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60 anos esta noite Como os fenômenos culturais ocorridos desde 1954 ajudaram a construir esta realidade que vivemos e desejamos mudar.

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1 60 anos esta noite Como os fenômenos culturais ocorridos desde 1954 ajudaram a construir esta realidade que vivemos e desejamos mudar

2 Presidente Getúlio Vargas 1950 a 1954

3 USA: a potência emergente econômica, militar e culturalmente Apenas oito anos desde o final da 2ª. Guerra Mundial, a esperança no porvir dominava. Os EUA se tornavam a potência a ser imitada (apesar de seus pontos fracos).

4 Baby-boom A explosão na taxa de natalidade nos EUA (e no ocidente em geral), após a 2ª. Grande Guerra, logo fará essa imensa geração de baby-boomers aparecer no radar das agências de publicidade e de seus clientes, indústrias de bens de consumo prontas para vender desde fraldas descartáveis, leite em pó, papinhas industrializadas e sucrilhos até refrigerantes e tênis, desenhos animados e CDs de rock, abrindo-se assim um novo, amplo, crescente, inesgotável e indefeso mercado consumidor para artigos duvidosos produzidos em quantidades abusivas e crescentes por conta da “economia de escala”.

5 A popularização da televisão Ainda era em preto e branco numa telinha minúscula, ainda com horários limitados e tudo ao vivo (antes da era do video-tape), mas todo o potencial já estava lá. Os baby-boomers formam a última geração viva a lembrar de como era a vida e a infância antes do advento da televisão.

6 Economia de guerra se converte em economia de consumo Setor industrial vitaminado com energia nuclear.

7 Guerra fria, corrida armamentista Testes nucleares ao ar livre (bombas de hidrogênio de centenas de megatons), centenas de bilhões de dólares (da época) gastos em produtos que todos esperam que nunca sejam usados.

8 Encontro Ocidente-Oriente Com o maior contato com o oriente após o fim da 2ª Grande Guerra, chegaram ao ocidente as ideias mestras das filosofias e “religiões” do Japão e da Índia, principalmente.

9 Mestres indianos semeiam desapego Paramahansa Yogananda e Krishnamurti, principalmente, introduzem nos EUA e no ocidente em geral, os ensinamentos da Filosofia Perene em sua inspiradora versão hindu.

10 Teriam os helenos admitido plásticos na antiga Grécia? Primeiro, os objetos de “matéria plástica” foram timidamente se introduzindo em nossas casas e locais de trabalho, durante os anos 1950s. Depois, multiplicados na forma de embalagens, sacolas, vestuário, utilidades domésticas, produtos descartáveis e gadgets eletrônicos, dominaram a paisagem e ficarão por aí pelos próximos séculos – mesmo se deixássemos de produzi-los agora.

11 O existencialismo francês Também desafinando o coro dos contentes com o avanço industrial e o aumento do PIB, os existencialistas, liderados por Jean-Paul Sartre, recusavam-se a adotar os moldes pré- estabelecidos e preferiam decidir por si-mesmos cada passo de suas vidas. Ainda que isso significasse assumir uma responsabilidade enorme, que os homens-robôs nem imaginam. Sua companheira Simone de Beauvoir foi a primeira feminista – e a melhor.

12 Sem destino O existencialista francês se aproxima do beatnik americano no mesmo estranhamento frente à realidade tão familiar para todos, menos para si mesmos, errantes desgarrados do sistema socioeconômico e psicocultural dominante.

13 American runaway of life Para quebrar o molde, os beatniks americanos sugeriam a aventura do inesperado, a poesia, a meditação, as drogas, misturando tudo isso com a fenomenologia e o existencialismo, que no fundo são maneiras diversas de ver ou falar a mesma coisa.

14 Estranhamento nem tão novo assim no ocidente Na França, os Devaneios de um Caminhante Solitário, de Rousseau, e, nos Estados Unidos, os textos e exemplos de Jack London, e Henry D. Thoreau, além, é claro, das obras de S. Freud e Reich, que mais modernamente já abordavam as razões desse mal- estar todo que predomina em nossa civilização.

15 Modelos de Hollywood Então, o galã não precisava ter cara de garoto ou traços delicados. E as mulheres não queriam ter cabelo liso.

16 Música irresistível Na época, era preciso ser gênio ou ao menos muito especial para aparecer.

17 Ambiente urbano no Rio de Janeiro Poucos carros (importados), transporte coletivo (meio apertado, mas ao ar livre), ninguém de bermuda, camiseta ou chinelo de dedo. Na praia, pouca gente e pouco antes de aparecer o maiô duas- peças - precursor do biquini, porém escondia até o umbigo.

18 Ambiente urbano em São Paulo Poucos pedestres. Todos já chegaram mais cedo, estacionaram o carro em baixo do Viaduto do Chá e foram trabalhar.

19 Jornais da época Os leitores gostavam mais de ler, e os jornais não se negavam a recolher notícias e produzir artigos e matérias. As fotos mal roubavam espaço aos textos, que abundavam em páginas muito maiores do que hoje apresentam os nossos jornais. Reduziram-se no tamanho e na densidade das áreas textuais, e aumentaram as fotos e os anúncios. Mas quem liga?

20 Cinema neo-realista italiano Na Europa, os filmes buscavam retratar as pessoas do ponto de vista da realidade e da poesia, e não da ação, do sexo e da pancadaria como crescentemente no cinema hollywoodiano.

21 No Brasil predominava a inocência País periférico, consumíamos ou o folklore próprio ou filosofias exóticas, fossem elas existencialista, marxista, positivista. E as mulheres tinham que fazer “permanente” no cabelo.

22 Era no humor que expressávamos melhor a nossa energia Ser notado como humorista, comediante, em tempos quando ainda estavam ativos Charles Chaplin, Jerry Lewis e Jacques Tati, não era para qualquer um.

23 Brasileiro sempre foi musical... Também na música íamos bem, e os cantores podiam fumar no estúdio, mas tinham de usar terno e bigode. Luis Gonzaga teve que se impor para quebrar esse padrão e se apresentar vestido de vaqueiro nordestino.

24 Outras culturas também estavam presentes No Brasil, graças ao rádio e aos discos 78rpm, a população urbana conhecia sucessos nos ritmos do tango, bolero, fado, mambo, canções francesas e italianas, principalmente, além dos sucessos norteamericanos, naturalmente..

25 Gatos, sexy e torturados Baby-boomers à vista: saem os galãs de terno, bigode e chapéu e entram os jovens rebeldes, torturados e charmosos “porém” talentosos.

26 Presidente Juscelino Kubitscheck 1956 a 1961

27 Rebeldia a 78, 45 e 78 RPM A fusão do rythm n’ blues do velho oeste com os ritmos dos negros americanos do leste, turbinados com os novos instrumentos elétricos e recursos de gravação, gerou um fenômeno musical que logo se tornou também fenômeno cultural e – muito – comercial.

28 Música para os baby-boomers Ritmo basicamente basal, volume alto, músicos jovens e bonitos, certa aparência de bagunça e excitação, e um bom marketing bastaram para que um ritmo, uma sonoridade e uma atitude se tornassem uma característica de toda uma cultura geracional e além. Bill Haley ainda se apresentava de terno, como qualquer músico profissional; Elvis já surgiu de jeans e casaco de couro.

29 Enquanto isso, no Brasil Ouvia-se rock por aqui como se ouviam também outros ritmos “jovens”, como o cha-cha-cha e o calipso, ambos ritmos latinos de alcance mundial. O rock nacional mal existia, indo pouco além da Celi Campelo.

30 Poesia intimista, música elaborada A música popular brasileira que então poderia ser identificada como “moderna” na verdade era bem mais sofisticada em letra, melodia e harmonia do que os rocks que tanto barulho faziam. Essa cena musical e poética misturando samba-canção brasileiro, jazz americano e uma pitada de existencialismo francês já anunciava a bossa nova.

31 Juventude transviada E delinquência juvenil: eis aí dois conceitos que adentraram o imaginário popular na segunda metade da década de Nunca ninguém tinha pensado nisso, nesses termos; talvez por que nada igual jamais tivesse ocorrido assim, desse modo, como aliás ocorre até hoje, apenas diferentemente.

32 Juventude transviada Hollywood fez questão de glamurizar a rebeldia sem causa dos baby-boomers de todo o mundo.

33 Um novo cinema para um novo Brasil De repente vai surgindo uma nova geração de jovens cineastas decididos a interferir na história do país a partir da sensibilização da sociedade para a sua própria realidade, seus tesouros e carências.

34 Sputinik: a humanidade entra em órbita Num dia de outubro de 1957 o mundo acordou sabendo que era possível pôr um satélite artificial orbitando a Terra e permitindo a transmissão intercontinental de dados e precipitando ainda mais a globalização.

35 Também em 1957 Wilhelm Reich morria preso nos EUA Por pesquisar a felicidade e a saúde fora dos padrões aceitos pela comunidade médica e científica, e por chocar os vizinhos, Reich – que fugira do nazismo alemão acabou vítima do nazismo norteamericano.

36 Sim, nós podemos! A bossa nova foi o rock dos baby-boomers brasileiros, só que contando com poetas e compositores bem nacionalistas, apesar de se deixarem influenciar pela mesma matriz que influenciou o jazz.

37 Cuba Fotogenia dos protagonistas ajudou a encantar uma geração

38 Pílula anticoncepcional Libertação do medo de engravidar e “medicalização” de um instinto natural, que passa a depender de um medicamento – diário e de uso contínuo - para se manifestar.

39 Nouvelle vague Os filmes franceses vão muito mais longe do que os americanos na abordagem de novas formas de relacionamento, como triângulos amorosos assumidos e sexo sem culpa fora do casamento. Coincidentemente, e por sorte, a nascente indústria da pílula anticoncepcional encontrava o mercado de seus sonhos estimulado pela indústria artístico-cultural.

40 Pop-art! A arte, a comunicação de massas e a publicidade se dão as mãos... A recém-batizada “sociedade de consumo” se glamuriza pela arte, e poucos notam seu efeito.

41 Presidente Jânio Quadros 1961

42 Naturalidade inédita Há milênios as mulheres ocidentais não adotavam um look tão natural quanto a partir dos anos Agora, talvez, já não se possa dizer o mesmo.

43 Cinema novo e muito bom O problema foi que a maioria do público não queria ir ao cinema para ver o Brasil na tela.

44 Presidente João Goulart 1962 a 1964

45 LSD: iluminação geral O maior vacilo do Leary foi pensar que as pessoas queriam se libertar de suas armaduras, de seus papéis sociais, de suas histórias pessoais, de seus traumas, com (ou sem) a ajuda da psicodelia.

46 Leary não estava só Na cultura ocidental, o caminho havia sido previsto por William Blake, e experimentado (e relatado) por Aldous Huxley. Também a cultura rock estava atenta para a proposta.

47 Presidente Castelo Branco 1964 a 1967 Mas nem o presidente daqui nem o de lá estava interessado nas ideias de Timothy Leary

48 A juventude tinha o que mostrar A primeira geração de artistas jovens que conquistaram o estrelato havia crescido ouvindo músicos espontâneos e naturais (não voltados para o mercado), e eles e seus grupos não tinham sido “fabricados” por produtores musicais, como se faz hoje.

49 O que Glauber pensaria hoje? O mesmo que pensa quem ama o Brasil profundo, tão rico em tesouros de todos os tipos, ao vê-lo sempre se debatendo nas mãos dos oportunistas e dos indiferentes.

50 Nara Leão e o show Opinião Valorização instantânea dos grandes artistas esquecidos. Afrosambas O Brasil moderno saúda uma raiz sua.

51 ou excursionistas Terapias corporais A insatisfação difusa com o modelo urbano-capitalista criou o interesse por cuidar do corpo para melhorar a mente.

52 Movimento hippie Milhões de jovens se dispõem a abandonar o falso conforto da vida burguesa, alienada e doentia das grandes cidades e criam novas formas de conviver e educar as crianças. Thoreau já havia dado o exemplo.

53 Black Power!!! Martin Luther King Jr., Stokely Carmichael, Muhammad Ali, Malcolm X, Ângela Davis, Black Panthers...

54 Presidente Artur Costa e Silva 1967 a 1969

55 Pouco antes de o sonho acabar Ainda achávamos que seria fácil mudar o mundo, na base do “all you need is love” e da brasilidade.

56 1968 Toda a efervescência, a insatisfação, todo o sonho e a inocência se manifestaram naquele ano, e não só na França.

57 Nova onda de orientalismo Desiludidos do mundo material, os buscadores da Paz e do Amor se dispõem a ir à Índia para trazê-los até nós.

58 Marshall McLuhan Este percebeu primeiro que todos o mundo se transformava em uma “aldeia global” e que “o meio é a mensagem”

59 Som Livre Para que uma rede de televisão queria ter também uma gravadora? Quem acompanhou o processo pode dizer que a progressiva desvalorização de nossa música popular, ainda em andamento crescente, começou em 1969.

60 Presidente Emílio Médici 1969 a 1974

61 Sociedade de consumo A “economia” das nações passa a depender do consumismo de seus povos.

62 Sociedade de consumo Os produtos cada vez mais descartáveis vão criando uma nova ordem moral, onde nada vale nada diante da perspectiva de uma nova novidade.

63 O sonho acabou

64 Ecologismo científico A academia começa a reconhecer a insustentabilidade do modelo industrial- consumista, onde a economia de escala gera produtos baratos à custa da natureza e das gerações futuras.

65 Presidente Ernesto Geisel 1974 a 1979

66 Nova onda orientalista Seitas indianas militantes, como Hare Krshna, Sikh e Ananda Marga empolgam jovens do mundo inteiro com suas mensagens de devoção irrestrita e trabalho social.

67 Movimento Punk Para desviar a juventude do processo de esclarecimento promovido por vários fenômenos culturais recentes, foi preciso atingir os jovens 20 anos mais novos que aqueles baby- boomers tão revoltados, e impedir que seguissem o caminho de inconformismo e contestação de seus irmãos mais velhos. Era preciso algo que parecesse rebeldia, mas que fosse bem inócuo e impotente.

68 Moda brega O que começou como uma piada para os críticos musicais e gravadoras, acabou caindo no gosto de imensa parte da população que se contenta com o sentimentalismo mais piegas ou com uma pornografia light. A música popular brasileira mergulhou desde então num processo de buscar consumidores cada vez menos exigentes para artistas cada vez mais simplórios, em vez de nos mostrar o que há de melhor nessa arte, como era feito até então.

69 Rajneesh, ou Osho O último guru ou um farsante total?

70 Alimentação natural

71 Discoteca

72 Presidente João Figueiredo 1979 a 1985

73 Mundo fashion – 1981 Outro fenômeno: a cultura da famosidade, que convida as pessoas a investirem tempo e emoção em acompanhar a vida notória de atrizes de novelas, top models, drag queens, rainhas de bateria, travestis e, mais recentemente, BBBs e mulheres-frutas

74 New Wave – Rock Brasil Mirando numa geração que chegava ao mercado de consumo sem conhecer Bob Dylan nem Mutantes, para quem Beatles e Raul Seixas nada significavam, surgiram grupos com o objetivo de cativá-los, explorando o lado teatral da música, e afastando-a de sua sinceridade essencial.

75 AIDS De origem nebulosa, o virus da SIDA surgiu fazendo milhares de vítimas principalmente entre os homossexuais masculinos, muitos deles famosíssimos. Como principal resultado, uma maior medicalização - e artificialismo - do que seria um aspecto natural da vida. Agora, além da pílula diária, na vida das mulheres, o preservativo tornou-se obrigatório na vida dos homens, sejam homos ou héteros, solteiros ou casados, e com o próprio governo comprando e promovendo as vendas.

76 A ordem é malhar e ficar brutão De repente, é preciso pagar para ficar bem, bem forte, de preferência. Nem que seja preciso tomar anabolizante de cavalo.

77 Saem de cena o intelectual magrinho e o forte normal Substituídos pelo sensacionalismo físico-sexual

78 Moda brega O que começou como uma piada para os críticos musicais e gravadoras, acabou caindo no gosto de imensa parte da população que se contenta com o sentimentalismo mais piegas ou com uma pornografia light.

79 Presidente José Sarney 1985 a 1990

80 Infantilização da cultura No que “infantil” tem de pior - no sentido de quase idiotia –, a tevê passou então a formar a geração seguinte de consumidores e cidadãos.

81 Carnaval bahiano Fenômeno turístico movido a juventude com dinheiro, coca e cerveja

82 Próteses para tudo e todos Prossegue a falsificação da saúde e medicalização do corpo humano. E a cultura absorve essas contrafações como se fosse tudo muito natural.

83 Adeus à U.R.S.S. Em 1989, os países comunistas do leste europeu abandonaram seu sistema econômico- político, instaurado a partir de 1917 na Rússia e de 1945 nos seus satélites na Europa oriental, e abraçaram o capitalismo. Poucos lamentaram então a falência do “socialismo real”, mas hoje muitos lamentam a hegemonia total do capitalismo que se seguiu.

84 Presidente Fernando Collor 1990 a 1992 Presidente Itamar Franco 1992 a 1995

85 Revogação da Lei da Informática Até então era praticamente impossível importar um computador moderno, e os “nacionais” eram obsoletos e caríssimos.

86 Internet A princípio recurso militar dos EUA, depois aberto à comunidade acadêmica e ONGs, e finalmente tornada comercial, a internet mudou a vida de quase todo mundo.

87 Cultura de megaeventos Como massificar de uma vez os jovens quase todos? Com megaeventos, talvez... só possível graças à tecnologia de som e de imagem atuais.

88 Presidente Fernando Henrique Cardoso 1995 a 2003

89 Efeitos Pokemon

90 Vulgarização da cultura Ao buscar ampliar sua base no segmento de novos consumidores, frutos do aumento demográfico e do fim da inflação, mas sem maiores referências culturais, a indústria cultural passou a apostar nos instintos mais básicos.

91 Presidente Lula 2003 a 2011

92 Alimentos geneticamente adulterados Em 24/03/2005, a Lei da Bio(ins)segurança revelou que a sociedade não é mais capaz de reagir a qualquer infâmia que a indústria e o agronegócio decidam para nós.

93 Presidente Dilma Rousseff 2011 a...

94 Militância exibicionista Novas formas de ativismo

95 Manifestações de Facebook Com a facilidade de comunicação entre desconhecidos propiciada pelas redes sociais, os grupos mais “antenados” aprenderam a encaminhar suas demandas de modo mais direto, para o bem e para o mal (promovendo a democracia, onde não existe, ou atentando contra ela, onde existe).


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