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Santos, M. P *,1 ;Herrera, M.V. S 1 ; Oliveira-Almeida, I. R 1 ; Senhorini, J. A 2.; Veríssimo-Silveira, R 1.; Ninhaus-Silveira, A 1. ANÁLISE COMPARATIVA.

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1 Santos, M. P *,1 ;Herrera, M.V. S 1 ; Oliveira-Almeida, I. R 1 ; Senhorini, J. A 2.; Veríssimo-Silveira, R 1.; Ninhaus-Silveira, A 1. ANÁLISE COMPARATIVA DA EMBRIOGÊNESE DO CACHARA (Pseudoplatystoma reticulatum) COM O HÍBRIDO PROVENIENTE DO CRUZAMENTO DO CACHARA COM O PINTADO (Pseudoplatystoma corruscans). KUBITZA, F. Qualidade da água na produção de peixes. Campo Grande: [s.n.], p. Apostila. GOMES, Levy de Carvalho; GOLOMBIESKI, Jaqueline Ineu; GOMES, Adriana Regina Chippari and BALDISSEROTTO, Bernardo. Biology of Rhamdia quelen (Teleostei, Pemelodidae). Ciência Rural. 2000, vol.30, n.1, pp FAUSTINO, F; NAKAGHI, L. S.; MARQUES, C; MAKINO, L. C.; SENHORINI, J. A. Fertilização e Desenvolvimento Embrionário: morfometria e análise estereomicroscópica dos ovos dos híbridos de Surubins (pintado, Pseudoplatystoma corruscans x cachara, Pseudoplatystoma reticulatum). Maringá, v.29, n.1, p.49-55, VAZZOLER, A.E.A.M. Biologia da reprodução de peixes teleósteos: teoria e prática. NUPÉLIA. Maringá: EDUEM, 169 p SATO, Y. Reprodução de peixes da bacia do rio São Francisco: Indução e caracterização de padrões. Tese (Doutorado). Centro de Ciências Biológicas e da Saúde, Universidade Federal de São Carlos, São Carlos, SP. 179 p MARINHO, S. A. M. Sobrevivência e Crescimento de Larvas de Surubim Pseudoplatystoma corruscans (SPIX & AGASSIZ, 1829) sob Diferentes Condições Alimentares. Dissertação – Pós Graduação.Universidade Federal Rural de Pernambuco.Recife A. B. C. D. E. D. A. Figura 4. Estágio do desenvolvimento Embrionário do híbrido. Clivagem: A – 4 blastômeros; B – 8 blastômeros; C – mórula; Segmentação: D – cauda solta, vesícula óptica; E – Larva em desenvolvimento. Legenda: b – blastômero; bl – blastoderme; * - vesícula óptica; s – somitos; br - barbilhão b bl b * s br INTRODUÇÃO MATERIAL E MÉTODOS RESULTADOS E DISCUSSÃO REFERÊNCIAS Híbrido Cachara x Pintado (T°C= 24°C)Cachara (T°C = 27°C) Tempo (Horas) Est á gio Tempo (Horas) Est á gio 0-0,40Zigoto 0,2-0,5Zigoto 0,60Clivagem 0,15-0,25Clivagem 0,70Clivagem 0,30Clivagem 0,80Clivagem 0,50Clivagem 0,90Clivagem 0,60Clivagem 1,10Clivagem 1,10Clivagem 1,70Clivagem 1,20Clivagem 1,90Clivagem 1,30Clivagem 2,90 G á strula 1,40 Bl á stula 3,90 G á strula 1,50 G á strula 4,90 G á strula 2,00 G á strula 5,90 G á strula 3,00 G á strula 7,90 Segmenta ç ão 4,00 G á strula 9,90 Segmenta ç ão 5,00 G á strula 11,10Larval 6,00 Segmenta ç ão 11,90Larval 7,00 Segmenta ç ão 12,90Larval 8,00 Segmenta ç ão 24,00Eclosão 9,00 Segmenta ç ão -- 10,00Larval -- 11,00Larval -- 12,00Larval -- 13,00Eclosão E. Os estudos sobre híbridos nas pisciculturas estão em constante crescimento, devido, principalmente, à demanda por peixes com características zootécnicas mais atrativas. Com isso, sabe-se também que o escape destes animais para o meio ambiente torna-se inevitável. A espécie Pseudoplatystoma reticulatum, conhecida no Brasil como cachara ou surubim, pertence ao grupo dos Siluriformes, que, juntamente com o pintado (Pseudoplatystoma corruscans), representa um grupo de grande importância no setor aquícola nacional (Kubitza, 1998). O presente trabalho foi conduzido com o objetivo de identificar e descrever os diferentes estágios do desenvolvimento do híbrido de cachara (P reticulatum) e pintado (P. corruscans), promovendo a partir daí uma análise comparativa da embriogênese deste híbrido com a do seu parental cachara. Foram utilizados exemplares adultos e maduros de um plantel de reprodutores existente no CEPTA/ICMBIO, em Pirassununga / SP. Os exemplares coletados foram submetidos à fertilização induzida com solução de macerado de hipófise de carpa, Cyprinus carpio. Os ovos foram incubados em incubadoras verticais. A coleta das amostras foi iniciada a partir do momento em que os ovos foram incubados, de 10 em 10 minutos nas primeiras duas horas e, a seguir, em intervalos de uma hora até a eclosão das larvas. As amostras foram fixadas em Solução de Karnovsky e processadas, analisadas e fotografadas sob estereomicroscópio no Laboratório de Ictiologia Neotropical – L.I.NEO./UNESP. Foram definidos seis estágios para descrição da embriogênese; zigoto, clivagem (com dois, quatro, oito, dezesseis, trinta e dois e sessenta e quatro blastômeros), blástrula, gástrula (com 25, 50, 75 e 90% do movimento de epibolia), segmentação e larval. A embriogênese do P. reticulatum transcorreu por um período de 13 horas, desde a fertilização até a eclosão das larvas, a uma temperatura média de 27°C. O período de incubação do híbrido foi de 24 horas, a uma temperatura de 24°C. Gomes et al. (2000) relatam que a temperatura da água influencia diretamente o tempo de desenvolvimento embrionário de peixes tropicais, o que pode justificar a diferença observada no tempo de incubação dos dois cruzamentos. Segundo Faustino et al. (2007), o período de incubação à temperatura de 27°C a 29C, de um híbrido de P. corruscans com P. reticulatum estendeu-se de 13 a 14 horas. A diferença de temperatura entre os dois cruzamentos exerceu mais influência sobre a organogênese durante a diferenciação dos primeiros órgãos, sendo que no híbrido (figura 1.G) este estágio estendeu-se por 16,1 horas e na cachara (figura 1.H), por 7 horas, não exercendo diferença significativa nos estágios de clivagem e de gastrulação. Os ovos dos surubins geralmente eclodem em aproximadamente 20 horas a uma temperatura de 24°C, sendo liberados livres na coluna d’água e apresentando coloração amarelada (VAZZOLER, 1996; SATO, 1999). A distribuição da pigmentação e dos barbilhões ocorreu de forma semelhante para os dois cruzamentos, sendo que, na cachara, a pigmentação se concentrou mais na região caudal com a evolução do seu desenvolvimento e os barbilhões se desenvolveram logo abaixo dos olhos, próximos à cavidade oral. Os ovos de surubins são classificados como telolécitos, apresentando-se esféricos e translúcidos. Os ovos do híbrido de P. reticulatum e P. corruscans apresentam as mesmas características quanto à forma, coloração e transparência dos ovos de P. corruscans (MARINHO, 2007), não podendo ser distinguidos no meio. APOIO Quadro 1. Desenvolvimento embrionário do híbrido de Cachara (P. reticulatum) com Pintado (P.corruscans) e do parental Cachara. Figura 1. Pseudoplatystoma reticulatum Figura 2. Pseudoplatystoma corruscans Figura 3. Híbrido de Cachara com Pintado B.C. 1 Laboratório de Ictiologia Neotropical – L.I.NEO., Dep. Biologia e Zootecnia, Unesp - Ilha Solteira. 2 CEPTA/ ICMBIO – Pirassununga-SP.Figura 5. Estágio do desenvolvimento Embrionário de Cachara. Clivagem: A – 4 blastômeros; B – 8 blastômeros; C – Mórula; Segmentação: D – cauda solta, vesícula óptica; E – Larva em desenvolvimento.


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