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Energy Management and Policy Miguel Águas –2002 A UTILIZAÇÃO RACIONAL DE ENERGIA Miguel P. N. Águas Instituto Superior Técnico – DEM - SAE

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Apresentação em tema: "Energy Management and Policy Miguel Águas –2002 A UTILIZAÇÃO RACIONAL DE ENERGIA Miguel P. N. Águas Instituto Superior Técnico – DEM - SAE"— Transcrição da apresentação:

1 Energy Management and Policy Miguel Águas –2002 A UTILIZAÇÃO RACIONAL DE ENERGIA Miguel P. N. Águas Instituto Superior Técnico – DEM - SAE

2 Energy Management and Policy Miguel Águas –2002 A UTILIZAÇÃO RACIONAL DE ENERGIA TÓPICOS A ABORDAR: MEDIDAS DE POUPANÇA R.G.C.E: O REGULAMENTO DE GESTÃO DOS CONSUMOS DE ENERGIA

3 Energy Management and Policy Miguel Águas –2002 R.G.C.E. – O REGULAMENTO DE GESTÃO DOS CONSUMOS DE ENERGIA

4 Energy Management and Policy Miguel Águas –2002 ENCONTRA-SE REGULAMENTADO NA SEGUINTE LEGISLAÇÃO: Decreto-Lei nº 58/82, D.R. nº 47, I Série de 1982/02/26 Portaria nº 359/82, D.R. nº 81, I Série, de 1982/04/07 Despacho nº 10/88, D.R. nº 125, II Série, de 1988/05/30 R.G.C.E.

5 Energy Management and Policy Miguel Águas –2002 OBJECTIVO: PROMOVER A REDUÇÃO DE CONSUMO DE ENERGIA PRIMÁRIA NACIONAL ATRAVÉS DA DIMINUIÇÃO DOS VALORES DE CONSUMO ESPECÍFICO. R.G.C.E.

6 Energy Management and Policy Miguel Águas –2002 ASSENTA EM DOIS TÓPICOS: CONVERSÃO DOS CONSUMOS PARA ENERGIA PRIMÁRIA: CÁLCULOS UTILIZANDO CONSUMOS ESPECÍFICOS: R.G.C.E. Consumo Energético anual (kgep/ano) Produção anual (ton/ano) CE (kgep / ton) =

7 Energy Management and Policy Miguel Águas –2002 INSTALAÇÕES INDUSTRIAIS ABRANGIDAS: Consumo anual superior a 1000 tep/ano. Exemplos: MWh/ano de consumo eléctrico ton/ano de propano m 3 /ano de gás natural ton/ano de fuel R.G.C.E.

8 Energy Management and Policy Miguel Águas –2002 OBRIGA AS INSTALAÇÕES INDUSTRIAIS: Auditoria Energética, de 5 em 5 anos; Plano de Racionalização, aprovado pela Direcção-Geral de Energia, para um período de 5 anos; Acompanhamento trimestral e anual do Plano de Racionalização; Estabelece penalizações. R.G.C.E.

9 Energy Management and Policy Miguel Águas –2002 REDUÇÃO DO CONSUMO ESPECÍFICO 1. Existe valor de K de referência e é inferior a CE 0 : 2. Não existe valor de K de referência ou é superior a CE 0 : CE 0 + K 2 CE 5 < CE 0 95% Redução para o valor médio de CE 0 e K Redução de 5% R.G.C.E.

10 Energy Management and Policy Miguel Águas –2002 R.G.C.E. EXEMPLO CONCRETO: Produção = 338 ton de moldes / anoProdução = 338 ton de moldes / ano Consumos energéticos:Consumos energéticos: - Energia eléctrica = MWh/ano => tep/ano - Gás Propano = 389 ton/ano => 443 tep/ano - Total = tep/ano > tep/ano => ABRANGIDO Consumo específico => CE 0 = kgep/tonConsumo específico => CE 0 = kgep/ton Não existe K de referência definido => CE 5 = 95% CE 0 = kgep/tonNão existe K de referência definido => CE 5 = 95% CE 0 = kgep/ton Poupança energética correspondente = 111 tepPoupança energética correspondente = 111 tep

11 Energy Management and Policy Miguel Águas –2002 R.G.C.E. EXEMPLO CONCRETO: Factura energética:Factura energética: - Energia eléctrica = ct/ano => /ano - Gás Propano = ct/ano => /ano - Total = ct/ano => /ano Redução da factura até ao final dos 5 anos:Redução da factura até ao final dos 5 anos: ct => ct => Se as medidas de poupança de energia forem aplicadas no primeiroSe as medidas de poupança de energia forem aplicadas no primeiro ano o benefício económico corresponde a cerca de /ano.

12 Energy Management and Policy Miguel Águas –2002 MEDIDAS DE POUPANÇA

13 Energy Management and Policy Miguel Águas –2002 Aumento da temperatura de entrada do ar primário no forno provoca uma redução do consumo de combustível; MEDIDAS DE POUPANÇA 1 –PRÉ-AQUECIMENTO COM A EXAUSTÃO Instalação de um permutador de calor na chaminé do forno de fusão; Instalação de condutas de ligação do permutador aos ventiladores de ar primário do forno. A medida consiste em duas acções: Resultado:

14 Energy Management and Policy Miguel Águas – –GASES DE EXAUSTÃO DOS FORNOS (CONT.) MEDIDAS DE POUPANÇA

15 Energy Management and Policy Miguel Águas – – ALTERAÇÃO TECNOLÓGICA MEDIDAS DE POUPANÇA

16 Energy Management and Policy Miguel Águas – – CONVERSÃO PARA GÁS NATURAL Particularmente interessante no caso de empresas que consomem gás propano => preço do gás natural é significativamente mais baixo. A conversão nos equipamentos é muito simples => já que muitos queimadores de propano são compatíveis com a queima de gás natural => necessitando de uma simples afinação. Eliminação dos depósitos de gás propano. MEDIDAS DE POUPANÇA

17 Energy Management and Policy Miguel Águas – ILUMINAÇÃO EFICIENTE - Aproveitamento de luz natural do edifício. - Utilização mais eficientes: Lâmpadas descarga vapor de sódio em vez de vapor de mercúrio; Utilizar balastros de alta frequência nas lâmpadas fluorescentes; - Utilização controlos automáticos de iluminação; MEDIDAS DE POUPANÇA - Utilização de iluminação localizada;

18 Energy Management and Policy Miguel Águas – – VARIADORES DE FREQUÊNCIA Aplicação em bombas e ventiladores, em que o fluxo é variável. Grande redução do consumo eléctrico => a redução da velocidade para metade conduz a 8 vezes a redução do consumo; Vantagens: Redução do consumo evitando estrangulamentos. Potência = K (Velocidade do ar, água) 3 MEDIDAS DE POUPANÇA

19 Energy Management and Policy Miguel Águas –2002 MEDIDAS DE POUPANÇA 5 – VARIADORES DE FREQUÊNCIA A B C A - Situação normal: -Q= m 3 /h -P=2.8 kW B – Com estrangulamento: -Q=8.800 m 3 /h - P=1.1 kW (< 2.5 vezes) C – Redução ½ na velocidade: -Q=8.800 m 3 /h -P=0.38 kW (< 7.4 vezes)

20 Energy Management and Policy Miguel Águas – –ENERGIA REACTIVA Como melhorar o factor de potência: Acção directa sobre as causas; Compensação local ou global. MEDIDAS DE POUPANÇA Facturação => cos cos < 0.93

21 Energy Management and Policy Miguel Águas – – ENERGIA REACTIVA Diminuição da factura de electricidade (Payback < 1 ano); Menores flutuações de tensão na rede; Aumento da vida útil dos equipamentos; Instalação de novos equipamentos sem necessidade de reforço da instalação eléctrica. Vantagens da compensação: MEDIDAS DE POUPANÇA

22 Energy Management and Policy Miguel Águas – – AR COMPRIMIDO – ESCALÕES MEDIDAS DE POUPANÇA

23 Energy Management and Policy Miguel Águas –2002 Uma fuga de ar comprimido à pressão de 6 bar, através de um orifício de 1 mm e ao fim de uma hora, equivale ao consumo eléctrico de 0.3 kWh, ou seja, aproximadamente 75 /ano. Nas ligações entre a tubagem metálica e as mangueiras de borracha; Onde estão? Ao longo das mangueiras de borracha, que podem conter furos ou fissuras. 7 – AR COMPRIMIDO - FUGAS MEDIDAS DE POUPANÇA

24 Energy Management and Policy Miguel Águas – – AR COMPRIMIDO - FUGAS Consumo correspondente = 155 MWh/ano => /ano MEDIDAS DE POUPANÇA

25 Energy Management and Policy Miguel Águas –2002 Trata-se de um compressor capaz de acompanhar por si só a flutuação do consumo de ar comprimido a todo o instante eliminando assim o funcionamento em vazio, mantendo constante a pressão da rede de distribuição, através da variação contínua da velocidade do motor. O que é? 7 – AR COMPRIMIDO - VELOCIDADE VARIÁVEL MEDIDAS DE POUPANÇA

26 Energy Management and Policy Miguel Águas – – AR COMPRIMIDO – VELOC. VARIÁVEL (CONT.) MEDIDAS DE POUPANÇA

27 Energy Management and Policy Miguel Águas –2002 A UTILIZAÇÃO RACIONAL DE ENERGIA É POSSÍVEL E COMPENSA


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