – vírus (veneno); 1935: Primeiro relato de visualização do vírus do mosaico do tabaco (ME).

8 Wendel Stanley - EUA,1935 Purificação de uma proteína com as propriedades do vírus do mosaico do fumo Prêmio Nobel de Química, 1946 Frederic Bawden e Willian Pirie -Inglaterra, 1937 Purificação do TMV e determinação de sua constituição química G.A. Kausche, Alemanha, 1939 Desenvolvimento do primeiro microscópio eletrônico de transmissão Primeira eletromicrografia: TMV Definição (Mathews, 1991): conjunto formado por uma ou mais moléculas de ác. nucléico envolto por uma capa de proteína capaz de mediar sua própria replicação somente em um hospedeiro vivo

9 Conceito Partículas infecciosas de tamanho pequeno e composição simples que multiplicam-se somente em células vivas (animais, plantas, insetos, peixes, bactérias, etc). Os vírus são parasitas intracelulares obrigatórios e metabolicamente inertes quando não estão associados à célula, mas utilizam-se dos processos metabólicos celulares para sua reprodução. As infecções virais ocorrem devido aos efeitos produzidos pela interação entre o vírus e a célula hospedeira Partículas infecciosas de tamanho pequeno e composição simples que multiplicam-se somente em células vivas (animais, plantas, insetos, peixes, bactérias, etc). Os vírus são parasitas intracelulares obrigatórios e metabolicamente inertes quando não estão associados à célula, mas utilizam-se dos processos metabólicos celulares para sua reprodução. As infecções virais ocorrem devido aos efeitos produzidos pela interação entre o vírus e a célula hospedeira

10 Mas por que classificá-los como seres vivos? Caracteristica Característica básica de qualquer ser vivo: Possuir pelo menos uma célula (unidade básica de formação de um ser vivo) Ser capaz de se intercruzar livremente na natureza, produzindo descendentes férteis Ter a capacidade de fazer a síntese protéica Característica básica de qualquer ser vivo: Possuir pelo menos uma célula (unidade básica de formação de um ser vivo) Ser capaz de se intercruzar livremente na natureza, produzindo descendentes férteis Ter a capacidade de fazer a síntese protéica

11 E por que não classificá-los? Caracteristica. Não possuem características de seres vivos fora da célula. Se assemelham a um mineral, pois fora de um organismo vivo o vírus se torna um cristal. Fora da célula de qualquer indivíduo são inofensivos, ou seja, não são causadores de doenças. Não possuem características de seres vivos fora da célula. Se assemelham a um mineral, pois fora de um organismo vivo o vírus se torna um cristal. Fora da célula de qualquer indivíduo são inofensivos, ou seja, não são causadores de doenças

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14 Microscopia Eletrônica

15 Microscopia eletrônica associada à computação gráfica

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22 Molécula de DNA Molécula de RNA Capsômeros do capsídeo Envelope viral Peplômeros (espículas) Fibras

23 Vírus icosaédricos não-envelopados Vírus do papiloma humano Vírus do papiloma humano (HPV) (família: Papillomaviridae)Papillomaviridae Vírus icosaédricos não-envelopados estão entre os mais comuns. Eles possuem genomas constituídos por dsDNA, ssDNA, dsRNA ou (+)ssRNA. São capazes de infectar organismos de todos os grupos de seres vivos, com exceção de Archaea.Archaea Possuem diâmetro que varia de 18 a 60 ηm, compreendendo os menores vírus conhecidos.

24 Molécula de DNA Molécula de RNA Capsômeros do capsídeo Envelope viral Peplômeros (espículas) Fibras

25 Vírus icosaédricos envelopados Pseudorabies virus (PRV) (família: Herpesviridae) Vírus icosaédricos envelopados possuem material genético formado por dsDNA, dsRNA, ou (+)ssRNA. As partículas virais destes vírus possuem diâmetro que varia de 42 a 200 η m. [8] Vírions icosaédricos envelopados são pouco comuns entre os vírus de animais, sendo observados principalmente nas famílias Arteriviridae, Flaviviridae, Herpes viridae ou Togaviridae. Nenhum vírus de plantas conhecido possui esta estrutura de partícula viral. [9] [8]ArteriviridaeFlaviviridaeHerpes viridaeTogaviridae [9]

26 Molécula de DNA Molécula de RNA Capsômeros do capsídeo Envelope viral Peplômeros (espículas) Fibras

27 Vírus helicoidais não-envelopados Vírus do mosaico do tabaco (TMV) (família: Virgaviridae)Virgaviridae Partículas virais helicoidais não-envelopadas são mais comuns entre vírus que infectam plantas, os quais possuem genoma de ssRNA. [10] Esta é a morfologia do vírus do mosaico do tabaco (TMV), um dos objetos de estudo mais clássicos da virologia, sendo o primeiro vírus a ser descoberto. [11] Além dos vírus de plantas, as famílias Inoviridae (ssDNA) e Rudiviridae (dsDNA), que infectam bactérias e archaea, respectivamente, também possuem esta morfologia. Vírus helicoidais não-envelopados tem estrutura em forma de bastão rígido (ver esquema à esquerda), ou de filamento sinuoso (semelhantes ao nucleocapsídeo do esquema abaixo). O comprimento dos vírions varia de 46 η m (para bastões) a 2200 η m (em partículas filamentosas). [8] [10]vírus do mosaico do tabaco [11]InoviridaeRudiviridae [8]

28 Molécula de DNA Molécula de RNA Capsômeros do capsídeo Envelope viral Peplômeros (espículas) Fibras

29 Vírus helicoidais envelopados Vírus do estomatite vesicular (VSV) (família: Rhabdoviridae) A morfologia helicoidal envelopada é encontrada principalmente entre vírus (-)ssRNA, entre os quais se encontram muitos agentes etiológicos de doenças humanas conhecidas, como: sarampo (Paramyxoviridae), gripe(Orthomyxovi ridae), raiva (Rhabdoviridae), ebola (Filoviridae), hanta virose (Bunyaviridae), febre de Lassa (Arenaviridae). Porém, existem exemplos de vírus com esta conformação que contém material genético composto por dsDNA e (+)ssRNA. Vírus helicoidais envelopados possuem comprimento variando de 60 a 1950 η m. Estes vírus podem apresentar formato esférico, filamentoso ou de "bala de revólver" (imagem à direita). [8]vírus (-)ssRNAsarampoParamyxoviridaegripeOrthomyxovi ridaeraivaRhabdoviridaeebolaFiloviridaehanta viroseBunyaviridaefebre de LassaArenaviridae [8]

30 Molécula de DNA Molécula de RNA Capsômeros do capsídeo Envelope viral Peplômeros (espículas) Fibras

31 Vírus complexos Synechococcus Phage S-PM2(família: Myoviridae) O exemplo mais conhecido de vírus de morfologia complexa são os bacteriófagos (ou simplesmente, fagos). O fagos possuem partícula viral composta por uma "cabeça" (capsídeo), de simetria icosaédrica, e uma cauda helicoidal. A cabeça é isométrica ou alongada ( η m de diâmetro), e a cauda pode ser longa e contrátil (Myoviridae: η m), longa não-contrátil (Siphoviridae: η m), ou curta não- contrátil (Podoviridae: 17 η m). Na extremidade da cauda frequentemente são encontradas fibras protéicas que medeiam o contato vírus- célula. [12][13] Fagos infectam exclusivamente bactérias ou archaea [8] e todos possuem genoma constituído por dsDNA. [5] Além dos fagos, existem outras famílias virais que possuem vírions com características que contrastam com as morfologias mais usuais, tais como as ilustradas anteriormente. Entre estas famílias estão: Baculoviridae,Reoviridae e Poxviridae. [4]bacteriófagosMyoviridaeSiphoviridaePodoviridae [12][13] [8] [5]BaculoviridaeReoviridaePoxviridae [4]

32 BACTÉRIAS VÍRUS Bactérias típicas Riquétsias / Clamídias Parasita intracelular -++ Membrana plasmática ++- Fissão binária ++- Passagem através de filtros bacteriológicos -- / ++ DNA e RNA em ambos ++- Metabolismo de geração de ATP ++ / -- Ribossomos ++- Sensíveis a antibióticos ++- Sensíveis a interferons --+

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35 Multiplicação de bacteriófagos: Ciclo lítico Ciclo lisogênico Multiplicação de vírus de DNA Multiplicação de vírus de RNA Multiplicação de retrovírus

36 Bacteriofágos Video do ciclo litico e lisogênico

37 Biologia TORTORA. Microbiologia. 6ª edição. Porto Alegre: Artmed. p.827, Ciclo lítico de bacteriófagos T-pares 1.O fago ancora na célula hospedeira; 2.Penetra na célula hospedeira e injeta seu DNA; 3.O DNA do fago conduz a síntese de componentes vitais para a célula hospedeira; 4.Os componentes vitais são montados formando os vírions; 5.A célula hospedeira sofre lise, liberando novos vírions.

38 Biologia TORTORA. Microbiologia. 6ª edição. Porto Alegre: Artmed. p.827, Ciclo lisogênico de um bacteriófago em E. coli

39 Fusão Injeção Englobamento

40 EstágioBacteriófagosVírus animais Adsorção As fibras da cauda ancoram nas proteínas da parede celular Os sítios de ancoragem são proteínas da membrana plasmática e glicoproteínas Penetração O DNA viral é injetado dentro da célula hospedeira O capsídeo entra por endocitose ou por fusão Decapsidação DesnecessárioRemoção enzimática da proteína do capsídeo Biossíntese No citoplasmaNo núcleo (vírus de DNA) ou no citoplasma (vírus de RNA) Infecção crônica LisogeniaLatência; infecções virais lentas; cancêr Liberação Lise da célula hospedeiraOs vírus envelopados brotam, os não envelopados rompem a membrana plasmática

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42 Vírus são classificados em sete grupos arbitrários: I: DNA dupla fita (Adenovirus; Herpesvirus; Poxvirus, etc) II: DNA simples fita de senso positivo (Parvovirus) III: RNA dupla fita(Reovirus; Birnavirus) IV: RNA simples fita de senso positivo (Picornavirus; Togavirus, Flavivírus) V: RNA simples fita de senso negativo (Orthomixovirus, Rhabdovirus, etc) VI: RNA simples fita de senso positivo com um ciclo intermediário de replicação DNA (Retrovirus) VII: DNA dupla fita com um intermediário de RNA (Hepadnavirus) Vírus são classificados em sete grupos arbitrários: I: DNA dupla fita (Adenovirus; Herpesvirus; Poxvirus, etc) II: DNA simples fita de senso positivo (Parvovirus) III: RNA dupla fita(Reovirus; Birnavirus) IV: RNA simples fita de senso positivo (Picornavirus; Togavirus, Flavivírus) V: RNA simples fita de senso negativo (Orthomixovirus, Rhabdovirus, etc) VI: RNA simples fita de senso positivo com um ciclo intermediário de replicação DNA (Retrovirus) VII: DNA dupla fita com um intermediário de RNA (Hepadnavirus)

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46 RNA -> RNA RNA polimerase dependente de RNA RNA -> DNA DNA polimerase dependente de RNA transcriptase reversa DNA polimerase dependente de RNA transcriptase reversa

47 Vai direto para a tradução EXEMPLOS PICORNAVIRUS (Ex: Poliovírus) TOGAVIRUS (Ex: Rubéola) FLAVIVIRUS (Ex: Dengue) RETROVÍRUS Ex: HIV Vai direto para a tradução EXEMPLOS PICORNAVIRUS (Ex: Poliovírus) TOGAVIRUS (Ex: Rubéola) FLAVIVIRUS (Ex: Dengue) RETROVÍRUS Ex: HIV

48 Precisa de tradução Exemplos: família Rhabdovirus ( Vírus da estomatite vesicular; vírus rábico ) família Paramixovirus ( PARAINFLUENZA, CAXUMBA, SARAMPO, VÍRUS RESPIRATÓRIO SINCICIAL ) família Filovirus Precisa de tradução Exemplos: família Rhabdovirus ( Vírus da estomatite vesicular; vírus rábico ) família Paramixovirus ( PARAINFLUENZA, CAXUMBA, SARAMPO, VÍRUS RESPIRATÓRIO SINCICIAL ) família Filovirus

49 Necessitam que a Transcriptase reversa transforme o RNA em DNA para então começar a replicação.

50 O maquinário da célula é comprometido e ela produz células virais.

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54 Amplo espectro Inibição completa da replicação Toxicidade mínima Deve atingir o alvo sem interferir com o sistema imune do hospedeiro Atividade frente a mutantes resistentes Hidrossolúvel Estabilidade química e metabólica Facilidade de absorção (apolar) Amplo espectro Inibição completa da replicação Toxicidade mínima Deve atingir o alvo sem interferir com o sistema imune do hospedeiro Atividade frente a mutantes resistentes Hidrossolúvel Estabilidade química e metabólica Facilidade de absorção (apolar) Terapia antiviral Não deve ser: Tóxico Carcinogênico Alergênico Mutagênico Teratogênico Não deve ser: Tóxico Carcinogênico Alergênico Mutagênico Teratogênico

55 1.Ciclo de replicação viral 2.Adsorção do vírus na célula 3.Penetração do vírus e desnudamento 4.Replicação dos componentes virais 5.Maturação, montagem e liberação do vírus 1.Ciclo de replicação viral 2.Adsorção do vírus na célula 3.Penetração do vírus e desnudamento 4.Replicação dos componentes virais 5.Maturação, montagem e liberação do vírus

56 Ação direta: virucidas ou com ação em etapas da replicação viral Ação indireta: estimulam o mecanismo de defesa do hospedeiro (imunomoduladores) Ação direta: virucidas ou com ação em etapas da replicação viral Ação indireta: estimulam o mecanismo de defesa do hospedeiro (imunomoduladores)

57 Anti-herpéticos: aciclovir, cidofovir, docosanol, famciclovir, foscarnet, fomivirsen, ganciclovir, idoxuridina, penciclovir, trifluridina, brivudina, valaciclovir, valganciclovir, vidarabina Antiinfluenza: amantadina, oseltamivir, rimantadina, zanamivir, peramivir Análogo de nucleosídeo: zidovudina, didanosina, estavudina, zalcitabina, lamivudina, entricitabina, abacavir Não análogo de nucleosídeo: nevirapina, efavirenz, delavirdina Análogo de nucleotídeo: tenofovir, adefovir Inibidores de proteases: saquinavir, indinavir, atazanavir, ritonavir, nelfinavir, amprenavir, lopinavir, tipranavir, darunavir Inibidores de fusão: enfurvitide Inibidores da transcriptase reversa Antiretrovirais Outros: imiquimod, interferons, ribavirina Anti-hepatite: adefovir, lamivudina, entricitabina

58 inibidores de transcriptase reversa análogos de nucleosídeos: atuam na enzima transcriptase reversa, incorporando-se à cadeia de DNA que o vírus cria. Tornam essa cadeia defeituosa, impedindo que o vírus se reproduza; não análogos de nucleosídeos: bloqueiam diretamente a ação da enzima, sua multiplicação e o desenvolvimento da infestação no organismo ; inibidores de protease: impedem a produção de novas cópias de células infectadas com HIV ; inibidores de fusão: impedem a entrada do vírus na célula. inibidores de transcriptase reversa análogos de nucleosídeos: atuam na enzima transcriptase reversa, incorporando-se à cadeia de DNA que o vírus cria. Tornam essa cadeia defeituosa, impedindo que o vírus se reproduza; não análogos de nucleosídeos: bloqueiam diretamente a ação da enzima, sua multiplicação e o desenvolvimento da infestação no organismo ; inibidores de protease: impedem a produção de novas cópias de células infectadas com HIV ; inibidores de fusão: impedem a entrada do vírus na célula.

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