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Período Regencial (1831-1840). *Formação da Regência Trina (Provisória) -Governou apenas 2 meses. Readmitiram o ministério brasileiro, deposto por D.

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1 Período Regencial ( )

2 *Formação da Regência Trina (Provisória) -Governou apenas 2 meses. Readmitiram o ministério brasileiro, deposto por D. Pedro I, anistiaram prisioneiros políticos, exoneraram oficiais portugueses e suspenderam a aplicação do Poder Moderador. *Formação da Regência Trina (Permanente) -Eleita em junho de 1831, governou o Brasil até Entretanto, esse período foi marcado pela disputa política entre três grupos.

3 *Liberais moderados - representavam os interesses da aristocracia rural do Sudeste. Tinham como principal líder o padre Diogo Antônio Feijó. Eram conhecidos como chimangos. *Liberais exaltados - reuniam proprietários de terras e de escravos do Nordeste e do Sul. Queriam a abolição definitiva do poder moderador, a extensão do direito do voto. Mais que tudo, queriam o fortalecimento dos poderes locais. Foram apelidados de farroupilhas. *Restauradores ou caramurus - absolutistas convictos, propunham a volta de D. Pedro I. O grupo era composto por alguns nobres do período joanino (D. João), altos funcionários e comerciantes portugueses. Esse grupo se dissolveu com a morte de dom Pedro I, em 1834, em Portugal.

4 Obs: A mais importante decisão do período foi a escolha do padre Diogo Antônio Feijó para o Ministério da Justiça. Feijó criou a Guarda Nacional em 1831, que funcionava como uma força paralela ao exército. Em 1832, o padre tentou dar um golpe e transformar-se no único regente com plenos poderes. Fracassado em seu intento e pressionado pela oposição, Feijó viu-se obrigado a renunciar ao cargo de ministro. Guarda Nacional

5 *Ato Adicional de Cresciam as divergências políticas entre os exaltados e moderados. -Objetivando de diminuir as tensões políticas, foi elaborado, em 1834, o Ato Adicional à Constituição, determinando algumas alterações à Carta outorgada de 1824, destacando-se: a criação das Assembleias Legislativas provinciais; maior autonomia para as províncias brasileiras; o estabelecimento da Regência Una, determinando a eleição do regente por voto popular para quatro anos de mandato. Obs: A primeira eleição para a Regência Una realizou-se a 7 de abril de 1835 e quem venceu foi o Padre Feijó.

6 Regência Una de Feijó (12/10/1835 a 19/09/1837) -Durante seu governo, o grupo moderado dividiu-se em progressistas, favoráveis à manutenção da autonomia provincial das assembleias, e regressistas, defensores de maior centralização para enfrentar e acabar com as rebeliões provinciais. -Em 1837, no meio do mandato, Feijó renunciou ao cargo de regente, incapaz de conter a expansão das revoltas no Pará e Rio Grande do Sul e o crescimento da oposição regressista.

7 Regência Una de Araújo Lima( ) -Com a renúncia de Feijó, assumiu o governo o presidente da Câmara, Araújo Lima, partidário dos conservadores. -Criou o Colégio Dom Pedro II (Rio de Janeiro), o Arquivo Nacional e o Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro, entre outros. -Os conservadores criaram a Lei de Interpretação do Ato Adicional, em Esse dispositivo praticamente invalida as medidas descentralizadoras estipuladas pelo Ato Adicional de Araújo Lima foi derrubado pelo Golpe da Maioridade em 1840, quando D. Pedro II foi coroado imperador. Araújo Lima

8 Rebeliões do Período Regencial -Divergências entre os partidos conservadores e liberais. -A cobrança de inúmeros tributos instituídos pelo Rio de Janeiro e a situação de miséria que se encontrava a maior parte da população brasileira, provocaram a eclosão de diversas revoltas em diferentes partes do território brasileiro. -As principais revoltas foram: Cabanagem (Pará ), Sabinada (Bahia ), Balaiada (Maranhão ( ) e a Guerra dos Farrapos (Rio Grande do Sul ).

9 Cabanagem (Pará) – Os moradores de cabanas à beira dos rios deram nome a essa revolta. O ponto de partida da revolta foram as disputas locais em torno da nomeação do presidente da província pelo governo regencial que dividiram a elite paraense, envolvendo boa parte de seus habitantes. Na luta contra o governo central, os cabanos juntaram-se aos fazendeiros e comerciantes locais, esperando conseguir melhores condições de vida. A elite, fazendeiros e comerciantes, queriam que um deles fosse eleito presidente do Pará. Já os cabanos lutavam por comida, casa e trabalho.

10 Em 1835 os cabanos invadiram a cidade de Belém e assumiram o governo provincial. Mas a traição de vários participantes e a indefinição quanto aos rumos do governo da província provocaram um esvaziamento da revolta, que acabou por ser sufocada em 1840 pelas tropas governamentais aliadas a mercenários europeus.

11 Guerra dos Farrapos (Rio Grande do Sul) – Os farroupilhas (exaltados) queriam reformas sociais e econômicas, além da maior liberdade para as províncias. No entanto, em 1835, o governo regencial e a presidência da província do Rio Grande do Sul estavam nas mãos dos moderados, que eram contra qualquer reforma e a favor do controle das províncias pelo governo central. Essas divergências entre os exaltados e os moderados somaram- se a reivindicação pela redução dos impostos sobre o charque gaúcho e o sal, que devido aos altos preços não tinha como competir em situação de igualdade com o charque platino. A revolução farroupilha teve início em 1835 quando Bento Gonçalves tomou a cidade de Porto Alegre, depondo o presidente da província. No ano seguinte, os revoltosos proclamaram a República Rio-Grandense, com sede na Vila Piratini.

12 Logo a revolta se espalhou pelo Sul do país atingindo até Santa Catarina onde foi proclamada a República Juliana, com o auxílio de Davi Canabarro e Giuseppe Garibaldi. A paz na região Sul só foi estabelecida em 1845, já no governo de Dom Pedro II. Para acabar com a revolução Farroupilha o governo imperial enviou tropas comandadas por Luís Alves de Lima e Silva. David Canabarro e Bento Gonçalves

13 As sucessivas derrotas frente às forças imperiais levaram os revoltosos a assinar, em 1845, um acordo de paz chamado Paz de Ponche Verde, obtida mediante algumas concessões feitas pelo governo central aos revoltosos. Eram elas: *anistia para todos os revolucionários; *incorporação dos oficiais farroupilhas ao Exército Imperial, no mesmo posto que ocupavam no exército do Farrapos; *devolução a seus donos de todas as propriedades ocupadas ou confiscadas durante a guerra; *libertação de todos os escravos que tinham lutado ao lado dos Farrapos; *taxação de 25% sobre o charque platino; Os farroupilhas aceitaram as concessões e a paz voltou a região.

14 Sabinada (Bahia) – Foi uma revolta militar apoiada pela camada média da população. Os militares reclamavam contra seus baixos salários e contra o governo que queria mandá-los para o sul afim de lutarem na guerra contra os farrapos que teve início em Iniciou-se assim uma revolta contra a turbulência do governo, que resultou na conquista do poder na Bahia e a proclamação da República Bahianense que deveria durar até que o príncipe D. Pedro II subisse ao trono. Mas nem isso durou. Liderados por Francisco Sabino, professor de medicina, a revolta durou cerca de um ano, que teve fim quando a regência enviou tropas que aliaram-se aos senhores de engenho e cercaram a cidade de Salvador. Mais de 2 mil pessoas morreram, foram feitos milhares de prisioneiros e seus líderes foram executados.

15 Balaiada (Maranhão) – A Balaiada contou com a participação da população em sua maioria constituída pelos mais pobres da província. Esses encontravam-se indignados pelos privilégios da elite portuguesa. Em 1838 três setores da sociedade encontravam-se em situação insustentável. Eram eles: os fazedores de balaio, os vaqueiros e cerca de 3 mil escravos fugitivos chefiados pelo negro Cosme. Exigiam a demissão de todos os portugueses que estavam no governo e no exército. A vitória mais importante conquistada pelos revoltosos foi a tomada da vila de Caxias em 1839.

16 A regência, pressionada, resolveu então substituir o presidente da província e nomeou para o cargo o coronel Luís Alves de Lima e Silva. Em 1840, o novo presidente concedeu anistia à todos que entregassem suas armas, cerca de balaios renderam-se imediatamente. Os que não o fizeram foram derrotados no início do ano seguinte tendo seus principais líderes mortos.


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