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AS REGÊNCIAS Regência Trina Provisória (1831) – início do avanço liberal através das reformas descentralizadoras. Regência Trina Permanente (1831 a 1835)

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Apresentação em tema: "AS REGÊNCIAS Regência Trina Provisória (1831) – início do avanço liberal através das reformas descentralizadoras. Regência Trina Permanente (1831 a 1835)"— Transcrição da apresentação:

1 AS REGÊNCIAS Regência Trina Provisória (1831) – início do avanço liberal através das reformas descentralizadoras. Regência Trina Permanente (1831 a 1835) – regentes: Lima e Silva, Braulio Muniz e Costa Carvalho. - Crise sócio econômica e agitações sociais; - Criação Ministério da Justiça com Padre Diogo Antonio Feijó, que queria carta branca: reprime os exaltados, criou a guarda nacional (milícias formadas por capangas e jagunços comandados por grandes latifundiários, denominados de coronéis), persegue os restauradores. Ato Adicional de 1834 – Criou as Assembléias Legislativas provinciais, extinguiu o Conselho de Estado e criou a Regência Una.

2 Regência Una Padre Feijó – 1835 a 1837 Feijó era intransigente. Nesse período eclodiu a Cabanagem no Pará e a Guerra Farroupilha no Rio Grande do Sul. Não conseguiu controlar as revoltas e, pressionado, renunciou em Período de instabilidade política. Regência Una de Araújo Lima – 1838 a 1840 Araújo era conservador. Também não conseguiu acabar com a oposição, eclodiu a Sabinada na Bahia e a Balaiada no Maranhão. Período de centralização político-administrativa. GOLPE DA MAIORIDADE Os liberais, com pretexto de pacificar a nação, dão golpe da maioridade e antecipam a coroação de D. Pedro II, então com 15 anos.

3 A chegada de um jovem imperador ao poder em meio às disputas políticas de uma época.

4 AS REVOLTAS CABANAGEM (1835 A 1840) - PARÁ Ação predominante dos cabanos (negros, mestiços, índios e brancos pobres). Atacavam e saqueavam propriedades, libertaram escravos e conquistaram Belém em Em 1840, as tropas do governo fizeram uma violenta perseguição contra os rebeldes e colocam fim ao movimento.

5 SABINA (1837 a 1838) - Bahia Havia instabilidade política e inconformismo da população com o poder regencial e com as autoridades nomeadas pelos regentes. Movimento apoiado pela maçonaria e pelos militares, camada média da população. Proclamam a República Bahiense. Líder: médico Sabino Rocha Vieira. Novamente o governo regencial faz uma violenta repressão e acaba com o movimento. Sabino foi expulso da Bahia. BALAIADA (1838 a 1841) - MARANHÃO Foi um movimento popular de vaqueiros, sertanejos, escravos, mestiços, pardos e pobres. Movimento contra a miséria e abusos dos coronéis. Atacavam fazendas e vilarejos. Revolta foi sufocada pelo coronel Luís Alves de Lima e Silva (Barão e depois Duque de Caxias), já governo D. Pedro II.


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