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1. Aspectos tradicionais da Morfologia 1.3. (Tipos de) morfemas.

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Apresentação em tema: "1. Aspectos tradicionais da Morfologia 1.3. (Tipos de) morfemas."— Transcrição da apresentação:

1 1. Aspectos tradicionais da Morfologia 1.3. (Tipos de) morfemas

2 Morfema Unidade mínima com valor morfológico distintivo. Menor unidade gramatical de uma língua, portadora de significado. (DTL)

3 Morfemas e palavras Anti+constituc]ional+issim+a+mente Todas as palavras são morfemas, mas nem todos os morfemas são palavras!! Anti+constituc]ional+issim+a+mente Todas as palavras são morfemas, mas nem todos os morfemas são palavras!! Ao contr á rio de Relativo a constitui ç ão ( conjunto de leis ) Superlativo absoluto Marcador de g é nero feminino De modo, de maneira...

4 Morfemas que são palavras Morfemas livres – morfema que, por si só, pode constituir uma palavra. (DTL) Ex.: com, um, só, Maria, etc. Anti-, -issim-, -a- ou –mente São morfemas mas não são palavras. Morfemas livres – morfema que, por si só, pode constituir uma palavra. (DTL) Ex.: com, um, só, Maria, etc. Anti-, -issim-, -a- ou –mente São morfemas mas não são palavras.

5 Morfemas que não são palavras Há morfemas que têm que estarpresos a outros. Morfemas presos – morfema que, por si só, não pode constituir uma palavra, sendo portanto, necessariamente, um constituinte de palavra. (DTL) Ex.: -a-, -al-, anti-, -mente, etc. Há morfemas que têm que estarpresos a outros. Morfemas presos – morfema que, por si só, não pode constituir uma palavra, sendo portanto, necessariamente, um constituinte de palavra. (DTL) Ex.: -a-, -al-, anti-, -mente, etc.

6 Sistematizando... lexicais – pai, elefante, batata,... (infinitos) livres gramaticais – de, com, para, etc (preposições e conjunções) (finitos) Morfemas derivacionais – afixos presos flexionais – desinências de género, número, pessoa, tempo, modo, voz. lexicais – pai, elefante, batata,... (infinitos) livres gramaticais – de, com, para, etc (preposições e conjunções) (finitos) Morfemas derivacionais – afixos presos flexionais – desinências de género, número, pessoa, tempo, modo, voz.

7 Morfemas livres e presos Os morfemas livres constituem radicais (sendo que um radical pode ser simples – mãe – ou complexo, se formado por um radical + um morfema preso, dando origem a um outro morfema livre – mãezinha).

8 Morfemas derivacionais e flexionais Diferen ç a entre morfemas derivacionais e flexionais: os morfemas flexionais nunca modificam a categoria sint á ctica da palavra, ao contr á rio dos morfemas derivacionais.

9 Exemplos

10 Em suma Os morfemas permitem a forma ç ão de (novas) palavras; os morfemas podem ser palavras, sufixos, prefixos ou desinências. Mas aten ç ão! A flexão não constitui um processo de forma ç ão de palavras (ela apenas permite modificar a mesma palavra relativamente ao g é nero, n ú mero, pessoa, tempo, modo, voz). Os morfemas permitem a forma ç ão de (novas) palavras; os morfemas podem ser palavras, sufixos, prefixos ou desinências. Mas aten ç ão! A flexão não constitui um processo de forma ç ão de palavras (ela apenas permite modificar a mesma palavra relativamente ao g é nero, n ú mero, pessoa, tempo, modo, voz).


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