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O mistério de Cristo na Liturgia da Igreja ARQUIDIOCESE DE SÃO PAULO ENCONTRO DE FORMAÇÃO LITURGICA Pe. Luiz Baronto.

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1 O mistério de Cristo na Liturgia da Igreja ARQUIDIOCESE DE SÃO PAULO ENCONTRO DE FORMAÇÃO LITURGICA Pe. Luiz Baronto

2 Madeira do Rosarinho (Madeira que cupim não rói) Capiba Madeira do Rosarinho Vem à cidade sua fama mostrar E traz com seu pessoal Seu estandarte tão original Não vem pra fazer barulho Vem pra dizer e com satisfação Queiram ou não queiram os juizes O nosso bloco é de fato campeão E se aqui estamos, cantando essa canção Viemos defender a nossa tradição E dizer bem alto que a injustiça dói Nós somos madeiras de lei que cupim não rói

3 Sem a liturgia e os sacramentos, a profissão de fé não seria eficaz, porque faltaria a graça que sustenta o testemunho dos cristãos. Bento XVI Carta Apostólica Porta Fidei, 2012

4 AQUILO QUE NÃO É CELEBRADO NÃO CONSEGUE SER APREENDIDO EM SUA PROFUNDIDADE E EM SEU SIGNIFICADO PARA A VIDA. (Diretório Nacional de Catequese 116)

5 Mt 28, vão e façam com que todos os povos se tornem meus discípulos, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo, e ensinando-os a observar tudo o que ordenei a vocês. Eis que estarei convosco todos os dias, até o fim do mundo.

6 Palavra Fazer discípulos Sacramento Batizar Vida Cristo Profeta Igreja Profética Munus docendi Cristo Sacerdote Igreja Povo Sacerdotal Munus sanctificandi Cristo Rei-Pastor Igreja Povo Régio Munus regendi Anunciar a fé MISTÉRIO DE CRISTO LEX CREDENDI Celebrar a fé MISTÉRIO DE CRISTO LEX ORANDI Viver a fé MISTÉRIO DE CRISTO LEX VIVENDI querigmaanúncioCATEQUESE koinoniacelebraçãoLITURGIAdiaconiaserviçoVIDA Crenças específicas Ritos próprios Práticas de Vida Ensinar a observar

7 LITURGIA CELEBRAÇÃO LITÚRGICA CELEBRAÇÃO LITÚRGICA CRISTÃ POVO LIT = laós FAZER AÇÃO TRABALHO SERVIÇO OBRA URGIA = ergon CELEBRAR =. Tornar célebre festivo inesquecível memorável solene MISTÉRIO PASCAL

8 E no centro da Liturgia está o Mistério da fé!

9 Mysterion (verbo myen) - FECHAR - ESCONDER - COISA SECRETA No plural (mistérios) = CERIMÔNIAS SECRETAS conhecidas pelos iniciados para os apóstolos: A REVELAÇÃO DO DESÍGNIO SALVÍFICO DE DEUS A PALAVRA MISTÉRIO

10 O que era desde o princípio, o que ouvimos, o que vimos com nossos olhos, o que contemplamos, e o que nossas mãos apalparam do Verbo da vida - porque a Vida manifestou-se: nós a vimos e lhe damos testemunho e vos anunciamos a Vida eterna, que estava voltada para o Pai e que nos apareceu - o que vimos e ouvimos vo- lo anunciamos para que estejais também em comunhão conosco. E a nossa comunhão é com o Pai e com seu Filho Jesus Cristo. E isto vos escrevemos para que a nossa alegria seja completa. (1Jo 1,1- 4). De que mistério estamos falando?

11 [...] Esta obra da redenção humana e da perfeita glorificação de Deus da qual foram prelúdio as maravilhas divinas operadas no povo do Antigo Testamento, completou-a Cristo Senhor, principalmente pelo mistério pascal de sua sagrada paixão, ressurreição dos mortos e gloriosa ascensão. Por este mistério, Cristo morrendo na cruz, destruiu a nossa morte e ressuscitando recuperou a nossa vida (Missal romano, prefácio da páscoa). Sacrosanctum Concilium 05

12 Ef 3, 3-12 mysterion = realidade profunda, inexprimível, que tem como seu objeto o Evangelho, isto é, a realização do plano de salvação através da morte e da ressurreição de Cristo. Um evento único e irrepetível, constitui a essência e o sentido do mistério pascal de Cristo. ESCONDIDO EM DEUSREVELADO EM CRISTOCELEBRADO PELA IGREJA

13 Ef. 3, Foi por revelação que me foi manifestado o mistério que acabo de esboçar. 4. Lendo-me, podereis entender a compreensão que me foi concedida do mistério cristão, 5. que em outras gerações não foi manifestado aos homens da maneira como agora tem sido revelado pelo Espírito aos seus santos apóstolos e profetas. 6. A saber: que os gentios são co-herdeiros conosco (que somos judeus), são membros do mesmo corpo e participantes da promessa em Jesus Cristo pelo Evangelho. 7. Eu me tornei servo deste Evangelho em virtude da graça que me foi dada pela onipotente ação divina. 8. A mim, o mais insignificante dentre todos os santos, coube-me a graça de anunciar entre os pagãos a inexplorável riqueza de Cristo,9. e a todos manifestar o desígnio salvador de Deus, mistério oculto desde a eternidade em Deus, que tudo criou. 10. Assim, de ora em diante, as dominações e as potestades celestes podem conhecer, pela Igreja, a infinita diversidade da sabedoria divina, 11. de acordo com o desígnio eterno que Deus realizou em Jesus Cristo, nosso Senhor. 12. Pela fé que nele depositamos, temos plena confiança de aproximar-nos junto de Deus

14 Rm 16, Seja dada glória a Deus, que tem o poder de conservar vocês firmes, de acordo com o meu Evangelho e a mensagem de Jesus Cristo. Essa é a revelação de um mistério que estava envolvido no silêncio desde os tempos eternos. 26. Agora, esse mistério foi manifestado pelos escritos proféticos e por disposição do Deus eterno, e foi anunciado a todos os pagãos, para conduzi-los à obediência da fé Col 1, o mistério escondido desde o começo dos tempos e gerações, e que agora é revelado aos cristãos.27. Deus quis manifestar aos cristãos a riqueza gloriosa que este mistério representa para os pagãos, isto é, o fato de que Cristo, a glória esperada, está em vocês. Ef. 3, A mim, o menor de todos os cristãos, foi dada a graça de anunciar aos pagãos a incalculável riqueza de Cristo,9. e de esclarecer a todos como se realiza o mistério que esteve sempre escondido em Deus, o criador do universo. 10. Desse modo, os principados e as autoridades no céu doravante conhecem, graças à Igreja, a multiforme sabedoria de Deus.

15 (Presidente): Na noite em que ia ser entregue, Jesus tomou o pão... e disse... Do mesmo modo, no fim da ceia, tomou o c á lice... e disse.... Fazei isto em MEM Ó RIA de mim. Eis o mist é rio da f é ! (Povo:) Anunciamos, Senhor, a vossa morte e proclamamos a vossa ressurrei ç ão, Vinde, Senhor Jesus! (ou:) Todas as vezes que comemos deste pão e bebemos deste c á lice, anunciamos, Senhor, a vossa morte, enquanto esperamos vossa vinda! (Presidente): Celebrando, pois, a MEM Ó RIA da morte e ressurrei ç ão de vosso Filho, n ó s vos oferecemos, ó Pai,... e vos agradecemos... e vos suplicamos...

16 Sinal profético (antecipação) Evento fundador da Aliança (único e irrepetível) Iteração (repetição) da ação ritual como sinal memorial Páscoa judaica Última ceia no Egito Ex 3,7-8; Ex 12, Sinal profético + ordem de iteração Passagem do Mar Vermelho O povo novo, livre da escravidão do Faraó - comunidade de Israel. rito anual da ceia pascal - com cordeiro, ervas amargas, pão ázimo. Cf. Ex 12,14, memorial = Aliança no sangue do cordeiro. Páscoa cristã Última ceia no cenáculo Única e irrepetível Sinal profético da morte de Jesus + ordem de iteração Morte e ressurreição de Jesus Hb 9,26-28; 10,10) celebração eucarística dominical (Toda vez que... 1Cor 11,26) = Nova aliança no sangue do Cordeiro.

17 Zikkaron Não é memória saudosista do passado É reapresentação ao evento. Pela fé (e pelos sinais da fé) nos tornamos contemporâneos ao evento salvífico. A páscoa não ficou encerrada no passado mas se converteu em evento salvífico para as gerações futuras Noção de Memorial

18 Participar da morte e da ressurreição do Senhor por meio dos sinais que nos conduzem ao evento da salvação; Entrar em comunhão com este evento da salvação; Deixar-se conduzir pela ação amorosa de Deus na liturgia que nos torna contemporâneos do evento salvífico; Fazer memória é:

19 Entrar no processo de transformação pascal da existência; Reconhecer nos demais e nos acontecimentos o processo pascal da vida e da história que serão sempre remetidos a Cristo e à sua Páscoa; Avivar a consciência de que a páscoa de Cristo se prolonga na páscoa da humanidade; Cultivar uma espiritualidade pascal, nutrida por expressões da fé pascal: Não perder de vista a fonte da genuína experiência cristã, a liturgia

20 Introdução ao Ato Penitencial: No dia em que celebramos a vitória de Cristo sobre o pecado e a morte, também nós somos convidados a morrer para o pecado e a ressurgir para uma vida nova. Oração do Dia – Solenidade da Ascensão do Senhor: Ó Deus todo poderoso, a ascensão do vosso Filho já é nossa vitória. Fazei-nos exultar de alegria e fervorosa ação de graças, pois, membros de seu corpo, somos chamados na esperança a participar da sua glória. Toda celebração cristã é memorial da Páscoa do Senhor

21 Oração após a comunhão (16º Dom TC A): Ó Deus, permanecei junto ao povo que iniciastes nos sacramentos do vosso reino, para que, despojando-nos do velho homem, passemos a uma vida nova. Por Cristo, nosso Senhor. Oração do IV Dom do Advento Derramai, ó Deus, a vossa graça em nossos corações para que, conhecendo pela mensagem do Anjo a encarnação do vosso Filho, cheguemos, por sua paixão e cruz, à glória da ressurreição

22 Benção da água do Batismo: "Ó Deus, pelos sinais visíveis dos sacramentos realizais maravilhas invisíveis. Ao longo da história da salvação vós vos servistes da água para fazer-nos conhecer a graça do batismo. Já na origem do mundo vosso espírito pairava sobre as águas para que fossem capazes de gerar a vida. Nas águas do dilúvio pusestes fim aos vícios e, ao mesmo tempo, fizestes surgir um novo começo para a humanidade. Concedestes aos filhos de Abraão atravessar o mar Vermelho a pé enxuto, para que, livres da escravidão prefigurassem o povo, nascido na água do batismo. Vosso Filho, batizado nas águas do Jordão, foi ungido pelo Espírito Santo. Pendente da cruz, do seu coração aberto pela lança fez correr sangue e água

23 Olhai agora, ó Pai, a vossa Igreja, e fazei brotar para ela a água do batismo. Que o Espírito Santo dê, por esta água, a graça do Cristo, a fim de que o ser humano, criado à vossa imagem, seja lavado da antiga culpa pelo batismo e renasça pela água e pelo Espírito Santo para uma vida nova. Nós vos pedimos, ó Pai, que por vosso Filho desça sobre toda esta água a força do Espírito Santo. E todos os que, pelo batismo, forem sepultados na morte com Cristo, ressuscitem com Ele para a vida. Por Cristo, nosso Senhor. AMÉM

24 A Liturgia da Igreja vai além da própria reforma conciliar, cujo objetivo, de fato, não era principalmente o de mudar os ritos e os gestos, mas sim renovar as mentalidades e colocar no centro da vida cristã e da pastoral a celebração do mistério pascal de Cristo.

25 Fim


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