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Controle de Riscos para Escolas John Dougan. PROGRAMA DE SEGURANÇA.

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Apresentação em tema: "Controle de Riscos para Escolas John Dougan. PROGRAMA DE SEGURANÇA."— Transcrição da apresentação:

1 Controle de Riscos para Escolas John Dougan

2 PROGRAMA DE SEGURANÇA

3 SEGURANÇA: IT’S UP TO US Códigos e regulamentação local. Incidentes Quais? Como. Prevenção.

4 ELEMENTOS-CHAVE Diretor de segurança. Comissão de segurança. Programa de segurança. Plano de Preparo para Emergências. Equipamento de Segurança/ Emergência. Exercícios de treinamento. Treinamento dos empregados. Autoinspeção: Identificação e correção.

5 FROM THE PROJETOSTAGE Mais barato. Modernização/caro. Projeto das instalações. Proteção. Mais seguro. Saída segura. Projeto do programa. Plano de emergência. Treinamento.

6 CONSTRUÇÃOFOR SAFETY Projetado para: Tipo de ocupação. Reuniões e multidões. Residencial/dormitório. Número de ocupantes Saídas amplas. Proteção contra incêndio. Segurança. Elementos naturais.

7 SAÍDA Portas de vaivém. Sistema antipânico. G

8 A lotação deve ser informada. Mínimo de duas saídas. Saídas afastadas. Provisão de corredores. Corredores desimpedidos. Portas não bloqueadas, acorrentadas ou trancadas a chave. SAÍDA

9 Corrimãos e grades de proteção. SAÍDA

10 SINALIZAÇÃO Saídas sinalizadas. Mapa das saídas.

11 ILUMINAÇÃO Auditórios. Escolas. Dormitórios.

12 Senso comum. Facilita a saída no escuro? Teste. ILUMINAÇÃO

13 DETECTORES Áreas perigosas. Áreas de dormitórios externos. Dormitórios. Inspecionar. Teste.

14 FIRE EXTINTORES DE INCÊNDIO Os segundos são importantes. Distância do percurso Baixo risco: m Alto risco: m Locais-chave. Acessibilidade. Serviço anual.

15 ALARMES Salas de reuniões. Exceto escolas: 93 m2 ou menos. Sala de aula separada.

16 DORMITÓRIO Isolamento contra fogo. Portas de fechamento automático. Vãos de escada. Dois meios de fuga. Duas saídas em cada corredor. Corredores sem saída 10.7m máx. Não…Não…Não trancar as portas de saída! Equipamento aceitável de alarme.

17 DORMITORY EXPOSIÇÕES Detector de fumaça. Sala de visitas. Áreas de alojamento. Corredores (salvo se houver sprinklers). Alarmes Visível. Audível.

18 DORMITORY EXPOSIÇÕES Luzes de emergência. Sinalização da saída. Planos de emergência. Diagramas da saída. Exercícios trimestrais.

19 BUILDING ISOLAMENTO Isolamento: Dormitórios. Salas de equipamentos. Corredores. Chão ao teto. Grades protetoras.

20 BUILDING ISOLAMENTO Selar os locais de penetração.

21 FOGO Combustível (sólidos, líquidos, gases ) Móveis, cortinas, propano ou outro combustível, óleo de cozinha, enfeites. Oxigênio. Ignição (calor) Elétrica, velas, fornos, solda, ferro de passar.

22 FOGO NA ÁRVORE

23 MANUTENÇÃO FACILITIES Manutenção “preventiva”. Datas. Menos onerosa. Mantém a integridade estrutural. Reduz a responsabilidade. Segurança contra fogo de elementos mecânicos e elétricos. Segurança.

24 ÁGUA DAMAGE Encanamento congelado Falta de aquecimento. Isolamento ruim. Falta de manutenção Telhados em más condições. Calhas entupidas. Janelas quebradas.

25 SEGURANÇA Iluminação. Portões ou outras barreiras. Controle do acesso interno. Câmaras. Botões de pânico. Vegetação podada. Pessoal da segurança.

26 INSPEÇÃO FACILITIES Crucial à segurança Prevenção Perdas por fogo. Danos pela chuva. Ferimentos. Escorregão, tropeço, queda.

27 INSPEÇÃO FACILITIES Observar: O campus todo. Salas de aula e corredores. Veículos/transporte. Programa de controle de risco/segurança?

28 INSPEÇÃO FACILITIES Armazenamento. Administração interna Salas elétrica/mecânica. Painéis elétricos desimpedidos. Equipamento que produz calor, desimpedido. Nenhuma fonte de ignição.

29 ELETRICIDADE SAFETY Preservada. Fios de extensáo: apenas temporariamente. Não usar fios elétricos “piggy-backed”. Não usar plugues octopus. Não usar fios elétricos Sob tapetes. Nos vãos de entrada ou paredes. Teto. Não deixar instalação elétrica inconclusa.

30 SUPERVISÃO Elemento-chave. Qualidade. Quantidade, Checagem do conhecimento.

31 PLAYGROUND SAFETY Supervisad o. Conservado.

32 PLAYGROUND SAFETY ov

33 FIELD PASSEIOS Planejados. Aprovados. Supervisados.

34 A QUALQUER MOMENTO... Exposições ambientais locais. Eventos. Lições aprendidas?

35 Tornado atinge escola 20 de abril de 2008 Tufão destrói escola adventista na Ilha de Yap 9 de abril de, 2004 A QUALQUER MOMENTO

36 Tiroteio na Universidade destrói ICT e Cyber Café 23 de julho de 2011 Ladrões assaltam Universidade 29 de fevereiro de 2012 A QUALQUER MOMENTO

37 Ataque a escola adventista 27 de agosto de 2008 Estudante morre no incêndio do dormitório 26 de abril de 2005 A QUALQUER MOMENTO

38 EMERGENCY RESPOSTAPLANS Catástrofes potenciais: Incêndio Furacão Tsunami Enchente Violência Empregados treinados.

39 TREINAMENTOS Frequência Escolas – a cada mês. Dormitórios – a cada trimestre. Comercial – variado. Conforme regulamentação local. Avaliação. Treinamento/Reaval iação.

40 CONTINUIDADE DOS NEGÓCIOSPLANS Identificadas as exposições? Podemos prosseguir… Perda de poder. Perda de equipamento de TI. Perda de edifícios. Motor/geradores desnecessários? Backup remoto? Instalações temporárias?

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42 PERGUNTAS G A informação contida nesta apresentação se baseia nos princípios gerais da administração de risco e não constitui conselho legal ou endosso a quaisquer produtos, serviços ou curso de ação. O planejamento da administração de risco irá variar em cada organização. É de responsabilidade dos presentes tomarem suas decisões quanto à confiabilidade e correção da informação provida neste seminário.

43 John Dougan


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