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Avisos: Encaminhe e acompanhe os seus discípulos para a Escola de Discípulos, isso fará eles crescerem a cada dia. Batismo 02 de Maio de 2010 Quebra gelo.

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1 Avisos: Encaminhe e acompanhe os seus discípulos para a Escola de Discípulos, isso fará eles crescerem a cada dia. Batismo 02 de Maio de 2010 Quebra gelo opcional: Quem mais fez isso? Material necessário: fichas de papel ou tampinhas Como Funciona : Cada participante dirá algo que fez na vida que imagina ninguém do grupo tenha feito antes. Se alguém mais do grupo tiver realizado a mesma ‘façanha’ pode colocar sua ficha na mesa. O vencedor é aquele que ficar sem nenhuma ficha na mão. Moral: Para que o grupo possa se conhecer mais. Tema da semana: Fugir, murmurar ou encarar os problemas? 1Reis Palavra: Quem de nós ainda não enfrentou uma crise em nossa existência terrena? As crises surgem quando estamos às voltas com um problema aparentemente sem solução, e quando todos os recursos que achávamos ter em nossas mãos para a solução do problema, se esgotam. Quando nos aprofundamos numa crise é natural lançarmos a culpa nos outros, e aqui, muitos podem ser culpados: Culpamos Deus, porque achamos que ele deveria ter interferido em nossa dificuldade nos livrando poderosamente. No texto, encontramos um dos maiores profetas de Deus no A.T., vivendo uma grande crise existencial. Ele passa repentinamente de um momento de glória, para momentos de decepções e desastres profundos. I. Há pelo menos duas formas de fuga: a. Quando entramos em isolamento. Quando procuramos nos esconder do problema, não querendo a interferência de ninguém b. Quando não encaramos o problema. Fazemos de conta que o problema não existe. Precisamos encarar os problemas de frente! A fuga acaba, muitas vezes, sendo um ato de covardia diante do problema e diante de Deus. Alguns servos de Deus praticaram a fuga ou ansiaram por ela, quando estiveram diante de um problema sério: Davi (Sl ), Jeremias (Jr 9.1-2), Jacó (Gn ). II – Desejo de morrer. Vs. 4, Uma das conseqüências mais comuns em alguém que está vivendo uma crise existencial é o desejo de morrer, pois a morte, segundo a concepção de alguns, principalmente se estão em crise, põe fim ao sofrimento. Embora Elias não pensasse em suicídio em razão de suas convicções religiosas, pediu a Deus que lhe tirasse a vida, o que é um pedido comum para muitas pessoas que estão aprofundadas numa crise. Jonas (Jn 4.1-3), Moisés (Nm ), Jó ( Jó , 3). Devemos saber que a morte não resolve os nossos problemas. Ansiar por ela, pode até mesmo complicá-los. Devemos desejar viver e não morrer. Conclusão: 1. É possível que você esteja vivenciando uma crise atual, onde já tenha pensando em tirar a própria vida, ou até mesmo desejando morrer, ou ainda que Deus lhe mate, removendo desta maneira o seu sofrimento. 2. Pode ser que você esteja tentando "fugir" de sua crise se lançando ao álcool, às drogas, aos vícios, ou até mesmo praticando um tipo de fuga mental tentando ignorar que existe a crise, dizendo para você mesmo que está tudo bem. 3. Porém, o melhor caminho quando estamos enfrentando uma crise de qualquer proporção, é buscar auxílio em Deus e nas Escrituras Sagradas, que com toda certeza teremos nosso sofrimento e nossa dor aliviados. Vamos pensar como Davi, Sl , "1 Levantarei os meus olhos para os montes, de onde vem o meu socorro. 2 O meu socorro vem do Senhor que fez o céu e a terra". Super dica Tempo gasto “afiando o machado” para decepar as árvores não é tempo perdido. Uma hora gasta em oração fará com que uma hora de trabalho renda mais que uma centena delas sem oração. Desenvolva uma disciplina de oração! Frase para o líder: "A vida não consiste em ter boas cartas na mão e sim em jogar bem as que se tem." Josh Billings Para refletir: O colibri Carlos era um garoto estudioso. Seu problema era a falta de paciência. Se ele estivesse fazendo a lição de casa e algo saísse errado, logo se irritava. Jogava longe o caderno e desistia do trabalho. Uma manhã, ao abrir a janela do seu quarto, Carlos viu um beija- flor sobrevoando o jardim. Debruçou-se na janela e ficou observando. O lindo pássaro, de penas verdes e azuis, batia rapidamente as asas, parava diante de uma flor. Depois descia até o chão, pegava um raminho e subia até o galho de um pinheiro. Tornava a descer e subir, sempre carregando um raminho no bico. A cena deixou Carlos extasiado. Chamou o pai, a mãe, o irmão. Todos ficaram longo tempo olhando o trabalho contínuo do beija-flor que logo teve ajuda da sua companheira. Naquela noite, houve uma violenta tempestade. Ventos fortes. Chuva. Pela manhã, o ninho estava no chão. Carlos ficou olhando triste. Tanto trabalho por nada. Logo o sol saiu. Os ramos começaram a secar. O casal de beija-flores se apresentou no jardim e recomeçou a tarefa. Raminho após raminho foi sendo levado. A construção do novo ninho demorou alguns dias. Tinha a forma de uma concha bem funda. A fêmea se acomodou e botou dois ovinhos. Carlos passou a visitar o ninho. Se a fêmea se afastava, ele ia dar uma espiadela. Numa bela tarde, que surpresa! Os filhotinhos haviam nascido. Nessa hora, o pai de Carlos aproveitou para falar: Você já imaginou, meu filho, se no dia daquela tempestade, quando o ninho caiu, os beija-flores tivessem desistido? O exemplo deles é de persistência e paciência. Procure reforçar essas qualidades dentro de você. Se você desistir, na primeira dificuldade, perderá a chance de realizar coisas maravilhosas. Pense nisso.


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