A apresentação está carregando. Por favor, espere

A apresentação está carregando. Por favor, espere

ÁREA TRANSIÇÃO ÁREA HORIZONTAL 1 ÁREA HORIZONTAL 3 ÁREA APROXIMAÇÃO ÁREA HORIZONTAL 10 E INTERNA 1 ÁREA HORIZONTAL 20 ÁREA APROXIMAÇÃO ÁREA TRANSIÇÃO.

Cópias: 1
APRESENTAR AS CONSIDERAÇÕES DO COMAER EM RELAÇÃO À ZONA DE PROTEÇÃO DO AEROPORTO SALGADO FILHO OBJETIVO:

Apresentações semelhantes


Apresentação em tema: "ÁREA TRANSIÇÃO ÁREA HORIZONTAL 1 ÁREA HORIZONTAL 3 ÁREA APROXIMAÇÃO ÁREA HORIZONTAL 10 E INTERNA 1 ÁREA HORIZONTAL 20 ÁREA APROXIMAÇÃO ÁREA TRANSIÇÃO."— Transcrição da apresentação:

1

2

3 ÁREA TRANSIÇÃO ÁREA HORIZONTAL 1 ÁREA HORIZONTAL 3 ÁREA APROXIMAÇÃO ÁREA HORIZONTAL 10 E INTERNA 1 ÁREA HORIZONTAL 20 ÁREA APROXIMAÇÃO ÁREA TRANSIÇÃO PLANO ESPECÍFICO

4 ATRIBUIÇÕES E COMPETÊNCIAS COMAR: Autoridade competente da Aeronáutica responsável por emitir autorização de implantações dentro das Zonas de Proteção de Aeródromos. DECEA: Responsável pela elaboração de Planos Específicos. Prefeitura e Órgãos Municipais: Autoriza construções e implantações próximo a aeroportos, desde que não contrariem os Planos de Zona de Proteção do Aeródromo. OBS: O COMAR deve ser consultado sempre que couber análise de Plano de Zona de Proteção.

5

6

7 O Art. 94 foi especialmente criado para permitir a implantação de obstáculo que ultrapasse as altitudes máximas estabelecidas no Plano Específico da Zona de Proteção do Aeródromo - PEZPA, agora no Plano Básico, com 48m, desde que não cause qualquer redução na segurança dos voos. Tendo em vista a realidade da topografia da cidade e os obstáculos definitivos existentes, a Aeronáutica já implementou as restrições necessárias às operações do Aeroporto para que fosse mantida a integral segurança dos voos. Por isso, novas edificações com as altitudes daquelas já construídas, e com as alturas autorizadas no PDDUA, não deverão causar qualquer nova restrição operacional do Aeroporto, sobretudo na AH 20 do antigo PEZPA, onde este impunha as mais distorcidas e inúteis limitações à implantação de edificações com as alturas estabelecidas no PDDUA, e onde, por isso mesmo, foi mais desrespeitado.

8 Com a revogação do PEZPA, em 25/11/2011, passou a vigorar como limitador das altitudes para a cidade o Plano Básico, cuja aplicação das absurdas restrições por ele impostas nas principais zonas da cidade, ou impedem qualquer tipo de construção, ou possibilitam apenas construções com baixa ocupação da capacidade construtiva da área. Como tais absurdas limitações são totalmente desnecessárias para manter a segurança dos voos e as atuais condições operacionais do Aeroporto, a simples aplicação do artigo 94 para os casos em que a implantação não provoque qualquer nova restrição operacional ao aeroporto já resolveria a quase totalidade dos atuais impedimentos de utilização das alturas autorizadas no PDDUA. Portanto, a possibilidade de autorização, prevista no artigo 94, de uma implantação que exija até mesmo alguma pequena limitação nas condições operacionais do Aeroporto para manter a sua segurança plena, que, em nenhum hipótese pode ser afetada, é somente para utilização em raríssimos e excepcionais casos. OBJETIVOS DO Art. 94

9

10

11 CONCLUSÃO COMO SE VÊ, A SOLUÇÃO DO PROBLEMA É MUITO SIMPLES, SE HOUVER BOA VONTADE E PRESTEZA NOS ENCAMINHAMENTOS DO QUE ESTABELECE O ART. 94 DA PORTARIA Nº256/GC5 POR PARTE DA PREFEITURA, DO DECEA E DO COMAER.


Carregar ppt "ÁREA TRANSIÇÃO ÁREA HORIZONTAL 1 ÁREA HORIZONTAL 3 ÁREA APROXIMAÇÃO ÁREA HORIZONTAL 10 E INTERNA 1 ÁREA HORIZONTAL 20 ÁREA APROXIMAÇÃO ÁREA TRANSIÇÃO."

Apresentações semelhantes


Anúncios Google