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INTERAÇÃO ENTRE RIO E BACIA HIDROGRÁFICA Os rios são indicadores de processos que ocorrem em suas bacias hidrográficas, mas também existem processos internos.

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1 INTERAÇÃO ENTRE RIO E BACIA HIDROGRÁFICA Os rios são indicadores de processos que ocorrem em suas bacias hidrográficas, mas também existem processos internos que influenciam a composição química da água.

2 Oxigênio Dissolvido def.: bolhas microscópicas de gás oxigênio dissolvido na água

3 Oxigênio dissolvido é essencial para organismos aquáticos heterotrófos, ou seja, para aqueles organismos que não fazem fotossíntese. Ao lado a concentração de oxigênio dissolvido para algumas espécies. Amplamente utilizado como indicador de qualidade de água em corpos aquáticos que recebem resíduos domésticos, industriais e agrícola. POR QUE OXIGÊNIO DISSOLVIDO É IMPORTANTE

4 Fatores que controlam sua distribuição 1.Trocas gasosas com a atmosfera (difusão). O gás migra da maior para a menor concentração. O2O2 O2O2 O2O2 O2O2 21% = ppm

5 2. Produzido pela fotossíntese CO 2 + H 2 0 C(H 2 O) + O 2 3. Consumido pela respiração de organismos aquáticos CO 2 + H 2 0 C(H 2 O) + O 2

6 New York State Department of Environmental Conservation Hudson River at Norrie Point

7 Tempo (hora) Oixgênio dissolvido (mg/L) 15 de agosto de 2013

8 Fatores que controlam sua distribuição (cont.) 4. Decomposição da matéria orgânica CO 2 + H 2 0 C(H 2 O) + O 2 Oxidizable material + bacteria + nutrient + O 2 CO 2 + H 2 O + oxidized inorganics such as NO 3 or SO 4 5. Consumido pela oxidação de íons metálicos, principalmente ferro, manganês e enxofre S O 2 SO -4 NO -2 + ½ O 2 NO -3

9 Fatores que controlam sua distribuição (cont.) 6. Temperatura A solubilidade do oxigênio aumenta com a diminuição da temperatura. 7. Altitude/Pressão atmosférica A solubilidade do oxigênio diminui com o aumento altitude

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12 A cada temperatura corresponde uma concentração máxima de OD, que é denominada concentração na saturação. A % de saturação se refere a concentração em relação a concentração máxima de OD. 25 C mg/L 100% mg/L X mg/L X = (5 x 100)/8.24 X = 61% da saturação Unidade: mg/L ou % da saturação

13 Variação de valores em águas naturais Unidade: mg/L ou % da saturação

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15 Das Águas Doces Art. 4o As aguas doces sao classificadas em: I - classe especial: aguas destinadas: a) ao abastecimento para consumo humano, com desinfeccao; b) a preservacao do equilibrio natural das comunidades aquaticas; e, c) a preservacao dos ambientes aquaticos em unidades de conservacao de protecao integral. II - classe 1: aguas que podem ser destinadas: a) ao abastecimento para consumo humano, apos tratamento simplificado; b) a protecao das comunidades aquaticas; c) a recreacao de contato primario, tais como natacao, esqui aquatico e mergulho, conforme Resolucao CONAMA no 274, de 2000; d) a irrigacao de hortalicas que sao consumidas cruas e de frutas que se desenvolvam rentes ao solo e que sejam ingeridas cruas sem remocao de pelicula; e e) a protecao das comunidades aquaticas em Terras Indigenas. III - classe 2: aguas que podem ser destinadas: a) ao abastecimento para consumo humano, apos tratamento convencional; b) a protecao das comunidades aquaticas; c) a recreacao de contato primario, tais como natacao, esqui aquatico e mergulho, conforme Resolucao CONAMA no 274, de 2000; d) a irrigacao de hortalicas, plantas frutiferas e de parques, jardins, campos de esporte e lazer, com os quais o publico possa vir a ter contato direto; e e) a aquicultura e a atividade de pesca. IV - classe 3: aguas que podem ser destinadas: a) ao abastecimento para consumo humano, apos tratamento convencional ou avancado; b) a irrigacao de culturas arboreas, cerealiferas e forrageiras; c) a pesca amadora; d) a recreacao de contato secundario; e e) a dessedentacao de animais. V - classe 4: aguas que podem ser destinadas: a) a navegacao; e b) a harmonia paisagistica. RESOLUÇÃO CONAMA Nº 357, DE 17 DE MARÇO DE 2005

16 Considerando que o enquadramento dos corpos de agua deve estar baseado não necessariamente no seu estado atual, mas nos niveis de qualidade que deveriam possuir para atender as necessidades da comunidade Art. 14. As aguas doces de classe 1 observarao as seguintes condicões e padrões: OD, em qualquer amostra, não inferior a 6 mg/L O2 Art 15. Aplicam-se as aguas doces de classe 2 as condicões e padrões da classe 1 previstos no artigo anterior, a excecao do seguinte: OD, em qualquer amostra, nao inferior a 5 mg/L O2; Art. 16. As águas doces de classe 3 observarão as seguintes condições e padrões: OD, em qualquer amostra, não inferior a 4 mg/L O2; Art. 17. As águas doces de classe 4 observarão as seguintes condições e padrões: OD, superior a 2,0 mg/L O2 em qualquer amostra; e,

17 Variações temporais do OD Diárias Sazonais Anuais

18 Noite Variação diária Fotossínteses Fotos. > Resp. Fotos. < Resp.

19 Variação diária Conama – classe 2 OD > 5 mg/L Multa varia com o horário da amostragem !

20 Alta fotossíntese Baixa respiração Baixo efeito da temperatura. Baixa fotossíntese durante o dia, Baixa respiração durante a noite Respiração Fotossíntese Variação diária Fotossíntese

21 Variação sazonal rios Estado de São Paulo

22 Variação temporal Instalação ETE Piracicamirim Linha pontilhada: ESALQ (a juzante da ETE) Linha cheia: Campestre (a montante da ETE)

23 rio Atibaia dados: CETESB ( ) Variação temporal

24 rio Atibaia dados: CETESB ( )

25 rio Piracicaba – Copersucar dados: CETESB ( ) Variação temporal

26 rio Piracicaba – Copersucar dados: CETESB ( )

27 OD em rios da bacia Amazônica…. ….valores naturalmente menores que 5 mg/L. Quem multar?

28 Paz et al. (2011) A mesma pergunta é válida tb para os rios do Pantanal.

29 Demanda Biológica de Oxigênio (DBO) Quantidade de oxigênio consumida por microorganismos em um determinado espaço de tempo, geralmente 5 dias É uma medida indireta da quantidade de matéria orgânica oxidável!!! Oxidizable material + bacteria + nutrient + O 2 CO 2 + H 2 O + oxidized inorganics such as NO 3 or SO 4 DO 1, t=0 dias DO 2, t=5 dias Escuro, 20 a 25 Celsius DBO =DO 1 - DO 2

30 RESOLUÇÃO CONAMA Nº 357, DE 17 DE MARÇO DE 2005 Considerando que o enquadramento dos corpos de agua deve estar baseado não necessariamente no seu estado atual, mas nos niveis de qualidade que deveriam possuir para atender as necessidades da comunidade Art. 14. As aguas doces de classe 1 observarao as seguintes condicões e padrões: OD, em qualquer amostra, até 3 mg/L Art 15. Aplicam-se as aguas doces de classe 2 as condicões e padrões da classe 1 previstos no artigo anterior, a excecao do seguinte: OD, em qualquer amostra, nao inferior até 5 mg/L; Art. 16. As águas doces de classe 3 observarão as seguintes condições e padrões: OD, em qualquer amostra, não até 10 mg/L ; Art. 17. As águas doces de classe 4 observarão as seguintes condições e padrões: OD, em qualquer amostra, não até 10 mg/L ;

31 DBO (em mg/L) Qualidade da água Muito boa Moderada Pouco poluída 10+ Muito poluída 200 – 500 Esgoto Vinhaça Demanda Biológica de Oxigênio

32 rio Piracicaba – Copersucar dados: CETESB ( )

33 rio Atibaia dados: CETESB ( )

34 rio Piracicaba – Copersucar dados: CETESB ( )


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