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Qualidade do Produto de Software. 2/59 Normas e Modelos de Qualidade do Produto de Software –ISO/IEC 9126 »Características de qualidade de software –ISO/IEC.

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1 Qualidade do Produto de Software

2 2/59 Normas e Modelos de Qualidade do Produto de Software –ISO/IEC 9126 »Características de qualidade de software –ISO/IEC »Guias para Avaliação de Produto de Software –ISO (SQuaRE) »Reformulação da

3 3/59 Fatores de Qualidade do Produto de Software A noção de qualidade de software pode ser descrita por um grupo de fatores, requisitos ou atributos, tais como: confiabilidade, eficiência, facilidade de uso, modularidade, legibilidade, etc; Podemos classificar estes fatores em dois tipos: externos e internos. Fatores Internos Fatores Externos

4 4/59 A Norma ISO/IEC 9126 É uma norma composta por um conjunto de características que devem ser verificadas em um software para que ele seja considerado um "software de qualidade".

5 5/59 A Norma ISO/IEC 9126: estrutura ISO/IEC : Modelo de Qualidade ISO/IEC : Métricas Externas ISO/IEC : Métricas Internas ISO/IEC : Métricas de Qualidade em Uso

6 6/59 ISO/IEC Modelo de Qualidade Documento composto basicamente de definições para as características de qualidade

7 7/59 ISO/IEC Modelo de Qualidade Interna e Externa Para qualquer requisito de qualidade interna ou externa deve ser possível especificá-lo utilizando-se apenas as seis características.

8 8/59 ISO 9126–1 : Modelo de qualidade para qualidade em uso Visão de qualidade do usuário

9 9/59 Medição do Produto de Software: ISO 9126–2..4 Definições –Atributo: Uma propriedade mensurável, física ou abstrata, de uma entidade. Atributos podem ser internos ou externos. –Medição: O uso de uma métrica para atribuir um valor (o qual pode ser um número ou uma categoria), obtido a partir de uma escala, a um atributo de uma entidade. –Métrica: O método e a escala de medição definidos.

10 10/59 Medição do Produto de Software: seleção de métricas As características de qualidade não permitem medição direta. É necessário estabelecer métricas que se correlacionem às características do produto de software. Todo atributo interno quantificável do software e todo atributo externo quantificável do software interagindo com seu ambiente e que se correlacione com uma característica, pode ser definido como uma métrica.

11 11/59 ISO/IEC Métricas Externas Define indicadores e métricas externas para avaliar um produto de software. Referem-se a medições indiretas de um produto de software a partir do comportamento do Sistema Computacional ou do seu efeito no ambiente, quando da execução de seus programas

12 12/59 ISO/IEC Métricas Externas Permite definir a medição somente para aquelas características que são determinantes para o produto de software desejado. A separação das características de qualidade permite a atribuição de pesos de forma a reforçar a importância desta ou daquela característica.

13 13/59 ISO/IEC Métricas Externas Devem ser usadas para: –avaliar o comportamento do software quando usado em situações específicas; –predizer a qualidade real no uso; –avaliar e indicar se o produto satisfaz as verdadeiras necessidades durante a operação real pelo usuário. Exemplo : –Característica: Funcionalidade –Sub-característica: Adequação quantidade de funções atendidas, que poderão ser subdivididas em desejáveis e obrigatórias.

14 14/59 ISO/IEC Métricas Externas 1.Métricas de Funcionalidade –Medem atributos que evidenciam o comportamento do sistema que contém o software.

15 1.1.Métricas de Adequação –Medem atributos do software que evidenciam um conjunto de funções e sua apropriação para as tarefas especificadas. Métrica ExternaFórmulaInterpretaçãoTipo da Medida Cobertura das funções implementadas X = A / B A = Número de funções implementadas em teste. B = Número de funções especificadas. 0 <= X <=1 Melhor resultado próximo de 1. A = Contagem B = Contagem X= Contagem /Contagem 15/59 ISO/IEC Métricas Externas

16 16/59 ISO/IEC Métricas Externas 2. Métricas de Confiabilidade –Medem atributos que evidenciam a capacidade do software de manter seu nível de desempenho sob condições estabelecidas durante um período de tempo estabelecido.

17 2.1. Métricas de Maturidade –Medem atributos do software que evidenciam quão livre o software está de ocorrências de falhas internas. Métrica ExternaFórmulaInterpretaçãoTipo da Medida Resolução de FalhasX = A / B A = Número de falhas resolvidas. B= Número Total de Falhas de falhas detectadas 0 <= X <=1 Melhor resultado próximo de 1. A = Contagem B = Contagem X= Contagem /Contagem 17/59 ISO/IEC Métricas Externas

18 18/59 ISO/IEC Métricas Externas 3. Métricas de Usabilidade –Medem atributos que evidenciam o esforço necessário para poder-se utilizar o software, bem como o julgamento individual deste uso, por um conjunto implícito ou explícito de usuários.

19 3.1. Métricas de Inteligibilidade - Medem os atributos que evidenciam o esforço do usuário para reconhecer o conceito lógico e sua aplicabilidade. Métrica ExternaFórmulaInterpretaçãoTipo da Medida Entendimento da entrada/saída X=A/B A= Número de funções onde o usuário compreende com sucesso os dados de entrada e saída em um curto período de avaliação. B= Número de funções onde o usuário compreende com sucesso os dados de entrada e saída em um período de observação. 0 <= X <=1 Melhor resultado próximo de 1. A = Contagem B = Contagem X= Contagem /Contagem 19/59 ISO/IEC Métricas Externas

20 20/59 ISO/IEC Métricas Externas 4. Métricas de Eficiência –Medem os atributos que evidenciam o relacionamento entre o nível de desempenho do software e a quantidade de recursos usados, sob condições estabelecidas.

21 4.1. Métricas de Comportamento em relação aos recursos -Medem os atributos do software que evidenciam a quantidade de recursos usados e a duração de seu uso na execução de suas funções. Métrica ExternaFórmulaInterpretaçãoTipo da Medida Utilização da MemóriaX = A / B A = Quantidade de memória utilizada B = Memória total 0 <= X <= 1 Valor próximo da média é o melhor. A= Tamanho B= Tamanho X= Tamanho 21/59 ISO/IEC Métricas Externas

22 5. Métricas de Portabilidade - Medem os atributos do software que evidenciam a capacidade do software em ser transferido de um ambiente para outro. 22/59 ISO/IEC Métricas Externas

23 5.1 Métricas de Capacidade para ser instalado –Medem os atributos do software que evidenciam o esforço necessário para sua instalação num ambiente especificado. Métrica ExternaFórmulaInterpretaçãoTipo da Medida Pouco esforço para instalação X = A A= Número de manuias de usuário necessários para instalação. 0 < X O menor valor é o melhor. A= Contagem X= Contagem 23/59 ISO/IEC Métricas Externas

24 6. Métricas de Manutenibilidade –Medem os atributos que evidenciam o esforço necessário para fazer modificações especificadas no software. 24/59 ISO/IEC Métricas Externas

25 Métrica ExternaFórmulaInterpretaçãoTipo da Medida Facilidade nas mudançasX = A / B A= Soma do tempo dedicado à mudança. B= Tamanho do software modificado. 0 <=X Quanto mais próximo de zero melhor A= Tempo B= Tempo X= Tamanho 25/ Métricas de Modificabilidade –Medem os atributos do software que evidenciam o esforço necessário para modificá-lo, remover seus defeitos ou adaptá-lo a mudanças ambientais. ISO/IEC Métricas Externas

26 26/59 ISO/IEC Métricas Internas Define indicadores e métricas internas para avaliar um produto de software Métricas internas referem-se a medições de um produto de software a partir de suas próprias características internas, sem a necessidade de execução dos programas. Exemplos: número de linhas de código, número de erros encontrados em revisões, etc.

27 ISO/IEC Métricas Internas 27/59 As métricas internas oferecem a possibilidade de medir a qualidade dos artefatos intermediários e de prever a qualidade do produto final Isto permite que sejam identificados problemas de qualidade e se inicie a ação corretiva assim que possível no ciclo de vida do desenvolvimento.

28 28/59 ISO/IEC Métricas Internas M é tricas para as caracter í sticas e sub-caracter í sticas de qualidade 1.M é tricas internas de Funcionalidade - São usadas para prever se o produto de software em questão ir á satisfazer os requisitos funcionais e suprir as necessidades dos usu á rios.

29 29/59 ISO/IEC Métricas Internas 1.1 M é tricas de Seguran ç a –Indicam um conjunto de atributos para avaliar a capacidade do produto de software de evitar acesso ilegal ao sistema e a seus dados. Métrica InternaFórmulaInterpretaçãoTipo da Medida Prevenção da corrupção dos dados X=A/B A= Número de instâncias implementadas de prevenção de corrupção de dados como especificado na revisão. B= Número de instâncias de operação/acesso identificadas nos requisitos capazes de corromper os dados. 0 <= X <=1 Melhor resultado próximo de 1. A = Contagem B = Contagem X= Contagem /Contagem

30 30/59 ISO/IEC Métricas Internas M é tricas internas de Confiabilidade - São usadas para prever se o produto de software em questão ir á satisfazer, na fase de desenvolvimento do produto, necessidades de confiabilidade preestabelecidas.

31 31/59 ISO/IEC Métricas Internas 2.1 Tolerância a falhas –Indicam um conjunto de atributos para avaliar a capacidade do produto de software de manter um n í vel de performance desej á vel em caso de falhas operacionais ou uso não natural das interfaces. Métrica InternaFórmulaInterpretaçãoTipo da Medida Não permissão de operações incorretas X=A/B A=Número de funções implementadas para evitar padrões de operações incorretas. B=Número de operações incorretas que serão consideradas. 0 <= X Melhor resultado para X maiores. A = Contagem B = Contagem X= Contagem /Contagem

32 32/59 ISO/IEC Métricas Internas 3. M é tricas internas de Usabilidade - São usadas para prever em que extensão o software em questão poderá ser entendido, aprendido, operado, atraente ao usuário e compatível com os regulamentos de usabilidade.

33 33/59 ISO/IEC Métricas Internas 3.1 M é tricas de aprendizado –Avaliam quanto tempo os usu á rios levarão para aprender a usar funcionalidades particulares do sistema e a efic á cia dos sistemas de ajuda e documenta ç ão. Métrica InternaFórmulaInterpretaçãoTipo da Medida Completude da documentação para o usuário e facilidade de uso dos sistemas de ajuda. X= A/B A= Número de funções descritas no documento. B= Número total de funções do sistema. 0 <= X <=1 Melhor resultado próximo de 1. A = Contagem B = Contagem X= Contagem /Contagem

34 34/59 ISO/IEC Métricas Internas 4. M é tricas internas de Eficiência - São usadas para prever a eficiência do comportamento do produto de software durante os testes ou operação.

35 35/59 ISO/IEC Métricas Internas 4.1 M é tricas de utiliza ç ão de recursos –Indicam um conjunto de atributos para prever a utiliza ç ão de recursos de hardware pelo sistema computacional incluindo o produto de software durantes os testes ou opera ç ão. Métrica InternaFórmulaInterpretaçãoTipo da Medida Utilização de Entrada e Saída X=número de buffers(calculados ou simulados) Quanto menor, melhor o resultado. X= Tamanho

36 36/59 ISO/IEC Métricas Internas 5. M é tricas internas de Manutenabilidade - São usadas para prever o nível de esforço necessário para modificar o produto de software.

37 37/59 ISO/IEC Métricas Internas 5.1 M é tricas de custo de mudan ç a –Indicam um conjunto de atributos para prever o tempo de esfor ç o necess á rio na tentativa de implementa ç ão de uma mudan ç a no produto de software. Métrica InternaFórmulaInterpretaçãoTipo da Medida Impacto da mudança X=1-A/B A= Número de impactos detectados após as modificações B=Número de modificações feitas. 0 <= X <=1 Melhor resultado próximo de 1. A = Contagem B = Contagem X= Contagem /Contagem

38 38/59 ISO/IEC Métricas Internas 6. M é tricas internas de Portabilidade - São usadas para prever o efeito que o produto de software terá no comportamento do sistema durante quando ele está sendo portado.

39 6.1 M é tricas de Adaptabilidade –Indicam um conjunto de atributos para prever o impacto que o produto de software pode ter no esfor ç o do usu á rio ao tentar adapt á -lo a outros ambientes. 39/59 Métrica InternaFórmulaInterpretaçãoTipo da Medida Adaptabilidade ao ambiente de hardware X=A/B A= Número de funções implementadas capazes de ter os mesmos resultados em diferentes ambientes de hardware B=Número total de funções com requisitos de capacidade de adaptação de hardware. 0 <= X <=1 Melhor resultado próximo de 1. A = Contagem B = Contagem X= Contagem /Contagem ISO/IEC Métricas Internas

40 40/59 ISO/IEC Métricas de Qualidade em Uso A avaliação da Qualidade em Uso do software valida a qualidade do produto em cenários e tarefas comuns ao usuário Os atributos da qualidade em uso são categorizados pelas características: efetividade, produtividade, segurança e satisfação Usuários também podem desenvolver e aplicar métricas para seus domínios particulares de aplicação

41 41/59 ISO/IEC Métricas de Qualidade em Uso: exemplo Efetividade Nome da Métrica: Tarefas Completadas Propósito: determinar proporção de tarefas completadas Fórmula: (# tarefas compltadas/ # tarefas tentadas) Interpretação: 0 <= x <= 1, quanto mais próximo de 1, melhor Entradas: relatório de operação, registro de histórico de uso

42 42/59 Qualidade no Ciclo de Vida do Software

43 43/59 Relacionamento entre os Tipos de Métricas Qualidade interna e externa são aplicáveis ao produto de software Qualidade em uso é aplicável ao efeito do produto de software em um cenário específico As métricas internas podem ser aplicadas a um produto de software não executável As métricas externas podem ser usadas para medir a qualidade do produto de software através da medição de seu comportamento em um sistema do qual ele faça parte As métricas de qualidade em uso medem o quanto o produto agrega às necessidades de usuários específicos

44 44/59 Certificação da Qualidade do Produto Conjunto planejado e sistemático de todas as ações necessárias para fornecer uma confiança adequada de que o item ou produto está de acordo com os requisitos técnicos estabelecidos. (ANSI/IEEE Std )

45 45/59 A Norma ISO/IEC Como avaliar um software de acordo com as características estabelecidas???

46 46/59 A Norma ISO/IEC Orienta o planejamento e a execução de um processo de avaliação da qualidade do produto de software Complementa a ISO/IEC Inclui modelos para relatórios de avaliação, técnicas para medição das características, documentos necessários para avaliação e fases da avaliação

47 47/59 A Norma ISO/IEC 14598: visões CertificaçãoQuem realizaFinalidade de 1a. parteEmpresas que desenvolvem softwareMelhorar a qualidade de seu próprio produto de 2a. parteEmpresas que adquirem softwareDeterminar a qualidade do produto que irão adquirir de 3a. parteEmpresas que fazem certificaçãoEmitir documento oficial sobre a qualidade de um software

48 48/59 A Norma ISO/IEC 14598: estrutura NormaNomeFinalidade Visão GeralEnsina a utilizar as outras normas do grupo Planejamento e GerenciamentoSobre como fazer uma avaliação, de forma geral Guia para DesenvolvedoresComo avaliar sob o ponto do vista de quem desenvolve Guia para AquisiçãoComo avaliar sob o ponto de vista de quem vai adquirir Guia para AvaliaçãoComo avaliar sob o ponto de vista de quem certifica Módulos de AvaliaçãoDetalhes sobre como avaliar cada característica

49 A Norma ISO/IEC SeçãoItens 1 - Prefácio Identificação do avaliador Identificação do relatório de avaliação Identificação do contratante e fornecedor 2 - Requisitos Descrição geral do domínio de aplicação do produto Descrição geral dos objetivos do produto Lista dos requisitos de qualidade, incluindo - Informações do produto a serem avaliadas - Referências às características de qualidade - Níveis de avaliação 3 - Especificação Abrangência da avaliação Referência cruzada entre os requisitos de avaliação e os componentes do produto Especificação das medições e dos pontos de verificação Mapeamento entre a especificação das medições com os requisitos de avaliação 4 - Métodos Métodos e componentes nos quais o método será aplicado 5 - Resultado Resultados da avaliação propriamente ditos Resultados intermediários e decisões de interpretação Referência às ferramentas utilizadas 49/59 Modelo de relatório de avaliação, segundo um anexo da norma ISO/IEC

50 50/59 A Norma ISO/IEC Em resumo: –complementa a ISO/IEC 9126; –permite uma avaliação padronizada das características de qualidade de um software. É importante notar que, ao contrário da ISO/IEC 9126, a ISO/IEC apresenta detalhes, incluindo: –modelos para relatórios de avaliação; –técnicas para medição das características; –documentos necessários para avaliação –fases da avaliação.

51 SQuaRE – Software Product Quality Requirements and Evaluation (ISO 25000) Projeto SQuaRE Requisitos de Qualidade 2503n Modelo de Qualidade 2501n Gestão de Qualidade 2501n Medições 2501n Avaliação 2504n 51/59

52 Square – Normas Publicadas ISO/IEC Software engineering - Software product Quality Requirements and Evaluation (SQuaRE) - Guide to SQuaRE; ISO/IEC Software engineering — Software product Quality Requirements and Evaluation (SQuaRE) — Planning and management; ISO/IEC Software engineering - Software product Quality Requirements and Evaluation (SQuaRE) - Measurement reference model and guide; ISO/IEC TR Software Engineering: Software product Quality Requirements and Evaluation (SQuaRE) - Quality measure elements; ISO/IEC Software engineering — Software product Quality Requirements and Evaluation (SQuaRE) — Quality requirements; ISO/IEC Software Engineering – Software product Quality Requirements and Evaluation (SQuaRE) – Requirements for quality of Commercial Off-The- Shelf (COTS) software product and instructions for testing; e ISO/IEC 25062, Software engineering: Software product Quality Requirements and Evaluation (SquaRe) - Common Industry Format (CIF) for Usability Test Reports. 52/59

53 53/59 Técnicas de Avaliação de Produto de Software Podemos destacar: –Testes –Revisões

54 Modelos de Maturidade para Testes Modelos de referência para o processo de desenvolvimento são superficiais em relação às atividades de testes Modelos de maturidade para testes – modelos de referência para a definição de processos de testes mais eficientes. Investir em processo falho é desperdiçar mais recursos para obter os mesmos resultados. 54/59

55 Test Process Improvement - TPI 20 áreas chaves dividas em: ciclo de vida do desenvolvimento do software; técnicas de planejamento e testes; infra-estrutura do ambiente de testes; fatores organizacionais. Matriz de Maturidade De Teste Matriz de Maturidade De Teste Áreas Chave Níveis Pontos de Verificação Sugestões de Melhoria 55/59

56 Test Maturity Model Integration - TMMI Baseado no CMMI 5 níveis de maturidade, áreas de processo definidas para cada nível Inicial Definição Integração Gerenciamento e Medição Otimização 56/59

57 Test Improvement Model - TIM Desenvolvido pela Ericson, Subotic, Ursing 5 níveis de maturidade: Nível 0 Nível 1 – Baseline Nível 2 – Cost-efectiveness Nível 3 – Risk-lowering Nível 4 – Optimizing Aspectos: Organização Planejamento e rastreabilidade Casos de testes Testware Revisões 57/59

58 58/59 Conclusão Produzir software de qualidade é uma tarefa difícil, porém possível. –O processo de avaliação de produtos de software complementa o processo de desenvolvimento

59 59/59 Conclusão São vários os benefícios alcançados decorrentes da avaliação de produtos de software: –O produtor poderá assegurar a qualidade do produto final; –Redução nos custos com a manutenção do software; –O usuário ficará mais satisfeito, pois estará adquirindo um produto de qualidade; –O vendedor poderá usar como argumento de venda a qualidade assegurada do produto que está vendendo; –Organizações poderão exigir critérios de qualificação com propósitos específicos.


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