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Os porquês e as decisões por Patrícia Estaky. Eis aqui um programa de cinco anos para resolver o problema da falta de autoconfiança do brasileiro na.

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Apresentação em tema: "Os porquês e as decisões por Patrícia Estaky. Eis aqui um programa de cinco anos para resolver o problema da falta de autoconfiança do brasileiro na."— Transcrição da apresentação:

1 Os porquês e as decisões por Patrícia Estaky

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3 Eis aqui um programa de cinco anos para resolver o problema da falta de autoconfiança do brasileiro na sua capacidade gramatical e ortográfica. Em vez de melhorar o ensino, vamos facilitar as coisas, afinal, o português é difícil demais mesmo. Para não assustar os poucos que sabem escrever nem deixar mais confusos os que ainda tentam acertar, faremos tudo de forma gradual.

4 No primeiro ano, o Ç vai substituir o S e o C sibilantes e o Z substituirá o S que tenha esse som. Peçoas que açeçam a internet com freqüência vão adorar, prinçipalmente os adoleçentes. O C duro e o QU em que o U não é pronunciado, por çua vez, çerão trokados pelo K, já ke o çom é ekivalente. Iço deve akabar kom a konfuzão, e os teklados de komputador terão uma tekla a menos, olha çó ke koiza prátika e ekonômika.

5 Haverá um aumento do entuziasmo do públiko no çegundo ano, kuando o problemátiko H mudo e todos os açentos, inkluzive o TIL, çeraum eliminados. O CH çera çimplifikado para X e o LH para LI ke da no mesmo e e mais fácil. Iço fará kom ke palavras como “onra” fikem 20% mais kurtas e akabara kom o problema de çaber komo çe eskreve xuxu, xá e xatiçe. Da mesma forma, o G ço çera uzado kuando o çom for komo em “gordo”, e çem o U porke naum çera preçizo, já ke kuando o çom for igual ao de G em “tigela”, uza-çe o J para facilitar ainda mais a vida da gente.

6 No terçeiro ano, a açeitaçaum publika da nova ortografia devera atinjir o estajio em ke mudanças mais complikadas çeraum poçiveis. O governo vai enkorajar a remoçaum de letras dobradas que alem de desneçeçarias çempre foraum um problema terivel para as peçoas, que akabam fikando kom teror de soletrar. Alem diço, todos kokordaum ke os çinais de pontuaçaum komo virgulas dois pontos aspas e traveçaum çaum difíceis de usar e preçizam kair e olia falando cério ja vaum tarde.

7 No kuarto ano todas as peçoas ja çeraum reçeptivas a koizas komo a eliminaçaum do plural nos adjetivo e nos substantivo e a unifikaçaum do U nas palavra toda ke termina kom L como fuziu xakau ou kriminau ja ke afinau a gente fala tudo iguau e açim fica mais façiu. Os karioka talvez naum goste de akabar kom o plurau porke eles gosta de eskrever xxx nos finau das palavra mas vaum akabar entendendo. Os paulista vaum adorar. Os goiano vaum kerer aproveitar para akabar com o D nos jerundio mas ai tambem ja e eskuliambaçaum demais.

8 No kinto ano akaba a ipokrizia de çe kolokar R no finau dakelas palavra no infinitivo ja ke ninguem fala mesmo e tambem U ou I no meio das palavra ke ningem pronunçia como U ou I, i ai im vez di çi iskreve pur ezemplu kem ker falar kom ele vamu iskreve kem ke fala kum eli ki e muito milio çertu? Os çinau di interogaçaum i di isklamaçaum kontinuam pra gente çabe kuando algem ta fazendu uma pergunta ou ta isclamandu ou gritandu kom a jenti i o pontu pra jenti sabe kuandu a fraze akabo.

9 Naum vai te mais problema ningem vai te mais eça barera pra çua açençaum çoçiau i çegurança pçikolojika todu mundu vai iskreve sempri çertu o çi intendi muitu melio i di forma mais façiu e finaumenti todu mundo no Brazil vai çabe iskreve direitu ate us jornalista us publicitariu us blogeru us advogado us iskrito i ate us pulitiko i us exprezidenti olia ço ki maravilia! (Autor desconhecido)

10 Unificar a ortografia da língua portuguesa, que é o único idioma do Ocidente com duas grafias oficiais. Delimitação mais nítida das diferenças entre os usuários da língua portuguesa, privilegiando as pronúncias portuguesa e brasileira, daí a existência de dupla grafia para algumas palavras: “bebê”, “cômodo”, “pônei” e “fato” (no Brasil) ou “bebé”, “cómodo”, “pónei” e “facto” (em Portugal). Melhor circulação de materiais, como documento oficiais e livros, entre os países falantes da língua sem que seja necessária uma “tradução”. Além disso, talvez o estabelecimento do português como um dos idiomas oficias da ONU.

11 Surgem os primeiros documentos escritos em língua portuguesa, e a ortografia tenta reproduzir a fala, sem uma padronização: - duplicação de vogais para marcar sílaba tônica: ceeo, dooe - nasalização: (til) manhãas, (dois acentos) mááos, (m) omde, (n) senpre - o i pode ser substituído por y ou j: ay, mjnas

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13 Devido ao Renascimento cultural e à valorização do idioma, a língua portuguesa sofreu influências da cultura grega e latina. Assim, passa-se a respeitar a etimologia das palavras e as suas letras originárias: - ph, th, ch, rh e y, que representam fonemas gregos: philosophia, theatro, chimica, rheumatismo, martyr, sepulchro, thesouro, lyrio - consoantes mudas: septembro, enxucto, maligno - consoantes duplas: approximar, immundos No início do séc. XIX, Almeida Garret, escritor português, sugeriu uma simplificação da escrita e criticou a falta de regularidade da ortografia.

14 Até 1904, não havia nenhuma discussão sobre regularidades ortográficas na escrita portuguesa: gramde, grande, grãde, grááde. Com o surgimento da Linguística e a descoberta de leis fonéticas, começou então uma tentativa de unificar as regras da escrita. No Brasil, essa ideia chegou em 1907 apenas, quando a ABL propôs uma grafia mais simplificada e que caracterizasse o sistema brasileiro.

15 Em 1911, Portugal assinou a proposta de unificação da grafia que começou a ser estudada lá em 1904 por Gonçalves Viana. O Brasil, ainda tratado como colônia portuguesa, não participou dessas discussões, o que fez com que a ABL (Academia Brasileira de Letras) regularizasse, em 1929, a proposta feita anteriormente.

16 Entretanto, em 1931, Brasil e Portugal entraram em acordo, e as leis ortográficas de 1911 passaram a valer oficialmente nas repartições públicas e no sistema de ensino brasileiro. Alguns anos mais tarde, os dois países perceberam a necessidade de modificações que atendessem às suas respectivas características de fala e, consequentemente, de escrita. Com isso, em 1934, a Constituição Brasileira revogou a reforma de 1931 e voltou a ter a ortografia de 1891, na verdade, orthographia. Devido a protestos, as duas ortografias passaram a ser aceitas no Brasil.

17 Surgiram, então, os acordos de 1943 e de 1945, que buscaram outras reformulações no sistema ortográfico dos dois países. Na prática, Portugal implementou os ajustes do segundo, e o Brasil, os do primeiro.

18 O governo decreta algumas mudanças na ortografia de 1943: - abolição do trema nos hiatos átonos: saüdade, vaïdade - supressão de acento diferencial em homógrafas: almôço, enderêço, êle, gôsto - eliminação dos acentos circunflexos e graves: bebêzinho, vovôzinho, sòzinho, ùltimamente

19 E, ainda com o propósito de unificação, novas tentativas foram feitas em 1967, 1971 e 1973, buscando a incorporação de outras regulamentações do sistema ortográfico, mediante a retirada de algumas regras de acentuação. Mais uma vez, os acordos terminaram em fracasso.

20 Em 1986, no Rio de Janeiro, representantes portugueses, brasileiros e lusoafricanos (exceto Guiné-Bissau) tentaram uma unificação mais ampla entre as grafias da língua portuguesa, propondo uma simplificação do sistema de acentuação gráfica e o fim dos acentos nas palavras paroxítonas e proparoxítonas. Somente em 1990, em Lisboa, os dois países chegaram a uma concordância quanto à ortografia comum, incorporando os outros países do mundo que têm o português como língua oficial (Angola, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, São Tomé e Príncipe). Com inovações mais simples, passa a valer, a partir de 2009 (portanto após 18 anos de debates), para os documentos oficiais e a mídia. No ensino público, inicia seu processo de implementação em 2010 e, até 2012, as novas regras deverão ser adotadas para todo o ciclo escolar.

21 O alfabeto é agora formado por 26 letras: "k", "w" e "y“ passam a ser consideradas letras do nosso alfabeto. Essas letras serão usadas em siglas, símbolos, nomes próprios, palavras estrangeiras e seus derivados. Exemplos: km, watt, Byron, byroniano

22 Não existe mais o trema em língua portuguesa: aguentar, consequência, cinquenta, quinquênio, frequência, frequente, eloquência, eloquente, arguição, delinquir, pinguim, tranquilo, linguiça. Obs.: Apenas em casos de nomes próprios e seus derivados o trema permanece, por exemplo: Müller, mülleriano.

23 Prezados, Não venho aqui encher lingüiça nem esbanjar uma eloqüência inconseqüente. Estou tranqüilo quanto ao papel que venho desempenhando na sociedade, da qual tenho sido vítima com freqüência de ataques. Não sou menino. Vivi e vi muito. Desde 43 que perambulo por estradas e ditongos da vida. Que o diga o U, este grande amigo a quem não me canso de garantir que tenha voz neste mundo de crescente exclusão. Também o diga o Müller, outro grande defensor de minha carreira, bem como todo o nobre povo alemão, este sim um apreciador do chucrute, da música clássica e do legítimo trema germânico. Ao ver decretada assim minha expatriação, penso nesse povo sem memória e sem afeto. Desterraram seu último e apaixonado imperador e agora me trocam por kas, dáblius e ipsilones representantes do imperialismo saxão. Sempre suspeitei que minha morte ou exílio estavam sendo há décadas tramadas por alguém.

24 Não sabia se pelos comunistas, pelos socialistas, pelos capitalistas ou pelos fãs de Marylin Manson. Agora eu sei. Foram os dáblius, esses vês pervertidos que sempre andam de mãos dadas, em plena luz do dia. Caracteres pederastas, esses dáblius. Pederastas e traidores. Quem me lê sabe se tem a mão ensangüentada. Me espanta a hipocrisia destes mesmos abraçadores de árvores e defensores da ecologia e do seqüestro de carbono tirarem dessa forma o acento e o acalento dos pingüins. Agora eles têm de agüentar. Por um, por dez ou por cinqüenta anos. Até o fim de tudo. Verão, na pele, a falta que um trema faz, delinqüentes ortográficos, seres de índole eqüina. Vou-me. Partirei de volta para o velho mundo, onde ainda há espaço para tremas, lamparinas e fados tristes. Saio desta vida para a ubiqüidade."

25 Ditongos abertos (ei, oi) não são mais acentuados em palavras paroxítonas: ideia, assembleia, plateia, colmeia, boleia, panaceia, Coreia, hebreia, boia, paranoia, jiboia, apoio, heroico, paranoico. Obs.: Nos ditongos abertos de palavras oxítonas e monossílabas, o acento continua: herói, constrói, dói, anéis, papéis, chapéu, véu, céu, ilhéu.

26 O hiato "oo" não é mais acentuado: enjoo, voo, coroo, perdoo, coo, moo, abençoo. O hiato "ee" não é mais acentuado: creem, deem, leem, veem, descreem, releem Dessa forma, têm, vêm (vir), mantém, mantêm permanecem iguais.

27 Não existe mais o acento diferencial em palavras homógrafas: pelo, para, pela, polo, pera. Entretanto, pode e pôde, por e pôr permanecem com o acento diferencial. Já forma e fôrma são facultativas.

28 Não se acentua mais a letra "u" nas formas verbais rizotônicas quando precedida de "g" ou "q" e antes de "e" ou "i" (gue, que, gui, qui): argui, oblique, apazigue, averigue, enxague, enxaguemos, argue, arguem. Além disso, não se acentua mais "i" e "u" tônicos em paroxítonas quando precedidos de ditongo: baiuca, boiuna, cheiinho, saiinha, feiura, feiume. Assim, Piauí, tuiuiú, tuiuiús permanecem iguais, já que são oxítonas.

29 O hífen não é mais utilizado em palavras formadas de prefixos (ou falsos prefixos) terminados em vogal + palavras iniciadas por "r" ou "s", porém essas consoantes devem ser dobradas: antessala, infrassom, autorretrato, antissocial, antessacristia, arquirrivalidade, intrarrenal, antirrugas, arquirromântico, extrasseco, autorregulamentação, suprarrenal, contrassenha, extrarregimento, extrassístole, ultrarromântico, ultrassonografia, suprassensível.

30 Obs.1: em prefixos terminados por "r", permanece o hífen se a palavra seguinte for iniciada pela mesma letra: hiper- realista, hiper-requintado, hiper-requisitado, inter-racial, inter-regional, inter-relação, super-racional, super-realista, super-resistente etc. Já com letras diferentes, não se usa o hífen, como intermunicipal, superproteção. Obs.2: Não se usa hífen quando o primeiro elemento termina com r e o segundo começa com vogal, como superinteressante, superamigo etc. Obs.3: Com o prefixo sub-, quando o segundo elemento começar com a letra b como em sub-bibliotecário ou com r como sub-religioso, sub-raça.

31 O hífen não é mais utilizado em palavras formadas de prefixos (ou falsos prefixos) terminados em vogal + palavras iniciadas por outra vogal: autoafirmação, autoajuda, autoaprendizagem, autoescola, autoestrada, autoinstrução, contraexemplo, contraindicação, contraordem, extraescolar, extraoficial, infraestrutura, intraocular, intrauterino, neoexpressionista, neoimperialista, semiaberto, semiautomático, semiárido, semiembriagado, semiobscuridade

32 Obs.1: Essa nova regra vai uniformizar algumas exceções já existentes antes: antiaéreo, antiamericano, socioeconômico etc. Obs.2: O uso do hífen permanece nos compostos com prefixo em que a segunda palavra iniciar por "h": anti-herói, anti-higiênico, extra-humano, semi-herbáceo etc. Exceção: subumano. Obs. 3: A junção só ocorre com prefixos, ou seja, radicais diferentes, compostos por justaposição, permanecem com hífen. Ex: norte-americano

33 Agora se utiliza hífen quando a palavra é formada por um prefixo (ou falso prefixo) terminado em vogal + palavra iniciada pela mesma vogal: anti-ibérico, anti- inflamatório, anti-inflacionário, anti-imperialista, arqui- inimigo, arqui-irmandade, micro-ondas, micro-ônibus, micro-orgânico. Obs1: Essa regra foi alterada por conta da regra anterior. Obs2: Uma exceção é o prefixo "co", que, mesmo que a outra palavra inicie-se com a mesma vogal, NÃO se utiliza hífen, como coordenar, coordenador, cooperar, coocupante, cooptar, coprodução, copiloto. Isso também tornou-se uma regularidade.

34 Não usamos mais hífen em compostos que, pelo uso, perdeu-se a noção de composição: mandachuva, paraquedas, paraquedista, paralama, parabrisa, parachoque, paravento, Obs.1: O uso do hífen permanece em palavras compostas que não contêm elemento de ligação e constitui unidade sintagmática e semântica, mantendo o acento próprio, bem como naquelas que designam espécies botânicas e zoológicas: ano-luz, azul-escuro, médico-cirurgião, conta-gotas, guarda-chuva, segunda-feira, tenente-coronel, beija-flor, couve-flor, erva-doce, mal-me-quer, bem-te-vi, arco-íris, maria-mole, guarda-roupa etc. Obs.2: Não se usa hífen quando o prefixo termina em vogal e o segundo elemento começa por consoante diferente de r ou s: anteprojeto, antipedagógico, autopeça, microcomputador, pseudoprofessor, semicírculo, semideus, seminovo, ultramoderno, geopolítica, coprodução.

35 Observações Gerais: aí que a coisa pega... O uso do hífen permanece Exemplos Em palavras formadas por prefixos "ex", "vice", "soto" ex-marido, vice-presidente, soto-mestre Em palavras formadas por prefixos "circum" e "pan" + palavras iniciadas em vogal, M ou N pan-americano, circum-navegação Em palavras formadas com prefixos "pré", "pró" e "pós" + palavras que tem significado próprio pré-natal, pró-desarmamento, pós-graduação Em expressões formadas pelas palavras "além", "aquém", "recém", "sem" além-mar, além-fronteiras, aquém-oceano, recém- nascidos, recém-casados, sem-número, sem-teto Nos compostos com advérbio bem, exceto bendizer, benquerença, benquerente, benfazejo. Para Bechara, o adjetivo bem-vindo permanece com hífen; Benvindo só nome próprio. bem-aventurado, bem-estar, bem-humorado, mal- estar, mal-humorado. Nos compostos com advérbio mal em que o segundo elemento comece por vogal ou -h mal-afortunado, mal-estar, mal-humorado, malcriado, malmandado, malnascido, malsoante, malvisto. Nos topônimos iniciados pelos adjetivos grão ou grã, por forma verbal ou por elementos que incluam artigo e nos encadeamentos vocabulares Grã-Bretanha, Santa Rita do Passa-Quatro, Baía de Todos-os-Santos, Ponte Rio-Niterói, eixo Rio- São Paulo

36 Não existe mais hífenExemplosExceções Em locuções de qualquer tipo (substantivas, adjetivas, pronominais, verbais, adverbiais, prepositivas ou conjuncionais) cão de guarda, fim de semana, café com leite, pão de mel, sala de jantar, cartão de visita, cor de vinho, à vontade, abaixo de, acerca de, mão de obra etc. água-de-colônia, arco-da-velha, cor-de-rosa, mais-que-perfeito, pé-de-meia, ao-deus-dará, à queima-roupa Obs.1: O vocabulário brasileiro sofre mudança de 0,5% a 2%, segundo dados da Folha de São Paulo. Enquanto isso, as mudanças em Portugal atingem grande parte das palavras, já que lá ainda se usavam c e p mudos, como acção, acto, adopção, óptimo, e h inicial em herva, húmido, entre outras palavras. Obs.2: Recomenda-se que, segundo o novo acordo, quando o hífen coincidir com o corte no final da linha, repita-o novamente na linha de baixo para evitar confusões. Adp. Tabela Saraiva, 2008 e outros artigos recebidos por .


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