A apresentação está carregando. Por favor, espere

A apresentação está carregando. Por favor, espere

União Educacional Minas Gerais Curso de Pedagogia Gestão e Tecnologia Educacional.

Apresentações semelhantes


Apresentação em tema: "União Educacional Minas Gerais Curso de Pedagogia Gestão e Tecnologia Educacional."— Transcrição da apresentação:

1 União Educacional Minas Gerais Curso de Pedagogia Gestão e Tecnologia Educacional

2 Introdução Vivência Música Marcante Fato Significativo Considerações Finais Sair

3 O Diário de Bordo e um instrumento utilizado para registrar fatos e acontecimentos marcantes vivenciados no curso de Pedagogia Gestão e Tecnologia Educacional.É uma atividade interdisciplinar desenvolvida no terceiro período do curso de Pedagogia-Gestão e Tecnologia Educacional da UNIMINAS, propostas pelas professoras das seguintes disciplinas: Ana Carolina Scalia - Disciplina: Laboratório de Aprendizagem e Gilca dos Santos Vilarinho - Disciplina: Informática Aplicada à Educação II o conteúdo foi selecionado a partir dos momentos vivenciados ao longo da Disciplina Laboratório de Aprendizagem e que foi desenvolvido na disciplina Informática Aplicada à Educação II.

4 Eu no lugar do outro Tempo Uma palavra de luz Passado, Presente, Futuro Família em primeiro lugar Diferenças no grupo

5 Descrição Metodologia Considerações Pessoais

6 Descrição Participantes: Anne katarine, Diego Iure, Joice Camila. Objetivo: Refletir e perceber a importância do tempo em nossas vidas. Numero de participantes: Cerca de 20 pessoas Duração: Aproximadamente 1 hora

7 1-) Momento: Aquecimento Material: Caixa de fósforos. Objetivo: Promover a apresentação dos participantes de um grupo, especialmente se o tema-assunto do encontro for “Tempo”. Quebrar o “gelo”, possibilitar o conhecimento, descontrair. Procedimento: Informar que todos irão se apresentar a partir daquele momento, utilizando um fósforo, enquanto estiver aceso- “Evite ser o último”.Demonstrar, iniciando a apresentação: abrir a caixa, acender um fósforo (só deve ser permitido, a principio, um fósforo) e proceder sua apresentação – nome, expectativas, gostos pessoais, características marcantes, etc.Caso o fósforo apague, é dada a vez a outra pessoa e, assim, sucessivamente.Ao final, oportunizar às pessoas que tiveram seus fósforos apagados, antes de concluída sua apresentação, a chance de fazer algum acréscimo, se assim o quiserem. Promover os comentários convenientes. Metodologia

8 2-) Momento: Ação Objetivo: Refletir sobre coisas que não conseguiu realizar e projetar a confiança noutra pessoa para a realização futura daquilo que gostaria, mas não tem mais tempo. Para quantas pessoas: Cerca de 20 pessoas. Material necessário: Duas velas – uma minúscula, bem pequena mesmo e outra grande, nova. Descrição da dinâmica: O facilitador deverá ter a mão, visível, um toco de vela, bem pequeno, já quase no fim.A vela grande deverá estar guardada, sem que o grupo veja. Orientar para que o grupo fique posicionado em círculo, assentado em cadeiras ou no chão. Acender o toco de vela e colocar para os grupos as instruções. “Esta vela esta se acabando é você, ela representa o final das nossas atividades aqui. Muitas coisas poderiam ter sido realizadas, mas não foram, nem foram ditas.

9 Você está no seu instante final e esta é uma oportunidade única- é sua despedida. O que você gostaria de dizer ou a quem gostaria de se dirigir?”. Iniciar por um voluntário, que passará o toco da vela para o vizinho da direita, que se coloca e passa para a próxima pessoa e, assim, sucessivamente, até ter-se completado a roda. Ascender a vela nova e grande. Recomeçar com o mesmo voluntário do inicio e dizer o seguinte: “Esta vela é você em um novo começo, representando o que você não fez ate hoje, mas gostaria de fazer.

10 Que pessoa você escolheria para depositar toda a sua confiança e dar continuidade ao que você não pode realizar? Dirija-se ate ela e passe a vela”. Deixar os participantes livres para se dirigirem a quem quiserem.Varias pessoas poderão ser escolhidas, e algumas poderão não ser escolhidas- na vida é assim... Ao final, abrir para depoimentos adicionais-sentimentos, emoções, recados extras, etc.

11 3-) Momento: Socialização Neste momento será proposto um texto sobre o assunto: “Tempo”: “Tudo tem o seu tempo determinado e há tempo para todo propósito debaixo do céu: há tempo de nascer e tempo de morrer; tempo de chorar e tempo de rir; tempo de abraçar e tempo de afastar-se; tempo de amar e tempo de aborrecer; tempo de guerra e tempo de paz." -- Eclesiastes, 3 4-) Momento: Avaliação Cada pessoa irá relatar quais as dificuldades relacionadas ao Tempo.

12 Considerações Pessoais Esta dinâmica fez com que refletíssemos, sobre a importância do tempo em nossas vidas. Nos mostrou também que muitas vezes temos tempo e não sabemos aproveitar ele como deveríamos.

13 Descrição Metodologia Considerações Pessoais

14 Facilitadoras: Silvia, Tatiane Oliveira, Tatyanne Carvalho. Objetivo: Propiciar momentos de descontração, enfatizando a importância de se colocar no lugar do outro, respeitando suas idéias/opiniões. Número de participantes: 10 a 30 pessoas Duração: 1 hora aproximadamente. Material: som, CD com música instrumental e urso de pelúcia. Descrição

15 Metodologia 1º momento: Aquecimento – Projeção de sentimentos Objetivo: Promover a integração do grupo, descontrair, desenvolver a afetividade, colocar-se no lugar do outro. Procedimentos: Formar um círculo em pé – o grupo todo. Colocar uma música instrumental suave.Entregar o boneco para um dos participantes e pedir que ele faça qualquer coisa com o boneco – abraçar, beijar, acariciar,bater, jogar no chão, etc.Lembrar que cada pessoa deve recordar, depois, exatamente o que fez com o boneco.

16 Passar o boneco para o vizinho da direita, que repetirá, da sua forma, os gestos, e assim, sucessivamente, até o último participante do círculo.Recolher o boneco.Comunicar que cada pessoa deverá, agora, repetir no seu vizinho da direita o mesmo que fez com o boneco. Observar as reações das pessoas e ouvir delas os próprios sentimentos, o que experimentaram vivenciando o exercício.

17 2º momento: Ação - Concordo... Discordo Objetivo:Exercitar a capacidade de persuasão, formas de comunicação, bem como proporcionar aprendizagem. Será necessário trabalhar com a competitividade, e diversidades. Procedimentos: Espalhar frases sobre uma mesa. Solicitar que cada participante escolha um par, e informar que cada dupla irá discutir sobre um tema, onde, um dos dois concorda com o que está escrito, e o outro discorda. Cada dupla terá cinco minutos para discussão e depois irão inverter os papéis.

18 3º momento: Socialização Este é um momento de cada um compartilhar o que sentiu durante o aquecimento e a ação. As facilitadoras lançarão perguntas para facilitar esse momento. (Como você se sentiu no lugar do outro? Quais os sentimentos ou dificuldades ao concordar ou discordar? Suas opiniões foram baseadas em preconceitos? Você sentiu que suas idéias/opiniões foram respeitadas?).

19 4º momento: Processamento – Jogo da carruagem Leitura do texto: Jogo da Carruagem Objetivo: Extravasamento, mostrar a importância de cada um fazer a sua parte dentro do grupo, compreender as dificuldades e o tempo de cada pessoa para executar determinadas tarefas. Utilizar-se-á do texto para fazer um fechamento do tema, proporcionando uma reflexão e um memento para compartilhar sobre o mesmo. Será designado um personagem para cada participante. O facilitador irá fazer a leitura da história e, quando citar o “personagem”, a pessoa correspondente deve levantar-se e bater uma palma e sentar- se, ao dizer “carruagem” todos se levantam batem 2 palmas e sentam-se.

20 Personagens: um personagem para cada participante do grupo: Cocheiro Roda Passageiro magro Passageira Menininho chorão Banco Porta Molas Cavalo Carruagem (todos)

21 História: A viagem estava atrasada porque o cocheiro estava consertando a roda dianteira da carruagem. O atraso o deixava cada vez mais irritado, e o passageiro magro andava de um lado para o outro enquanto a passageira acalmava o menininho chorão. Quando a carruagem ficou pronta, o velho cocheiro apressou-se em fechar a porta e tirar o capim do cavalo, para iniciar a viagem da carruagem. O passageiro magro acalmou-se e até sorriu para o menininho chorão que, agora todo feliz, fazia ranger com seus pulos as molas do banco da carruagem.

22 A carruagem iniciou a viagem puxada pelo cavalo enquanto a passageira sorria para o passageiro magro. Mas, de repente, o cavalo tropeçou, o banco inclinou, a porta se abriu e o cavalo se assustou, obrigando a carruagem a parar para consertar a mola do assento e a roda que havia se soltado novamente da carruagem

23 5º momento: Avaliação – Critico... Elogio Objetivos: Exercício de feedback, avaliar um processo de forma prática e objetiva. Procedimentos: Manter o grupo em círculo e solicitar que cada um verbalize o que Critica e o que Elogia sobre a vivencia e as facilitadoras.

24 Considerações Pessoais Achei muito interessante essa dinâmica, e percebi o quanto é Importante a sincronia de um grupo. Outra coisa que achei muito legal foi a parte do ursinho que algumas atitudes que fizemos com o ursinho não tivemos coragem de fazer com a pessoa que estava do nosso lado.

25 Descrição Metodologia Considerações Pessoais

26 Descrição Facilitadores: Alessandro,Nucinéa e Renatha. Objetivo: Despertar a importância do outro,a solidariedade, perceber o nosso individualismo e descobrir soluções em conjunto com outras pessoas. Número de Participantes: 10 a 30 pessoas Duração: 1 hora Material: Velas e Venda para os olhos, papel e caneta, Som e cd.

27 Metodologia 1 Momento: Aquecimento- Boneco Maluco Formar 2 círculos com no máximo 10 pessoas, com 1 delas no circulo, este fará o papel do boneco maluco, de olhos vendados, “o boneco maluco” deve ficar com o corpo bem ridido, com os braços retos junto ao corpo e cair para algum lado sem mover os pés do lugar, as pessoas que estão no circulo deverão aparar o boneco e impulsiona-lo para outra direção, assim o boneco maluco será balançado de um lado para o outro.

28 2 Momento: Ação: Entregar a cada Participante um papel e uma caneta, pedindo para escrever 6 características, 3 negativas e 3 positivas e escrever quais as dificuldades que estão tendo no 3 período em relação aos colegas e a disciplina. Entregar uma vela para cada integrante, distribuir para os mesmos os papeis com características de cada um e os mesmos vão chegar no colega dando uma palavra amiga em relação as suas dificuldades escritas no papel. E em seguida ascendera a vela do colega. Depois que as velas estiverem todas acessas vamos falar que com uma palavra amiga nos podemos ascender uma luz que as vezes não imaginava que tinha.

29 3 Momento: Socialização: Como foi cada Momento dessa Vivencia? O que podemos perceber? No primeiro momento o que propiciou? E o segundo Momento houve trabalho em equipe? Por que? 4 Momento: Processamento: Foi realizado um circulo na sala com uma musica no fundo e pedimos pra todo mundo relaxar e pensar ou que tinha ouvido e falado para seu colega.

30 Considerações Pessoais Essa dinâmica me fez perceber a importância de cada um, e a solidariedade que devemos ter com o próximo.

31 Descrição Metodologia Considerações Pessoais

32 Descrição Facilitadoras: Vanessa, Iesa, Carla Número de participantes: 20 á 30 pessoas Objetivo: Ressaltar a importância da família em nossa vida, mostrando o quanto importamos com outras coisas, sendo trabalho, escola e etc. E esquecemos das pessoas que mais tem significado para nós como nossos pais, irmãos, filhos e outros. Pode ser aplicada para melhorar a qualidade do relacionamento interpessoal entre os integrantes de uma mesma equipe, a qualquer tempo. Duração: 50 minutos Material: folhas em branco, canetas, balões coloridos, aparelho de som, CD de músicas. Facilitadoras: Vanessa, Iesa, Carla Número de participantes: 20 á 30 pessoas Objetivo: Ressaltar a importância da família em nossa vida, mostrando o quanto importamos com outras coisas, sendo trabalho, escola e etc. E esquecemos das pessoas que mais tem significado para nós como nossos pais, irmãos, filhos e outros. Pode ser aplicada para melhorar a qualidade do relacionamento interpessoal entre os integrantes de uma mesma equipe, a qualquer tempo. Duração: 50 minutos Material: folhas em branco, canetas, balões coloridos, aparelho de som, CD de músicas.

33 Metodologia 1º momento: Aquecimento Informar aos participantes o tema a ser trabalhado. Pedir que permaneçam em seus devidos lugares, mas que na mesa não tenha nenhum material. Colocar uma música com um volume bem baixo e chamá-los para refletir em relação ao tema proposto, com o texto que foi preparado para esta. Observação: Fazer leitura pausadamente.

34 2º momento: Ação Convide os participantes para sentarem dispostos em um círculo e distribua uma caneta, uma ou duas folha de papel e um balão para cada um. Peça para escreverem o nome completo no alto da folha, legível e, após, para dobrarem a folha de papel no formato de uma gaita, com várias dobras espaçadas igualmente – dependendo da quantidade de participantes dobrar a folha em forma de gaita conforme o numero de pessoas. Se tiver 20 pessoas no total, dobrar com 19 espaços iguais. Na seqüência, peça para todos encherem seus balões, "descarregando" dentro deles, todos os sentimentos negativos

35 que impedem um bom relacionamento com a família, amigos: ciúme, desconfiança, inveja, arrogância, etc. E que, depois de cheios e fechados, todos os balões devem ser depositados no centro do círculo. Agora, peça para cada participante entregar a sua folha para o colega a sua direita e este deve escrever, sem se identificar, um adjetivo que melhor define, na opinião dele, o colega cujo nome está escrito na folha. Cada adjetivo deve ser escrito em um dobra da gaita e repassado ao colega à direita. Quando todos estiverem escrito em todas as "gaitas" (uma volta completa), peça para que os seus "proprietários" leiam, em silêncio, tudo que está escrito em suas "gaitas" - fique atento à reação dos participantes.

36 3º momento: Socialização Convide o grupo a se manifestar sobre os sentimentos que tiveram ao ler o que foi escrito sobre cada um. É provável que o momento seja de elevada carga emotiva. Após a participação espontânea de quem quiser falar, comente brevemente sobre o convívio familiar, o espírito de equipe, a qualidade do relacionamento entre eles e encerre a atividade solicitando que todos, em pé, de mãos dadas, estourem os balões que encheram no inicio da atividade.

37 4º momento: Processamento Falar o motivo do tema, mostrando que pelos compromissos individuais de cada um, não ter como se dedicar a família de forma necessária, que são pessoas que tem um significado imenso em nossa vida e que muitas vezes pensamos ate em desistir de fazer varias coisas para ficar mais junto deles. E que por mais que hoje somos ocupados “maneira de dizer”, amanha vão poder desfrutar conosco o que estamos construindo hoje. Falar sobre o significado dos balões, que serviram como forma de desabafar, tirar de nos mesmo os sentimentos que nos atrapalham de ter um bom relacionamento com nossos familiares.

38 5ºmomento: Avaliação Pedir para que cada participante fale sobre o que foi acrescentado com esta dinâmica, um pouco do que sentiu e resumir todo este sentimento em uma palavra (esta palavra deverá ser escrita em uma cartolina que estará disposta na lousa).

39 Há vinte anos presenciei uma cena que modificou radicalmente minha vida. Foi num almoço com um empresário respeitado e bem mais velho que eu. Ele era um dos poucos engajados no social, embora fosse pessoalmente um apaixonado no trabalho. O encontro foi na própria empresa, ele não tinha tempo para almoçar com a família em casa nem com os amigos num restaurante. Os amigos tinham de ir até ele. Seus olhos estavam estranhos, achei até que vi uma lágrima no olho esquerdo. Bobagem minha pensei, homens não choram, especialmente na frente de outros.

40 Mas durante a sobremesa ele começou a chorar copiosamente. Fiquei imaginando o que eu poderia ter dito de errado. Supus que ele tivesse lembrado dos impostos pagos no dia, impostos que ele sabia que nunca seriam usados para o social. "Minha filha vai se casar amanhã", disse sem jeito, "e só agora a ficha caiu. Eu fui um tremendo de um fissurado na profissão e agora percebo que mal a conheci. Conheço tudo sobre meu negócio, mal conheço minha própria filha. Dediquei todo o tempo a minha empresa e me esqueci de me dedicar à família”.

41 Voltei para casa arrasado. Por meses eu me lembrava dessa cena patética e sonhava com ela. Prometi a mim mesmo e a minha esposa que nunca aceitaria seguir uma carreira assim. Colocar a família em primeiro lugar não é uma proposição ética tão óbvia, trivial, nem tão aceita por aí. Basta entrar na internet e você encontrará milhares de artigos que lhe dirão para colocar em primeiro lugar os outros - a sociedade, os amigos, o dever, o trabalho, o cliente, raramente a família. Normalmente, a grande discussão é como conciliar o conflito entre trabalho e família, e a melhor saída é afirmar que dá para fazer ambos. Será?

42 O cinema americano vive mostrando o clichê do executivo atarefado que não consegue chegar a tempo à peça de teatro da filha ou ao campeonato mirim de seu filho. Ele se atrasou justamente porque tentou "conciliar" trabalho e família. Só que surgiu um imprevisto de última hora, e a cena termina com o pai contando uma mentira ou dando uma desculpa esfarrapada. Se tivesse colocado a família em primeiro lugar, esse executivo teria chegado a tempo, teria levado pessoalmente a criança ao evento, teria dado a ela o suporte psicológico necessário nos momentos de angústia que antecedem um teatro ou um jogo.

43 A questão é justamente essa. Se você, como eu e a grande maioria das pessoas, tem de "conciliar" família com amigos, trabalho, carreira ou política, é imprescindível determinar, muito antes das inevitáveis crises, quem você prioriza e coloca em primeiro lugar. Você não terá de tomar difíceis decisões de lealdade na última hora, pois a opção já terá sido previamente discutida e emocionalmente internalizada. Na época pensava deixar de ser professor da USP, apesar do ambiente tranqüilo e dos três meses de férias que a carreira proporcionava. Mas aquele almoço me fez ficar, para desespero de meus alunos.

44 Colocar a família em primeiro lugar tem um custo com o qual nem todos podem arcar. Implica menos dinheiro, fama e projeção social. Muitos de seus amigos poderão ficar ricos, mais famosos que você e um dia olhá-lo com desdém. Nessas horas, o consolo é lembrar um velho ditado que define bem por que priorizar a família vale a pena: "Nenhum sucesso na vida compensa um fracasso no lar". Qual o verdadeiro "sucesso" de ter um filho drogado por falta de atenção, carinho e tempo para ouvi-lo no dia a dia?

45 De que adianta fazer uma fortuna para ter de dividi-la pela metade num ruinoso divórcio e pagar pensão à ex-esposa para o resto da vida? De que adianta ser um executivo bem-sucedido e depois chorar na sobremesa porque não conheceu sequer a própria filha? Os leitores que ficaram indignados porque não tiro férias podem ficar tranqüilos. Eu só não tiro férias aqui da Veja, como a maioria dos colunistas. Stephen Kanitz é administrador (www.kanitz.com.br) Artigo Publicado na Revista Veja, edição 1739, ano 35, nº 7, 20 de fevereiro de 2002, página 26.www.kanitz.com.br

46 Considerações Pessoais Essa vivência foi muito interessante, pois me fez voltar para dentro de mim e perceber o quanto eu amo minha família e o quanto ela e importante na minha vida.

47 Descrição Metodologia Considerações Pessoais

48 Descrição Mediadoras: Amanda Coelho Melazo Franciele Ribeiro de oliveira Kátia Garcia de Oliveira Objetivo: Construir um ambiente de comunicação e confiança no grupo. Numero de participantes: 10 a 40 pessoas Duração: 1hora Material: Som com Cd, Papel para cada participante, Pincel para cada participante

49 1º momento: Com uma musica bem calma de fundo e com as luzes apagadas conduzir os participantes a uma viagem pela sua vida. Relembrando de fatos da sua infância, do seu presente e o que esperam ou sonham para o futuro. Após essa reflexão cada participante receberá uma folha que deverá ser cortada em 3 partes. No 1º pedaço de papel o participante deverá escrever ou desenhar algo significativo da sua infância, no 2º algo do presente que lhe seja especialmente feliz e significativo e no 3° algo que deseja no futuro. Metodologia

50 2º momento: Depois que os participantes tiverem acabado, todos se levantam e caminham sem ordem pela sala ao som de uma musica bem calma. Quando a música parar os participantes devem parar. A pessoa que estiver mais próxima deverá mostrar os seus papeis e observar o de seu companheiro. Isso se repetirá 4 a 5 vezes. Depois quando a música parar cada participante deverá trocar um de seus papeis com seus companheiros. Isso irá acontecer 3 vezes. Ao final cada participante terá em suas mãos 3 papéis de companheiros diferentes.

51 3º Momento: Os participantes voltam ao seu lugar e ordenam os papéis de acordo com o que eles lhe sugerem para sua vida pessoal. Após ordenar cada participante que se sentir a poderá comentar as vivências experimentadas durante o exercício. 4º Momento: Leitura da mensagem Confie em você! Comentar a importância da confiança no grupo. Abrir espaço para os participantes 5º Momento: Após a leitura cada participante deverá avaliar a vivência resumindo em uma só palavra o que significou essa experiência.

52 Considerações Pessoais Essa vivencia foi muito legal, pois fez com que o grupo Se comunicasse e confiasse mais em cada um.

53 Descrição Metodologia Considerações Pessoais

54 Descrição Participantes(es):Diego Iure,Joice Camila,Anne Katarine. Objetivo:Proporcionar o entendimento das diferenças econtradas,entender que em um grupo existe diferenças e saber conviver com elas. Número de participantes:Cerca de 25 pessoas Duração:Aproximadamente 1 hora

55 Metodologia 1º)momento:Aquecimento: Material: bolinhas de papel amassado. Objetivo:Essa dinâmica é usada para descontrair e integrar o grupo de uma forma divertida. Procedimento: Amassar bolinhas de papel cada vale R$1.000,00. O facilitador distribuirá para cada pessoa 5 bolinhas de papel, essas deverão estar dispersas no local onde será realizada a brincadeira. Dado o sinal os alunos deverão sair e procurar um companheiro, em seguida devem parar em sua frente, olhar fixamente nos olhos desse companheiro que por sua vez não pode sorrir.

56 Quem sorrir primeiro paga uma bolinha para a pessoa a quem sorriu. Vence quem terminar a brincadeira com mais "dinheiro", que será o milionário. Tem o objetivo de mostrar que somos um grupo,que mesmo havendo diferenças de personalidade,devemos conviver harmoniosamente com nossos colegas de classe.

57 2º)momento :Ação Objetivo: Aprender a se aceitar e ajudar a desenvolver a empatia com os outros membros do grupo. Para quantas pessoas: Cerca de 20 pessoas. Material necessário: Papel e caneta ou lápis para cada um. Descrição da dinâmica: Cada um deve escrever no pedaço de papel que recebeu alguma dificuldade que encontra no relacionamento com os outros e que não gostaria de expor oralmente.Cada um deve despistar a própria letra e todos os papéis devem ser dobrados da mesma forma. O coordenador da dinâmica recolhe e mistura os papeizinhos. A seguir, são sorteados os papeizinhos entre os participantes da dinâmica e cada um assume o problema que estiver descrito no papel que pegou.

58 Deve ler o problema em voz alta, explicar como se o problema fosse dele, e propor alguma solução para o problema. Não se deve permitir debates nem perguntas Quando todos já tiverem falado, o coordenador poderá propor algumas questões para os participantes como você se sentiu ao ver o seu problema descrito? Como você se sentiu ao explicar o problema de um outro? O outro compreendeu seu problema? Você compreendeu o problema do outro? Como se sentiu em relação ao grupo?

59 3º)momento:Socialização. Neste momento haverá troca de percepções e discussão sobre o tema proposto. Este momento possibilitará os contatos e as inter-relações individualizadas e/ou grupais. Fácil e Difícil Falar é completamente fácil, quando se tem palavras em mente que expresse sua opinião... Difícil é expressar por gestos e atitudes, o que realmente queremos dizer. Fácil é julgar pessoas que estão sendo expostas pelas circunstâncias... Difícil é encontrar e refletir sobre os seus próprios erros.

60 Fácil é fazer companhia a alguém, dizer o que ela deseja ouvir... Difícil é ser amigo para todas as horas e dizer a verdade quando for preciso. Fácil é analisar a situação alheia e poder aconselhar sobre a mesma... Difícil é vivenciar esta situação e saber o que fazer. Fácil é demonstrar raiva e impaciência quando algo o deixa irritado... Difícil é expressar o seu amor a alguém que realmente te conhece. Fácil é viver sem ter que se preocupar com o amanhã... Difícil é questionar e tentar melhorar suas atitudes impulsivas e as vezes impetuosas, a cada dia que passa.

61 Fácil é mentir aos quatro ventos o que tentamos camuflar... Difícil é mentir para o nosso coração. Fácil é ver o que queremos enxergar... Difícil é saber que nos iludimos com o que achávamos ter visto. Fácil é ditar regras e, Difícil é segui-las... (Carlos Drummond de Andrade)

62 5º)momento : Avaliação. Neste momento obtem-se os objetivos planejados e espara uma identificação mais clara do objetivo da oficina pedagógica e do desenvolvimento dos participantes. Iremos nos sentar em circulo e debater o tema proposto,para obter melhor compreensão quanto aos objetivos expostos,apontando as melhorias para alcaçar um desenvolvimento satisfatório entre o grupo.

63 Considerações Pessoais Essa dinâmica me fez compreender melhor a importância do grupo, aprendendo a conviver com as diferenças de cada um.

64 Vivenciar e aplicar as dinâmicas solicitadas pela professora Ana Carolina da disciplina: laboratório de aprendizagem III- foi um fato muito significativo que contribuiu para ampliar e aprimorar meu saberes pedagógicos.

65 Quando a Chuva Passar Ivete Sangalo Composição: Ramon Cruz Pra que falar? Se você não quer me ouvir Fugir agora não resolve nada Mas não vou chorar Se você quiser partir Às vezes a distância ajuda E essa tempestade um dia vai acabar

66 Só quero te lembrar De quando a gente andava nas estrelas As horas lindas que passamos juntos A gente só queria amar e amar E hoje eu tenho certeza A nossa história não termina agora Pois essa tempestade um dia vai acabar Quando a chuva passar Quando o tempo abrir Abra a janela e veja: eu sou o sol Eu sou céu e mar Eu sou céu e fim E o meu amor é imensidão

67

68 Quando a chuva passar Quando o tempo abrir Abra a janela e veja: eu sou, eu sou o sol Eu sou céu e mar Eu sou céu e fim E o meu amor é imensidão oh, oh, oh, oh. Hey, Hey, No, no, no...

69 Para mim elaborar este diàrio de bordo foi muito dificil e trabalhoso. Mais me ajudou muito, pois aprendi muitas coisas que ainda não sabia de informàtica e possibilitou que ampliasse meu conhecimento.


Carregar ppt "União Educacional Minas Gerais Curso de Pedagogia Gestão e Tecnologia Educacional."

Apresentações semelhantes


Anúncios Google