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MURO DOS ESCRITORES TEXTOS DO 1ºCICLO DO AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE EIXO ANO LECTIVO 2009/2010.

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1 MURO DOS ESCRITORES TEXTOS DO 1ºCICLO DO AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE EIXO ANO LECTIVO 2009/2010

2 I NTRODUÇÃO Ao longo do ano lectivo várias foram as experiências de escrita que se desenvolveram no Primeiro Ciclo do nosso Agrupamento, no âmbito do projecto, Ler e escrever de mãos dadas com o saber e das quais resultou este livro. Com a colaboração da Biblioteca Escolar tivemos oportunidade de ir divulgando à comunidade educativa os textos que escrevemos, no Muro dos Escritores, que acabou por dar título a este livro. Várias foram as fontes, as formas de expressão e os autores que inspiraram e motivaram a escrita. Poesia, narrativa, texto informativo… Todas as formas de escrita foram exploradas. Escrevemos porque nos contaram ou para contar uma história. Escrevemos porque lemos um livro que fez fervilhar a nossa imaginação. Escrevemos para festejar. Escrevemos para relatar emoções vividas. Escrevemos porque é bom brincar com as palavras. Escrevemos, porque a escrever estamos sempre a aprender. Escrevemos porque nos apeteceu escrever…! E porque pensamos que: Escrever é fácil: começa com uma letra maiúscula e termina com um ponto final. No meio colocam-se as ideias. Pablo Neruda

3 O S MEUS CINCO SENTIDOS Meus olhos já vêem as paredes da escola pintadas de novo. Minhas mãos já tocam o papel macio dos livros novos. Meus ouvidos escutam o sussurrar dos meninos. Minha língua já prova o comer do refeitório. Traz-me a brisa ao nariz o perfume da professora. Autor: Leonardo Ruivo Meus olhos já vêem a relva brilhante. Minhas mãos já tocam nas árvores macias. Meus ouvidos já escutam os passarinhos a falar. Minha língua já prova a água fresquinha. Traz-me a brisa ao nariz um cheirinho a relva cortada. Autor: Raul Morgado Meus olhos já vêem o verde do campo. Minhas mãos já tocam na relva molhada. Meus ouvidos escutam os meninos a gritar. Minha língua não gosta de saborear a relva. Traz-me a brisa ao nariz o cheirinho a terra. Autor: João Carvalho Meus olhos já vêem as minhas camas. Minhas mãos já sentem os cobertores da cama. Meus ouvidos escutam a Mariana a ressonar. Minha língua gosta de provar o comer. Traz-me a brisa ao nariz o cheirinho das flores. Autora: Érica Portela Meus olhos já vêem as personagens. Minhas mãos já sentem o chão quente. Meus ouvidos escutam o sussurrar das pessoas. Minha língua já prova o sabor das pipocas. Traz-me a brisa ao nariz o cheiro das pipocas. Autor: Bruno Figueiredo Meus olhos já vêem uma panela de sopa. Minhas mãos tocam uma colher e um garfo. Meus ouvidos escutam a televisão. Minha língua já prova a pêra madura. Traz-me a brisa ao nariz um cheirinho a sopa. Autor: Tiago Palavra Meus olhos já vêem o verde molhado da relva. Minhas pés já chutam a bola. Meus ouvidos já ouvem os gritos da bancada. Minha língua já prova as sandes de quando acaba o jogo. Traz-me a brisa ao nariz o cheirinho do fiambre que está nas sandes. Autor: Rui Campos

4 Meus olhos já vêem a comida do café. Minhas mãos já tocam na comida. Meus ouvidos escutam o pai e a mãe a trabalhar. Minha língua já prova o bolo de chocolate. Traz-me a brisa ao nariz o cheiro da comida. Autor: Leandro Oliveira Meus olhos já vêem os patos a nadar na água da lagoa. Minhas mãos já tocam nas pombas macias. Meus ouvidos já escutam os pitos a piar. Minha língua já prova as galinhas deliciosas assadas. Traz-me a brisa ao nariz o cheiro do perfume das flores. Autor: José Pedro Silva Meus olhos já vêem a minha tartaruga a andar. Minhas mãos tocam na relva molhada. Meus ouvidos já escutam os passarinhos a cantar. Minha língua já prova a maça maravilhosa. Traz-me a brisa ao nariz o cheiro a perfume. Autora: Ana Beatriz Barbosa Meus olhos já vêem o verde da relva lá fora a ser regada. Minhas mãos sentem o vento a entrar pela janela. Meus ouvidos ouvem as pessoas a falar alto e a fazer barulho com os pés. Minha língua já prova o sumo bom de laranja e morango. Traz-me a brisa ao nariz o cheirinho bom do desodorizante. Autor: Gonçalo Saraiva Meus olhos já vêem a relva, as bancadas e as balizas. Minhas mãos tocam nos brinquedos que eu gosto. Meus ouvidos escutam o piar das corujas. Minha língua já prova os sabores da comida e do chocolate. Traz-me a brisa ao nariz o cheirinho da comida e do chão limpo. Autor: Carlos Esteves Meus olhos já vêem a relva verdinha. Minhas mãos tocam na água fresquinha. Meus ouvidos já escutam os cães a ladrar. Minha língua já prova o sumo fresquinho. Traz-me a brisa ao nariz o cheirinho a comida. Autor: Marco Matos Meus olhos já vêem o lume brilhante. Minhas mãos tocam nas flores macias. Meus ouvidos já escutam o som da televisão. Minha língua já prova a comida deliciosa da mãe. Traz-me a brisa ao nariz o cheirinho das flores. Autor: Daniel Oliveira

5 Meus olhos já vêem o castanho claro dos javalis. Minhas mãos já sentem o pêlo macio dos animais. Meus ouvidos escutam os animais a falar. Minha língua já prova os frutos das árvores. Traz-me a brisa ao nariz o cheirinho dos frutos das árvores. Autora : Luísa Carvalho Meus olhos já vêem os quartos todos desarrumados. Minhas mãos já tocam na relva molhada. Meus ouvidos já escutam a chuva a bater no chão. Minha língua já prova a água da piscina. Traz-me a brisa ao nariz o cheiro a perfume. Autor : Carla Resende Meus olhos já vêem a relva a brilhar. Minhas mãos já tocam a relva brilhante. Meus ouvidos já escutam os meninos a correr na relva. Minha língua já prova as sandes. Meu nariz já cheira a relva molhada. Autor: Tiago Paço Meus olhos já vêem as nuvens de algodão. Minhas mãos já tocam num lago de pedras. Meus ouvidos escutam as árvores a cantar. Minha língua já prova o doce de chocolate. Traz-me a brisa ao nariz um cheirinho a areia. Autor : Paulo Pombo Meus olhos já vêem o verde da jarra da minha madrinha. Minhas mãos tocam nas águas brilhantes. Meus ouvidos já ouvem a cadela envenenada a ladrar à senhora. Minha língua já prova o chocolate castanho. O meu nariz já cheira as flores da roseira. Autor : Pedro Rodrigues Meus olhos ficam a ver o sol no pátio. As mãos têm a pele a doer de estar a limpar o chão. Meus ouvidos ouvem a gritar no pátio. Minha língua come um gelado frio no pátio. O nariz cheira a comida na cozinha. Autora: Ana Bastos Meus olhos já vêem o colorido das capas dos livros que dormem nas estantes. Minhas mãos já tocam o papel macio onde habitam gigantes, princesas e palavras encantadas. Meus ouvidos escutam o sussurrar das páginas ao serem acariciadas. Minha língua já prova o sabor mágico das palavras. Traz-me a brisa ao nariz o cheirinho a pós mágicos que saem das histórias de encantar. Autora: Helena Ferreira EBI Eixo – Turma A – 2º ano

6 EB1 Azurva – Turma J – 3º ano

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8 Todos sabem que o arco-íris tem sete cores. O amarelo é o mais belo! dizia o Sol. Mas a relva interrompeu-o: Desculpa o verde é que é. Depois apareceu o céu dizendo que nem era uma cor nem era a outra. Não acham a cor azul a mais bonita? – perguntou o céu. O Sol e a relva, aborrecidos, responderam que não. De seguida, aproximou- se o tomate. Eu tenho a cor mais bonita dentro de mim; para mim a cor mais bonita é o vermelho. O arco-íris, resolveu acabar com a discussão, explicando: Todas as minhas cores são as mais belas de todo o Mundo. Só o preto e o cinzento é que não são tão bonitas como eu. Aqui vai uma zaragata de cores; todos pensavam que a sua cor era a mais bela de todas. As cores do arco-íris Gabriela Barbosa EBI Eixo – Turma G – 3º ano

9 EBI Eixo – Turma A – 2º ano

10 Neste dia da Árvore um piquenique fomos realizar, para este dia especial comemorar. Juntámo-nos na escola cada um com a sua sacola. Com boa disposição e uma bola que traz o João. Caminhámos até à Pateira. e quando lá chegámos instalámo-nos em baixo de uma palmeira. Para este dia comemorar a menina Joana levou uma árvore para plantar. O Gustavo, uma cova cavou. E bem lá no fundo um tesouro encontrou. Uma toca de coelho fomos encontrar e vimos os filhotes a saltitar. Resolvemos plantar noutro lugar, para os coelhos não magoar. Finalmente, a nossa Árvore fomos plantar. E no final pusemo-nos de mãos dadas a dançar. O Diogo chamou-nos para lanchar, para o piquenique começar a partilhar. Bolos, salgadinhos e pipocas fomos saborear E no final fomos para o rio brincar. No final, limpámos o local. E regressámos à escola, felizes, com este dia especial! O Dia Mundial da Árvore EB1 de Requeixo - Turma O – 3º e 4º ano

11 Pedro Gaspar EBI Eixo – Turma C – 2º ano

12 EBI Eixo – Turma D – 1º ano

13 SER CRIANÇA Ser criança é ser um humano feliz! Ser criança é ter o amor da família. É ter uma casa para viver e comida para se alimentar saudavelmente. Ser criança é ser amigo de meninos de outras raças, outras religiões e de outros clubes de futebol. Ser criança é brincar, brincar… e brincar! Devemo-nos respeitar, respeitar os colegas e os mais velhos. Todas as crianças devem ser livres! EB1 de Requeixo - Turma P - 1º e 2º ano

14 Hoje, dia 31 de Maio Fomos ao campo do Eixo Comemorar o Dia da Criança, Com a nossa escola de Requeixo. O Dia da Criança Fomos comemorar E no campo Fartámo-nos de jogar. Jogos de andas, sacos, Cavalos e rugby Fomos experimentar E alguns dos nossos amigos Caíram e puseram-se a chorar. A dança Nós fomos executar Para as nossas energias Libertar. De seguida, o lanche Fomos saborear Para as energias Carregar. Nos insufláveis Nós fomos saltar, Pular e escorregar Até a professora Nos chamar. Neste dia de alegria E diversão Regressámos à escola Com uma grande recordação. Dia Mundial da Criança EB 1 de Requeixo – Turma O – 3º e 4º ano

15 O grande sonho da minha vida é a fama Adorava ser famoso. Ter o meu nome no passeio da fama em Hollywood. E ter 6 biliões de fãs! Mostrar o que valho ao mundo. Gostava de ser explorador, inventor de filmes, actor ou cientista. Explorador de mistérios, pesquisar, investigar e descobrir factos e artefactos. Descobrir enigmas e ajudar os povos a encontrar respostas para os seus mistérios e a proteger o que é importante para a sua cultura. Por exemplo o colar de uma deusa, tal como para os americanos é importante a estátua da liberdade. Sabem o que é um inventor de filmes? É alguém que acumula o trabalho de escritor da história – argumentista, e o de realizador. O realizador constrói o filme, tem ideias, dirige actores e outros profissionais de cinema. Lê muito, para conhecer muito e ter boas ideias e põe as suas ideias em acção. Ou actor de ficção científica, comédia, terror, infantis, enfim todos os estilos. E como cientista, gostaria de inventar uma fórmula para a vida eterna. Inventar uma cápsula gigante, climatizada, para quando os glaciares derreterem poder pôr nela os animais do planeta e os seres humanos, com as suas culturas, mas sem prédios muito altos. Prédios muito altos podiam destruir a cápsula. Inventar motores que deslocassem a terra para longe. Quando o sol explodisse a terra já estava longe. Protegia a terra com uma camada protectora. Tínhamos que levar também a Lua. Fazer uma ligação da terra à Lua para se viajar entre as duas. Turismo na Lua... Teríamos de cuidar do nosso planeta. Gostava de ser famoso! Vasco Marques EBI de Eixo – Turma E – 4º ano

16 Eirol, 4 de Junho de 2010 Olá Miguel, Está tudo bem? Como estão a correr os teus dias? Eu estou bem! Embora ainda esteja em aulas, estou quase a entrar de férias e por isso gostava de convidar-te para vires passar férias comigo. Ficaria muito feliz e penso que nos iríamos divertir imenso. As minhas aulas terminam no dia 18 de Junho, por isso podes vir ter comigo a partir do dia 19. Já pensei nas coisas que podemos fazer e visitar. Estive a pesquisar as atracções turísticas da minha região e pensei em irmos visitá-las. Para começar podemos passar uns dias na Praia da Barra ou da Costa Nova. Sabes Miguel, há umas casas às riscas e coloridas. São típicas deste lugar e são muito giras! Também podemos passear à beira- mar, visitar o farol da Barra e até o Navio-Museu Santo André, que é um arrastão do bacalhau e que fez a primeira viagem em 1949 e teve como destino os mares da Terra Nova. A sua última viagem foi à Noruega em 1997, e hoje está atracado no Jardim Oudinot, Forte da Barra, transformado em museu, para não deixar morrer a memória da pesca do bacalhau. Se ficarmos na praia, para além dos magníficos banhos que vamos tomar – apesar da água nesta zona ser um pouco fria – podemos apreciar o pôr-do-sol. Já em Aveiro, podemos visitar o Museu Santa Joana, a Sé Catedral, as salinas e até o Museu da Troncalhada, onde se pode observar toda a história da extracção do sal. Sabes, antigamente, o moliço era apanhado nos moliceiros, mas agora já não se faz a apanha do moliço. Então os barcos moliceiros foram aproveitados para recreio (turismo). Acho que podíamos fazer um passeio pela ria a bordo do barco moliceiro. Durante as férias podemos ainda aproveitar para saborear a gastronomia da minha região. Desde os ovos-moles, que são mundialmente conhecidos, até à caldeirada de enguias, não faltam bons pratos para apreciares. Espero que aceites o meu convite. Fico a aguardar a tua resposta. Despeço-me com um abraço, João Pedro EB1 de Eirol – Turma N – 1º, 2º, 3º e 4º ano

17 UMA VIAGEM SEM TRANSPORTE Já viram viagens de avião, de comboio, de bicicleta, de carro e muito mais… Mas eu, sendo um pássaro, vou a voar como todos os outros. Ah!... só quem tem bom sentido de orientação pode voar sozinho, claro! Como eu não sou desses tenho de acompanhar o grupo. Desta vez fomos tentar dar a volta ao Mundo, impossível?... Vamos ver!... As aves do grupo queriam passar pelos cinco continentes porque acharam que a Antárctida é muito fria para nós. Bem!... Partimos de Aveiro, voámos para sul até chegar a África e parámos em Angola e Madagáscar. Foi interessante observar as diferentes variedades de espécies de animais e plantas e as culturas das pessoas. De seguida voámos em direcção à grande Ásia, parámos no Japão, em Tóquio. Que barulho e grande confusão, as ruas estavam cheias de pessoas, carros a correr de um lado para o outro. Na Nova Zelândia que frio… as pessoas esquiavam todas agasalhadas… e os pinguins davam mergulhos nas águas geladas… grrrr! América, as Ilhas Galápagos… adorámos… aí sim, era quente, o ar e a água. Quando nos fomos refrescar vimos uma iguana marinha e uma tartaruga gigante a mergulhar também! Antes de voltar para casa voámos para os Estados Unidos da América. Aí sim, divertimo-nos à grande na Disneylândia e conhecemos o Grande Canyon onde fizemos corridas e acrobacias no ar. A caminho de Nova Iorque parámos à beira do rio Mississípi para descansar e beber água fresca. Perto passeavam uns outros animais enormes, os bisontes. Voando sobre Nova Iorque vimos um jogo de basebol e uma grande estátua no meio do Oceano – ela representa a liberdade, dormimos na sua coroa. De manhãzinha, viajámos para a Europa, onde não há segredos para nós… já conhecemos a Torre Eiffel e sabemos que estamos em Paris… O Palácio Real em Madrid e finalmente chegámos à Torre de Belém… em nossa casa!... Portugal. Descansámos e ficámos a olhar o Tejo, longas horas. O nosso segredo para saber por onde passámos está numa anilha na minha pata que tinha um «Fantástico Atlas do Mundo». É bom viajar mas não há nada como o nosso lar… Irina Conceição EBI EIXO – Turma E – 4º ano

18 EB1 Requeixo – Turma O – 3º e 4º ano

19 A corrida das panquecas Ontem, dia 24 de Fevereiro, alguns colegas nossos participaram numa corrida chamada Pancake´s Race. Foi uma actividade muito divertida ligada à disciplina de Inglês. Nesta corrida só podia participar quem tivesse uma frigideira com uma panqueca. Tinham de dar duas voltas ao átrio da escola amarela, sem deixar cair a panqueca. No início e no fim da corrida era preciso virar a panqueca atirando-a ao ar. Esta actividade era para ser realizada ao ar livre, mas como estava mau tempo foi dentro do edifício da escola amarela. O primeiro prémio foi para o nosso colega Rúben. Ele correu muito rápido mas foi uma corrida muito perigosa, com espaço muito apertado e com muitas curvas. Alguns professores também correram (só com professores…) e foi o Director quem ganhou. A parte mais divertida deste dia foi que na nossa sala fizemos umas óptimas panquecas que nos deliciaram! Todos trouxemos os ingredientes necessários e coisas boas para os rechear… estavam uma delícia! Foi um dia bem passado e todos gostaríamos de o repetir! EBI de Eixo - Turma B - 3º ano

20 EB1 Azurva – Turma H – 1º ano

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22 EBI Eixo – Turma D – 1º ano

23 Valeu a pena! Para o ano há mais ! Parabéns a todos!


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