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A devoção a Nossa Senhora das Dores tem origem na tradição que conta o encontro de Maria com seu filho Jesus, a caminho do Calvário. Ao ver o amado.

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3 A devoção a Nossa Senhora das Dores tem origem na tradição que conta o encontro de Maria com seu filho Jesus, a caminho do Calvário. Ao ver o amado filho carregando a pesada cruz, torturado e sofrido, coroado de espinhos e ensanguentado, a dor da Mãe de Deus foi tão profunda que nos faz refletir até hoje sobre as nossas próprias dores.

4 Nos primórdios da Igreja, a festa era celebrada com o nome de Nossa Senhora da Piedade e da Compaixão. No século XVIII, o papa Bento XIII determinou, então, que se passasse a chamar de Nossa Senhora das Dores.

5 A ordem dos servitas foi responsável por criar uma devoção especial conhecida como "As Sete Dores de Nossa Senhora", que nos lembram os momentos de sofrimento e entrega de Maria ao seu Senhor.

6 Frei Agostinho de Santa Maria, aos motivos iniciais do culto aos sofrimentos de Nossa Senhora, que se distribuem por variadas invocações, da "Piedade", da "Soledade", do "Pranto", e, por fim, mais recentemente, das “Dores”.

7 Escreve Frei Agostinho de Santa Maria que “ainda que todos os mistérios que celebra a piedade cristã de Maria Santíssima, se devem ter muito presentes para a veneração e para a contemplação, este do seu pranto e as lágrimas que esta soberana Senhora chorou na morte do seu amado Filho, devemos fixar na nossa memória e estampar na nossa imaginação”.

8 “Na Póvoa, o culto da mãe de Jesus sob esta invocação remonta a 1768, ano em que foi colocada uma imagem na antiga capela do Senhor do Monte. A grande adesão exigiu a edificação do templo próprio, que ficou concluído no princípio do século XIX, mas que só em 1866 adquiriu o aspecto atual, com a construção de 6 capelas circundantes.”

9 No dia da festa, começa de manhã a peregrinação dos visitantes à igreja, percorrendo em oração as seis capelinhas em redor onde se podem admirar, em figuras de tamanho natural, cenas representativas de passos da paixão de Cristo – as seis primeiras dores de Nossa Senhora: a profecia do velho Simeão; a fuga para o Egito; a perda e encontro do menino Jesus no templo com os doutores da lei; a caminho do Calvário; a crucificação e a descida da cruz.

10 A sétima dor, a “Soledade”, está representada no altar-mor por uma bela imagem de Nossa Senhora das Dores. A procissão de Nossa Senhora das Dores começou por se realizar no quarto domingo de Agosto, para se fixar desde o início do século passado no dia 15 de Setembro.

11 Milhares de penitentes, de todas as idades e categorias sociais, incorporam-se todos os anos no cortejo religioso, na maioria descalços e com velas do seu tamanho na mão ou representativas da parte do corpo onde se pretende que ocorra a cura.

12 Ainda se encontram grupos de pescadores com as roupas usadas no mar quando de naufrágios ou ocasiões de perigo, e muita gente do campo agradecendo o ano agrícola proveitoso e suplicando boas colheitas para as safras.

13 A Festa de hoje convida-nos a aceitar os sofrimentos e contrariedades da vida para purificarmos o coração e corredimirmos com Cristo. A Virgem Maria ensina-nos a não queixarmos dos nossos males, pois ela nunca o fez; ensina-nos a unirmos à Cruz de seu Filho, e convertê-los por nossas famílias.

14 15/09/2009


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