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Www.teletecamadeu.blogspot.com CAPÍTULO 8 A FORMAÇÃO DE PREÇOS.

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1 CAPÍTULO 8 A FORMAÇÃO DE PREÇOS

2 Todo empreendedor tem que definir o preço de seus produtos e serviços. Para isso, tem que analisar o mercado: de que adianta colocar um preço alto se ninguém vai querer comprar? Pior ainda se a concorrência tiver um produto parecido mais barato. Mas não adianta só olhar para fora, para o que está acontecendo no mercado. Também existem fatores internos que precisam entrar em definição do preço, como custos de produção e a margem de lucro desejada.

3 Você já pensou que existe um valor mínimo que você precisa cobrar por um produto ou serviço, de modo a poder manter a qualidade de seu trabalho Esse valor mínimo deve cobrir os custos com materiais, mão-de-obra e outros custos envolvidos no trabalho de produção ou prestação de serviços.

4 Agora, que tal dois voluntários representarem a estória da página 120 para dinamizar um pouco a aula

5

6 Por que você acha que Jéferson não poderia aceitar trabalhar por um preço tão baixo a ponto de afetar o prazo de entrega da obra

7 O EQUILÍBRIO DO PREÇO O preço de venda deve garantir um bom volume de vendas e, ao mesmo tempo, permitir à empresa pagar seus custos de operação e gerar lucros para continuar crescendo.

8 A DETERMINAÇÃO DO PREÇO PELO MERCADO Vamos ler a estória de Rafaela e ajudá- la a descobrir o preço de sua camisetas Pág. 122.

9 Produtos concorrentes são semelhantes e competem pelos mesmos clientes. Produtos substitutos são diferentes entre si, mas competem pelos mesmos clientes e atendem às mesmas necessidades deles. Por isso é preciso estar atento aos preços dos concorrentes e substitutos. CONCORRENTES E SUBSTITUTOS

10

11 Você sabe quanto custa um vestido com esta marca

12 R$ ,00

13 Uma bolsa Louis Vuitton

14 R$ 5.000,00

15 Apenas a gravata, você tem noção

16 Até US$ 170,00. Imagine o terno completo...

17 O anel:

18 US$ 1.099,00

19 Nem sempre o cliente quer pagar menos! Muitas vezes ele quer pagar mais pelo produto, desde que identifique qualidade no que está comprando ou tenha, por qualquer motivo, um desejo muito forte de ter aquele produto. A sociedade hoje é muito materialista, e muitos julgam as pessoas não por aquilo que são, mas por aquilo que têm. Algumas pessoas pensam que serão consideradas seres humanos melhores se tiverem muitos artigos de luxo. Muitas empresas se aproveitam do consumismo para cobrar caro e vender mais.

20 IMAGEM E APARÊNCIA Alguns consumidores acham que uma marca conhecida traz benefícios porquê: Se afeiçoam à marca e querem voltar a comprar; Sentem-se seguros comprando daquela marca famosa, pois acham que os produtos serão sempre de bom gosto; Acham que vão causar boa impressão em qualquer lugar; Querem passar uma imagem de riqueza.

21 DIFERENCIAÇÃO E CARACTERÍSTICAS DOS PRODUTOS O preço do produto pode variar muito em função da estratégia de mercado que usar. Alguns clientes estão dispostos apagar mais pelas características técnicas ou qualidade do produto. Outros motivos para alguém pagar mais: atendimento, confiabilidade, tradição, facilidade de serviços, garantia e assistência técnica etc. E você, está disposto a pagar mais por produtos e serviços quando existe um bom motivo para isso

22 No entanto, existem produtos exatamente iguais aos outros. Nesse caso, não fará diferença para o cliente comprar em outro estabelecimento. Logo, ele vai escolher comprar no lugar mais barato. É aí que entra a competição

23 Como saber quanto o mercado paga por um produto Basta fazer uma pesquisa nos estabelecimentos, para ver o preço de produtos semelhantes Já com os serviços é um pouco mais difícil comparar o mercado, pois, em geral, é preciso pedir um orçamento às empresas ou aos profissionais para saber o preço que cobram. Mas não esqueça de olhar para dentro da empresa Afinal, o preço tem que cobrir os custos de produção e gerar lucro.

24 CUSTOS FIXOS E VARIÁVEIS

25 Custos variáveis são aqueles que variam de acordo com a quantidade produzida ou vendida. Veja na página 126 um exemplo destes custos.

26 O gráfico abaixo, além de corrigir o gráfico do livro, ilustra os custos variáveis da empresa da Rafaela.

27 Existem também os custos fixos que não variam de acordo com a quantidade produzida ou vendida, isto é, se a empresa vender muito paga os custos fixos, se vender pouco ou não vender, terá de pagá-los de qualquer maneira.

28 O gráfico abaixo ilustra os custos fixos da empresa da Rafaela.

29 O ponto de equilíbrio econômico-financeiro Primeiro aprenderemos a calcular a margem de contribuição: R$ 30,00 = preço por unidade R$ 5,80 = R$ 4,00 materiais + R$ 1,80 Simples Nacional R$ 30,00 – R$ 5,80 = R$ 24,20 margem de contribuição Agora para saber quantas unidades têm que ser vendidas para cobrir os custos fixos, que são de R$ 4100: R$ 4100 ÷ R$ 24,20 = 170 unidades. Enfim, encontramos o ponto de equilíbrio econômico financeiro

30 O ponto de equilíbrio econômico-financeiro é o ponto zero em que as receitas se igualam com os custos, ou seja, o lucro é igual a zero.

31 O ponto de equilíbrio é muito importante para pensar no preço do produto. Se um empresário calcula um preço, vê que terá que vender muitas unidades para poder pagar seus custos, e se essa quantidade é maior do que ele acha que pode vender no mercado, é um sinal de que precisa rever o preço ou os custos. Por outro lado, se o ponto de equilíbrio for razoável, indica que ele está no caminho certo.

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33 Agora, faça os exercícios das páginas 130 e 131 em seu caderno.


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