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Como conhecemos o dia, 7 de Setembro de 1822 Pedrinho de Alcântara Antônio João Carlos Xavier de Paula Miguel Rafael Joaquim José Gonzaga Pascoal Cipriano.

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3 Como conhecemos o dia, 7 de Setembro de 1822 Pedrinho de Alcântara Antônio João Carlos Xavier de Paula Miguel Rafael Joaquim José Gonzaga Pascoal Cipriano Serafim de Bragança e Bourbon, o príncipe regente do Brasil, encontra com uma tropa portuguesa que papai D. João havia mandado atrás do filhinho bagunceiro. E ali, às margens do Rio Ipiranga, em um arroubo quixotesco, Pedrinho de Alcântara desembainhou sua espada, ergueu-a e gritou para os portugueses: “Independência ou Morte!” Tudo isso aconteceu e assim Pedrinho virou D. Pedro I, o imperador do Brasil.

4 A pintura exposta no Museu Paulista, no bairro do Ipiranga: liberdade para criar história brasileira

5 Uma obra magnífica, sem dúvida. Pena que não corresponde ao que realmente aconteceu. O quadro foi concluído em 1888 – iniciado em , muito tempo depois do famoso “ouviram dos Piranga”. Então o que está ali retratado é fruto de (algumas) pesquisas e (muita) imaginação do talentoso pintor. Preto de Jesus foi a inspiração para que Pedro Américo pintasse seu quadro com tanta riqueza de detalhes. Os dois se encontraram em São Paulo, na região do Ipiranga, exatamente na casinha retratada ao lado direito da obra, onde conversaram sobre os fatos daquele 7 de Setembro.

6 - Então conte-me tudo o que viu, preciso saber mais sobre aquele dia para pintar um quadro. - Sim sinhô. Eu voltava de Santos porque ali era a trilha pra nóis que ia buscar mercadoria que desembarcavam no porto, num é? Era um caminho ruim, num sabe, então nóis usava mula, era mais melhó. Na verdade até o povo do príncipe usava mula! - D. Pedro I utilizava mulas como montaria? - Ah, sim sinhô, era melhó, num sabe? - Não vai ficar bem no quadro um imperador utilizando mulas. Pintarei belos cavalos. Mas continue, senhor - Sim, eu vinha puxando os boi com as mercadoria e encomenda tudo pra meu sinhozinho quando vi aquele punhadinho de mula no meio da estrada.

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8 Comitiva numerosa e arrumada, só anos depois, e nada de cavalos: mulas para aguentar o caminho Embora tenha sido de grande valor, este fato histórico não provocou rupturas sociais no Brasil. O povo mais pobre se quer acompanhou ou entendeu o significado da independência. A estrutura agrária continuou a mesma, a escravidão se manteve e a distribuição de renda continuou desigual. A elite agrária, que deu suporte D. Pedro I, foi a camada que mais se beneficiouescravidão

9 Relato do Preto de Jesus para o Pintor do famoso quadro! Olha, sinhô, eu só posso falá do que vi. Na verdade era três mensageiro procurano pelo príncipe, diziam que tinha um recado do rei. - E que recado era esse? - Ah, isso eu num sei dizê. Só sei que o Dão Pedro leu a carta, botô a mão na barriga e disse “Senhores, me perdoem, mas vou resolver um assunto atrás daquela moita, trata-se de uma emergência de vida ou morte!” - Como? Não teve grito, princípio de luta? Foi assim mesmo? - Foi, foi sim sinhô. Os único grito que eu ouvia era do príncipe se aliviano atrás das moita. Mas ele era muito educado, tirou o chapéu pra recebê os mensageiro e tudo, Dão Pedro era muito humilde, era sim, era, me alembro de tudo. A independência causou um multa para o Brasil e não foi nada mais do que um Decreto Escrito à São Paulo pedido apoio político.


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