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1ª JORNADA MUNICIPAL DE ASSISTÊNCIA SOCIAL SUAS – SISTEMA ÚNICO DE ASSISTÊNCIA SOCIAL CRAS – CENTRO DE REFERÊNCIA DE ASSISTÊNCIA SOCIAL SUAS – SISTEMA.

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1 1ª JORNADA MUNICIPAL DE ASSISTÊNCIA SOCIAL SUAS – SISTEMA ÚNICO DE ASSISTÊNCIA SOCIAL CRAS – CENTRO DE REFERÊNCIA DE ASSISTÊNCIA SOCIAL SUAS – SISTEMA ÚNICO DE ASSISTÊNCIA SOCIAL CRAS – CENTRO DE REFERÊNCIA DE ASSISTÊNCIA SOCIAL

2 SUAS SISTEMA ÚNICO DA ASSISTÊNCIA SOCIAL LEI , de 06 de julho de (Altera a lei 8.742, de 7 de dezembro de 1.993) LEI , de 06 de julho de (Altera a lei 8.742, de 7 de dezembro de 1.993)

3 SUAS SISTEMA ÚNICO DA ASSISTÊNCIA SOCIAL Organiza as ações por Proteção, níveis de complexidade, território, considerando regiões e porte de municípios; Viabiliza o sistema descentralizado e participativo em todo o território nacional. Propõe a articulação entre os três eixos balizadores dessa política pública: a gestão, o financiamento e o controle social. Organiza as ações por Proteção, níveis de complexidade, território, considerando regiões e porte de municípios; Viabiliza o sistema descentralizado e participativo em todo o território nacional. Propõe a articulação entre os três eixos balizadores dessa política pública: a gestão, o financiamento e o controle social.

4 Organização dos Níveis de Proteção: Fonte: MDS – FERNANDO BRANDÃO

5 Funções da Assistência Social Fonte: MDS – FERNANDO BRANDÃO Matricialidade sociofamiliar

6 PROTEÇÃO SOCIAL BÁSICA PSB PROTEÇÃO SOCIAL BÁSICA PSB

7 Tem como objetivo a prevenção de situações de risco por meio do desenvolvimento de potencialidades, aquisições e o fortalecimento de vínculos familiares e comunitários. Destina-se à população que vive em situação de fragilidade decorrente da pobreza, ausência de renda, acesso precário ou nulo aos serviços públicos ou fragilização de vínculos afetivos (discriminações etárias, étnicas, de gênero ou por deficiências, dentre outras). Tem como objetivo a prevenção de situações de risco por meio do desenvolvimento de potencialidades, aquisições e o fortalecimento de vínculos familiares e comunitários. Destina-se à população que vive em situação de fragilidade decorrente da pobreza, ausência de renda, acesso precário ou nulo aos serviços públicos ou fragilização de vínculos afetivos (discriminações etárias, étnicas, de gênero ou por deficiências, dentre outras). PROTEÇÃO SOCIAL BÁSICA

8 Unidade pública da Assistência Social que oferta serviços e ações Possui a função de gestão territorial da rede de assistência social básica, promovendo a organização e a articulação das unidades a ele referenciadas e o gerenciamento dos processos nele envolvidos. Unidade pública da Assistência Social que oferta serviços e ações Possui a função de gestão territorial da rede de assistência social básica, promovendo a organização e a articulação das unidades a ele referenciadas e o gerenciamento dos processos nele envolvidos. PROTEÇÃO SOCIAL BÁSICA CRAS – CENTRO DE REFERÊNCIA DE ASSISTÊNCIA SOCIAL

9 FUNÇÕES PAIF - Serviço de Proteção e Atenção Integral à Família Gestão da Proteção Social Básica no território de abrangência do CRAS. FUNÇÕES PAIF - Serviço de Proteção e Atenção Integral à Família Gestão da Proteção Social Básica no território de abrangência do CRAS. PROTEÇÃO SOCIAL BÁSICA CRAS – CENTRO DE REFERÊNCIA DE ASSISTÊNCIA SOCIAL

10 Dentre as ações de gestão territorial da proteção social básica, destacam-se: 1. articulação da rede socioassistencial de proteção social básica referenciada ao CRAS; 2. promoção da articulação intersetorial, e 3. busca ativa. Dentre as ações de gestão territorial da proteção social básica, destacam-se: 1. articulação da rede socioassistencial de proteção social básica referenciada ao CRAS; 2. promoção da articulação intersetorial, e 3. busca ativa. PROTEÇÃO SOCIAL BÁSICA CRAS – CENTRO DE REFERÊNCIA DE ASSISTÊNCIA SOCIAL

11 1- articulação da rede socioassistencial Consiste no estabelecimento de contatos, alianças, fluxos de informações e encaminhamentos entre o CRAS e as demais unidades de proteção social básica do território. É o processo pelo qual se cria e mantém conexões entre diferentes organizações, a partir da compreensão do seu funcionamento, dinâmicas e papel desempenhado, de modo a coordenar interesses distintos e fortalecer os que são comuns. 1- articulação da rede socioassistencial Consiste no estabelecimento de contatos, alianças, fluxos de informações e encaminhamentos entre o CRAS e as demais unidades de proteção social básica do território. É o processo pelo qual se cria e mantém conexões entre diferentes organizações, a partir da compreensão do seu funcionamento, dinâmicas e papel desempenhado, de modo a coordenar interesses distintos e fortalecer os que são comuns. Gestão Territorial da Proteção Social Básica

12 2- Promoção da Articulação Intersetorial Propicia o diálogo da política pública de assistência social com as demais políticas e setores e o acesso das famílias aos serviços setoriais. A articulação intersetorial não está sob a governabilidade da política de Assistência Social. Para que a intersetorialidade ocorra, é necessário que os setores dialoguem entre si, se conheçam e construam forma(s) de trabalhar conjuntamente. 2- Promoção da Articulação Intersetorial Propicia o diálogo da política pública de assistência social com as demais políticas e setores e o acesso das famílias aos serviços setoriais. A articulação intersetorial não está sob a governabilidade da política de Assistência Social. Para que a intersetorialidade ocorra, é necessário que os setores dialoguem entre si, se conheçam e construam forma(s) de trabalhar conjuntamente. Gestão Territorial da Proteção Social Básica

13 3- Busca Ativa São estratégias da busca ativa: deslocamento da equipe de referência para conhecimento do território; contatos com atores sociais locais (líderes comunitários, associações de bairro etc); obtenção de informações e dados provenientes de outros serviços socioassistenciais e setoriais; utilização de dados das famílias provenientes do Cadastro Único de Programas Sociais 3- Busca Ativa São estratégias da busca ativa: deslocamento da equipe de referência para conhecimento do território; contatos com atores sociais locais (líderes comunitários, associações de bairro etc); obtenção de informações e dados provenientes de outros serviços socioassistenciais e setoriais; utilização de dados das famílias provenientes do Cadastro Único de Programas Sociais Gestão Territorial da Proteção Social Básica

14 Prevê o desenvolvimento de serviços, programas e projetos locais de acolhimento, convivência e socialização de famílias e de indivíduos, conforme identificação da situação de vulnerabilidade apresentada. Esses serviços e programas deverão incluir as pessoas com deficiência e ser organizados em rede, de modo a inseri-las nas diversas ações ofertadas. Os Benefícios Eventuais e os Benefícios de Prestação Continuada (BPC) compõem a Proteção Social Básica, dada a natureza de sua realização. Os Benefícios EventuaisBenefícios de Prestação Continuada (BPC) Prevê o desenvolvimento de serviços, programas e projetos locais de acolhimento, convivência e socialização de famílias e de indivíduos, conforme identificação da situação de vulnerabilidade apresentada. Esses serviços e programas deverão incluir as pessoas com deficiência e ser organizados em rede, de modo a inseri-las nas diversas ações ofertadas. Os Benefícios Eventuais e os Benefícios de Prestação Continuada (BPC) compõem a Proteção Social Básica, dada a natureza de sua realização. Os Benefícios EventuaisBenefícios de Prestação Continuada (BPC) PROTEÇÃO SOCIAL BÁSICA

15 BENEFÍCIOS EVENTUAIS Tem caráter provisório e são prestados aos cidadãos e às famílias em virtude de morte, nascimento, calamidade pública e situações de vulnerabilidade temporária. A prestação e o financiamento dos benefícios eventuais estão na esfera de competência dos municípios, com responsabilidade de cofinanciamento pelos estados. Tem caráter provisório e são prestados aos cidadãos e às famílias em virtude de morte, nascimento, calamidade pública e situações de vulnerabilidade temporária. A prestação e o financiamento dos benefícios eventuais estão na esfera de competência dos municípios, com responsabilidade de cofinanciamento pelos estados.

16 Resolução n°39 – de 9 de dezembro de Art. 1° Afirmar que não são provisões da política de assistência social os itens referentes a órteses e próteses, tais como aparelhos ortopédicos, dentaduras entre outros; cadeiras de roda, muletas, óculos e outros itens inerentes à área de saúde, integrantes do conjunto de recursos de tecnologia assistiva ou ajudas técnicas, bem como medicamentos, pagamento de exames médicos, apoio financeiro para tratamento de saúde fora do município, transporte de doentes, leites e dietas de prescrição especial e fraldas descartáveis para pessoas que tem necessidade de uso.

17 BPC - BENEFÍCIO DE PRESTAÇÃO CONTINUADA Assegurado pela Constituição Federal de 1988, regulamentado pela Lei Orgânica da Assistência Social – LOAS, Lei nº 8.742/93 e pelos Decretos nº 6.214/2007 e nº 6.564/2008. Garante a transferência mensal de 1 salário mínimo ao idoso, com 65 anos ou mais, e à pessoa com deficiência incapacitada para a vida independente e para o trabalho, que comprovem não possuir meios para prover a própria manutenção nem de tê-la provida por sua família.

18 BPC - BENEFÍCIO DE PRESTAÇÃO CONTINUADA É um benefício individual, não vitalício e intransferível. O requerente poderá procurar a Secretaria Municipal de Assistência Social, Centros de Referência de Assistência Social – CRAS ou órgão similar no seu município para receber as informações sobre o BPC e apoios necessários para o requerimento. A Agência do INSS é o órgão responsável pelo recebimento do requerimento e pelo reconhecimento do direito ao BPC.

19 SERVIÇOS São atividades continuadas que objetivam a melhoria da qualidade de vida da população, com ações focadas no atendimento das necessidades básicas. Esses serviços buscam o fortalecimento de vínculos sociais e familiares para superação das vulnerabilidades e melhoria da qualidade de vida do cidadão. SERVIÇOS São atividades continuadas que objetivam a melhoria da qualidade de vida da população, com ações focadas no atendimento das necessidades básicas. Esses serviços buscam o fortalecimento de vínculos sociais e familiares para superação das vulnerabilidades e melhoria da qualidade de vida do cidadão. PROTEÇÃO SOCIAL BÁSICA CRAS – CENTRO DE REFERÊNCIA DE ASSISTÊNCIA SOCIAL

20 RESOLUÇÃO 109, de 11 de novembro Tipificação Nacional dos Serviços socioassistenciais. 1- Serviço de Proteção e Atendimento Especializado a Famílias e Indivíduos – PAIF. 2- Serviço de convivência e fortalecimento de vínculos. 3- Serviço de Proteção Social básica no domicílio para pessoas com deficiência e idosos. RESOLUÇÃO 109, de 11 de novembro Tipificação Nacional dos Serviços socioassistenciais. 1- Serviço de Proteção e Atendimento Especializado a Famílias e Indivíduos – PAIF. 2- Serviço de convivência e fortalecimento de vínculos. 3- Serviço de Proteção Social básica no domicílio para pessoas com deficiência e idosos. PROTEÇÃO SOCIAL BÁSICA CRAS – CENTRO DE REFERÊNCIA DE ASSISTÊNCIA SOCIAL

21 O PAIF é o principal serviço de Proteção Social Básica, ao qual todos os outros serviços desse nível de proteção devem se articular. Usuários: Famílias em situação de vulnerabilidade social decorrente da pobreza, do precário ou nulo acesso aos serviços públicos, da fragilização de vínculos de pertencimento e sociabilidade e/ou qualquer outra situação de vulnerabilidade e risco social. Objetivos: -Fortalecer a função protetiva da família, contribuindo na melhoria da sua qualidade de vida. -Prevenir a ruptura dos vínculos familiares e comunitários, possibilitando a superação de situações de fragilidade social vivenciadas. O PAIF é o principal serviço de Proteção Social Básica, ao qual todos os outros serviços desse nível de proteção devem se articular. Usuários: Famílias em situação de vulnerabilidade social decorrente da pobreza, do precário ou nulo acesso aos serviços públicos, da fragilização de vínculos de pertencimento e sociabilidade e/ou qualquer outra situação de vulnerabilidade e risco social. Objetivos: -Fortalecer a função protetiva da família, contribuindo na melhoria da sua qualidade de vida. -Prevenir a ruptura dos vínculos familiares e comunitários, possibilitando a superação de situações de fragilidade social vivenciadas. PAIF – SERVIÇO DE PROTEÇÃO E ATENDIMENTO INTEGRAL A FAMÍLIA

22 Objetivos: -Promover acessos a benefícios, programas de transferência de renda e serviços socioassistenciais. Contribuindo para a inserção das famílias na rede de proteção social de assistencia social. -Promover acesso aos demais serviços setoriais, contribuindo para o usufruto dos direitos. -Promover aquisições sociais e materiais às famílias, potencializando o protagonismo e a autonomia das famílias e comunidades, -Apoiar famílias que possuem dentre seus membros indivíduos que necessitam de cuidados, por meio da promoção de espaços coletivos de escuta e troca de vivencias familiares. Objetivos: -Promover acessos a benefícios, programas de transferência de renda e serviços socioassistenciais. Contribuindo para a inserção das famílias na rede de proteção social de assistencia social. -Promover acesso aos demais serviços setoriais, contribuindo para o usufruto dos direitos. -Promover aquisições sociais e materiais às famílias, potencializando o protagonismo e a autonomia das famílias e comunidades, -Apoiar famílias que possuem dentre seus membros indivíduos que necessitam de cuidados, por meio da promoção de espaços coletivos de escuta e troca de vivencias familiares. PAIF – SERVIÇO DE PROTEÇÃO E ATENDIMENTO INTEGRAL A FAMÍLIA

23 Serviço realizado em grupos, organizado a partir de percursos de modo a garantir aquisições progressivas, de acordo com o seu ciclo de vida, a fim de complementar o trabalho social com famílias e prevenir o ocorrência de risco social. -Crianças de 6 a 15 anos, -Adolescentes de 15 a 17 anos -Idosos com idade igual ou superior a 60 anos, em situação de vulnerabilidade social Serviço realizado em grupos, organizado a partir de percursos de modo a garantir aquisições progressivas, de acordo com o seu ciclo de vida, a fim de complementar o trabalho social com famílias e prevenir o ocorrência de risco social. -Crianças de 6 a 15 anos, -Adolescentes de 15 a 17 anos -Idosos com idade igual ou superior a 60 anos, em situação de vulnerabilidade social Serviço de convivência e fortalecimento de vínculos

24 OBJETIVOS -Prevenir agravos que possam desencadear rompimento de vínculos familiares e sociais, -Prevenir confinamento de idosos e/ou pessoas com deficiência -Identificar situações de dependência -Prevenir o abrigamento institucional de pessoas com deficiência e/ou pessoas idosas com vistas a promover a sua inclusão social. -Oferecer possibilidades de desenvolvimento de habilidades e potencialidades, a defesa de direitos e o estímulo a participação cidadã. -Desenvolver estratégias para estimular e potencializar recursos das pessoas com deficiência e pessoas idosas, de suas famílias e da comunidade no processo de habilitação, reabilitação e inclusão social. OBJETIVOS -Prevenir agravos que possam desencadear rompimento de vínculos familiares e sociais, -Prevenir confinamento de idosos e/ou pessoas com deficiência -Identificar situações de dependência -Prevenir o abrigamento institucional de pessoas com deficiência e/ou pessoas idosas com vistas a promover a sua inclusão social. -Oferecer possibilidades de desenvolvimento de habilidades e potencialidades, a defesa de direitos e o estímulo a participação cidadã. -Desenvolver estratégias para estimular e potencializar recursos das pessoas com deficiência e pessoas idosas, de suas famílias e da comunidade no processo de habilitação, reabilitação e inclusão social. Serviço PSB no domicílio de pessoas com deficiência e idosas

25 Escolaridade mínima de nível superior, concursado, com experiência em gestão pública; - domínio da legislação referente à política nacional de assistência social e direitos sociais; - conhecimento dos serviços, programas, projetos e/ou benefícios socioassistenciais; - experiência de coordenação de equipes, com habilidade de comunicação, de estabelecer relações e negociar conflitos; - com boa capacidade de gestão, em especial para lidar com informações, planejar, monitorar e acompanhar os serviços socioassistenciais, bem como de gerenciar a rede socioassistencial local. COORDENADOR CRAS - Perfil

26 Articular, acompanhar e avaliar o processo de implantação do CRAS e a implementação dos programas, serviços, projetos de proteção social básica operacionalizadas nessa unidade; Coordenar a execução e o monitoramento dos serviços, o registro de informações e a avaliação das ações, programas,projetos, serviços e benefícios; Participar da elaboração, acompanhar e avaliar os fluxos e procedimentos para garantir a efetivação da referência e contra referência; Coordenar a execução das ações, de forma a manter o diálogo e garantir a participação dos profissionais, bem como das famílias inseridas nos serviços ofertados pelo CRAS e pela rede prestadora de serviços no território; Definir, com participação da equipe de profissionais, os critérios de inclusão, acompanhamento e desligamento das famílias, dos serviços ofertados no CRAS; COORDENADOR CRAS - ATRIBUIÇÕES

27 Coordenar a definição, junto com a equipe de profissionais e representantes da rede socioassistencial do território, o fluxo de entrada, acompanhamento, monitoramento, avaliação e desligamento das famílias e indivíduos nos serviços de proteção social básica da rede socioassistencial referenciada ao CRAS; Promover a articulação entre serviços, transferência de renda e benefícios socioassistenciais na área de abrangência do CRAS; Definir, junto com a equipe técnica, os meios e as ferramentas teórico- metodológicos de trabalho social com famílias e dos serviços de convivência; Contribuir para avaliação, a ser feita pelo gestor, da eficácia, eficiência e impactos dos programas, serviços e projetos na qualidade de vida dos usuários; COORDENADOR CRAS - ATRIBUIÇÕES

28 Efetuar ações de mapeamento, articulação e potencialização da rede socioassistencial no território de abrangência do CRAS e fazer a gestão local desta rede; Efetuar ações de mapeamento e articulação das redes de apoio informais existentes no território (lideranças comunitárias, associações de bairro); Coordenar a alimentação de sistemas de informação de âmbito local e monitorar o envio regular e nos prazos, de informações sobre os serviços socioassistenciais referenciados, encaminhando-os à Secretaria Municipal de Assistência Social; Participar dos processos de articulação intersetorial no território do CRAS; COORDENADOR CRAS - ATRIBUIÇÕES

29 Averiguar as necessidades de capacitação da equipe de referência e informar a Secretaria de Assistência Social (do município ); Planejar e coordenar o processo de busca ativa no território de abrangência do CRAS, em consonância com diretrizes da Secretaria de Assistência Social (do município) ; Participar das reuniões de planejamento promovidas pela Secretaria de Assistência Social (do município) contribuindo com sugestões estratégicas para a melhoria dos serviços a serem prestados; Participar de reuniões sistemáticas na Secretaria Municipal, com presença de coordenadores de outro(s) CRAS (quando for o caso) e de coordenador(es) do CREAS ou, na ausência deste, de representante da proteção especial COORDENADOR CRAS - ATRIBUIÇÕES

30 Acolhida, oferta de informações e realização de encaminhamentos às famílias usuárias do CRAS; Planejamento e implementação do PAIF, de acordo com as características do território de abrangência do CRAS; Mediação de grupos de famílias dos PAIF; Realização de atendimento particularizados e visitas domiciliares às famílias referenciadas ao CRAS; Desenvolvimento de atividades coletivas e comunitárias no território; Apoio técnico continuado aos profissionais responsáveis pelo(s) serviço(s) de convivência e fortalecimento de vínculos desenvolvidos no território ou no CRAS; ATRIBUIÇÕES DOS TÉCNICOS DE NÍVEL SUPERIOR

31 Acompanhamento de famílias encaminhadas pelos serviços de convivência e fortalecimento de vínculos ofertados no território ou no CRAS; Realização da busca ativa no território de abrangência do CRAS e desenvolvimento de projetos que visam prevenir aumento de incidência de situações de risco; Acompanhamento das famílias em descumprimento de condicionalidades; Alimentação de sistema de informação, registro das ações desenvolvidas e planejamento do trabalho de forma coletiva. Articulação de ações que potencializem as boas experiências no território de abrangência; ATRIBUIÇÕES DOS TÉCNICOS DE NÍVEL SUPERIOR

32 Realização de encaminhamento, com acompanhamento, para a rede socioassistencial; Realização de encaminhamentos para serviços setoriais; Participação das reuniões preparatórias ao planejamento municipal ou do DF; Participação de reuniões sistemáticas no CRAS, para planejamento das ações semanais a serem desenvolvidas, definição de fluxos, instituição de rotina de atendimento e acolhimento dos usuários; organização dos encaminhamentos, fluxos de informações com outros setores, procedimentos, estratégias de resposta às demandas e de fortalecimento das potencialidades do território. ATRIBUIÇÕES DOS TÉCNICOS DE NÍVEL SUPERIOR

33 Os profissionais da psicologia não devem adotar o atendimento psicoterapêutico no CRAS. Assim,esses profissionais não devem “patologizar” ou categorizar os usuários do CRAS nos seus atendimentos,mas intervir de forma a utilizar dos seus recursos teóricos e técnicos para: a) compreender os processos subjetivos que podem gerar ou contribuir para a incidência de vulnerabilidade e risco social de famílias e indivíduos; b) contribuir para a prevenção de situações que possam gerar a ruptura dos vínculos familiares e comunitários, e c) favorecer o desenvolvimento da autonomia dos usuários do CRAS. Esses profissionais devem fazer encaminhamentos psicológicos para os serviços de saúde, quando necessários. PSICÓLOGO - Atribuições

34 Sugestão de leitura Resolução 109, de 11 de novembro e 2009 – Tipificação Nacional dos Serviços socioassistenciais. Lei , de 06 de julho de Orientações Técnicas – CRAS Orientações Técnicas da PSB – PAIF (Programa de Atenção Integral à Família) Resolução 109, de 11 de novembro e 2009 – Tipificação Nacional dos Serviços socioassistenciais. Lei , de 06 de julho de Orientações Técnicas – CRAS Orientações Técnicas da PSB – PAIF (Programa de Atenção Integral à Família)

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38 Ações de competência do CRAS Recepção às famílias e indivíduos em situação de vulnerabilidade social básica; Grupos de convivência e de fortalecimento de vínculos; Encaminhamento para serviços de atenção especializada; Informações e encaminhamentos para o acesso a benefícios eventuais; Promoção de ações integradas e articuladas com outras políticas públicas. Ações de competência do CRAS Recepção às famílias e indivíduos em situação de vulnerabilidade social básica; Grupos de convivência e de fortalecimento de vínculos; Encaminhamento para serviços de atenção especializada; Informações e encaminhamentos para o acesso a benefícios eventuais; Promoção de ações integradas e articuladas com outras políticas públicas.

39 Ações de competência do CRAS Promoção de ação integrada e articulada com os diversos serviços ofertados na rede socioassistencial local; Acompanhamento das famílias e indivíduos inseridos nas diversas atividades do CRAS; Acompanhamento, monitoramento e avaliação da efetividade dos encaminhamentos realizados; Acompanhamento e inserção dos beneficiários de programas de transferência de renda; Fomento à participação dos usuários. Ações de competência do CRAS Promoção de ação integrada e articulada com os diversos serviços ofertados na rede socioassistencial local; Acompanhamento das famílias e indivíduos inseridos nas diversas atividades do CRAS; Acompanhamento, monitoramento e avaliação da efetividade dos encaminhamentos realizados; Acompanhamento e inserção dos beneficiários de programas de transferência de renda; Fomento à participação dos usuários.

40 Educação Saúde Procura espontânea Demais políticas públicas Rede socioassistencialEntidades Comunitárias


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