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Doutor Pedro Augusto O Horizonte 2020 na FMUP [esta apresentação está disponível em

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Apresentação em tema: "Doutor Pedro Augusto O Horizonte 2020 na FMUP [esta apresentação está disponível em"— Transcrição da apresentação:

1 Doutor Pedro Augusto O Horizonte 2020 na FMUP [esta apresentação está disponível em 1

2 Doutor Pedro Augusto Índice Acrónimos Europa Horizon(te) Excellent Science European Research Council Future and Emerging Technologies Marie Sklodowska Curie Research Infrastructures Industrial Leadership Leadership in Enabling and Industrial Technologies Societal Challenges Health, demographic change and wellbeing Food et al Outros programas Projeto típico Acesso Aberto Inovação Conselhos Políticas nacionais Regiões HCP A análise da FCT Apoio Fontes de informação

3 Doutor Pedro Augusto Acrónimos BRIC(S): Brasil, Rússia, Índia, China, (África do Sul): países em rápido crescimento económico e convergência em direção aos mais desenvolvidos CCDR: Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional CT: Clinical Trials ECRIN: European Clinical Research Infrastructure Network EID: European Industrial Doctorates EIP: Entrepeneurship and Innovation Programme EJD: European Joint Doctorates ERA: European Research Area ERC: European Research Council ESFRI: European Strategy Forum on Research Infrastructures ETN: European Training Network ETP: European Technology Platform FCT: Fundação para a Ciência e a Tecnologia FET: Future Emerging Technologies GA : Grant Agreement GPPQ: Gabinete Português do Programa Quadro H2020: Programa Horizonte 2020 da União Europeia HCP: Health Cluster Portugal ICT: Information and Communication Technologies ID: Investigação e Desenvolvimento IDI: Investigação, Desenvolvimento e Inovação IDT: Investigação e Desenvolvimento Tecnológico II: Investigação e Inovação IPsFL: Instituições Privadas sem Fins Lucrativos ITD: Investigação, Tecnologia e Desenvolvimento 3

4 Doutor Pedro Augusto JNICT: Junta Nacional de Investigação Científica e Tecnológica JPI: Joint Programming Initiative JRC: Joint Research Centre LEAR: Legal Entity Appointed Representative MERIL: Mapping of the European Research Infrastructure Landscape NCP: National Contact Point PIC: Personal Identification Code PME: Pequena ou Média Empresa (ver SME) – 99% das empresas em PT PPP: Parceria Público-Privada PT: Portugal / portuguesa(s) RCAAP: Repositório Científico de Acesso Aberto em Portugal RI: Research Infrastructures RIS3: Research and Innovation Strategies for Smart Specialisation SCT: Sistema Científico e Tecnológico (nacional) - Estado, ensino superior, empresas (incluindo núcleos ID) e instituições privadas sem fins lucrativos SII: Sistema de Investigação e Inovação SME: Pequena ou Média Empresa (inglês; ver PME) SNI: Sistema Nacional de Inovação STEM: Science, Technologies, Engineering & Mathematics TIC: Tecnologias da Informação e da Comunicação TRL: Technology Readiness Level TT: Transferência de Tecnologia UE: União Europeia VAB: Valor Acrescentado Bruto Acrónimos (2) 4

5 Doutor Pedro Augusto Europa 2020 (lançado em março de 2010) -Objetivo geral: proteger o bem mais precioso da Europa - o conhecimento -Objetivos principais: i)Aumentar o emprego ii)Diminuir a pobreza iii)Clima (controlo das alterações), energia limpa iv)Reduzir o abandono escolar; aumentar nível de educação dos europeus v)Aumentar I&I - O Horizonte 2020 é o instrumento para atingir estes objetivos 5

6 Doutor Pedro Augusto Europa 2020 (2) O crescimento inteligente não é só o conhecimento mas também o agarrar as oportunidades (eventualmente criando-as) Justiça social, reduzir índices de pobreza de todas as regiões (coesão territorial) Renovar a economia pelo conhecimento e inovação, ligação efetiva das Univs. ao tecido produtivo (reorganização), qualificando os trabalhadores, aumentando a produtividade, inovando em produtos, exportando mais e importando menos 6

7 Doutor Pedro Augusto Europa 2020 (3) Novidades: i) IVA passa a ser elegível como despesa direta! ii) Não vai haver diferença entre os tipos de entidade: o tipo de projeto define o financiamento iii) Podem existir vários fundos europeus de apoio à mesma operação (não pode é haver duplicação) iv) Parte das despesas pode ser realizada fora da área geográfica de intervenção v) Menos auditorias e mais focadas vi) Time sheets deixam de ser necessárias para quem trabalha em exclusivo para projetos europeus The timesheet provides input to record hours on a weekly basis with breakdown of effort by work package with totals for each month. Only the actual hours worked by the staff carrying out the work under the project can be charged, but you also need to record non-productive hours (holidays, sickness, non-project related internal meetings and training). [e.g. /] / 7

8 Doutor Pedro Augusto 8

9 Doutor Pedro Augusto Horizon(te) 2020 Objetivos principais: i) manter a Europa como produtor mundial de excelência em Ciência; ii) reduzir bloqueios à exploração do conhecimento (intra-Europa); iii) otimizar o Espaço Europeu de Investigação e a União da Inovação (concentração de massas críticas). Especialização inteligente com crescimento inteligente, inclusivo e sustentado (inteligente, também, na separação de regiões em pobres e ricas com apoios diferentes) Road Map EU (RIS3 - Research and Innovation Strategies for Smart Specialisation) [e.g. ]http://s3platform.jrc.ec.europa.eu/en/c/document_library/get_file?uuid=e50397e3-f2b b86e69e8553&groupId=

10 Doutor Pedro Augusto PME ATT: (quase) todos os projetos Horizon 2020 vão ter de ter uma componente das Ciências Sociais e Humanas TRL 1 – basic principles observed TRL 2 – technology concept formulated TRL 3 – experimental proof of concept TRL 4 – technology validated in lab TRL 5 – technology validated in relevant environment (e.g. industry) TRL 6 – technology demonstrated in relevant environment (e.g. industry) TRL 7 – system prototype demonstration in operational environment TRL 8 – system complete and qualified TRL 9 – actual system proven in operational environment (e.g. competitive manufacturing)

11 Doutor Pedro Augusto 77 mil M = 31 mil M 24 mil M (investigação básica) 17 mil M 2.7 mil M (European Institute of Inovation and Technology) 1.9 mil M (Joint Research Centre) É para vender!... (PMEs: 3.5 mil M) (PMEs: 6 mil M) 11

12 Doutor Pedro Augusto Horizon(te) 2020 Objetivos específicos: -Pretende-se uma investigação trans-multi-interdisciplinar -H2020 encoraja colaboração internacional (extra-UE), mas atenção que BRIC estão de fora -Vai ser obrigatória a exploração dos dados: mais investigação, TT, mercado, standards; ainda, a disseminação dos resultados: ambas podem ser debitadas ao projeto (incluídas no orçamento) Novidades: -à exceção dos financiamentos pelo ERC, todas as candidaturas levarão 8 meses submission to grant (5 meses para a decisão; três meses para o GA); todas as assinaturas serão eletrónicas -Todos os projetos % (flat rate), a não ser que sejam inovação feita por entidades com fins lucrativos (70+25%) -É possível um pagamento suplementar para pessoal (até 8 mil / ano / pessoa) -Os coordenadores e os partners com >500 mil de custos têm de se demonstrar financeiramente viáveis -No final do projeto serão pedidos finantial statements a partners com >325 mil de custos 12

13 Doutor Pedro Augusto Horizon(te) 2020 Propostas: -Todo o processo de submissão é feito no portal dos participantes: -Uma forma de desempate entre propostas com a mesma pontuação é o orçamento para as PMEs no projeto (quanto mais alto, melhor) -PIC da UP: Preparar proposta com seis meses de antecedência 13

14 Doutor Pedro Augusto Bottom-up (qualquer área vale) 2× FP7 1.6 FP6 4.8 FP7 Investigação Fundamental A investigação básica não pode ser abandonada, sob risco de secar a pipeline; e.g., é propensa a acontecimentos raros mas disruptivos (e.g. DNA); o tipo de investigação (área) não interessa, logo que seja de qualidade 14

15 Doutor Pedro Augusto Uma call por ano para três bolsas (cf. Marie Curie): -Starting Grants: 50% tempo em dedicação -Consolidator Grants: como o Starting Grant mas para PhD 7-12 anos -Advanced Grants: <3.5Meuros, 3-5 anos, significant research nos últimos anos (>10 artigos; >3 monografias, uma traduzida), >30% tempo em dedicação European Research Council [http://erc.europa.eu/] As Bolsas são muito flexíveis em termos burocráticos Todas atribuem um pré-financiamento de 40% Para quem beneficie de alguma das bolsas ainda existem três outros recursos: -i) Grant de Instalação -ii) Synergy Grant (equipas) -iii) Proof-of-Concept Grant 15

16 Doutor Pedro Augusto É, possivelmente, o mais exigente painel de avaliação que se pode encontrar (sucesso: 15%) Ajuda: o GPPQ disponibiliza-se para simulações de entrevistas para Starting Grants European Research Council Os tópicos são livres, escolhidos pelo investigador (qualquer área da Ciência é válida); é especialmente importante que as ideias sejam multidisciplinares O investigador é livre de escolher a Instituição onde pretende efetivar o trabalho A excelência científica é o único critério de avaliação: tem de ser um projeto disruptivo, mudando completamente a forma de pensar na área específica de investigação; desenvolver novos métodos; estabelecer desafios que deixem o investigador e os avaliadores em suspense (uma secção forte com todos); argumentar de forma a convencer até o investigador de topo mundial na área Destinam-se aos top20% de investigadores mundiais em estádio de carreira comparável (ser Muito Bom não chega!); deve-se ter pelo menos uma publicação como primeiro autor sem o ex-Supervisor Nada importante: aplicação industrial... 16

17 Doutor Pedro Augusto Future and Emerging Technologies Ideias novas, radicais e com risco elevado para acelerar o desenvolvimento em áreas emergentes da ciência e da tecnologia, incluindo: -FET-Open (novos conceitos) -FET-Proactive (explorar ideias promissoras) -FET Flagships (para obter breakthroughs) 17

18 Doutor Pedro Augusto Marie Sklodowska Curie Innovative Training Networks (ITN) – empreendedorismo e inovação em redes de instituições de vários setores e países: i) European Training Network (ETN) ii) European Joint Doctorates (EJD) iii) European Industrial Doctorates (EID) [inovador, internacional, intersetorial] Instituições [http://ec.europa.eu/research/mariecurieactions/]http://ec.europa.eu/research/mariecurieactions/ Reforça projetos regionais, nacionais ou internacionais Research and Innovation Staff Exchange – destacamento internacional Indivíduos 18

19 Doutor Pedro Augusto Mobilidade é obrigatória (entre países; mas valoriza-se se for também entre setores: é especialmente relevante staff exchange com indústria): menos de 12 meses nos últimos três anos no país Não é uma Bolsa (mas um contrato com termo) Está inerente a efetivação de training (encorajam-se formas originais) É possível cofinanciamento até 50% Marie Sklodowska Curie (2) 19

20 Doutor Pedro Augusto Critérios de Avaliação típicos: Marie Sklodowska Curie (3) Três avaliadores classificam: i)Qualidade científica e tecnológica da proposta ii)Qualidade do investigador (CV) iii)Implementação iv)Impacto v)Training e transfer of knowledge (tipos especificos) Usualmente é necessário ter 4 em tudo (escala 0 a 5) mas para algumas bolsas é necessário >4.5 de média final Muito valorizado: outreach, comunicação de investigação, empreendedorismo Escolher com muito cuidado (e critério) a Instituição de Acolhimento Ler com muito cuidado o Guide for Applicants Mencionar o enquadramento do projeto com algum Work Programme H2020 Ser mulher é uma vantagem (no FP7 foram 38%; pretende-se 40% no Horizon 2020) 20

21 Doutor Pedro Augusto Marie Sklodowska Curie (4) 21

22 Doutor Pedro Augusto Sucesso: 12-15% (mais baixo em Saúde, apesar de ser a área que teve mais bolsas!) (há um coeficiente de correção para cada país) Marie Sklodowska Curie (5) 22

23 Doutor Pedro Augusto Research Infrastrutures O MERIL, a grande base de dados do ESFRI, tem 326 RIs na Europa. Lista 18 PT, mas muitos não parecem disponíveis para o mundo. Há nove (metade) em "Biological and Medical Sciences": i)Bioimaging Unit-Instituto de Medicina Molecular; ii)Flow Cytometry Unit- Instituto de Medicina Molecular; iii)Brain Imaging Network-UC; iv)Electron Microscopy - Pole University of Aveiro; v)Ibercivis: A Free Volunteer Computing Platform for Multi-Domain Applications; vi)Portuguese Institute for Ocean and Atmosphere; vii)Portuguese Mass Spectrometry Network; viii)Portuguese Nuclear Magnetic Resonance Network; ix)Stable Isotope Laboratory. 23

24 Doutor Pedro Augusto Research Infrastrutures Em julho de 2013, entre 33 países, PT era um dos cinco que ainda não tinha plano nacional de RI (os outros quatro: Chipre, Letónia, Eslováquia e Liechtenstein). Há países que já o têm há quase 10 anos (e já o renovaram várias vezes). Vai ser necessário reduzir os 18 PT (política nacional). Financiamento a seis anos com revisões trienais para RIs: i)distribuídas(e não single-sited) ii)abertas para utilização pelo mundo inteiro (gratuitamente - apenas o mérito define a seleção) iii)com massa crítica (ou seja, devem ser um conjunto de instituições e não apenas uma) iv)com forte ligação à indústria v)sustentáveis, smart, especializadas e com fortes ligações regionais (porque se espera que os fundos regionais venham a contribuir substancialmente para o seu financiamento), portanto, em áreas definidas pelos planos regionais. Norte: especializado em materiais... 24

25 Doutor Pedro Augusto Algo de Saúde Saúde 10 mil M Competitividade = diferenciação + produtividade 25

26 Doutor Pedro Augusto Leadership in Enabling and Industrial Technologies Versão final: (para contexto geral) 26

27 Doutor Pedro Augusto Leadership in Enabling and Industrial Technologies (2) Versão final: 27

28 Doutor Pedro Augusto Leadership in Enabling and Industrial Technologies: Nanotecnologia 28

29 Doutor Pedro Augusto Leadership in Enabling and Industrial Technologies: Nanotecnologia (2) 29

30 Doutor Pedro Augusto Leadership in Enabling and Industrial Technologies: Nanotecnologia (3) InovaçãoI&I 30

31 Doutor Pedro Augusto Leadership in Enabling and Industrial Technologies: Biotecnologia Para se ter ainda mais possibilidade de sucesso, sugerem-se atividades cruzadas com a JTI Bio-based Industries InovaçãoI&I 31

32 Doutor Pedro Augusto Leadership in Enabling and Industrial Technologies: Biotecnologia (2) BioCant do Norte? Biocant (único parque biotecnológico português): junta 23 empresas e 200 investigadores no mesmo local (encontram-se ao café): saúde, agro, energia, têxtil; 20 patentes; indústria de grande escala na mesma zona; divulgação científica para escolas (laboratório no local); Centro de Neurociências (150 investigadores da UCoimbra). O conhecimento é colaborativo (não individual); assim, a co-localização e a proximidade geográficas são fundamentais para o gerar 32

33 Doutor Pedro Augusto Leadership in Enabling and Industrial Technologies: Nano-biotecnologia et al. https://www.nmp-partnersearch.eu/index.php 33

34 Doutor Pedro Augusto (10% tot) (5% tot) Algo de Saúde Outreach Policies Mil M para PMEs Solving global challenges & citizens concerns; implement priorities of EU, and scaling up solutions; intersectorial, multi-disciplinary research & innovation Top Down 34

35 Doutor Pedro Augusto 35

36 Doutor Pedro Augusto Saúde Básica, Clínica e de Translação (tudo junto) 36

37 Doutor Pedro Augusto Work Programme (Desafio Societal 1) Versão final: Cada projeto 3-12 M (mas em alguns tópicos só se espera financiar um ou dois) Grandes Projetos: >7.5 M 37

38 Doutor Pedro Augusto Sete grandes temas (I&I) SME Instrument 34 tópicos: 15 em 2014, 17 em 2015, dois em ambos: 1.21 mil M (1) (2) (3) (4) 38 Clinical Trials (dominam aqui)

39 Doutor Pedro Augusto Inovação Procurement (co-fund) (5) (6) (7) 39

40 Doutor Pedro Augusto 16 atividades: 11 em 2014, 5 em 2015: ERANets, EIP, JPI, ERA (e.g. rare, brain diseases; translational cancer; global alliance for chronic diseases – diabetes) 40

41 Doutor Pedro Augusto 41

42 Doutor Pedro Augusto 42

43 Doutor Pedro Augusto Oporto Ageing Network Sida, malária, tuberculose (África sub- saariana) Joint Technology Initiative 43

44 Doutor Pedro Augusto Clinical Trials (300 M) Tipicamente um CT será considerado investigação (só excecionalmente inovação) Há uma template específica para anexar aos documentos de submissão Se a CT é uma pequena parte do projeto, é possível executá-la como subcontrato; mas o ideal é colocar como partner algum membro do ECRIN Encorajam-se para partners centros de recrutamento de pacientes; e se forem necessários muitos pacientes para algum estudo, é melhor juntar um consórcio a nível europeu para também ter variedade social e geográfica É o tempo dedicado à análise de dados e passado com os pacientes que se deve estimar na proposta; de todos os envolvidos – médicos, técnicos, etc. Regras: stage/ commission_decision_clinical_study_reimbursement_based_on_unit_costs_en.pdf Template: stage/ essential_information_for_clinical_studies_en.pdf 44

45 Doutor Pedro Augusto Societal 2: Food et al. 45

46 Doutor Pedro Augusto Horizon(te) 2020 – outros programas Interreg V - Cooperação Territorial Europeia ( ) COST (http://www.cost.eu/) [Uma excelente base de conhecimentos de partners]http://www.cost.eu/ CIP (Competitiveness and Innovation Framework Programme): Eureka-Eurostars (http://www.eurostars-eureka.eu/)http://www.eurostars-eureka.eu/ CYTED - Programma Ibero-Americano da Ciencia e Tecnologia para o Desenvolvimento (http://www.cyted.org/)http://www.cyted.org/ Health Programme (http://ec.europa.eu/health/programme/policy/ /state_of_play_en.htm)http://ec.europa.eu/health/programme/policy/ /state_of_play_en.htm Nanomedicine: ETP – European Technology Platform: (Public-Private-Partnership: must get inside! insist, insist (controlled by companies)http://www.etp-nanomedicine.eu/public Joint Programming Initiatives (e.g. JPND – Neurological Diseases; JPI HDHL - Nutrição) Programa EC Teaming (criação/desenvolvimento de centros de excelência); Programa EC Twinning ( ), onde uma instituição PT pode juntar-se a duas de topo na UE para se desenvolver num área específica. 46

47 Doutor Pedro Augusto Projeto Típico Horizon 2020 (societal I&I ou societal I) Investigação & Inovação 100% + 25%70% + 25% Flat rate: custos indiretos / overheads [demonstração, prototipagem, ensaios, replicação] Projeto Horizon 2020 (coordination): 100% (sem flat rate) 47

48 Doutor Pedro Augusto Acesso Aberto (Open Access) A questão de fundo: o trabalho gratuito de investigadores gera lucros indevidos nos publicadores; há "double-pay" em muitas revistas, quando o investigador paga para submeter um artigo e os leitores (incluindo o próprio) pagam para o ler. RCAAP 2008 (Repositório Científico de Acesso Aberto em Portugal) - FCT comanda as operações; para publicações e dados. Neste momento, já vários países e áreas (e.g. Biomedicina) têm mais de metade dos artigos publicados em open access. A Comissão Europeia (IPR Help Desk) preparou um curto resumo com as noções principais do acesso aberto: https://ec.europa.eu/programmes/horizon2020/sites/horizon2020/files/FactSheet_Open_Access.pdf https://ec.europa.eu/programmes/horizon2020/sites/horizon2020/files/FactSheet_Open_Access.pdf 48

49 Doutor Pedro Augusto Inovação (cf. Investigação) Investigação: investir (criar conhecimento científico) Inovação (conhecimento tecnológico): contribuir para a produção em novos produtos, processos industriais e serviços, para benefício da sociedade O processo inovativo tem quatro fases: i) produção do conhecimento (investigação científica e patentes) ii) mobilização de recursos (humanos e outros) iii) circulação do conhecimento (em redes) iv) exploração/utilização do conhecimento. As empresas devem estar envolvidas em programas doutorais universitários desde o seu início, inclusivé propondo disciplinas, etc. [não podemos restringir-nos a engenharias, economia e gestão] 49

50 Doutor Pedro Augusto Inovação (e.g. PT) A nível mundial tem-se passado ID para o tecido económico via PPPs e apostando mais em patentes do que em publicações científicas; os EUA têm mais inovação e comercializam bem mais do que a UE/Japão com menos produção científica: a empresa americana com mais impacto na economia é a Wal-Mart. Cerca de 400 patentes europeias foram pedidas em , dominando as Tecnologias da Informação (41%), os Produtos Farmacêuticos (21%), Biotecnologia (14%) e Tecnologias Médicas (10%). O forte investimento em ID em PT (PhDs, postdocs, artigos científicos) não trouxe nada à Economia: PT tem o pior index of economic impact of innovation, metade da média da UE; explica-se pela investigação/inovação ser apoiada quase totalmente pelo setor público (sem sintonia com empresas), realizando ID globalmente inconsistente. Em vez de pós-docs, incentivar doutorados em empresas. Programa FCT doutoramentos: 150 PhDs, só cem empresas (só uma das top10 financiamento direto FCT). Apenas 4% das patentes PT são comercializadas, o que se entende por a maioria das patentes ser ao nível dos processos (e não dos produtos, como seria preferível) – 75% do VAB. 50

51 Doutor Pedro Augusto O site da UE é assustador, mas o fundamental é o Work Programme, onde está toda a informação necessária; deve ser lido inteiro e com cuidado, até para ver como encaixar os interesses de investigação de cada um naquilo que a UE pede Estar em PT é uma vantagem, por sermos um país periférico (para além de um enorme espaço insular) Ser mulher é uma vantagem, por causa da paridade dos consórcios Líderes em Personalized Health Care (Societal 1): Holanda, Alemanha e indústria farmacêutica Considerar a inclusão do Joint Research Centre como partner (aumentam as hipóteses de aprovação, mas deve ser justificado – contactar primeiro o NCP), e.g.: - Institute for Prospective Technological Studies (inclui Agriculture and Life Sciences in the Economy), em Sevilha; - Institute for Health and Consumer protection, em Ispra (Itália); - Laboratórios à disposição (e.g., Indoortron para estudos do efeito da poluição na saúde) Conselhos – gerais 51 Regra de Ouro: nem todos os investigadores de topo estão interessados em projetos

52 Doutor Pedro Augusto Por ordem de relevância os critérios de avaliação das propostas são: 1)Excelência científica 2)Impacto 3)Tudo o resto As propostas devem ser ambiciosas mas realistas! São encorajadas sinergias com outros projetos de fundos europeus, sejam nacionais ou regionais O Grant Agreement deve ser preparado junto com a proposta científica a submeter Sem piedade: todos os partners devem contribuir e beneficiar A preparação de propostas deve ser feita com, pelo menos, seis meses de antecedência; mesmo a segunda fase de propostas em duas partes deve ser preparada com tempo (as avaliações são separadas) Deve-se privilegiar a utilização de bons diagramas na proposta Conselhos – proposta 52 É para o Legal Entity Appointed Representative (LEAR) que seguem todos os s automáticos do sistema de propostas H2020; na UP o LEAR é o vice-Reitor Prof Jorge Gonçalves

53 Doutor Pedro Augusto Conselhos – partners e consórcios 53 Ter muitas publicações (citadas) é um primeiro passo para se ser convidado para um consórcio Mesmo que seja dada preferência a anteriores equipas de colaboração, os encontros presenciais são fundamentais para a construção de uma proposta bem fundamentada e com novas ideias É comum começar um consórcio com um pequeno núcleo de partners que se conhece e com quem se gosta de trabalhar; podem ser só três ou quatro; o passo seguinte é juntar a expertize em falta Claro que é possível formar consórcios de sucesso sem ninguém se conhecer Incluir partners em países-chave para o projeto (seja por expertize, seja por algum estudo geográfico) Envolver partners PT sempre que justificável: para evitar competição nacional para a mesma call

54 Doutor Pedro Augusto Conselhos – partners e consórcios (2) 54 Partner Search Para a procura de parceiros existe, por exemplo, um site com informação sobre projetos europeus desde 2004: Devem-se contactar os NCPs respetivos (que as lançam ou recolhem) Para uma lista de potenciais colaboradores de instituições e empresas portuguesas (incuindo áreas de Humanidades), mencionando os temas específicos de interesse ver:

55 Doutor Pedro Augusto Conselhos – equipa 55 É muito melhor ter uma pequena equipa do que uma enorme e redundante A equipa deve ser funcional e complementar, sem competição interna; é importante misturar partners de vários tipos (e.g. hospitais, indústria): para um projeto de sucesso espera-se que inclua a área de Ciências Sociais e Humanas, bem como empresas no consórcio; mesmo que não haja sucesso, sendo o projeto bem pontuado, as empresas envolvidas vão ter mais facilidade no acesso ao crédito (e.g. apoios Europa 2020) O segredo é uma excelente equipa no terreno (estudantes de doutoramento, pós-docs), pelo que os indivíduos têm de ser mesmo muito bons Idealmente contrata-se um gestor de projeto/base de dados com verbas do projeto O projeto tem de produzir publicações open access e também patentes (idealmente); de facto, todos os projetos I&I devem incluir planos de exploração dos resultados e de como estes vão ser introduzidos no mercado

56 Doutor Pedro Augusto Políticas nacionais Durante o FP7, Portugal contribuiu com mais verbas para a UE do que as que foi buscar: isto tem de mudar! A burocracia top-down não é, agora, opção. Investigação & Inovação deve ser combinada com o conhecimento e a formação Só os melhores terão oportunidades e projetos, via concursos; vai ser impossível a muitas instituições chegar ao topo – é melhor contentarem-se com objetivos menos ambiciosos. PT com 500 spin-offs com 3000 postos de trabalho e cerca de 150 M de volume de negócios – precisamos de muito mais. Os acordos com as universidades americanas vão passar a ter enfoque no empreendedorismo. 56

57 Doutor Pedro Augusto Políticas nacionais (2) Prioridades: i) promoção da excelência da investigação e das instituições em todas as áreas (básicas também) ii) empreendedorismo tecnológico iii) estímulo à contratação de doutorados por empresas iv) concentração de todos os recursos do SCT. 57 Criação de plataformas que juntem várias especializações (a variedade é necessária), baseada em grandes estratégias, e.g.:

58 Doutor Pedro Augusto O futuro do investimento público em IDI é muito incerto; as universidades têm de se voltar para as empresas, especialmente para evitar que a geração mais qualificada de sempre continue a sua fuga; e para Projetos Europeus onde, para além de concorrer, faz muita falta liderar (PT só o fez em 1/5 dos projetos FP7). Clusterização (do SCT): só funcionou bem nas áreas tradicionais; é necessário que as novas áreas também mostrem frutos (e.g. nanotecnologia; energia). Aumentar o número de: i)publicações científicas Scopus para 650/ano/milhão habitantes; ii)patentes requeridas ao EPO e ao USPTO para 12/ano/milhão de habitantes; iii)novos doutoramentos em CT para 0.045% da população (30-34 anos); iv)investigadores ETI para 0.6% da população ativa. 58 Políticas nacionais (3)

59 Doutor Pedro Augusto Aumentar: i)o fluxo de novos graduados em CT para 1.2% da população anos; ii)a despesa total em ID para 3% do PIB e a despesa pública para 1%; iii)o emprego em indústrias de média e alta tecnologia para 4.7% do total; iv)a exportação de produtos de alta tecnologia para 11.4% das exportações totais; v)o investimento em capital de risco para 0.15% do PIB. Submissão de projetos incluindo várias Unidades Orgânicas (nunca em competição). 59 Políticas nacionais (3) Política UP

60 Doutor Pedro Augusto Regiões – UE A dimensão territorial é central no novo ciclo europeu de financiamento. No Horizon 2020, as regiões mais ricas não vão poder escolher qualquer área científica; as regiões mais pobres terão mais espaço de manobra (mas nem todas as áreas estarão disponíveis, mesmo assim). Um objetivo europeu é aproveitar a local-based research para a respetiva região e país, promovendo o que de melhor se faz em cada um(a), sem demasiada dispersão de áreas. As patentes mais produtivas são as submetidas em regiões industriais. As universidades têm de se ligar à região onde estão inseridas (sistemas de inovação regionais, pólos de conhecimento); os centros regionais de inovação (e.g. via CCDR) juntam todos os players (universidades, empresas, municípios, instituições) e encontram nichos de comercialização. A clusterização local raramente é uma boa solução (não tem massa crítica); à falta de clusterização regional, mais vale a constuição de pólos com equipas internacionais (juntando-se a clusters bem maiores). 60

61 Doutor Pedro Augusto Regiões - PT PT, na UE, é inovador moderado, com Lisboa líder e Centro seguidora (as outras estão todas pior). Já existe alguma especialização científica: Norte (materiais), Lisboa/Vale do Tejo (engenharia, materiais, bioquímica), Alentejo (ambiente), Açores (marinha, ecologia), Madeira (física). Quanto a clusters (economia nacional): alimentação, têxteis, calçado, papel, madeira (Norte); serviços (automóveis, informática, TIC, farmacêutica) – Lisboa/Vale do Tejo. 61 O português prefere estar numa entidade pobre a 100% do que numa rica a 20%...

62 Doutor Pedro Augusto Regiões (Norte 2020 e CRER 2020) 62

63 Doutor Pedro Augusto Regiões (Norte 2020 e CRER 2020) 63

64 Doutor Pedro Augusto 64 a força do Norte O principal investidor em ID no Norte são as empresas (50%), embora muito pouco seja para pessoal doutorado. 115 mil PMEs mas só 13% exportam

65 Doutor Pedro Augusto A CCDR-N já tem mais de 40 anos Antes do Norte 2020 já houve um Norte 2015 (inovação, aumento exportações, cidades, energia) O Norte 2020 será policêntrico (e não Porto-cêntrico), a ser coordenado pelo CCDR-N As ações a apoiar são em hélice quádrupla: empresa, universidade, instituição, utilizador. Todos devem fazer convergir os seus projetos (com a ajuda do CCDR-N). O apoio europeu será de 85-95% (região pobre: 62% média UE; 100% UE (Porto) cf. 40% UE (Tâmega)) Projetos regionais e não locais Aproveitamento de recursos regionais (endógenos): únicos no mundo (obrigatório); únicos no país (idealmente) 65

66 Doutor Pedro Augusto Não podemos ser excelentes em tudo. Assim... Áreas estratégicas para o Norte: i)Saúde (inc. dispositivos médicos) ii)Tecnologias de Informação iii)Produção (metalurgia, metalomecânica, máquinas, componentes de automóvel) iv)Biotecnologia v)Arquitetura, Design (moda) vi)Ciências Agrárias e da Vida (agroalimentares) vii)Ainda: construção, equipamentos, energia, serviços de conhecimento científico, aeronáutica, nanotecnologia FEDER: desenvolvimento do potencial endógeno; estruturas de investigação (até 15% das despesas fora da área geográfica) 66 Quatro prioridades: i)Competitividade ii)Formação do capital humano iii)Desenvolvimento sustentável iv)Coesão social e territorial

67 Doutor Pedro Augusto Farmacêutica, Cosmética, Têxteis, Dispositivos Médicos, Turismo, Alimentação funcional Sistema de Saúde 6600 licenciados, 900 doutorados [Ciências da Vida, Química Fina, Farmacologia, Engª Tecidos, Genética, Biol Molecular, Biotec] Ciências da Vida e da Saúde 67 Inovação empresarial Utilizadores avançados (procura) Recursos ativos (humanos, tecnológicos, endógenos) boa % dos 20 mil M nacionais

68 Doutor Pedro Augusto

69 Doutor Pedro Augusto Diagnóstico do Sistema de Investigação e Inovação – desafios, forças e fraquezas rumo a 2020, Seabra, M. et al. (2013), FCT [ ]. 69 A análise da FCT (ponto de situação do SCT) Análise feita graças a benchmarking com 10 países (geografia, cultura, população): Espanha, Itália, Áustria, Hungria, Rep. Checa, Holanda, Bélgica, Irlanda, Finlândia, Noruega. Empresas e Universidades cobrem o mesmo espaço geográfico em colaborações (Alemanha, Itália, Espanha, França, Reino Unido). PT tem um SII completo (e.g. em pessoal estamos perto da média da UE). Assimetria litoral-interior (75% da população e 85% do PIB no litoral; 45% da população nas duas áreas metropolitanas). Comentário: a UP está a perder por dar informação das suas unidades e centros I&D de forma separada (e.g. em intermediação de transferência de tecnologia, FEUP+INEGI+INESC-Porto+UP pulverizaria UMinho (que é dada como líder).

70 Doutor Pedro Augusto 70 A análise da FCT (ponto de situação do SCT) [2] Há áreas fundamentais que têm de ver substancialmente aumentado o investimento em ID: ambiente, energia, espaço, educação, agricultura PT está bem no conhecimento, transportes e telecomunicações, indústria e saúde. Mas o envelhecimento da população é um problema reconhecido (40% com mais de 50 anos). FCT financia mais as Engenharias/Tecnologias (25%) seguindo-se, com 15% cada: Ciências Exatas, Naturais, da Saúde e Sociais. Há quase 6 vezes mais investigadores que técnicos (em todos os outros países da UE a razão é menor); 50% dos investigadores têm a licenciatura.

71 Doutor Pedro Augusto 71 A análise da FCT (ponto de situação do SCT) – produção científica PT está ao nível dos países com a sua dimensão; em cresceu três vezes – cinco vezes na área das ciências médicas e da saúde; há um potencial recente em Sistema Respiratório e Reumatologia (as áreas que cresceram mais); estagnadas: Patologia e Medicina Nuclear/Radiologia. Medicina Nuclear/Radiologia Por sub-área de Medicina, em PT a produção segue a seguinte ordem, entre as 25 que contribuiram para 80% das publicações:

72 Doutor Pedro Augusto 72 A análise da FCT (ponto de situação do SCT) – produção científica [2] Em citações/ETI PT não está tão bem com h-index=199 (cf. Itália 515); claro que o h-index deve-se reportar à população (e.g. Itália tem seis vezes mais pessoas que PT). Os domínios com maior impacto científico são Ciências do Espaço e Física, mas Neurociências (4º) e Medicina Clínica (7º) também estão acima da média mundial. Mas em geral, quando ao h-index, as áreas de Medicina estão nos últimos lugares. Entre as 47 áreas mais especializadas (vs. UE) temos, na Medicina, as seguintes três, por ordem: i) materials science, biomaterials; ii) medicine, legal; iii) biotechnology & applied microbiology. UPorto lidera a produção científica nacional (11159 publicações em ) mas apenas tem metade dos artigos no 1º quartil (6ª nacional!); e 75% destes sai de unidades FCT.

73 Doutor Pedro Augusto Apoio Science Manager FMUP 73 UProj (Unidade de Projetos da UP)

74 Doutor Pedro Augusto Apoio (2) GPPQ (o NCP respetivo) – na redação da proposta (parte não científica/técnica) No caso de Marie Curie também o NCP do país respetivo Officer UE (representante da Comissão Europeia em Portugal) 74

75 Doutor Pedro Augusto Fontes de informação utilizadas para a redação este documento -Webinar Proposta de política de acesso aberto da FCT e os serviços disponíveis para o seu cumprimento (24 out 2013), FCT, Lisboa -Diagnóstico do sistema de investigação e inovação: desafios, forças e fraquezas rumo a 2020 (13 mai 2013), organizado pela FCT; Fundação Champalimaud, Lisboa -Workshop Research Infrastructures towards 2020 (5 jul 2013); Fundação Portuguesa das Comunicações, Lisboa. -Open Info Day - Horizon 2020 'Health, demographic change and wellbeing' (22 nov 2013), Bruxelas, Bélgica: https://scic.ec.europa.eu/streaming/index.php?es=2&sessionno=de ea27fa49e2303ef2e0017 https://scic.ec.europa.eu/streaming/index.php?es=2&sessionno=de ea27fa49e2303ef2e0017 -Oportunidades e desafios no H2020 – Saúde, alterações demográficas e bem-estar (FCUP, Porto) – 07/11/13 -Sessão de informação sobre programas de financiamento nacionais e internacionais (30 out 2013), FLUP, Porto -Webinar Horizon 2020: Life Sciences (14 out 2013), Euresearch, Suiça -Oportunidades no Programa-Quadro para a Investigação e Inovação, Horizonte 2020 (Porto Business School, Porto) – 01/10/13 -Território : o novo ciclo de fundos comunitários ao serviço do desenvolvimento territorial (Alfândega, Porto) – 07/06/13 -Norte 2020: uma estratégia com futuro (Alfândega, Porto) – 04/04/2013 -Infoday: Ações Marie Curie – bolsas individuais 2013 (e perspetivas para Horizonte 2020) (CIIMAR, Porto) – 15/03/2013 -Seminar for young researchers – european comissions Joint Research Centre: activities, cooperation and job opportunities (FEUP, Porto) – 30/11/2012 -Sessão de Informação sobre o Programa Ideias (ERC) do 7º PQ de I&DT (UPIN, Reitoria UP), 05/07/2012 -Being successful in international R&D and Innovation collaboration (FEUP), Porto, 6 de Dezembro de Webinar Do research in Switzerland! (22 Set 2011), Euresearch, Suiça 75

76 Doutor Pedro Augusto O Horizonte 2020 na FMUP [esta apresentação está disponível em 76

77 Doutor Pedro Augusto 77 Quais as áreas específicas de interesse?


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