A apresentação está carregando. Por favor, espere

A apresentação está carregando. Por favor, espere

Hartmut Apel 1/48 25.-26. Agosto 2005 Estrutura e Princípios Gerais da Metrologia Legal na Alemanha Hartmut Apel Physikalisch-Technische Bundesanstalt.

Apresentações semelhantes


Apresentação em tema: "Hartmut Apel 1/48 25.-26. Agosto 2005 Estrutura e Princípios Gerais da Metrologia Legal na Alemanha Hartmut Apel Physikalisch-Technische Bundesanstalt."— Transcrição da apresentação:

1 Hartmut Apel 1/ Agosto 2005 Estrutura e Princípios Gerais da Metrologia Legal na Alemanha Hartmut Apel Physikalisch-Technische Bundesanstalt (PTB) Braunschweig - Alemanha INMETRO - DIMEL Agosto 2005, Porto Alegre, BRASIL INMETRO - DIMEL Agosto 2005, Porto Alegre, BRASIL

2 Hartmut Apel 2/ Agosto 2005 República Federal da Alemanha dados estatísticos habitantes : 81 milhões superfície : 357,00 km 2 extensão : 876 km norte-sul 640 km este-oeste densidade da população: 222/km 2 funcionários nos IPEMs: ~ 1600 vizinhos:CH, A, CFR, PL, DK, NL, B, L, F

3 Hartmut Apel 3/ Agosto 2005 Divisão dos Poderes Estaduais na Metrologia Legal éResponsabilidade do Governo Federal: legislação, representação da metr. legal no exterior, uniformização da execução, aprovação de modelos, assessoria do Ministério da Economia (Berlim) éResponsabilidade dos Governos Estadual: execução da metr. legal, controle do mercado, supervisão dos laboratórios de ensaio acreditados, pré-embalagens, multas, processos no tribunal, etc.

4 Hartmut Apel 4/ Agosto 2005 Legislação Nacional e Européia no passado - hoje - no futuro Legislação nacional sobre verificação desde eixo do tempo 2006 aplicação MID Legisl. da CEE Legisl. da UE  atualmente se aplica a legislação de verificação nacional, CEE e UE (nova abordagem) paralelamente

5 Hartmut Apel 5/ Agosto 2005 As bases da regulamentação harmonização e sistema europeu como base para a execução da metrologia legal ao nível nacional Diretivas da UE (para os países membros) p.ex. para: balanças não-automáticas, produtos medicinais, MID Recomendações da OIML (Organisation Internationale de Métrologie Légale, Paris) Leis nacionais p.ex: lei das unidades lei da verificação lei de produtos medicinais Portarias p.ex.: portaria sobre verificação portaria sobre pré-medidas portaria s/ tipos de instrum. Regulamentos admi- nistrativos p.ex.: execução da verificação Regras técnicas reconhecidas: p.ex.: requisitos do PTB normas p.ex.: ISO/IEC EN (CEN/CENELEC ) DIN/DKE base: permissão por lei referencias às

6 Hartmut Apel 6/ Agosto 2005 Metrologia Legal na Alemanha metas político - econômicas rProteção do consumidor na aquisição - de produtos mensuráveis - de serviços rGarantia da segurança de medição para a proteção no campo da saúde proteção contra riscos no trabalho proteção do meio ambiente proteção de campos semelhantes de interesse público r Criação de confiança nas medições oficiais

7 Hartmut Apel 7/ Agosto 2005 Metrologia Legal - Considerações Gerais Sistema preventivo Sistema repressivo  autoridades garantem precisão e funcionamento constante dos instr. de med.  metrologia legal como fomentador e apoiante de usuários e fabricantes de instr. de medição  metrologia legal como protetor e certificador para „bons“ fabricantes de instrum. de medição ( sistema de verificação clássico alemão)  autoridades controlam a precisão dos instr. de med. por meios estatísticos  metrologia legal como „polícia da metrologia“ exemplo: - controle de pré-embalagens - supervisão dos laboratórios acreditados pelo estado

8 Hartmut Apel 8/ Agosto 2005 medidas preventivas medidas repressivas Medidas relacionadas com os instr. de med. Medidas relacionadas com os instr. de med. Reconhecimento, controle sobre entidades privadas Reconhecimento, controle sobre entidades privadas Medidas orientadas para o objetivo Medidas orientadas para o objetivo Sistema de execução na metrologia legal Asseguramento de precisão e confiabilidade das medições no âmbito do nível de proteção desejado politicamente Asseguramento de precisão e confiabilidade das medições no âmbito do nível de proteção desejado politicamente

9 Hartmut Apel 9/ Agosto 2005 Sistema de execução duplamente preventivo Instrumentos têm que ser aprovados e verificados 1º passo:aprovação de modelo (para uma verificação): • aprovação de modelo ou aprovação geral • ensaios segundo o tipo e princípio de medição (construção, condições de trabalho) 2º passo:verificação: • Ensaio para o cumprimento dos requisitos técnicos (tolerâncias) prescritas legalmente • comparação com padrões (calibração) • limitação da validade do período de verif. • verificação periódica

10 Hartmut Apel 10/ Agosto 2005 Requisitos para instrumentos submetidos a verificação •tolerâncias (comparação com o padrão) •função •segurança nas med. •manipulação •condições nominais de •utilização •princípios da medição •construção •comportamento ao longo do tempo •função •caraterísticas (p.ex. dispersão) •resistência à manipulação •CEM •Software Estabilidade na med. Confiabilidade das med.

11 Hartmut Apel 11/ Agosto 2005 Admissão de instrumentos para verificação Admissão Admissão GeralAprovação de modelos •só para medidores „simples“ (mecânico, sem eletrônica) •nenhuma aprovação de mod. •nenhum certificado •cumprimento dos requisitos da Portaria sobre verificação •cumprimento de requisitos gerais da metrologia •medidores tecnicamente complexos •ensaio de aprovação de mod. •emissão de um certificado •cumprimento de requisitos da Portaria e requisitos adicionais do PTB •desenvolvimento técnico „ainda não concluído“

12 Hartmut Apel 12/ Agosto 2005 Verificação de um Instrumento Ensaio técnico técnico - físico (químico) cumprimento com os requisitos técnicos e metrológicos definidos na lei de verificação e nas portarias (tolerâncias) Processo oficial Direito de policiamento no controle para obrigar a cumprir com as prescri- ções legais de verificação tais como: • Obrigação de verificação • Manipulações (por ex. cisternas de transporte) • Operações corretas com medidores (p. ex. tomada em consideração da tara em pesagens) • Aptidão do medidor para o objetivo da medição (p. ex. balanças analíticas na ind. farmacêutica) • Duração da validade da verificação penalizado como infração

13 Hartmut Apel 13/ Agosto 2005 Aprovação aprovação para a verificação aprovação para a verificação aprovação geral para a verificação aprovação geral para a verificação Primeira Verific. (Ensaio de conformidade) verificação por uma entidade nomeada verificação por uma entidade nomeada mediante declaração de conformidade do fabricante validade da verificação Inspeção verificação periódica manutenção validade da verificação Utilização Ciclo de Ensaios para Instrumentos submetidos à Lei de Verificação

14 Hartmut Apel 14/ Agosto 2005 Elementos da Verificação Ensaios Ensaio das caraterísticas Ensaios metrológicos Avaliação do cumprimento com os: ý requisitos da portaria de verificação ý requisitos do PTB ý aprovações de modelo Carimbagem/selo

15 Hartmut Apel 15/ Agosto 2005 Formas de Verificação Verificação inicial (nacional ou CEE) novos instrumentos aprovados requisitos no momento de aprovação Verificação Verificação periódica instr. verificados previamente, tolerâncias atuais e requisitos iguais aos da verificação primitiva Ensaio estatístico (Plano de amostragem) cintas métricas, instrumentos de medição para uso único, barris de aço (cerveja) Prolongação do tempo de verificação por meio de ensaios estatísticos contadores de gás, eletricidade, água, calor

16 Hartmut Apel 16/ Agosto 2005 Ensaios Estatísticos Campos de aplicaçãoObjetivos e Medidas  verificação  prolongamento do período de verificação (com certos instrumentos)  controle de pré-medidos  separação em lotes „bons“ e „maus“  determinação dos riscos para o fabricante e para o consumidor (margem de erros para AQL e LQ)  diminuição de ensaios  controle da qualidade

17 Hartmut Apel 17/ Agosto Tomada de amostras 2. Amostras - Esquema p. ex. processos simples de amostragem para contadores de água 3. aceitação (prolongamento)/ rejeição Tamanho do lote Tamanho da amostragem nº. dos instr. defeituosos aceitaçãorejeição até até até até ýcontadores de eletricidade 16 + n 4 anos ýcontadores de gás 8 + n 4 anos ýcontadores de água 6 + n 3 anos ýcontadores de eletricidade eletrón. 8 + n 5 anos ýcontadores de calor 5 + n 3 anos Processo Estatístico para prolongamento do tempo de verificação

18 Hartmut Apel 18/ Agosto 2005 Divisão de responsabilidades entre o Governo Federal e os Gov. Estaduais Physikalisch-Technische Bundesanstalt (PTB) Instituto Federal Técnico-Físico Processos de ensaios e regulament. Ensaios de padrões Aprovação de modelos Infra-estrutura de medição voluntária (DKD) Supervisão: („IPEMs“) •pré-medidos •recipientes de comercialização de bebidas •laboratórios clínicos •unidades métricas Direção de verif. (IPEM) Oficinas de verificação • verificação e calibração • reconhecimento e supervisão de lab. de ensaios • reconhecimento/supervisão dos reparadores e dos serviços de manutenção • reconhecimento/supervisão de sistemas de gestão da Q dos fabricantes de balanças e de produtos medicinais • penalização de infrações

19 Hartmut Apel 19/ Agosto 2005 Organização da Metrologia Legal Ministério Federal da Economia Governo Federal Governos Estaduais labor. acreditados pelos IPEMs Physikalisch- Technische Bundesanstalt(PTB) Ministérios dos 16 estados Federativos 16 Diretorias dos Estados Federativos “IPEMs” Comitê Federal e Estadual de Metrologia Legal Assembléia Geral de Metrologia Legal Academia Alemã de Metrologia Comité técnico de Metrologia Legal e Verificação ~ 20 Comitês técnicos KL-MESS Serviço de coordenação para acreditações Laboratórios do serviço alemão de calibração (DKD) Grupo de Trabalho Acreditação na Metrologia (privados) Assembléias Coorden. ~86 oficinas de verif.

20 Hartmut Apel 20/ Agosto 2005 Ministério da Economia de um Estado Federal Diretoria de uma autoridade de verificação Oficina de verificação Serviços de verifica- ção acreditados pelo estado Fabricante 1) 1) Condição prévia: - Produção de instr. de med. segundo as Diretivas europ. - Sist. de controle de qualidade certificado e reconhecido Estrutura típica de uma administração estadual de verificação (IPEM)

21 Hartmut Apel 21/ Agosto 2005 Deutsche Akademie für Metrologie (DAM) Escola de Metrologia da Alemanha  Formação de todos os funcionários técnicos dos IPEMs dos estados  Seminários especializados para as administrações dos IPEMs  Seminários especializados para entidades da economia e indústria  Cursos em metrologia legal para bolsistas extrangeiros  Serviços centrais para todas as administrações da metrologia legal dos estados

22 Hartmut Apel 22/ Agosto 2005 Tarefas dos „IPEMs“ para o reconhecimento e supervisão de entidades especializadas • reconhecimento (acreditação) e supervisão de laboratórios para contadores de gás, eletricidade, água e calor • nomeação pública de chefes de laboratório de ensaio • reconhecimento e supervisão de serviços de manutenção para instrumentos clínicos (de medição) • supervisão de sistemas de qualidade em lab. clínicos • reconhecimiento da qualificação (acreditação) de entidades responsáveis para o faturamento do cosumo (calor) •reconhecimento de peritos para ensaios de frenómetros

23 Hartmut Apel 23/ Agosto 2005 Laboratórios de verificação reconhecidos (acreditados) oficialmente Entidade privada Certificação (Verificação) de instr. de medição Eletricidade Gás Água Calor Laborat. de verif. reconhecidos oficialmente Autoridades de verificação (IPEMs) responsável pelo reconhecimento (de acordo com o PTB) Autorização Supervisão Condições prévias para o funcionamento: - salas e meios de ensaio adequados - pessoal qualificado e independente - trabalho permanente de verificação - seguros em caso de riscos o sistema foi estabelecido no ano 1902 !

24 Hartmut Apel 24/ Agosto 2005 Conceito de Tolerância Definições  tolerância: Limite dos desvios positivos ou negativos do valor convencion. verdadeiro  valor convencion. verdadeiro: valor representado por um padrão  tolerâncias na verificação: tolerâncias válidas na verificação primitiva e periódica  tolerâncias no uso do instrum.: tolerâncias válidas no ensaio de utilização e de inspeção do medidor Justificativas  A tolerância no uso toma em consideração os desvios a longo prazo (envelhecimento, e tc.) e influências externas adicionais  A tolerância no uso é igual ao dobro da tolerância na verif.  Os dois tipos de tolerâncias são válidos em todo o campo de medição

25 Hartmut Apel 25/ Agosto 2005 Sistema de tolerâncias na verificação e durante o tempo de uso VFG EFG VFG período de verificação t1t1 t2t2 t3t3 yNyN Tempo t heit Drift + U verificação Drift - U y(t 1 ) y(t 2 ) y(t 3 ) EFG - tolerâncias na verificação VFG - tolerâncias no uso - campo de incerteza verificação valor de medição y

26 Hartmut Apel 26/ Agosto 2005 Supervisão do mercado e controle Supervisão do mercado direito UE Controle oficial para ver se o fabricante/importador cumpriu com todos os requisitos Controle direito nacional Controle oficial para ver se não se cumpre com as prescrições legais de verificação • Obrigatoriedade de verificação • Exatidão dentro dos limites de toler. no uso • manipulações • Utilização e operação corretas • Aptidão para o objetivo de utilização • Validade da verificação • Ligação correta com dispositivos conectados • Obrigatoriedade de verificação • Exatidão dentro dos limites de toler. no uso • manipulações • Utilização e operação corretas • Aptidão para o objetivo de utilização • Validade da verificação • Ligação correta com dispositivos conectados se não Multa O oficial de verific. tem autoridade para controlar os requisitos da metrologia legal como um policial

27 Hartmut Apel 27/ Agosto 2005 Multa por Irregularidades multa até EURO valor de medição falso investigação das razões infrações, garantia de prova decisão

28 Hartmut Apel 28/ Agosto 2005 Campos submetidos na verificação Verifica- ção obri- gatória trânsito trans- ações comerciais trans- ações oficiais protec. meio ambente proteção no trabalho proteção raios ionizantes proteção na saúde

29 Hartmut Apel 29/ Agosto 2005 Instrumentos de Medição em Trans- ações sujeitos da Lei de Verificação  Instrumentos de medição de dimensões (multidimensional)  Reservatórios (p.ex. tonéis, tanques)  Sistemas de medição contínua e dinâmica de quantidades de líquidos (p.ex. bomba de gasolina, cisternas trans- portadoras, água, leite)  Pesos  Balanças (1 mg a 100 t)  Densidade  Higrômetro de cereais  Termômetros  Taxímetros / pedômetros

30 Hartmut Apel 30/ Agosto 2005 Instrumentos de medição para o consumo de energia  Contadores de energia elétrica ativa, transformadores  Contadores de gás e instrumentos de correção de volume  Contadores de água  Contadores de calor Estes instrumentos de medição são verificados na maioria em laboratórios acreditados/qualificados pelos IPEMs com rastreabilidade ao PTB. ( utility meters )

31 Hartmut Apel 31/ Agosto 2005 Instrumentos nas Transações Oficiais e no Trânsito  Instrumentos de medição para alfândega e impostos  Instrumentos de medição para a vigilância de trânsito  velocidade, distância  frenômetros  balanças de placa  instalações para controle de semáforos  cronômetros  Instrumentos de medição da pressão de pneus  Analisadores de gases de escape

32 Hartmut Apel 32/ Agosto 2005 Instrumentos no campo de proteção de trabalho, meio ambiente e raios ionisantes  Dosímetros  Decibelímetro e microfones  Analisadores de gases de escape

33 Hartmut Apel 33/ Agosto 2005 Instrumentos sujeitos à Lei sobre Produtos Medicinais (UE)  Instrumentos de volume utilizados nos laboratórios proveta de volumes, seringas, grades graduadas para sangue, pipetas de sedimento para sangue, etc.  Instrumentos de medição de densidade  Termômetros clínicos  Esfignomanômetros  Medidores da pressão dos olhos  Dosímetros para terapia  Eletrocardiógrafos  Medidores de esforço humano (bicicleta fixa)

34 Hartmut Apel 34/ Agosto 2005 Laboratórios Clínicos Ensaios físico - químicos supervisão do controle de qualidade valores de medição V diagnóstico terapia tiragem de sangue

35 Hartmut Apel 35/ Agosto 2005 Laboratórios Clínicos Controle das Cartas de Ensaios    x - + 3s - 3s 1 x - + 3s - 3s 2 x - + 3s - 3s 3 Em determinados intervalos de tempo, o laboratório deve registrar os valores de medição verificados, através de um ensaio de líquido certificado, numa tabela de controle.

36 Hartmut Apel 36/ Agosto 2005 Irregularidades  Violação às leis de unidades e verificação  Irregularidade: comércio irregular (premeditado ou involuntário) que é punido com uma multa (100 DM até DM)  Irregularidade: casos de pequenas irregularidades que não influenciam na reputação pública da pessoa  Para decisão de multas na justiça

37 Hartmut Apel 37/ Agosto 2005 Taxas para prestação de serviços de verifição 3000 Euro 2000 Euro 100 Euro 200 Euro 500 Euro 1000 Euro 50 Euro 20 Euro 10 Euro ponte bascula balanças comerciais contad. de eletricidade contadores de gaz pesas contadores de agua bombas de gasolina contador de raios ionisantes taxímetro decibelímetro tanques

38 Hartmut Apel 38/ Agosto 2005 én o de oficinas:9 oficinas regionais 1 armazem para equip./materiais éPessoal:ca (postos completos) évalor terrenos e prédios:25 milh. € (estimação) éBens patrimoniais:ca. 3 milh. € én o de veículos:84, mais 2 camiões én o de cobranças: éReceita:9,87 milh. € Euro éDespesas:11,2 milh. € Euro Cuota de autofinanciamento: 88,1% Dados careterísticos de um „ Dados careterísticos de um „IPEM“

39 Hartmut Apel 39/ Agosto 2005 UE - Nova Abordagem na Metrologia Legal: Novos Desafios  Mudança no sistema de metrologia legal do preventivo para pós colocação no mercado  Gestão da Qualidade (ISO 9000) pode sustituir parcialmente o controle do instrumento  Auto-declaração do fabricante sustitui a verificação dos IPEMs (neutralidade?)  Exame do projeto pode sustituir a aprovação do modelo  Software devería ser analisado na admissão do instrumento ! Novos elementos das Diretivas UE mudam o sistema atual

40 Hartmut Apel 40/ Agosto 2005 Balança automática para o controle e a supervisão de processos automáticos para encher recipientes Integração do software Integração do software (ex. 1) UE: Diretiva sobre Instrumentos de Medição (MID) valida a partir outubre 2006

41 Hartmut Apel 41/ Agosto 2005 MID - Instrumento de Medição MID - Instrumento de Medição (ex. 2) © Cargoscan IM multidimensional para cálculo das tarifas de transporte

42 Hartmut Apel 42/ Agosto 2005 Aspectos do Software Aspectos do Software (1) 1.Segurança e Identificação da Software MID, Requisitos Essenciais, Annexo I: "8.3. O “software” determinante para as características metrológicas deve ser identificado como tal e deve estar securizado. A identificação do “software” deve ser facilmente facultada pelo instrumento de medida. Deve ser possível durante um período razoável comprovar quelquer intervenção.

43 Hartmut Apel 43/ Agosto 2005 Aspectos do Software Aspectos do Software (1) Instrumento de medição com software integrado e com interface selada de usuario Computadora Universal para objetivos de medição com interface aberta para usuario

44 Hartmut Apel 44/ Agosto 2005 Aspectos do Software Aspectos do Software (2) 2.Transmissão e Memorização de Dados MID, Annex I: “ 8.4Os resultados das medições, o “software” que é determinante para as características de medição e os parâmetros metrologicamente importantes memorizados ou transmitidos devem ser adequadamente protegidos contra qualquer corrupção acidental ou intencional.

45 Hartmut Apel 45/ Agosto 2005 Aspectos do Software Aspectos do Software (2) transmissão de dados de medição e dados de armazenagem verificáveis numa área de rede aberta ou fechada (p.ex. LAN) peso indicado sobre compro- bante e conta balança

46 Hartmut Apel 46/ Agosto 2005 Aspectos do Software Aspectos do Software (3) 3.Interfaces e Download do Software MID, Requisitos Essenciais: 8.1 As caraterísticas metrológicas de um instrumento de medida não devem ser influenciadas de forma inadmissível pelo fato de lhe ser ligado outro dispositivo, por qualquer caraterística do dispositivo a ele ligado ou por qualquer dispositivo remoto que com ele comunique.

47 Hartmut Apel 47/ Agosto 2005 Internet, modem Server do fabricante instrumento do usuario verificado Aspectos do Software Aspectos do Software (3) Download de Software devido à verificação

48 Hartmut Apel 48/ Agosto 2005 Aspectos do Software Aspectos do Software (4) 4. Separação do Software MID, Anexo I, Requisitos Essenciais: 7.6 Quando um instrumento de medida incorporar “software” associado que desempenhe outras funções para além da função de medição, o “software” determinante para as caraterísticas deve ser identificável e não influenciado de forma inadmissível pelo “software” associado.

49 Hartmut Apel 49/ Agosto 2005

50 Hartmut Apel 50/ Agosto 2005 Cuantidades Medidas com Contadores de Eletricidade Caseiras  consumo de energia eletrica (2002): 514,8 Mrd.kWh  Umsatz Elektrizität (2002) total: ca. 54 Mrd. €  umsatz de consumidores: 134,8 Mrd. kWh  Durchschnittsverbrauch Haushalt: 3500 kWh/a  Durchschnittsenergiekosten Haushalt: 600 €/a  numero de contadores de eletr. verificados (casa): 43,8 Mio.  Durchschnittliche Verrechnungskosten: €/Haushalt  Geschätzte Energiekosten je kWh (Haushalt): 16 Cent  Energiekosten Tarif-Hauhaltskunden gesamt: 21,7 Mrd.€  1% de erro corresponde: 217 Mio.€


Carregar ppt "Hartmut Apel 1/48 25.-26. Agosto 2005 Estrutura e Princípios Gerais da Metrologia Legal na Alemanha Hartmut Apel Physikalisch-Technische Bundesanstalt."

Apresentações semelhantes


Anúncios Google