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Antônio Ruas: Professor Universitário – UERGS, Gestão Ambiental Sanitarista - Escola de Saúde Pública Sociedades, culturas e relação com a natureza.

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1 Antônio Ruas: Professor Universitário – UERGS, Gestão Ambiental Sanitarista - Escola de Saúde Pública Sociedades, culturas e relação com a natureza.

2 1. As sociedades e a relação com a natureza 1.1 Animismo, totemismo e naturalismo. A distinção entre Natureza e Cultura nas várias para a Antropologia (autores como Descola e outros) passa por vários estados e é complexa em alguns casos. As classificações mais conhecidas, chamadas de cosmologias são: Naturalismo. O naturalismo é a separação entre a cultura humana e a natureza, em especial os outros animais, tratados como distintos. É uma essência de uma cultura europeia e religiosa moralista.

3 1. As sociedades e a relação com a natureza Animismo. No animismo a natureza é integrada à cultura e os animais são tratados como parte do mundo simbólico. Viveiros de Castro é um autor que denomina o animismo indígena americano de perspectivismo, onde os animais vêem os humanos da mesma forma que nós. O xamanismo é uma consequência do animismo e representa a distinção entre indivíduos que cruzam as barreiras dos mundos, os xamãs.

4 1. As sociedades e a relação com a natureza Totemismo. No totemismo, característico de vários povos indígenas como os aborígenes, os indivíduos são ligados a tótens, que representa a complementaridade da identidade de seu grupo. Haveria uma relação mitológica de complementaridade entre humanos e não-humanos, além de uma semelhança tanto física como de interioridade entre o indivíduo e o seu totem. No totemismo, para completar, como a origem do indivíduo está ligada a objetos, plantas e animais característicos de um determinado lugar, sua identidade já não se distingue do território.

5 1. As sociedades e a relação com a natureza Analogismo. Para Descola, o animismo seria uma cosmologia intermediária entre o naturalismo e o animismo, na qual algumas explicações importantes culturalmente são obtidas da natureza não humana. Uma prática derivada do analogismo seria a astrologia. Outro caso, as explicações médicas a partir de fenômenos naturais.

6 2. A preocupação crescente com a natureza. "Primavera Silenciosa" de Rachel Carson, 1962: os efeitos danosos do DDT e dos pesticidas. 1972, conferências sobre o meio ambiente, como de Estocolmo e do Clube de Roma, com o relatório livro "Os limites do crescimento" (de Meadows). Small is beautiful, de Schumacher, A Eco 92 no Rio de Janeiro; Agenda 21; Carta da Terra; Carta da Biodiversidade; Em 1997, o Protocolo de Kyoto.

7 Nos anos 2000, ocorre aceleração dos problemas com o neoliberalismo, sem limites ao crescimento. Agrava-se a situação ambiental com: População mundial chegando aos 7 bilhões; Dependência industrial dos combustíveis fósseis; Incremento do transporte motorizado, incluindo aéreo; aumento vertiginoso das emissões de carbono. O sistema predominantemente capitalista cria uma nova concepção do desenvolvimento sustentável: crescer com medidas mitigatórias, lucrar com os resíduos, lucrar com o mercado de carbono; 1. As sociedades e a relação com a natureza

8 Agricultura industrial, mecanizada, dependência de transgênicos, concentração da terra, incremento da silvicultura desenfreada desequilibradora; Uso de agrotóxicos em larga escala, procura de países sem regulamentação; Privatizações dos recursos naturais para uso lucrativo; mercado de carbono; Alteração sumária de qualquer legislação protetora, como no caso do Código Florestal Brasileiro; Supressão de direitos fundamentais dos povos tradicionais indígenas e quilombolas no Brasil; aborígenes, maoris, etc. 1. As sociedades e a relação com a natureza

9 Matriz energética altamente desequilibrante e concentradora; Bilhões de toneladas de poluentes na atmosfera nos países desenvolvidos. Compra de florestas; negócios futuros. 1. As sociedades e a relação com a natureza

10 Fast food, culto à eterna juventude, desprezo aos idosos; Consumo desenfreado; a pegada ecológica equivale a 2,5 planetas. Discriminação, inferiorização por gênero, crença, orientação sexual. 1. As sociedades e a relação com a natureza

11 2. Expressões da degradação ambiental Os desastre ambientais; Redução da biodiversidade; Extinções em massa; desequilíbrio; Aquecimento global: Redução das grandes florestas, dos principais biomas, dos fragamentos de florestas. Grandes hidrelétricas: Belo Monte, Jirau, Santo Antônio, rio Tapajós, Barra Grande, Pai Querê, transposição do São Francisco.

12 Ameaça nuclear pelo uso de suposta energia nuclear em larga escala; projetadas usinas no Brasil; o PAC. Problemas crescentes com saneamento em colapso; mortandades massivas de vida aquática como no Rio dos Sinos; contaminação por pesticidas e metais pesados; Ciclo ininterrupto de antigas e novas doenças, como dengue, febre amarela, gripe A H1N1, etc.; 2. Expressões da degradação ambiental

13 Para Morin, o olhar ecológico consiste em distinguir todo o fenômeno autônomo (auto-organizador, produtor, determinado, etc.) na sua relação com o meio. Este meio pode ou não ser um ecossistema. O ambiente social é uma socio-organização na qual se esboça a dimensão eco-organizadora. Para o indivíduo é o seu ecossistema (meio urbano, rural, inter-retroações). Debate: como a concepçãode de Morin se relaciona com a cultura? Morin ainda detalha a concepção de outro autor, Amos Hawley: as interações entre classes, grupos, etc., são similares às interações entre as espécies O pensamento ecologizado.

14 Outra idéia de Morin: Toda a sociedade comporta a sua própria dimensão ecológica. Toda a vida humana comporta a sua eco-inscrição e a sua ecodeterminação. Toda a vida humana é simultaneamente eco-sócio-autodeterminada. Debater. A atenção primária ambiental: é possível? 3. O pensamento ecologizado.


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