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Roteiro de Palestra de Carlos A. Parchen CELE - Centro Espírita Luz Eterna 05 de setembro de 2006.

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1 Roteiro de Palestra de Carlos A. Parchen CELE - Centro Espírita Luz Eterna 05 de setembro de 2006

2 Qual o “caminho” para chegar à Deus, para alcançar a “salvação? Jesus disse que “...ninguém chega ao Pai senão por mim...”. Qual o significado dessa colocação? Para analisar-se isso é necessário considerar que: a) Jesus trouxe uma nova forma de encarar a relação com Deus;

3 b) o Evangelho foi vivido pelo Cristo, exemplificado, não escrito ou divulgado como um pensamento filosófico, esotérico ou místico; c) Jesus deixou claro que a aplicação da Lei de Amor, a Deus e ao Próximo, é realizada nos atos da vida normal, não dentro dos Templos; d) O Cristo exemplificou a aplicação do Evangelho, vivendo intensamente o Amor, a Caridade, a Humildade, o Perdão, a Tolerância, a Fraternidade, a Paciência, a Abnegação, a Pregação do Bem.

4 É nesse contexto que Jesus se coloca como o “...caminho que leva a Deus...”, tendo legado o exemplo claro e vivo do comportamento que liga a criatura humana à Deus Esse ensinamento e exemplificação obriga-nos a reconsiderar o conceito de “religião”, que tem por significado exatamente “...ligar a Deus...”; Fica claro que é falsa a idéia de que os Templos / Igrejas e seus rituais, liturgias e dogmas de fé constituem, por si só, o “caminho da salvação”. Fica claro que é falsa a idéia de que os Templos / Igrejas e seus rituais, liturgias e dogmas de fé constituem, por si só, o “caminho da salvação”.

5 Não basta seguir os ritos e as exigências específicas de determinada religião, no que se refere as manifestações de “religiosidade”, pois isso, efetivamente, não substitui o caminho traçado por Jesus para se alcançar a “salvação”. Disse o Cristo: “...eu sou o Caminho, a Verdade e a vida, e ninguém chega ao Pai senão por mim...”. O caminho, a verdade, a vida, é o Amor, aplicado e vivenciado, trilhado em todos os momentos e atos da vida. A comunhão com Deus só ocorrerá desta maneira.

6 A religião “praticada” apenas dentro do Templo ou Igreja não tem sentido, pois Deus nos criou para a vida de relação, com o semelhante e com a natureza. E é nessa relação que a religião deve ser exercitada. O valor do Templo ou Igreja está em reunir a força da oração, da fé, de permitir o aprendizado conjunto, do auxílio ou reforço mútuo. Templos e Igrejas são necessários sim, para fortalecer a comunidade, para alavancar a fé e esperança coletiva, mas é fundamental que se pratique a efetiva ligação com Deus, nos atos da vida diária, o que constitui a Religião verdadeira e natural.

7 A verdadeira religião (a que liga com Deus) não tem nome, não tem seita, não tem Templo, não tem Igreja, exatamente por se consistir na efetiva ligação com Deus; se não entendermos isso, não conseguiremos trilhar o “...caminho do Cristo...”. A “salvação”, o alcance da felicidade, ocorrerá naturalmente, quando conseguirmos erigir o Templo Verdadeiro à Deus em nossos corações, purificado e elevado com a prática do Amor, da Caridade e do Bem, em todas as suas formas. Foi isso que Jesus colocou claramente como condição para “...chegar a Deus...”

8 Temos que incorporar na prática diária o Evangelho do Cristo, transformando nossa vida num estado de oração constante: - não por palavras, mas por atos; - não por repetição, mas por emoção e sentimentos elevados; - não por freqüentar esta ou aquela religião, mas por buscarmos ter o coração pronto para receber Deus.

9 Para manter o foco no “...caminho do Cristo...”, devemos utilizar os seguintes questionamentos, a cada momento e situação da vida: a) perguntemos a nós mesmos: “como o Mestre Jesus agiria nesta questão?” Apliquemos então aquela resposta, sinceramente balizada em nosso coração, como a atitude correta a ser implementada. b) perguntemo-nos sempre, no relacionamento societário: “como eu gostaria que agissem comigo nesse caso”? Adotemos então o comportamento ditado pela nossa resposta como nossa norma de conduta.

10 Se assim procedermos estaremos sempre cultivando as Virtudes, o Amor e o Bem;... incorporando o Evangelho do Cristo;... chegando ao Pai, por intermédio do Mestre Jesus, que é o Caminho, a Verdade e a Vida.

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12 Irmãos, lembremo-nos sempre de que o Espiritismo: VISTO, pode ser somente Fenômeno; OUVIDO, pode ser apenas Consolação; VITORIOSO, pode ser somente Festividade; ESTUDADO, pode ser apenas Escola; DISCUTIDO, pode ser somente Sectarismo; INTERPRETADO, pode ser apenas Teoria; PROPAGADO, pode ser somente Movimentação; SISTEMATIZADO, pode ser apenas Filosofia;

13 OBSERVADO, pode ser somente Ciência; MEDITADO, pode ser apenas Doutrina; SENTIDO, pode ser somente Crença. Não nos esqueçamos, porém, de que ESPIRITISMO APLICADO, é Vida Eterna com Eterna libertação. A codificação trouxe ao mundo uma chave gloriosa, cuja utilidade se adapta a numerosas portas. Escolhamos com o Apóstolo, que hoje recordamos,o caminho da aplicação: TRABALHO, SOLIDARIEDADE, TOLERÂNCIA.

14 De coração elevado a Jesus, não temos por agora divisa mais nobre a recordar. Viver na FÉ CONSOLADORA. Espiritismo é sol. Brilhai na sua luz. Emmanuel, psicografia de Francisco C. Xavier

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16 A inteligência sem amor te faz perversa. A justiça sem amor te faz implacável. A diplomacia sem amor te faz hipócrita. O êxito sem amor te faz arrogante. A riqueza sem amor te faz avara. A pobreza sem amor te faz orgulhosa. A beleza sem amor te faz fútil. A autoridade sem amor te faz tirana. O trabalho sem amor te faz escrava. A simplicidade sem amor te deprecia. A lei sem amor te escraviza.

17 A política sem amor te deixa egoísta. A fé sem amor te deixa fanática. A cruz sem amor se converte em tortura. A vida sem amor não tem sentido ! Autor deste texto: não me foi informado


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