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GOVERNO DO ESTADO DE GOIÁS SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE DE GOIÁS SUPERINTENDÊNCIA DE POLÍTICAS DE ATENÇÃO INTEGRAL À SAÚDE ADMINISTRAÇÃO REGIONAL DE SAÚDE.

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Apresentação em tema: "GOVERNO DO ESTADO DE GOIÁS SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE DE GOIÁS SUPERINTENDÊNCIA DE POLÍTICAS DE ATENÇÃO INTEGRAL À SAÚDE ADMINISTRAÇÃO REGIONAL DE SAÚDE."— Transcrição da apresentação:

1 GOVERNO DO ESTADO DE GOIÁS SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE DE GOIÁS SUPERINTENDÊNCIA DE POLÍTICAS DE ATENÇÃO INTEGRAL À SAÚDE ADMINISTRAÇÃO REGIONAL DE SAÚDE DA ESTRADA DE FERRO MARIA APARECIDA BARBOSA RÊGO RETRATO DE SAÚDE: ARS ESTRADA DE FERRO Catalão 2008

2 Apresentação Este trabalho é resultado da capacitação oferecida à Administração Regional de Saúde da Estrada de Ferro pela Superintendência de Políticas de Atenção Integral à Saúde (SPAIS) como parte do Projeto de Apoio à Regionalização de Saúde no Estado de Goiás. É parte do Convênio entre a Secretaria de Estado da Saúde de Goiás e a Agência de Saúde e Serviços Sociais do Outaouais- Quebec-Canadá com financiamento da Agência Canadense de Desenvolvimento Internacional (ACDI). Atende aos princípios da VIII Conferência Nacional de Saúde (1986), da Constituição Federal (1988) e a Lei Orgânica da Saúde (1990); formulação de Políticas de Saúde com base no perfil demográfico e epidemiológico da população.

3 Objetivos Objetivo geral – capacitar os técnicos das ARS para as tecnologias de coleta, análise, interpretação e divulgação de dados epidemiológicos dos municípios sob sua gerência. Objetivo específico - despertar nos gestores da saúde a satisfação em conhecer e analisar a situação epidemiológica de seus municípios e que estas informações sejam utilizadas no planejamento, na implementação e na avaliação dos serviços de saúde oferecidos à população sob sua responsabilidade.

4 Metodologia Método - Análise descritiva e comparativa dos indicadores de saúde do Brasil, de Goiás, da ARS Estrada de Ferro e seus municípios. Critérios para escolha dos indicadores – prevaleceu a seleção realizada pelos técnicos da SPAIS: a utilidade das informações para o planejamento e programação da saúde pública, a disponibilidade dos dados e a pertinência das informações. Foram selecionados 14 indicadores relacionados aos determinantes Saúde-Doença e 12 sobre a Situação de Saúde.

5 Continuação de Metodologia Coleta dados - DATASUS e IBGE. Critérios de Inclusão - dados epidemiológicos do Brasil, de Goiás e dos 18 municípios que compõem a Administração Regional de Saúde da Estrada de Ferro (ARS Estrada de Ferro). População habitantes no ano de Período - entre os anos de 2003 e 2005, apenas o indicador renda per capta é relativo ao ano 2000 (censitário).

6 Relevância do Estudo Espera-se que esses dados ao serem divulgados estimulem nos gestores locais o desejo de conhecer e analisar a situação epidemiológica de seus municípios e que estas informações sejam referência para o planejamento, implementação e avaliação dos serviços de saúde oferecidos à população sob sua responsabilidade.

7 18 Municípios que fazem parte da ARS Estrada de Ferro: Anhanguera, Caldas Novas, Campo Alegre de Goiás, Catalão, Corumbaíba, Cumari, Davinópolis, Goiandira, Ipameri, Marzagão, Nova Aurora, Ouvidor, Palmelo, Pires do Rio, Rio Quente, Santa Cruz de Goiás, Três Ranchos e Urutaí.

8 Brasil Goiás Estrada de Ferro Anhanguera Caldas Novas Campo Alegre de Goiás4528 Catalão Corumbaíba Cumari Davinópolis Goiandira Ipameri Marzagão Nova Aurora Ouvidor Palmelo Pires do Rio Rio Quente Santa Cruz de Goiás Três Ranchos Urutaí

9 Determinantes da saúde São fatores que influenciam o estado de saúde de uma população: alguns são biológicos ou estão sob maior controle do indivíduo (ex: certas condutas individuais); outros, de abrangência coletiva, são dependentes de políticas públicas e das condições políticas, econômicas, sociais, culturais e ambientais existentes.

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11 Dahlgren e Whitehead

12 Determinantes de Saúde –Taxa de Crescimento Populacional –Proporção da População com 60 anos ou mais –Proporção de Mães Adolescentes –Proporção da População com Menos de 4 anos de Escolaridade –Renda Per Capta –Proporção de Nascidos Vivos com Baixo Peso –Média de Permanência por Local de Internação –Número de Leitos por Habitantes –Razão entre o local de Internação e o Lugar de Residência –Proporção de Parto Cesáreos, SINAN e SUS em comparação com os parâmetros do Ministério da Saúde – Média de cobertura a Vacina contra Gripe em pessoas com 60 anos ou mais –Proporção da População com Acesso à Água Tratada

13 Situação de Saúde Análise dos dados epidemiológicos locais que indicam os caminhos para elaborar as políticas de saúde. Esperança de vida ao nascer Taxa de Internações por Local de Residência Taxa de Anos Potenciais de Vida Perdidos (APVP) Taxa de Mortalidade Geral Taxa de Mortalidade Infantil

14 1 Determinantes de Saúde 1.1 Taxa de Crescimento Populacional Definição Razão, num determinado período, entre a diferença de contingentes de população início e no fim do período e a população na metade do mesmo período. São dois os componentes da taxa de crescimento total: a taxa de crescimento natural e a taxa de migração líquida. Fontes Índice de desenvolvimento Humano Municipal (IDH-M) Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Descrição No período de 2003 a 2005, o Estado de Goiás apresentou um crescimento populacional de 5,8% e a ARS Estrada de Ferro de 6,5%. Os municípios de Rio Quente e Caldas Novas apresentaram os maiores índices com 15,3% e 13,5% respectivamente. Os municípios que apresentaram os menores índices de crescimento populacional foram Anhanguera com 0,4%, Campo Alegre com 0%, Goiandira com (– 2,7%) e Davinópolis com (– 3,7%).

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16 1.2 Proporção da População com 60 anos ou mais Definição Este é um indicador de pressão de demanda sobre os serviços de saúde, uma vez que a população idosa consome mais serviços de saúde. Proporção da População com 60 anos ou mais, em relação com a população total. Fonte Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Descrição Nos anos de 2003 a 2005 a proporção de pessoas com 60 anos ou mais do sexo masculino no Brasil foi de 7,7% e feminino foi de 9,2%. Em Goiás foi de 6,9% e 7,1% e na ARS Estrada de Ferro os dados se assemelham aos do Brasil com 8,3% masculino e 8,9% feminino. O município de Palmelo apresenta o maior número de pessoas idosas com 13,8% masculino e 14,3% feminino. Os menores índices são verificados em Caldas Novas com 5,9% masculino e 6,1% feminino e Rio Quente com 6,1% masculino e 5,3% feminino. Os demais municípios apresentaram proporção acima dos valores encontrados em Goiás.

17 Taxa por 100

18 1.3 Proporção de Mães Adolescentes Definição Razão em um período determinado, entre nascidos vivos de mães com menos de 20 anos e o total da nascidos vivos de mães com idade conhecida, no mesmo período. Fonte Sistema de Informação sobre Nascidos Vivos (SINASC). Descrição A proporção de mães adolescentes no ano de 2003 a 2005 no Brasil foi de 22,2%, inferior aos valores encontrados em Goiás (23,2%) e na ARS Estrada de Ferro (23,6%). Os municípios de Caldas Novas, Corumbaíba, Davinópolis, Ipameri, Marzagão, Ouvidor, Santa Cruz e Três Ranchos apresentaram proporções superiores às encontradas no Estado de Goiás. Anhanguera apresenta a menor proporção com 9,11% das gestações em mulheres menores de 19 anos.

19 Tx. por 100

20 1.4 Proporção da População com Menos de 4 anos de Escolaridade Definição Proporção, em um período determinado, da população com menos de 4 anos de escolaridade, relativamente ao número total da população com escolaridade conhecida, no mesmo período. Fonte Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Descrição No ano 2000 a proporção de pessoas com menos de quatro anos de escolaridade no Estado de Goiás e na ARS Estrada de Ferro foram semelhantes, com índices de 34,9% e 32,9% respectivamente. As maiores proporções de pessoas com menos de quatro anos de escolaridade se encontravam nos municípios de Davinópolis (53,8%), Santa Cruz de Goiás (44,6%) e Campo Alegre de Goiás e Urutaí com 41,8%. Os municípios que apresentaram menor número de pessoas com baixa escolaridade foram Caldas Novas com 27,8%, Rio Quente com 29,8% e Catalão com 29%.

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22 1.5 Renda Per Capta Definição Razão, em um ano determinado, entre a renda pessoal total do conjunto da população, e a população total na metade do mesmo ano. A renda per capta é um dos principais indicadores par a analise econômica das diversas regiões do Estado de Goiás. Fonte Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Descrição No ano de 2000 a renda per capta do Estado de Goiás foi de R$199,00 e da ARS Estrada de Ferro foi de R$246,00. Apenas Anhanguera (R$191,00) e Davinópolis (R$170,00) apresentaram valor de renda per capta inferior à do Estado de Goiás.

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24 1.6 Proporção de Nascidos Vivos com Baixo Peso Definição Proporção em um período determinado, de nascidos vivos com peso abaixo de 2500 gramas, relativamente ao total de nascidos vivos cujo peso ao nascer é conhecido, no mesmo período. Um peso abaixo de 2500 gramas ao nascer é considerado com baixo e um peso abaixo de 1500 gramas como muito baixo (OMS, 1990). Fonte Sistema de Informações sobre Nascidos Vivos (SINASC). Descrição O Brasil apresentou no período de 2003 a 2005, uma proporção média de 8,2% de crianças nascidas com peso abaixo de g. No Estado de Goiás essa média foi de 7,4% e na ARS Estrada de Ferro foi de 6,9%. Nova Aurora e Davinópolis apresentaram as maiores médias de nascimento de crianças com baixo peso com 12,6% e 9,8% respectivamente. Santa Cruz de Goiás e Goiandira registraram as menores médias de crianças nascidas com baixo peso, 4,7% cada.

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26 1.7 Média de Permanência por Local de Internação Definição Razão, em um período determinado, entre o número de dias de internação por um grupo determinado de especialidades, segundo o CID 10, e o número de internações para o mesmo grupo de especialidades para o mesmo período. Fonte Sistema de Informações Hospitalares (SIH). Descrição A média de dias de internação no Brasil nos anos de 2003 a 2005 foi de seis dias e em Goiás 5,1 dias. Todos os municípios da ARS Estrada de Ferro apresentaram média de dias de internação inferior a média do Brasil e do Estado de Goiás, com 3,4 dias.

27 Figura 7 - Média de Permanência por Local de Internação, ARS Estrada de Ferro, Goiás, Brasil, ,1 3,4 2,5 4 3,9 2,7 4 4,2 3,7 3,3 4,3 3,4 3,2 3,5 03,46,8 Brasil Goias Estrada de Ferro Caldas Novas Campo Alegre de Goiás Catalão Corumbaíba Cumari Goiandira Ipameri Marzagão Ouvidor Palmelo Pires do Rio Santa Cruz de Goiás

28 1.8 Número de Leitos por Habitantes Definição Razão, em um ano determinado, entre o número de leitos e a população total correspondente na metade do mesmo ano. Fontes Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde (CNES). Sistema de Informações Hospitalares (SIH). Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Descrição O número total de leitos por habitantes e o número de leitos credenciados no SUS, no Brasil foi de 271 e 204 por habitantes, no ano de Esse valor é estatisticamente semelhante aos encontrados no Estado de Goiás, na ARS Estrada de Ferro e nos demais municípios exceto Cumari, Goiandira, Marzagão, Ouvidor e Palmelo onde o número de leitos é significativamente superior.

29 Tx. por

30 1.9 Razão entre o local de Internação e o Lugar de Residência Definição Razão em um ano determinado, entre o número total de internações registradas em uma unidade geográfica determinada e o número de internações de residentes naquela unidade geográfica. Fonte Sistema de Informações Hospitalares (SIH). Descrição No ano de 2005, Catalão apresentou a maior razão de internação (106,4) superando os dados registrados no Brasil (100), em Goiás (92,9) e na ARS Estrada de Ferro (81,4).

31 Percentual

32 1.10 Proporção de Parto Cesáreos, SINAN e SUS em comparação com os parâmetros do Ministério da Saúde Definição Percentual, em um período determinado do número de parto cesáreos em relação ao número total de partos do local de ocorrência, durante o mesmo período. Fonte Sistema de Informações Hospitalares (SIH). Descrição O percentual ideal de partos cesáreos preconizados pelo Ministério da Saúde é de 15%. Na comparação entre os partos cesáreos realizados pelo SUS e os dados do Sinan percebe-se que as cesáreas realizadas pelo SUS encontram-se abaixo da média recomendada pelo Ministério da Saúde em Anhanguera, Campo Alegre, Cumari, Davinópolis, Goiandira, Ipameri, Nova Aurora, Ouvidor, Três Ranchos e Urutaí. Quando esta média é avaliada nos registros do SINAN todos os municípios da ARS Estrada de Ferro, o Estado de Goiás e o Brasil encontram-se acima da média de 15%, sendo que Caldas Novas, Corumbaíba, Ouvidor e Rio Quente registram médias acima de 60%.

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34 1.11 Média de cobertura da Vacina contra Gripe em pessoas com 60 anos ou mais Definição Média da cobertura em pessoas com 60 anos e mais que receberam a vacina contra a gripe no decorrer de um período de três anos, relativamente à população total de 60 anos ou mais. Fonte Sistema de Informações de Acompanhamento do Programa de Imunizações (SI-API). Descrição Nos anos de 2003 a 2005 o Estado de Goiás e a ARS Estrada de Ferro atingiram 60% da cobertura média da vacina contra gripe em pessoas com 60 anos ou mais. Esses valores estão acima da média registrada no Brasil que foi de 55,7%. Apenas o município de Rio Quente com 90%, ultrapassou o valor ideal preconizado pelo Ministério da Saúde (70%).

35 Percentual

36 1.12 Proporção da População com Acesso à Água Tratada Definição Proporção, em um ano determinado, da população que tem acesso à água tratada, em relação à população total no mesmo ano. Fonte Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Descrição No ano 2000, 75,8% da população do Brasil tinha acesso à água tratada e apenas 16,7% usava água de poço ou nascente. Essa proporção é constante no Estado de Goiás e na maioria dos municípios da ARS Estrada de Ferro, exceto em Santa Cruz de Goiás que o uso da água de poço é superior ao uso de água tratada.

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38 2. Situação de Saúde 2.1 Esperança de vida ao nascer Definição Número médio de anos adicionais a serem vividos com uma idade determinada, na hipótese de que as taxas de mortalidade por idades observadas durante um ano ou um período determinado permaneçam estáveis no tempo (Last, 1.988). No cálculo da esperança de vida ao nascer, faz-se percorrer todas as idades da vida a um contingente fictício de recém nascidos, aplicando-lhe, nessas diversas idades, as probabilidades de falecimento que foram observadas durante um período determinado (Pressat 1.985). Fontes Sistema de Informações de Mortalidade (SIM) Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) Descrição A Esperança de Vida para os recém-nascidos entre os anos de 2003 e 2005 na ARS Estrada de Ferro será de aproximadamente 87,84 anos para pessoas do sexo masculino e 88,4 para o sexo feminino. A média de Esperança de Vida ao Nascer do Brasil no ano de 2005 era de 72,1 anos.

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40 2.2 Taxa de Internações por Local de Residência Definição Número de internações no período de 2003 a 2005, de residentes, divididos pela população do meio do período, 2004, por habitantes. Fontes Sistema de Informações de Mortalidade (SIH) Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) Descrição A taxa de internação por doenças infecciosas e parasitárias nos anos de 2003 a 2005 na ARS Estrada de Ferro foi de 127,1 por habitantes. As cidades de Palmelo (302,5), Ipameri (284,5) e Santa Cruz de Goiás (264,3) apresentaram as maiores taxas, enquanto Rio Quente apresentou a menor taxa com 30,7.

41 A taxa de internação por neoplasias nos anos de 2003 a 2005 na ARS Estrada de Ferro foi de 67,6, significativamente inferior às encontradas no Brasil (98,2) e Goiás (96,4). As maiores taxas de internação por neoplasias foi encontrada em Nova Aurora (91,7) e a menor em Urutaí (24,9). A seguir serão apresentados gráficos com a taxa de internação por: gravidez parto e puerpério, doenças do aparelho respiratório e doenças do aparelho circulatório. Não foi possível compilar dados referentes às doenças infecciosas de Notificação Compulsória (tuberculose, hanseníase, dengue, hepatite, etc) por insuficiência de informações.

42 Tx. por

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47 2.2 Taxa de Anos Potenciais de Vida Perdidos (APVP) Definição Razão, em um período determinado, entre a soma dos anos de vida perdidos antes de 65 anos e a media da população com menos de 65 anos. Para efeito de comparação foi estabelecido para o estudo uma linha de corte de 65 anos (com intervalo aberto) para ambos os sexos. Os relatórios foram emitidos pelo local de residência do obituário (figuras 2A e 2B). Fontes Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM) Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) Descrição Nos anos de 2003 e 2005 a ARS Estrada de Ferro apresentou Anos Potenciais de Vida Perdidos. Os municípios com as maiores taxas de APVP foram Anhanguera e Campo Alegre de Goiás (figura 2A). Nos anos de 2003 a 2005 a taxa de APVP das mulheres do Estado de Goiás e da ARS Estrada de Ferro foram inferiores das apresentadas para os homens no mesmo período de tempo (figura 2B).

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50 2.3 Taxa de Mortalidade Geral Definição Taxa de Mortalidade por sexo: razão, em um período determinado, entre os óbitos por sexo, por local de residência, e a população total por sexo na metade do mesmo período. Fontes Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM). Sistema de Informações sobre Nascidos Vivos (SINASC). Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Descrição A Taxa de Mortalidade Geral do Brasil foi de 564 para habitantes, esse valor foi superior ao do Estado de Goiás e da ARS Estrada de Ferro e de todos os municípios, exceto Goiandira que apresentou a taxa de (603,5%), Ipameri, (681,7%) e Palmelo (798,3%). A Taxa de Mortalidade Masculina foi superior a Taxa de Mortalidade Feminina no Brasil, no Estado de Goiás e na ARS Estrada de Ferro. Apenas Marzagão apresentou a Taxa de Mortalidade Feminina superior a Taxa de Mortalidade Masculina.

51 Tx. por

52 2.2.1 Taxa de Mortalidade Infantil É o número de óbitos em menores de um ano de idade, por mil nascidos vivos, em determinado espaço geográfico, no ano considerado. A mortalidade infantil compreende a soma dos óbitos ocorridos nos períodos neonatal precoce (0-6 dias de vida), neonatal tardio (7-27 dias) e pós-neonatal (28 dias e mais). As taxas de mortalidade infantil são geralmente classificadas em altas (50 ou mais), médias (20-49) e baixas (menos de 20), em função da proximidade ou distância de valores já alcançados em sociedades mais desenvolvidas. Esses parâmetros devem ser periodicamente ajustados às mudanças verificadas no perfil epidemiológico. Altas taxas de mortalidade infantil refletem, de maneira geral, baixos níveis de saúde, de desenvolvimento socioeconômico e de condições de vida. Taxas reduzidas também podem encobrir más condições de vida em segmentos sociais específicos.

53 Fontes Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM) Sistema de Informações sobre Nascidos Vivos (SINASC). IBGE (alternativamente): Estimativas baseadas no Censo Demográfico, na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) e em estudos especiais. Descrição A taxa de mortalidade infantil aceitável para o Brasil, segundo metas acordadas na Cúpula mundial da Criança, é de 30 óbitos para cada 1000 crianças nascidas vivas. Os municípios de Anhanguera (82), Corumbaíba (35), Urutaí (33) e Marzagão (31), apresentaram taxas superiores à recomendada. O estado de Goiás, a ARS Estrada de Ferro e os demais municípios apresentaram taxa inferior, sendo que Nova Aurora e Três Ranchos apresentaram taxa zero. A seguir serão apresentados gráficos com a taxa de mortalidade geral segundo a faixa etária de 0 a9 anos, de 10 a 19 anos, de 20 a 39 anos, de 40 a 59 anos e 60 anos e mais.

54 Tx. por 1000

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60 CONCLUSÃO Neste estudo foi feito apenas um pequeno recorte nos indicadores de saúde da ARS Estrada de Ferro em comparação com os dados de Goiás e do Brasil. A análise apresentada, ainda que incipiente aponta para a possibilidade da aplicação efetiva de dados epidemiológicos para o planejamento de ações resolutivas tendo como fundamento a realidade e as necessidades de cada município.

61 REFERÊNCIAS BRASIL. Ministério da Saúde. Departamento de informática do SUS. Disponível em:. Aceso em: jan GOIÁS. Secretaria de Estado da Saúde: Cooperação Técnica entre a Secretaria de Estado da Saúde e a Agence de la Santé et dês Services Sociaux de Outaouais Quebec-Canadá. SES, Goiânia, 2007.http://w3.datasus.gov.br/datasus/datasus.php?area=359A1B0C0D0E0F3 59G3H0I1Jd1L2M0N&VInclude=../site/texto.phphttp://w3.datasus.gov.br/datasus/datasus.php?area=359A1B0C0D0E0F3 59G3H0I1Jd1L2M0N&VInclude=../site/texto.php

62 OBRIGADA!


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