A apresentação está carregando. Por favor, espere

A apresentação está carregando. Por favor, espere

M ONITORAMENTO DE Q UALIDADE DE Á GUA Francisco Romeiro Brasília - DF 26 de outubro de 2012.

Apresentações semelhantes


Apresentação em tema: "M ONITORAMENTO DE Q UALIDADE DE Á GUA Francisco Romeiro Brasília - DF 26 de outubro de 2012."— Transcrição da apresentação:

1 M ONITORAMENTO DE Q UALIDADE DE Á GUA Francisco Romeiro Brasília - DF 26 de outubro de 2012

2 R EDES DE M ONITORAMENTO

3  Objetivo Básico - Permitir uma avaliação adequada da qualidade da água. - Podem ser utilizadas diversas configurações de: i) localização dos pontos de monitoramento ii) periodicidade das amostragens iii) parâmetros monitorados R EDES DE M ONITORAMENTO M ONITORAMENTO DE Q UALIDADE DE Á GUA

4 - Pontos estratégicos para acompanhamento da evolução da qualidade das águas, identificação de tendências e apoio a elaboração de diagnósticos. i)localização dos pontos: critérios??? ii)periodicidade das amostragens: acompanha os ciclos hidrológicos (geralmente varia de mensal a trimestral) iii)parâmetros monitorados: relacionados com o tipo de uso e ocupação da bacia contribuinte a estação e com os objetivos da rede.  A localização das estações quanto os parâmetros monitorados devem ser reavaliados periodicamente. M ONITORAMENTO B ÁSICO  Tipos de Monitoramento - Estabelecer um diagnóstico da qualidade das águas de um trecho específico de curso d’água. Esta avaliação pode estar associada ao acompanhamento de ações limitadas no tempo (por exemplo, implantação de empreendimentos hidrelétricos). i)localização dos pontos: especialmente à montante e jusante do empreendimento ii)periodicidade das amostragens: freqüência de amostragem é alta (diária a mensal) iii)parâmetros monitorados: reconhecidamente relevantes ao empreendimento I NVENTÁRIOS R EDES DE M ONITORAMENTO M ONITORAMENTO DE Q UALIDADE DE Á GUA

5 - Incluem-se as observações feitas pelos usuários dos recursos hídricos (auto-monitoramento) em atendimento à legislação vigente (ex. Portaria MS n o 2.914/1, Resoluções n o 357/05 e 430/11 do CONAMA), às condicionantes de licenças ambientais e dos termos de outorga. i)localização dos pontos: ii)periodicidade das amostragens: iii)parâmetros monitorados: Estabelecidos em normatização - Observações efetuadas em locais onde a qualidade das águas é de fundamental importância para um determinado uso (especialmente para consumo humano) ou em locais críticos em termos de poluição associada ao uso da água. i)localização dos pontos: pontos de captação de água ii)periodicidade das amostragens: praticamente em tempo real (pressupõe a utilização de aparelhos automáticos de medição) iii)parâmetros monitorados: limitado pelo tipo de equipamento automático utilizado V IGILÂNCIA C ONFORMIDADE R EDES DE M ONITORAMENTO M ONITORAMENTO DE Q UALIDADE DE Á GUA

6 R EDE N ACIONAL DE Q UALIDADE DA Á GUA - RNQA RNQA M ONITORAMENTO DE Q UALIDADE DE Á GUA

7 - Analisar a tendência de evolução da qualidade das águas; - Avaliar se a qualidade atual atende os usos estabelecidos pelo enquadramento dos corpos d’água; - Identificar áreas críticas com relação à poluição hídrica; - Aferir a efetividade da gestão sobre as ações de recuperação da qualidade da água; - Apoiar as ações de planejamento, outorga, fiscalização.  Objetivos da RNQA RNQA M ONITORAMENTO DE Q UALIDADE DE Á GUA

8 - A alocação deve se basear na classificação dos pontos segundo seus objetivos. - O PNQA definiu três tipos básicos de pontos de monitoramento:  Sistematização das amostragens P ONTOS DE REFERÊNCIA P ONTOS DE IMPACTO P ONTOS ESTRATÉGICOS RNQA M ONITORAMENTO DE Q UALIDADE DE Á GUA

9 Pontos de referência Devem apresentar mínima interferência antrópica (preferencialmente ZERO) Importantes para o estabelecimento das condições naturais do corpo hídrico Mensuração do impacto das atividades antrópicas Pontos de impacto Identificar alterações nas condições naturais Mensuração do impacto das atividades antrópicas Indicar possíveis causas de alterações Identificar de novas ações no controle de poluição Maioria dos pontos da rede Pontos estratégicos Avaliação de carga de poluentes Instalados em pontos em que há mudança de dominialidade Rios fronteiriços Rios de divisa estadual Afluentes ou efluentes de países vizinhos Essencial a determinação da vazão nesses pontos (cálculo da carga de poluentes) RNQA M ONITORAMENTO DE Q UALIDADE DE Á GUA

10 P LANEJAMENTO DOS P ONTOS DE A MOSTRAGENS M ONITORAMENTO DE Q UALIDADE DE Á GUA

11 - Subdivisão e codificação de bacias hidrográficas -Propõe hierarquização baseada na rede de drenagem, utilizando algarismos (sentido horário) -A análise é realizada sempre da foz para montante identificando todas as confluências e distinguindo o rio principal de seus tributários - O rio principal é aquele curso d’água que drena a maior área P LANEJAMENTO DOS P ONTOS DE A MOSTRAGENS M ONITORAMENTO DE Q UALIDADE DE Á GUA  Codificação de Otto Pfafstetter BACIAS Área drenada por um tributário principal Recebem número PAR 2, 4, 6 e 8 INTERBACIAS Áreas entre duas sub-bacias principais Recebem número ÍMPAR 1, 3, 5, 7 e 9

12 P LANEJAMENTO DOS P ONTOS DE A MOSTRAGENS M ONITORAMENTO DE Q UALIDADE DE Á GUA  Ottobacias nível 1 INTRABACIA Bacia fechada Recebem número 0

13 P LANEJAMENTO DOS P ONTOS DE A MOSTRAGENS M ONITORAMENTO DE Q UALIDADE DE Á GUA  Exemplo Bacia hidrográfica localizada na bacia Amazônica Primeiro dígito: 4

14 P LANEJAMENTO DOS P ONTOS DE A MOSTRAGENS M ONITORAMENTO DE Q UALIDADE DE Á GUA  Exemplo 1. Destacar as principais sub-bacias Bacia hidrográfica localizada na bacia Amazônica Primeiro dígito: 4

15 P LANEJAMENTO DOS P ONTOS DE A MOSTRAGENS M ONITORAMENTO DE Q UALIDADE DE Á GUA  Exemplo 1. Destacar as principais sub-bacias 2. Destacar as interbacias Bacia hidrográfica localizada na bacia Amazônica Primeiro dígito: 4

16 P LANEJAMENTO DOS P ONTOS DE A MOSTRAGENS M ONITORAMENTO DE Q UALIDADE DE Á GUA  Exemplo Bacia hidrográfica localizada na bacia Amazônica 1. Destacar as principais sub-bacias 2. Destacar as interbacias 3. Codificar as bacias (nº pares) Primeiro dígito: 4

17 P LANEJAMENTO DOS P ONTOS DE A MOSTRAGENS M ONITORAMENTO DE Q UALIDADE DE Á GUA  Exemplo Bacia hidrográfica localizada na bacia Amazônica Primeiro dígito: 4 1. Destacar as principais sub-bacias 2. Destacar as interbacias 3. Codificar as bacias (nº pares) 4. Codificar as interbacias (nº ímpares / horário)

18 P LANEJAMENTO DOS P ONTOS DE A MOSTRAGENS M ONITORAMENTO DE Q UALIDADE DE Á GUA  Ottobacias nível 2

19 P LANEJAMENTO DOS P ONTOS DE A MOSTRAGENS M ONITORAMENTO DE Q UALIDADE DE Á GUA  Ottobacias nível 3

20 P LANEJAMENTO DOS P ONTOS DE A MOSTRAGENS M ONITORAMENTO DE Q UALIDADE DE Á GUA  Ottobacias nível 4

21 A LOCAÇÃO DOS P ONTOS DE A MOSTRAGENS

22 M ONITORAMENTO DE Q UALIDADE DE Á GUA Os pontos estratégicos devem ser localizados em trechos de rio em que ocorre mudança de dominialidade, ou seja: Pontos de recebimento e entrega de água com outros países; Pontos em trechos que delimitam fronteira; Pontos de entrega de água entre os Estados; Pontos de entrega de água dos principais afluentes de rios de domínio da União.  Critérios de Macroalocação P ONTOS E STRATÉGICOS

23 A LOCAÇÃO DOS P ONTOS DE A MOSTRAGENS M ONITORAMENTO DE Q UALIDADE DE Á GUA Assim como para os pontos de referência, o critério básico para a definição precisa da localização dos pontos estratégicos é a facilidade de acesso. É conveniente que os pontos sejam locados próximo a alguma referência que facilite sua localização. Quando existir ponte próxima ao local previsto para o ponto de monitoramento, este deve ser locado sobre a ponte, no meio do canal principal do rio. P ONTOS E STRATÉGICOS  Critérios de Microalocação

24 A LOCAÇÃO DOS P ONTOS DE A MOSTRAGENS M ONITORAMENTO DE Q UALIDADE DE Á GUA Bacia a montante sem fontes significativas de poluição (mínimo de 50 % da bacia com vegetação natural). Devem representar no mínimo 10% do total de pontos Ponto de coleta  Critérios de Macroalocação P ONTOS DE R EFERÊNCIA

25 A LOCAÇÃO DOS P ONTOS DE A MOSTRAGENS M ONITORAMENTO DE Q UALIDADE DE Á GUA O critério básico para a definição precisa da localização dos pontos de referência é a facilidade de acesso. É conveniente que os pontos sejam locados próximo a alguma referência que facilite sua localização. Quando existir ponte próxima ao local previsto para o ponto de monitoramento, este deve ser locado sobre a ponte, no meio do canal principal do rio.  Critérios de Microalocação P ONTOS DE R EFERÊNCIA

26 A LOCAÇÃO DOS P ONTOS DE A MOSTRAGENS M ONITORAMENTO DE Q UALIDADE DE Á GUA Os critérios de macroalocação de pontos de impacto consideram: O processo de autodepuração, especialmente a diluição, A disponibilidade hídrica regional; Os valores de referência utilizados na identificação da poluição são aqueles constantes na Resolução CONAMA n° 357/2005 para a classe na qual o rio está enquadrado.  Critérios de Macroalocação P ONTOS DE I MPACTO

27 A LOCAÇÃO DOS P ONTOS DE A MOSTRAGENS M ONITORAMENTO DE Q UALIDADE DE Á GUA Método dos Centros de Massa É baseado no ordenamento de rios na bacia e no cálculo do centro de massa da rede de drenagem Cada tributário é de ordem ou magnitude 1. Cada um destes contribuintes é denominado elemento externo O procedimento de adição das magnitudes é seguido até que o exutório da bacia Se a bacia contiver N elementos externos, a magnitude do exutório (M 0 ) será N.  Método de Sharp (1971)

28 A LOCAÇÃO DOS P ONTOS DE A MOSTRAGENS M ONITORAMENTO DE Q UALIDADE DE Á GUA O elemento que divide a rede de drenagem aproximadamente ao meio, no que diz respeito ao número de contribuintes, é chamado de centro de massa da rede de drenagem e pode ser calculado segundo a Equação:  Método de Sharp (1971) Onde: M C : Centro de Massa M 0 : Magnitude do Exutório O primeiro centro de massa divide a rede de drenagem em duas partes Para cada parte pode ser encontrado seu centro de massa até que se chegue aos contribuintes externos de ordem um.

29 A LOCAÇÃO DOS P ONTOS DE A MOSTRAGENS M ONITORAMENTO DE Q UALIDADE DE Á GUA CENTRO DE MASSA M C = 7,50 M 0 = 14 M C = (14 + 1) 2

30 M ONITORAMENTO DE Q UALIDADE DE Á GUA Nota: Somar M C2 com M C1 M C2’ = (7,5 + 4,25) M C2 = (7,5 + 1) 2 M C2 = 4,25 M C2’ = 11,75 M C3 = (4,25 + 1) 2 M C3 = 2,62 M Cn- 1 Cn A LOCAÇÃO DOS P ONTOS DE A MOSTRAGENS

31 M ONITORAMENTO DE Q UALIDADE DE Á GUA O número de descargas de poluentes é considerado no projeto da rede Fontes pontuais de poluição considerados contribuintes de ordem 1. Essa contribuição de Sanders aparece pela primeira vez com o trabalho de Clarkson (1979)  Método de Sharp modificado por Sanders

32 A LOCAÇÃO DOS P ONTOS DE A MOSTRAGENS M ONITORAMENTO DE Q UALIDADE DE Á GUA LEGENDA 100 mil hab 10 mil hab 2 mil hab Cada município é considerado um elemento externo de ordem 1

33 A LOCAÇÃO DOS P ONTOS DE A MOSTRAGENS M ONITORAMENTO DE Q UALIDADE DE Á GUA M 0 = 17 M C = (17 + 1) 2 M C = 9,0 CENTRO DE MASSA DA REDE M C 1 = 9,0 LEGENDA 100 mil hab 10 mil hab 2 mil hab

34 M ONITORAMENTO DE Q UALIDADE DE Á GUA Nota: Somar M C2 com M C1 M C2’ = (9,0 + 5,0) M C2 = (9,0 + 1) 2 M C2 = 5,0 M C3 = (5,0 + 1) 2 M C3 = 3,0 M C2’ = 14,0 M Cn- 1 Cn A LOCAÇÃO DOS P ONTOS DE A MOSTRAGENS

35 M ETODOLOGIA DE A LOCAÇÃO DE P ONTOS DO PNQA

36 A LOCAÇÃO DOS P ONTOS DE A MOSTRAGENS M ONITORAMENTO DE Q UALIDADE DE Á GUA Para determinação da capacidade de diluição do corpo d’água é fundamental o conhecimento: de sua vazão ou da produção hídrica de uma determinada região  Q 95 da carga de poluente que pode ser assimilada sem que a sua concentração no corpo d’água supere os valores limites estabelecidos para a classe na qual o curso d’água está enquadrado  Qual a vazão necessária para diluir a carga poluente até 5,0 mg/L?  Critérios de Macroalocação P ONTOS DE I MPACTO

37 A LOCAÇÃO DOS P ONTOS DE A MOSTRAGENS M ONITORAMENTO DE Q UALIDADE DE Á GUA A ANA disponibilizou no documento “Disponibilidade e Demandas de Recursos Hídricos nas Regiões Hidrográficas Brasileiras” as disponibilidades hídricas dos principais rios brasileiros e elaborou um mapa hídrico

38 A LOCAÇÃO DOS P ONTOS DE A MOSTRAGENS M ONITORAMENTO DE Q UALIDADE DE Á GUA  Mapa de estresse hídrico para diluição de DBO 5

39 A LOCAÇÃO DOS P ONTOS DE A MOSTRAGENS M ONITORAMENTO DE Q UALIDADE DE Á GUA Para as regiões com criação intensiva de suínos foi calculada a população equivalente e incorporada à população local, tendo com base a relação para produção de DBO de 1 suíno equivalente a 10 pessoas. Centros com tratamento de esgoto  descontado 60% da demanda. Padrão CONAMA de DBO para rios de classe 2  C = 5mg/L de DBO Produção percapta de DBO segundo a NBR 7220  52g de DBO/habitante x dia Demanda para diluição de DBO  0,125 L/s x habitante Demanda para diluição de DBO para 1000 habitantes  125 L/s ou 0,125 m3/s P ONTOS DE I MPACTO  Observações

40 A LOCAÇÃO DOS P ONTOS DE A MOSTRAGENS M ONITORAMENTO DE Q UALIDADE DE Á GUA Q 95 do exutório = 34 m 3 /s Nº de elementos externos = 14 Ordem de cada elemento externo = 34/14 = 2,43 m 3 /s 2,43 34,0 4,86 2,43 7,3 4,86 2,43 7,3 4,86 7,29 LEGENDA 100 mil hab 10 mil hab 2 mil hab Área da bacia = Km 2 Pontos de coleta = 9

41 A LOCAÇÃO DOS P ONTOS DE A MOSTRAGENS M ONITORAMENTO DE Q UALIDADE DE Á GUA Cálculo das vazões de diluição: 1 mil hab = 125 L/s = 0,125 m 3 /s 2 mil hab = 250 L/s = 0,250 m 3 /s 10 mil hab = 1250 L/s = 1,250 m 3 /s 100 mil hab = L/s = 12,50 m 3 /s Vazão de diluição total = 14 m 3 /s Cálculo das vazões de diluição: 1 mil hab = 125 L/s = 0,125 m 3 /s 2 mil hab = 250 L/s = 0,250 m 3 /s 10 mil hab = 1250 L/s = 1,250 m 3 /s 100 mil hab = L/s = 12,50 m 3 /s Vazão de diluição total = 14 m 3 /s 2,43 48,0 4,86 2,43 7,29 4,86 2,43 7,29 4,86 7,29 14,83 Área da bacia = Km 2 Pontos de coleta = 9 0,25 1,25 12,5 6,11 20,94 19,79 22,22 43,16 4,86 7,54 LEGENDA 100 mil hab 10 mil hab 2 mil hab

42 A LOCAÇÃO DOS P ONTOS DE A MOSTRAGENS M ONITORAMENTO DE Q UALIDADE DE Á GUA 2,43 48,0 4,86 2,43 7,29 4,86 2,43 7,29 4,86 7,29 14,83 0,25 1,25 12,5 6,11 20,94 19,79 22,22 43,16 4,86 7,54 Cálculo dos centros de massa: M C1 = (48 + 1)/2 = 24,5 M C2 = (24,5 + 1)/2 = 12,75 M C2’ = (24,5 + 12,75) = 37,25 M C3 = (12,75+ 1)/2 = 6,875 M C3’ = (6, ,75) = 19,625 Cálculo dos centros de massa: M C1 = (48 + 1)/2 = 24,5 M C2 = (24,5 + 1)/2 = 12,75 M C2’ = (24,5 + 12,75) = 37,25 M C3 = (12,75+ 1)/2 = 6,875 M C3’ = (6, ,75) = 19,625 Área da bacia = Km 2 Pontos de coleta = 9

43 A LOCAÇÃO DOS P ONTOS DE A MOSTRAGENS M ONITORAMENTO DE Q UALIDADE DE Á GUA MÉTODO DE SHARP

44 A LOCAÇÃO DOS P ONTOS DE A MOSTRAGENS M ONITORAMENTO DE Q UALIDADE DE Á GUA Deslocamento dos pontos privilegiando centros urbanos e maiores vazões MÉTODO DO PNQA

45 A LOCAÇÃO DOS P ONTOS DE A MOSTRAGENS M ONITORAMENTO DE Q UALIDADE DE Á GUA Metodologia aplicada à bacia do rio Taquari, no Rio Grande do Sul E XEMPLO P RÁTICO

46 A LOCAÇÃO DOS P ONTOS DE A MOSTRAGENS M ONITORAMENTO DE Q UALIDADE DE Á GUA A bacia do rio Taquari tem uma área de ,98 km 2 Considerando a densidade mínima de estações de 01 estação por 1000 km 2, resultaria em uma rede de aproximadamente 27 estações de monitoramento. Na bacia existem 322 elementos externos  magnitude do exutório = 322 (adotando-se 1: )  Macroalocação P ONTOS DE I MPACTO

47 A LOCAÇÃO DOS P ONTOS DE A MOSTRAGENS M ONITORAMENTO DE Q UALIDADE DE Á GUA A ordem no exutório é igual a: 86,80 (Q 95 no exutório) + 171,39 (demanda hídrica) 258,19 Assim, a ordem do primeiro centro de massa é: (258,19 + 1) / 2 = 129,6  Macroalocação P ONTOS DE I MPACTO

48 A LOCAÇÃO DOS P ONTOS DE A MOSTRAGENS M ONITORAMENTO DE Q UALIDADE DE Á GUA  Macroalocação

49 A LOCAÇÃO DOS P ONTOS DE A MOSTRAGENS M ONITORAMENTO DE Q UALIDADE DE Á GUA  Microalocação

50 A LOCAÇÃO DOS P ONTOS DE A MOSTRAGENS M ONITORAMENTO DE Q UALIDADE DE Á GUA  Microalocação

51 O BRIGADO ! F RANCISCO R OMEIRO Especialista em Recursos Hídrico | (+55) (61) M ONITORAMENTO DE Q UALIDADE DE Á GUA


Carregar ppt "M ONITORAMENTO DE Q UALIDADE DE Á GUA Francisco Romeiro Brasília - DF 26 de outubro de 2012."

Apresentações semelhantes


Anúncios Google