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CAPÍTULO 6 – RELEVO DO BRASIL PROFESSOR LEONAM JUNIOR COLÉGIO ARI DE SÁ 2º ANO MÉDIO.

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1 CAPÍTULO 6 – RELEVO DO BRASIL PROFESSOR LEONAM JUNIOR COLÉGIO ARI DE SÁ 2º ANO MÉDIO

2 CARACTERÍSTICAS GERAIS DO RELEVO BRASILEIRO: LIVRO P. 56 A 57 SOFREU A AÇÃO DE FORÇAS INTERNAS OU ENDÓGENAS. (TECTONISMO E VULCANISMO) SOFREU A AÇÃO DE FORÇAS EXTERNAS OU EXÓGENAS. (INTEMPERISMO E EROSÃO) SOFRE COM A EROSÃO ANTRÓPICA. (AÇÃO DO HOMEM) ALTIMETRIA DO RELEVO BRASILEIRO DE 0 A 200 m40% DO TERRITÓRIO DE 200 A 900m57% DO TERRITÓRIO ACIMA DE 900 m3% DO TERRITÓRIO

3 LEMBRANDO QUE O BRASIL NÃO SOFREU A AÇÃO DE DOBRAMENTOS OROGENÉTICOS MODERNOS É UM TERRITÓRIO ANTIGO E DESGASTADO PELA EROSÃO. NO BRASIL NÃO TEMOS MONTANHAS, PORÉM DESTACAMOS PLANALTOS, PLANÍCIES, DEPRESSÕES, INSELBERGS ETC. TIVEMOS EROSÃO GLACIAL, MARINHA, EÓLICA, PLUVIAL (CHUVAS), FLUVIAL (RIOS).

4 FORMAS DE RELEVO DO BRASIL LIVRO P. 57 E 58 SÃO SUPERFÍCIES ELEVADAS, APLAINADAS E DELIMITADAS POR ESCARPAS. SÃO CONSIDERADOS VESTÍGIOS DE RELEVOS MAIS ELEVADOS QUE SOFRERAM AÇÃO DAS FORÇAS EXÓGENAS. PEDRA AGUDA NA CIDADE DE ARACOIABA-CE. CONHECIDA COMO TESTEMUNHO OU INSELBERG. PLANALTOS

5 PLANÍCIES RELEVO PLANO DELIMITADO POR ACLIVES FORMADOS POR ROCHAS SEDIMENTARES. NO BRASIL AS PLANÍCIES PODEM SER COSTEIRAS OU CONTINENTAIS. TABULEIROS LITORÂNEOS DO NORDESTE PLANÍCIE AMAZÔNICA

6 DEPRESSÃO É UM TIPO DE RELEVO COM ALTITUDE MENOR QUE OUTROS RELEVOS AO SEU REDOR. AS DEPRESSÕES PODEM SER RELATIVAS E ABSOLUTAS. DEPRESSÃO SERTANEJA EM QUIXERAMOBIM SERTÃO CENTRAL DO CEARÁ. DEPRESSÃO AMAZÔNICA

7 CLASSIFICAÇÃO DO RELEVO BRASILEIRO CLASSIFICAÇÃO CRIADA EM 1949 POR AROLDO DE AZEVEDO BASEADA NA ALTIMETRIA. NESSE CONCEITO OS PLANALTOS SÃO RELEVOS ACIMA DE 200 m DE ALTITUDE. AS PLANÍCIES NESSA CLASSIFICAÇÃO SÃO RELEVOS ABAIXO DE 200m. PLANALTO DAS GUIANAS PLANALTO ATLÂNTICO PLANALTO CENTRAL PLANALTO MERIDIONAL PLANÍCIE AMAZÔNICA PLANÍCIE DO PANTANAL PLANÍCIE COSTEIRA

8 CLASSIFICAÇÃO DE AZIZ AB’ SABER AB’ SABER ESTUDOU O RELEVO BRASILEIRO EM 1962 PELA FOTOGRAMETRIA. EFETUOU ALGUMAS MUDANÇAS COM RELAÇÃO AO MAPA DO AROLDO DE AZEVEDO COMO DIVIDIR O PLANALTO ATLÂNTICO. AB’ SABER DESPREZOU O NÍVEL ALTIMÉTRICO. NA SUA CLASSIFICAÇÃO, AB’ SABER CONSIDERA QUE NOS PLANALTOS PREDOMINAM A EROSÃO E NAS PLANÍCIES PREDOMINAM A SEDIMENTAÇÃO. 7 PLANALTOS E 3 PLANÍCIES

9 CLASSIFICAÇÃO DE JURANDIR ROSS JURANDIR ROSS UTILIZOU O PROJETO RADAMBRASIL COM IMAGENS AÉREAS DE RADAR. SEUS ESTUDOS AJUDARAM A COMPREENDER MELHOR A GEOLOGIA, GEOMORFOLOGIA, PEDOLOGIA, VEGETAÇÃO, POTENCIAL DA TERRA ETC, DO TERRITÓRIO BRASILEIRO. EM 1989 JURANDIR ROSS DEU MAIOR EXATIDÃO AO RELEVO BRASILEIRO DIVIDINDO O NOSSO TERRITÓRIO EM 28 UNIDADES.  11 PLANALTOS  6 PLANÍCIES  11 DEPRESSÕES COMO AB’ SABER, JURANDIR CONSIDEROU OS PROCESSOS GEOMORFOLÓGICOS E BASEOU-SE EM OUTRAS TRÊS MANEIRAS DIFERENTES DE EXPLICAR O RELEVO: MORFOESTRUTURAL: GEOLOGIA MORFOCLIMÁTICA: CLIMA E RELEVO MORFOESCULTURAL: AÇÃO DOS AGENTES EXTERNOS.

10 JURANDIR ROSS ACRESCENTOU DEPRESSÕES NA SUA CLASSIFICAÇÃO DO NOSSO RELEVO DEPRESSÃO PERIFÉRICA: ÁREA DE CONTATO ENTRE TERRENOS SEDIMENTARES E CRISTALINOS COM FORMAS ALONGADAS. DEPRESSÃO MARGINAL: ENCONTRA-SE NAS BORDAS DAS BACIAS SEDIMENTARES. DEPRESSÃO INTERPLANÁLTICA: ÁREA BAIXA ENTRE PLANALTOS.


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