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Prof. Adolfo Sérgio Furtado da SilvaERGONOMIA 1. 2 Prof. Adolfo Sérgio Furtado da Silva Sumário 1. Check Lists utilizados na Ergonomia (Anexo) 2. Método.

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1 Prof. Adolfo Sérgio Furtado da SilvaERGONOMIA 1

2 2 Prof. Adolfo Sérgio Furtado da Silva Sumário 1. Check Lists utilizados na Ergonomia (Anexo) 2. Método de Avaliação 2.1. REBA – Rapid Entire Body Assessment 3. Critério Semi-Quantitativo de MOORE e GARG 4. Norma Regulamentadora NR Método de Avaliação Ergonômica e de Planejamento da Organização do Trabalho 5.1. TOR-TOM (Anexo)

3 ERGONOMIA 3 Prof. Adolfo Sérgio Furtado da Silva Método de Avaliação REBA Rapid Entire Body Assessment 3Foi proposto para avaliar o risco de se desenvolver lesão musculoesquelética a partir da avaliação da postura.

4 ERGONOMIA 4 Prof. Adolfo Sérgio Furtado da Silva Método de Avaliação REBA Rapid Entire Body Assessment 3OBJETIVOS: 3Desenvolver um sistema de análise postural sensível ao risco musculoesquelético em diferentes atividades; 3Dividir o corpo humano em segmentos a serem codificados individualmente, com referência aos planos de movimento;

5 ERGONOMIA 5 Prof. Adolfo Sérgio Furtado da Silva Método de Avaliação REBA Rapid Entire Body Assessment 3OBJETIVOS: 3Oferecer um sistema de pontuação para atividade muscular causada por posturas estáticas, dinâmicas, de mudanças rápidas ou instáveis; 3Oferecer um nível de ação como indicação de urgência.

6 ERGONOMIA 6 Prof. Adolfo Sérgio Furtado da Silva Método de Avaliação REBA Rapid Entire Body Assessment 3Seqüência Lógica de Uso: 3Considerar as atividades críticas de um determinado trabalho; 3Para cada atividade definir a postura que será avaliada e calcular sua respectiva pontuação;

7 ERGONOMIA 7 Prof. Adolfo Sérgio Furtado da Silva Método de Avaliação REBA Rapid Entire Body Assessment 3O cálculo da pontuação se divide nas seguintes etapas: 3Determinar a pontuação do Grupo A através da avaliação do tronco, pescoço, pernas e carga/força; 3Determinar a pontuação do Grupo B através da avaliação do braço, antebraço, punho e qualidade da pega;

8 ERGONOMIA 8 Prof. Adolfo Sérgio Furtado da Silva Método de Avaliação REBA Rapid Entire Body Assessment 3Transcrever as pontuações do Grupo A para a Tabela A e do Grupo B para a Tabela B; 3A pontuação A corresponde à soma da Tabela A com a pontuação da Carga/Força; 3A pontuação B corresponde à soma da Tabela B com a pontuação da Pega;

9 ERGONOMIA 9 Prof. Adolfo Sérgio Furtado da Silva Método de Avaliação REBA Rapid Entire Body Assessment 3A pontuação C pode ser lida na Tabela C, correspondendo à interseção das pontuações A e B; 3Os níveis de ação REBA correspondem à soma da pontuação C com a pontuação da Atividade; 3Os níveis de risco são classificados em: Trivial, Baixo, Médio, Alto ou Muito Alto.

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11 ERGONOMIA 11 Prof. Adolfo Sérgio Furtado da Silva

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21 ERGONOMIA 21 Prof. Adolfo Sérgio Furtado da Silva Método de Avaliação REBA Exemplo 3Calcular o REBA da postura de trabalho de um fisioterapeuta atendendo um paciente com hemiplegia no lado direito (derrame)

22 ERGONOMIA 22 Prof. Adolfo Sérgio Furtado da Silva Método de Avaliação REBA Exemplo – Dados: 3Grupo A: 3o tronco está com flexão superior a 60º e está em flexão lateral; 3O pescoço está em extensão; 3Ambas as pernas estão sustentando o peso e estão fletidas a mais de 60º; 3O paciente está assentado e a carga/força é Zero;

23 ERGONOMIA 23 Prof. Adolfo Sérgio Furtado da Silva Método de Avaliação REBA Exemplo – Dados: 3Grupo B: (foi avaliado apenas o lado direito) 3O braço está flexionado entre 45º e 90º, abduzido e a favor da gravidade; 3O antebraço está com menos de 60º de flexão; 3O punho está entre 0 e 15º de flexão/extensão, sem desvio ou rotação; 3A pega é aceitável mas não ideal;

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27 ERGONOMIA 27 Prof. Adolfo Sérgio Furtado da Silva Total de A: = 8

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31 ERGONOMIA 31 Prof. Adolfo Sérgio Furtado da Silva Total de B: = 5

32 ERGONOMIA 32 Prof. Adolfo Sérgio Furtado da Silva REBA: = 11

33 ERGONOMIA 33 Prof. Adolfo Sérgio Furtado da Silva A pontuação total do REBA é 11, o que corresponde ao nível de ação 4, indicando um risco muito alto.

34 ERGONOMIA 34 Prof. Adolfo Sérgio Furtado da Silva Critério Semi-Quantitativo de MOORE e GARG 3É um critério semi-quantitativo que se propõe a estabelecer um índice de sobrecarga biomecânica para extremidade distal de membros superiores. Extremidade distal = cotovelo, antebraço, punho e mão

35 ERGONOMIA 35 Prof. Adolfo Sérgio Furtado da Silva Critério Semi-Quantitativo de MOORE e GARG 3É importante ressaltar que o método avalia o trabalho e não as pessoas; 3Propõe que sejam estabelecidos seis fatores: 3Fator Intensidade do Esforço (FIE); 3Fator Duração do Esforço (FDE); 3Fator Freqüência do Esforço (FFE); 3Fator Postura da Mão e do Punho (FPMP); 3Fator Ritmo do Trabalho (FRT); 3Fator Duração do Trabalho (FDT).

36 ERGONOMIA 36 Prof. Adolfo Sérgio Furtado da Silva 3Seqüência Lógica de Uso: 3Coletar dados; 3Estabelecer a classificação de cada fator (vide tabelas); 3Determinar o multiplicador de cada fator (vide tabelas); 3Multiplicar todos os fatores encontrados, estabelecendo um valor como resultado; 3Interpretar o resultado. Critério Semi-Quantitativo de MOORE e GARG Fórmula: FIE x FDE x FFE x FPMP x FRT x FDT

37 ERGONOMIA 37 Prof. Adolfo Sérgio Furtado da Silva

38 ERGONOMIA 38 Prof. Adolfo Sérgio Furtado da Silva

39 ERGONOMIA 39 Prof. Adolfo Sérgio Furtado da Silva

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41 ERGONOMIA 41 Prof. Adolfo Sérgio Furtado da Silva 3Limitações do Método: 3O índice não pode prever distúrbios fora da extremidade distal dos membros superiores, como em ombro, pescoço e coluna; 3Não foi proposto para analisar tarefas múltiplas. Quando for esse o caso, cada tarefa de um trabalho deve ser analisada separadamente, considerando-se a duração dessa tarefa na jornada. Critério Semi-Quantitativo de MOORE e GARG

42 ERGONOMIA 42 Prof. Adolfo Sérgio Furtado da Silva Exemplo – Dados: 3Intensidade do esforço estimada como algo de pesado; 3Duração do esforço no ciclo de 60%; 312 esforços por minuto; 3Postura do punho razoável; 3Velocidade do trabalho razoável; 3Duração por dia de 4 a 8 horas. Critério Semi-Quantitativo de MOORE e GARG

43 ERGONOMIA 43 Prof. Adolfo Sérgio Furtado da Silva

44 ERGONOMIA 44 Prof. Adolfo Sérgio Furtado da Silva

45 ERGONOMIA 45 Prof. Adolfo Sérgio Furtado da Silva

46 ERGONOMIA 46 Prof. Adolfo Sérgio Furtado da Silva Cálculo: 3,0 x 2,0 x 1,5 x 1,5 x 1,0 x 1,0 = 13,5 – Alto Risco de Lesão

47 Norma Regulamentadora – NR-17 As condições de trabalho incluem aspectos relacionados ao levantamento, transporte e descarga de materiais, ao mobiliário, aos equipamentos e às condições ambientais do posto de trabalho, e à própria organização do trabalho. Esta Norma Regulamentadora visa estabelecer parâmetros que permitam a adaptação das condições de trabalho às características psicofisiológicas dos trabalhadores, de modo a proporcionar um máximo de conforto, segurança e desempenho eficiente.

48 Norma Regulamentadora – NR-17 Mobiliário dos postos de trabalho: Sempre que o trabalho puder ser executado na posição sentada, o posto de trabalho deve ser planejado ou adaptado para esta posição. Para trabalho manual sentado ou que tenha de ser feito em pé, as bancadas, mesas, escrivaninhas e os painéis devem proporcionar ao trabalhador condições de boa postura, visualização e operação e devem atender aos seguintes requisitos mínimos: a)ter altura e características da superfície de trabalho compatíveis com o tipo de atividade, com a distância requerida dos olhos ao campo de trabalho e com a altura do assento; b)ter área de trabalho de fácil alcance e visualização pelo trabalhador; c)ter características dimensionais que possibilitem posicionamento e movimentação adequados dos segmentos corporais.

49 Norma Regulamentadora – NR-17 Os assentos utilizados nos postos de trabalho devem atender aos seguintes requisitos mínimos de conforto: a)altura ajustável à estatura do trabalhador e à natureza da função exercida; b)características de pouca ou nenhuma conformação na base do assento; c)borda frontal arredondada; d)encosto com forma levemente adaptada ao corpo para proteção da região lombar.

50 Norma Regulamentadora – NR-17 Condições ambientais de trabalho Nos locais de trabalho onde são executadas atividades que exijam solicitação intelectual e atenção constantes, tais como: salas de controle, laboratórios, escritórios, salas de desenvolvimento ou análise de projetos, dentre outros, são recomendadas as seguintes condições de conforto: a)níveis de ruído de acordo com o estabelecido na NBR 10152, norma brasileira registrada no INMETRO; b)índice de temperatura efetiva entre 20ºC e 23ºC; c)velocidade do ar não superior a 0,75m/s; d)umidade relativa do ar não inferior a 40%.

51 Norma Regulamentadora – NR-17 Iluminação: Os equipamentos utilizados no processamento eletrônico de dados com terminais de vídeo devem observar o seguinte: a) condições de mobilidade suficientes para permitir o ajuste da tela do equipamento à iluminação do ambiente, protegendo-a contra reflexos, e proporcionar corretos ângulos de visibilidade ao trabalhador; ( / I2) b) Em todos os locais de trabalho deve haver iluminação adequada, natural ou artificial, geral ou suplementar, apropriada à natureza da atividade. c) A iluminação geral deve ser uniformemente distribuída e difusa. d) A iluminação geral ou suplementar deve ser projetada e instalada de forma a evitar ofuscamento, reflexos incômodos, sombras e contrastes excessivos. e) Os níveis mínimos de iluminamento a serem observados nos locais de trabalho são os valores de iluminâncias estabelecidos na NBR 5413, norma brasileira registrada no INMETRO.

52 Norma Regulamentadora – NR-17 Organização do trabalho A organização do trabalho deve ser adequada às características psicofisiológicas dos trabalhadores e à natureza do trabalho a ser executado para efeito desta NR, deve levar em consideração, no mínimo: a)as normas de produção; b)o modo operatório; c)a exigência de tempo; d)a determinação do conteúdo de tempo; e)o ritmo de trabalho; f)o conteúdo das tarefas.


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