A apresentação está carregando. Por favor, espere

A apresentação está carregando. Por favor, espere

TUBERCULOSE TUBERCULOSE Rodney Frare e Silva. OS MAIS DESIGUAIS 1 o. BRASIL 32,1 6 o. VENEZUELA 10,3 1 o. BRASIL 32,1 6 o. VENEZUELA 10,3 2 o. CHILE 17,0.

Apresentações semelhantes


Apresentação em tema: "TUBERCULOSE TUBERCULOSE Rodney Frare e Silva. OS MAIS DESIGUAIS 1 o. BRASIL 32,1 6 o. VENEZUELA 10,3 1 o. BRASIL 32,1 6 o. VENEZUELA 10,3 2 o. CHILE 17,0."— Transcrição da apresentação:

1 TUBERCULOSE TUBERCULOSE Rodney Frare e Silva

2 OS MAIS DESIGUAIS 1 o. BRASIL 32,1 6 o. VENEZUELA 10,3 1 o. BRASIL 32,1 6 o. VENEZUELA 10,3 2 o. CHILE 17,0 7 o. AUSTRÁLIA 9,6 2 o. CHILE 17,0 7 o. AUSTRÁLIA 9,6 3 o. COLÔMBIA 15,5 GRÃ-BRETANHA 3 o. COLÔMBIA 15,5 GRÃ-BRETANHA 4 o. MÉXICO 13,6 CINGAPURA 4 o. MÉXICO 13,6 CINGAPURA 5 o. MALÁSIA 11,7 8 o. EUA 8,9 5 o. MALÁSIA 11,7 8 o. EUA 8,9 1 o. BRASIL 32,1 6 o. VENEZUELA 10,3 1 o. BRASIL 32,1 6 o. VENEZUELA 10,3 2 o. CHILE 17,0 7 o. AUSTRÁLIA 9,6 2 o. CHILE 17,0 7 o. AUSTRÁLIA 9,6 3 o. COLÔMBIA 15,5 GRÃ-BRETANHA 3 o. COLÔMBIA 15,5 GRÃ-BRETANHA 4 o. MÉXICO 13,6 CINGAPURA 4 o. MÉXICO 13,6 CINGAPURA 5 o. MALÁSIA 11,7 8 o. EUA 8,9 5 o. MALÁSIA 11,7 8 o. EUA 8,9 Quantas vezes a parcela da renda nacional em poder dos 20% mais ricos é maior que a dos 20% mais pobres Hisbello Campos

3 INCIDÊNCIA ESTIMADA DE TUBERCULOSE RANKING 22 PAÍSES COM MAIS CASOS INCIDÊNCIA ESTIMADA DE TUBERCULOSE RANKING 22 PAÍSES COM MAIS CASOS PNCT - CRPHF - CNPS 1 O - ÍNDIA O - CHINA O - INDONÉSIA O - BANGLASDESH O - NIGÉRIA O - PAQUISTÃO O - FILIPINAS O - CONGO O - RÚSSIA O - BRASIL O - VIETNAM O - ÍNDIA O - CHINA O - INDONÉSIA O - BANGLASDESH O - NIGÉRIA O - PAQUISTÃO O - FILIPINAS O - CONGO O - RÚSSIA O - BRASIL O - VIETNAM O - ÁFRICA SUL O - TAILÂNDIA O - ETIÓPIA O - MIAMAR O - UGANDA O - PERU O - IRAN O - AFEGANISTÃO O - TANZÂNIA O - SUDÃO O - MÉXICO O - ÁFRICA SUL O - TAILÂNDIA O - ETIÓPIA O - MIAMAR O - UGANDA O - PERU O - IRAN O - AFEGANISTÃO O - TANZÂNIA O - SUDÃO O - MÉXICO

4 CAUSAS DO AGRAVAMENTO DA TUBERCULOSE PNCT - CRPHF - CNPS QUESTÕES A CONSIDERAR POBREZA AIDS MIGRAÇÕES SUPERPOPULAÇÃO / CONCENTRAÇÃO URBANA MUDANÇAS HÁBITOS ALIMENTARES / STRESS VIDA MODERNA POBREZA AIDS MIGRAÇÕES SUPERPOPULAÇÃO / CONCENTRAÇÃO URBANA MUDANÇAS HÁBITOS ALIMENTARES / STRESS VIDA MODERNA DEFICIÊNCIAS NA GESTÃO DEFICIÊNCIAS EM INSTALAÇÕES DEFICIÊNCIAS NA INFORMAÇÃO E NA PROMOÇÃO DA SAÚDE USO INDISCRIMINADO DE REMÉDIOS AUMENTO DA RESISTÊNCIA DO BK DEFICIÊNCIAS NA GESTÃO DEFICIÊNCIAS EM INSTALAÇÕES DEFICIÊNCIAS NA INFORMAÇÃO E NA PROMOÇÃO DA SAÚDE USO INDISCRIMINADO DE REMÉDIOS AUMENTO DA RESISTÊNCIA DO BK

5 PROGRAMA DE CONTROLE DA TUBERCULOSE Medicação gratuita e garantida Descoberta de casos Busca ativa Exame de comunicantes Cumprimento do tratamento Remédios pelo tempo previsto Regularidade na tomada Medicação gratuita e garantida Descoberta de casos Busca ativa Exame de comunicantes Cumprimento do tratamento Remédios pelo tempo previsto Regularidade na tomada PNCT

6 NÍVEL DE ATUAÇÃO DAS AÇÕES DE CONTROLE DA TUBERCULOSE VACINAÇÃO BCG QUIMIOPROFILAXIA DIAGNÓSTICO TRATAMENTO DIAGNÓSTICO TRATAMENTO NÃO-INFECTADOSNÃO-INFECTADOS INFECTADOSINFECTADOS NÃO- BACILÍFEROS CURA / MORTE BACILÍFEROSBACILÍFEROS

7

8 TUBERCULOSE PULMONAR SINTOMÁTICO RESPIRATÓRIO Tosse e expectoração por 3 semanas ou mais

9 TUBERCULOSE PULMONAR SUSPEITO Tosse Expectoração Sudorese noturna Perda de peso Hemoptoicos

10 CASO DE TUBERCULOSE Diagnóstico confirmado por baciloscopia ou por cultura Bases clínico-epidemiológicas Exames complementares

11 DIAGNÓSTICO DE TUBERCULOSE NA CRIANÇA Reator forte não vacinado Contágio Radiologia Exame bacteriológico (Quando possível)

12 DIAGNÓSTICO DE TUBERCULOSE NAS FORMAS EXTRAPULMONARES Clínica Bacteriologia Radiologia Prova tuberculínica Histopatologia Exclusão de outras enfermidades

13

14 BACILOSCOPIA DE ESCARRO Paciente que procura US por sintomas respiratórios Paciente que procura US por qualquer motivo e seja sintomático respiratório Rx suspeito Paciente que procura US por sintomas respiratórios Paciente que procura US por qualquer motivo e seja sintomático respiratório Rx suspeito PNCT / CRPHF

15 CULTURA DE ESCARRO Suspeito de tuberculose pulmonar repetidamente negativo à baciloscopia Formas extrapulmonares Suspeita de resistência bacteriana ou de micobactéria não tuberculosa HIV positivo

16 TUBERCULOSE PULMONAR escarro negativo Critérios Probabilísticos de Diagnóstico 1. Clínicos * tosse * febre * sudorese * perda de peso 2.Radiológico * localização * característica * evolução 3. Prova tuberculínica Positiva

17 Clínica Compatível - Raio X sugestivo BK 2 amostras Negativas BK neg Escarro induzido BK Pos TBC provável TBC não provável Tratº Cult BK Investigar outra doença tratº de prova Melhora Cultura (+) Cultura (-) Prosseguir tratº reavaliar em 1 mês Concluir tratº ( melhora – não melhora)

18 OUTROS MÉTODOS DIAGNÓSTICOS Sorologia (ELISA) PCR - Reação em cadeia da polimerase (Amplificação do DNA) BACTEC - Radiométrico Sorologia (ELISA) PCR - Reação em cadeia da polimerase (Amplificação do DNA) BACTEC - Radiométrico PNCT

19 TESTE TUBERCULÍNICO Medida correta Medida correta

20 TESTE TUBERCULÍNICO Não-reator0-4 mm Reator fraco5-9 mm Reator forte>10 mm

21 EXAME RADIOLÓGICO Sintomático respiratório BAAR negativo ao exame baciloscópico Comunicantes sem sintomas respiratórios Suspeito de tuberculose extrapulmonar HIV+ ou AIDS

22 ATENDIMENTO EM TUBERCULOSE

23 TRATAMENTO NA UNIDADE DE SAÚDE Preencher ficha epidemiológica Notificar o distrito sanitário Iniciar tratamento supervisionado Realizar acompanhamento Investigar os contatos Solicitar sorologia para HIV Preencher registros obrigatórios do programa

24 TRATAMENTO DA TUBERCULOSE

25 CONTROLE DE CONTATOS

26

27 intracelular (macrófago) crescimento lento extracelular (granuloma) crescimento intermitente necrose aguda latenteanaerobiose? Populações bacilíferas e aerobiose: intra cavitária crescimento geométrico Hisbello Campos

28 Crescimento bacilar e fases do tratamento: Tratamento prolongado e bifásico 3om3om4om4om5om5om6om6om Fase de manutenção Bacilos persistentes Objetivo: eliminar os bacilos peristentes proporcionando uma cura efetiva e duradoura da doença. 1om1om2om2om Crescimento geométrico Fase de ataque Objetivo: reduzir a morbidade, a transmissibilidade e a resistência adquirida pela redução da população bacteriana. Hisbello Campos

29 Princípios gerais do tratamento da TB: Associação medicamentosa Objetivo: proteção cruzada para resistência Base: drogas bactericidas e esterilizantes Regime prolongado e bifásico Fase de ataque - redução da população bacilar Fase de manutenção - eliminação de persistentes 3 3 Tratamento regular (adesão) Proteção da resistência adquirida Garantia de cura duradoura da doença Hisbello Campos

30 PRINCIPAIS MEDICAMENTOS ANTI-TUBERCULOSE ANTI-TUBERCULOSE Rifampicina (R)Ofloxacino (OFX)* Isoniazida (I)Clofazimine (CLF)* Pirazinamida (Z)Morfazinamida (M)* Etambutol (E)Rifabutina** Estreptomicina (S) Rifapentina** Etionamida (Et)Levofloxacino*** Cicloserina (CS)* Moxifloxacino*** Capreomicina (CM)*Gatifloxacina*** Kanamicina (K)* Ác. Paraminosalicílico (PAS) Amicacina (AM)* Tiossemicarbazona (TSZ) Terizidona (TZ)* Rifampicina (R)Ofloxacino (OFX)* Isoniazida (I)Clofazimine (CLF)* Pirazinamida (Z)Morfazinamida (M)* Etambutol (E)Rifabutina** Estreptomicina (S) Rifapentina** Etionamida (Et)Levofloxacino*** Cicloserina (CS)* Moxifloxacino*** Capreomicina (CM)*Gatifloxacina*** Kanamicina (K)* Ác. Paraminosalicílico (PAS) Amicacina (AM)* Tiossemicarbazona (TSZ) Terizidona (TZ)* * - Tto alternativo da TB MDR **- Alta resistência cruzada com R ***- Modelos animais * - Tto alternativo da TB MDR **- Alta resistência cruzada com R ***- Modelos animais

31 BASES DA QUIMIOTERAPIA ANTI - TUBERCULOSE BASES DA QUIMIOTERAPIA ANTI - TUBERCULOSE MESESMESES ATAQUE MANUTENÇÃO MULTIPLICAÇÃOATIVAMULTIPLICAÇÃOATIVA 00 POPULAÇÃO POPULAÇÃO INTRACELULAR EXTRACELULAR POPULAÇÃO POPULAÇÃO INTRACELULAR EXTRACELULAR BaixamultiplicaçãoBaixamultiplicação RMP + INH PZAPZA

32 ESQUEMAS TERAPÊUTICOS PARA TUBERCULOSE Esquema I - 2 RHZ / 4 RH - Em casos novos de todas as formas clínicas (pulmonares e extra-pulmonares), exceto meningoencefalite. Esquema I R - 2 RHZE / 4 RHE - Indicado para re- tratamento ( recidiva ou tratamento pós-abandono do esquema 1) Esquema II - 2 RHZ / 7 RH - Indicado para meningoen- cefalite Esquema III - 3 SEtEZ / 9 EtE - Indicado para os casos de falência de tratamento com esquemas I, IR ou IM. Esquema I - 2 RHZ / 4 RH - Em casos novos de todas as formas clínicas (pulmonares e extra-pulmonares), exceto meningoencefalite. Esquema I R - 2 RHZE / 4 RHE - Indicado para re- tratamento ( recidiva ou tratamento pós-abandono do esquema 1) Esquema II - 2 RHZ / 7 RH - Indicado para meningoen- cefalite Esquema III - 3 SEtEZ / 9 EtE - Indicado para os casos de falência de tratamento com esquemas I, IR ou IM. PNCT - CRPHF

33 ESQUEMA I (2 RHZ / 4 RH) Todas as formas de tuberculose exceto meningoencefalite 2 mesesRMP - 10 mg / Kg600 mg INH - 10 mg / Kg400 mg PZA - 35 mg/ Kg2000 mg 4 mesesRMP - 10 mg / Kg600 mg INH - 10 mg / Kg400 mg Tbc oftálmica e cutânea - 2 RHZ / 4 RH / 6 H Todas as formas de tuberculose exceto meningoencefalite 2 mesesRMP - 10 mg / Kg600 mg INH - 10 mg / Kg400 mg PZA - 35 mg/ Kg2000 mg 4 mesesRMP - 10 mg / Kg600 mg INH - 10 mg / Kg400 mg Tbc oftálmica e cutânea - 2 RHZ / 4 RH / 6 H PNCT /CRPHF

34 ESQUEMA IR (2 RHZE / 4 RHE) Retratamento em recidivas e pós-abandono 2 mesesRMP - 10 mg / Kg600 mg INH - 10 mg / Kg400 mg PZA - 35 mg / Kg2.000 mg EMB - 25 mg / Kg1.200 mg 4 mesesRMP - 10 mg / Kg600 mg INH - 10 mg / Kg400 mg EMB - 25 mg / Kg1.200 mg Retratamento em recidivas e pós-abandono 2 mesesRMP - 10 mg / Kg600 mg INH - 10 mg / Kg400 mg PZA - 35 mg / Kg2.000 mg EMB - 25 mg / Kg1.200 mg 4 mesesRMP - 10 mg / Kg600 mg INH - 10 mg / Kg400 mg EMB - 25 mg / Kg1.200 mg PNCT /CRPHF

35 ESQUEMA II (2 RHZ / 7 RH) Meningoencefalite tuberculosa 2 mesesRMP mg / Kg600 mg INH mg / Kg400 mg PZA - 35 mg/ Kg mg 7 mesesRMP mg / Kg 600 mg INH mg / Kg 400 mg + corticóides nos meses iniciais (Crianças - Prednisona = mg / Kg - máximo = 30 mg / dia) + fisioterapia Meningoencefalite tuberculosa 2 mesesRMP mg / Kg600 mg INH mg / Kg400 mg PZA - 35 mg/ Kg mg 7 mesesRMP mg / Kg 600 mg INH mg / Kg 400 mg + corticóides nos meses iniciais (Crianças - Prednisona = mg / Kg - máximo = 30 mg / dia) + fisioterapia PNCT / CRPHF

36 ESQUEMA III (3 SZEEt / 9 EEt) Falência dos esquemas I e IR 3 mesesSM* - 20 mg / Kg1.000 mg ETH - 12 mg / Kg 750 mg EMB - 25 mg / Kg1.200 mg PZA - 35 mg / Kg2.000 mg 9 mesesETH - 12 mg / Kg 750 mg EMB - 25 mg / Kg1.200 mg * Em maiores que 60 anos = SM mg / dia Falência dos esquemas I e IR 3 mesesSM* - 20 mg / Kg1.000 mg ETH - 12 mg / Kg 750 mg EMB - 25 mg / Kg1.200 mg PZA - 35 mg / Kg2.000 mg 9 mesesETH - 12 mg / Kg 750 mg EMB - 25 mg / Kg1.200 mg * Em maiores que 60 anos = SM mg / dia PNCT / CRPHF

37 REAÇÕES INDESEJÁVEIS INH Neuropatia periférica, náuseas, vômitos e icterícia RMP Náuseas, vômitos, icterícia, asma, urticária e hemorragias PZA Artralgias, náuseas, vômitos e icterícia SM Perda de equilíbrio e diminuição da audição EMB Náuseas, vômitos e alterações visuais ETH Náuseas, vômitos, diarréia e icterícia INH Neuropatia periférica, náuseas, vômitos e icterícia RMP Náuseas, vômitos, icterícia, asma, urticária e hemorragias PZA Artralgias, náuseas, vômitos e icterícia SM Perda de equilíbrio e diminuição da audição EMB Náuseas, vômitos e alterações visuais ETH Náuseas, vômitos, diarréia e icterícia PNCT / CRPHF

38 INTOLERÂNCIA MEDICAMENTOSA Manifestações digestivas:Suspender drogas p/ 48 h R e I após café / P após almoço Reaparecendo intolerância:Suspender drogas p/ 48 h PZA durante 2 dias INH durante 2 dias RMP + INH PZA2 RIE / 4 RI RMP2 SEIP / 10 EI INH2 RESP / 4 RE Toxicidade hepática:Suspender quimioterapia Manifestações digestivas:Suspender drogas p/ 48 h R e I após café / P após almoço Reaparecendo intolerância:Suspender drogas p/ 48 h PZA durante 2 dias INH durante 2 dias RMP + INH PZA2 RIE / 4 RI RMP2 SEIP / 10 EI INH2 RESP / 4 RE Toxicidade hepática:Suspender quimioterapia Hisbello Campos

39 ABANDONO DE TRATAMENTO Rodney Frare e Silva

40 ABANDONO ADERÊNCIA AO TRATAMENTO SIM NÃO Redução reservatório Aumento do custo na população Aumenta o rendimento Emergência de bacilos do programa resistentes Impacto epidemiológico

41 NÃO ADERÊNCIA AO TRATAMENTO FATORES RELACIONADOS AO ATENDIMENTO DO DOENTE Entrevista inicial consulta médica pós-consulta Identificação do grupo de risco - baixa escolaridade - desempregados - alcoolistas Conhecimento da própria doença e tratamento (contágio) Interesse da família Tempo de tratamento – Possíveis efeitos colaterais

42 NÃO ADERÊNCIA AO TRATAMENTO FATORES RELACIONADOS AO ATENDIMENTO DO DOENTE Agendamento de retornos - Contato telefônico - Visita domiciliar ( postos descentralizados ) - Ação do Serviço Social Atitude da equipe - Estímulo - Compreensão - Reintegração

43 NÃO ADERÊNCIA AO TRATAMENTO FATORES RELACIONADOS AO DOENTE Não cumprimento da duração do tratamento Uso irregular de drogas Uso incorreto de drogas ( prescrição ) Recusa

44 NÃO ADERÊNCIA AO TRATAMENTO FATORES RELACIONADOS AO SERVIÇO DE SAÚDE Garantias de insumo para diagnóstico e tratamento Qualificação periódica dos recursos humanos Gerência e organização do centro de saúde Presença de profissional de saúde no horário de atendimento Descentralização do tratamento Participação da comunidade e ONGs


Carregar ppt "TUBERCULOSE TUBERCULOSE Rodney Frare e Silva. OS MAIS DESIGUAIS 1 o. BRASIL 32,1 6 o. VENEZUELA 10,3 1 o. BRASIL 32,1 6 o. VENEZUELA 10,3 2 o. CHILE 17,0."

Apresentações semelhantes


Anúncios Google