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Planejamento Integrado de Recursos Energéticos no Oeste do Estado de São Paulo Treinamento Técnico- Dimensão Social Novos Instrumentos de Planejamento.

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2 Planejamento Integrado de Recursos Energéticos no Oeste do Estado de São Paulo Treinamento Técnico- Dimensão Social Novos Instrumentos de Planejamento Energético Regional visando o Desenvolvimento Sustentável Módulo 8 : Conservação, Cooperação e Inovação Pesquisador: Mário Fernandes Biague

3 Novos Instrumentos de Planejamento Energético Regional visando o Desenvolvimento Sustentável 2 Visão Esquemática do Sistema Energético Dentro do PIR

4 Novos Instrumentos de Planejamento Energético Regional visando o Desenvolvimento Sustentável 3 Dimensão Social do PIR PIR: Dimensões: -Tecnico-Econômico; -Ambiental -Política -Social= Nosso Foco nessa discussão Qual é importância da introdução da análise da Dimensão Social no PIR? Público!

5 Novos Instrumentos de Planejamento Energético Regional visando o Desenvolvimento Sustentável 4 Dimensão Social do PIR -Importância da análise da Dimensão Social no Estudo do PIR: Análise profunda de todos os aspectos sociais dos projetos que venham compor a carteira dos recursos dentro do PIR com objetivo da máxima satisfação da sociedade e a garantia do desenvolvimento sustentável do local da implementação do PIR.

6 Novos Instrumentos de Planejamento Energético Regional visando o Desenvolvimento Sustentável 5 Dimensão Social do PIR Dimensão Social do PIR no Contexto da Região Administrativa de Araçatuba: Estudo aprofundado de todos elementos relevantes para um bem estar social na Região para cada recurso de oferta e da demanda, considerando principalmente: -O índice de desenvolvimento humano, -Parâmetros das condições de saúde da Região, -Renda per capita, salários: básico, médio e mais alto, -Distribuição justa de renda com o desenvolvimento dos recursos energéticos na Região, etc.

7 Novos Instrumentos de Planejamento Energético Regional visando o Desenvolvimento Sustentável 6 Dimensão Social do PIR Dimensão Social do PIR no Contexto da Região Administrativa de Araçatuba: -Avaliação dos Interessados e Envolvidos no Processo do PIR da Região; -Levantamento das questões sociais dos Envolvidos e Interessados da região; -Histórico da evolução do Desenvolvimento Social da Região com o desenvolvimento dos Recursos Energéticos; -Grau de melhoria das condições de vida da População com o PIR; -Avaliação dos impactos sociais devidos à estas mudanças; -Projeção destes impactos ao longo prazo e medidas para sua redução (se forem negativos) e aumento (se forem positivos).

8 Novos Instrumentos de Planejamento Energético Regional visando o Desenvolvimento Sustentável 7 Dimensão Social do PIR Aspectos Sociais a considerar no PIR na Região Administrativa de Araçatuba: -Geração de Empregos; -Bem estar social; -Desenvolvimento de Infra-Estruturas junto ao desenvolvimento dos Recursos Energéticos; -Análise profunda da atual situação social; -Avaliação profunda do cenário tendencial com intuito de incentivar a inovação na agregação de valor a produtos manufaturados e agroindústrias da região; - A capacitação em gestão empresarial e estimulo ao empreendedorismo; -A competitividade global dos arranjos produtivos locais; -A consolidação dos pólos de exportação de produtos industriais e agro-industriais.

9 Novos Instrumentos de Planejamento Energético Regional visando o Desenvolvimento Sustentável 8 Dimensão Social do PIR Aspectos sociais a considerar no PIR na Região Administrativa de Araçatuba: -O agro-negócio e a agricultura familiar diversificada, com apoio técnico, logístico e financeiro; -O movimento de expansão de pequenas e médias empresas por todos os municípios que integram a região, - A infra-estrutura do turismo local, regional, nacional e internacional; -A capacidade local de inovação em industria e serviços para competir com sucesso nos mercados nacional, sul americano e global; -Os sistemas multímodais e integrados de transporte, para alcançar custos competitivos na exportação e importação de cargas; -Os investimentos em tecnologia e capacitação dos recursos humanos; -O desenvolvimento de tecnologias de cultivo de produtos ambientalmente favoráveis no agro-negócio, etc.

10 Novos Instrumentos de Planejamento Energético Regional visando o Desenvolvimento Sustentável 9 Dimensão Social do PIR Tópicos de Discussão Sobre a Dimensão Social do PIR : -Conservação dos Recursos Energéticos de Oferta e da Demanda; -Cooperação para o Desenvolvimento dos Recursos Energéticos; - Inovação Tecnológica para Melhor Aproveitamento e Eficiente Uso dos Recursos Energéticos;

11 Novos Instrumentos de Planejamento Energético Regional visando o Desenvolvimento Sustentável 10 Conservação Porque Conservar os Recursos? Público! Os Recursos da Conservação: -Recursos de Oferta de Energia: Hídricos, biomassa, Solar e eólico, gás natural, Resíduos agrícola e da agro-industria, etc.

12 Novos Instrumentos de Planejamento Energético Regional visando o Desenvolvimento Sustentável 11 Conservação Recursos Energéticos de Demanda: - Iluminação, -refrigeração, -medidas de gerenciamento do lado da Demanda, -tarifação e regulação, -armazenamento de energia, - conservação nos setores de consumo de energia: residencial, comercial, industrial e agrícola.

13 Novos Instrumentos de Planejamento Energético Regional visando o Desenvolvimento Sustentável 12 Conservação Possíveis Impactos Sociais Resultantes : Negativos Meio Físico : -perda de espécies e vegetais; -Danos causados aos recursos históricos e culturais; -Perdas de áreas agrícolas como meios de sobrevivência; -Desapropriação das propriedades ribeirinhas e deslocação da população; -Reassentamento involuntário de famílias; -O aumento de fontes poluidoras a montante devido ao represamento do rio:sólidos e líquidos; - Emissão de ruídos (fase de construção) e poeiras; -Aceleração do processos erosivos afetando a qualidade dos cursos de água usados para captação; -Instabilização de encostas; -Transporte de sedimentos e assoreamento de cursos de água;

14 Novos Instrumentos de Planejamento Energético Regional visando o Desenvolvimento Sustentável 13 Conservação Meio Biológico: -alteração ou eliminação da vegetação existente: plantas medicinais e outras; -Aumento da caça predatória; -Mudanças nos habitats e hábitos da fauna; Meio Antrópico: -Mudanças na vida quotidiana da população residente próximo da obra; -Exposição da população ao risco de acidentes; -Interferência temporária com agricultura, silvicultura e pastagens; -Aumento na demanda de bens e serviços; -Aumento no trafego de veículos; -Mudança no quadro de saúde; -Pressões nos prestadores de serviço da área de saúde; -Interferência com a infra-estrutura viária; etc.

15 Novos Instrumentos de Planejamento Energético Regional visando o Desenvolvimento Sustentável 14 Conservação Positivos: -Novas infra-estruturas; -Aumento das variedades das atividades econômicas: novos serviços, comércio, etc; -Surgimento de escolas devido uso de energia; -Possibilidade da melhoria da renda familiar; -Melhoria nas infra-estruturas de saneamento básico; -Melhoria nas infra-estrutura de saúde: nos postos, hospitais; -Melhoria nas infra-estruturas viárias locais; -Aumento da pesca esportiva; -Melhoria das condições de navegação; -Aumento do turismo no local; -Aumento do número de empregos; -Benefícios advindos dos produtos florestais;

16 Novos Instrumentos de Planejamento Energético Regional visando o Desenvolvimento Sustentável 15 Conservação Conservação dos Recursos Fosseis : -Petróleo -Gás Natural: GNV, GNI, GNT, GNR, GLP -Querosene -Diesel -Óleo combustível -Combustível nuclear -Carvão mineral

17 Novos Instrumentos de Planejamento Energético Regional visando o Desenvolvimento Sustentável 16 Conservação Conservação dos Recursos Eólicos : - Ter todos os cuidados necessários nos locais de instalações de turbinas eólicas devido às atividades paralelas (cultivo nas áreas da instalação dos aerogeradores) da população local.

18 Novos Instrumentos de Planejamento Energético Regional visando o Desenvolvimento Sustentável 17 Conservação Conservação dos Recursos Solares: -Cuidados no descarte das baterias fora do uso; -Cuidados durante o processo de produção dos painéis solares; -Cuidados na exploração de silício para produção dos painéis solares; -Cuidados no transporte dos equipamentos para geração solar; -Cuidados na escolha dos locais de instalação;

19 Novos Instrumentos de Planejamento Energético Regional visando o Desenvolvimento Sustentável 18 Conservação Conservação dos Recursos Florestais: O plano de manejo florestal sustentável (PMFS), deve apresentar os seguintes fundamentos técnicos: - Hidrologia Florestal; - Conservação de Áreas Silvestres; - Conservação de Bacias Hidrográficas; - Recuperação de Áreas Degradadas; - Energia de Biomassa Florestal; - Inventário a 100% dos recursos florestais disponíveis;

20 Novos Instrumentos de Planejamento Energético Regional visando o Desenvolvimento Sustentável 19 Conservação - Caracterização do sitio florestal e sua estrutura; - Identificação, análise e controle dos impactos ambientais; - Viabilidade técnico-econômica da exploração para fins energéticos; - Procedimentos de exploração que minimizem os danos sobre o ecossistema; - Existência de estoque remanescente dos recursos florestais que garanta a produção sustentada da floresta; - Adoção de sistema silvicultura adequado; e - Uso de técnicas apropriadas de plantio, quando necessário.

21 Novos Instrumentos de Planejamento Energético Regional visando o Desenvolvimento Sustentável 20 Conservação Conservação dos Resíduos Sólidos : Resíduos Urbanos: residenciais e comerciais, escritórios, lojas, hotéis, supermercados,restaurantes,etc; Tipo de Resíduos: os de varrição, os resíduos de serviços, oriundos de feira, entulho, capinação e poda; e limpeza de bocas de lobo, parques e jardins, material putrescível, plástico borracha, papel, papelão, vidro, alumínio, lata, etc.

22 Novos Instrumentos de Planejamento Energético Regional visando o Desenvolvimento Sustentável 21 Conservação Conservação do Lixo Urbano : Processo de Conservação: coleta seletiva: separação mecânica em residências, escolas (material putrescível deverá ser separado dos materiais recicláveis)»Usina de Reciclagem>Conteiner (pontual)>Transporte: utilização como matéria-prima em procesos>Rejeito>Aterro Sanitário

23 Novos Instrumentos de Planejamento Energético Regional visando o Desenvolvimento Sustentável 22 Conservação Aterro Sanitário : Técnica de disposição de resíduos sólidos no solo, sem causar danos ou riscos à saúde pública e à segurança, minimizando os impactos ambientais e sociais (IPT, 1995). Método que utiliza princípios de engenharia para confinar resíduos sólidos à menor área possível e reduzí-los ao menor volume possível, cobrindo-os com uma camada de terra na conclusão da jornada de trabalho ou a intervalos menores, se necessário (IPT, 1995).

24 Novos Instrumentos de Planejamento Energético Regional visando o Desenvolvimento Sustentável 23 Conservação

25 Novos Instrumentos de Planejamento Energético Regional visando o Desenvolvimento Sustentável 24 Conservação

26 Novos Instrumentos de Planejamento Energético Regional visando o Desenvolvimento Sustentável 25 Conservação- Lixões Lixões: São aqueles locais onde um determinado cidadão ou empresa começa a jogar seu lixo. São depósitos de lixo, sem nenhum tratamento, com a diferença de que são institucionalizados, isto é, autorizados pelas Prefeituras

27 Novos Instrumentos de Planejamento Energético Regional visando o Desenvolvimento Sustentável 26 Conservação- Visão geral do Lixão

28 Novos Instrumentos de Planejamento Energético Regional visando o Desenvolvimento Sustentável 27 Conservação- Esgoto Esgoto: é o termo usado para as águas que, após a utilização humana, apresentam as suas características naturais alteradas. Conforme o uso predominante: comercial, industrial ou doméstico essas águas apresentarão características diferentes e são genericamente designadas de águas residuais (ou águas servidas).águaságuas residuais Composição do esgoto: O esgoto contém basicamente matéria orgânica e mineral, em solução e em suspensão, assim como alta quantidade de bactérias e outros organismos patogênicos e não patogênicos.matéria orgânicamineral bactérias

29 Novos Instrumentos de Planejamento Energético Regional visando o Desenvolvimento Sustentável 28 Conservação- Esgoto Esquema de Tratamento de Esgoto- ETA

30 Novos Instrumentos de Planejamento Energético Regional visando o Desenvolvimento Sustentável 29 Conservação- Estação de Tratamento de Águas Residuais(ETAR)

31 Novos Instrumentos de Planejamento Energético Regional visando o Desenvolvimento Sustentável 30 Conservação- Esgoto e Águas Residuais Aspectos Sociais: - Diminuição da carga orgânica lançada nos corpos hídricos; - Diminuição da carga microbiológica lançada no meio ambiente, melhoria na paisagem e nas áreas de lazer devido à retirada dos esgotos do meio ambiente. - Presença de elementos potencialmente fitotóxicos que podem acumular-se nos cultivos e serem transmitidos ao longo da cadeia alimentar, quando se permite a descarga de efluentes industriais sem tratamento prévio;

32 Novos Instrumentos de Planejamento Energético Regional visando o Desenvolvimento Sustentável 31 Conservação- Esgoto e Águas Residuais - Geração de odores desagradáveis, caso o projeto, a operação e a manutenção estejam inadequados; -Efeitos adversos à saúde dos agricultores, por falta ou aplicação inadequada de medidas de proteção e Presença de vetores de enfermidades, caso não haja controle adequado; Positivos: - Diminuição das enfermidades; - Empregos gerados pela construção, operação e manutenção da Estação de Tratamento de Esgotos e - Proteção das comunidades à jusante das descargas de esgotos.

33 Novos Instrumentos de Planejamento Energético Regional visando o Desenvolvimento Sustentável 32 Conservação- Esgoto e Águas Residuais Negativos: - Perda de valor de terrenos circunvizinhos, caso ocorram odores desagradáveis; - Disseminação de doenças devido ao projeto incorreto ou operação inadequada da Estação de Tratamento de Esgotos; - Efeitos adversos à saúde dos agricultores, por falta ou aplicação inadequada de medidas de proteção; - Efeitos adversos à saúde dos consumidores dos produtos gerados.

34 Novos Instrumentos de Planejamento Energético Regional visando o Desenvolvimento Sustentável 33 Conservação Industriais: -Resíduos classe I (perigosos)- Características: inflamabilidade, corrosividade, reatividade, toxicidade e patogenicidade>Riscos: saúde pública (aumento da mortalidade, efeitos adversos ao meio ambiente); -Resíduos Classe II (não inertes) características:resíduos potencialmente biodegradáveis ou combustíveis; Resíduos classe III (inertes): resíduos considerados inertes e não combustíveis;

35 Novos Instrumentos de Planejamento Energético Regional visando o Desenvolvimento Sustentável 34 Conservação- Reciclagem

36 Novos Instrumentos de Planejamento Energético Regional visando o Desenvolvimento Sustentável 35 Conservação- Usina de Reciclagem

37 Novos Instrumentos de Planejamento Energético Regional visando o Desenvolvimento Sustentável 36 Conservação- Reciclagem Aspectos Sociais da Reciclagem: O problema social, com a integração dos catadores à economia formal, em condições dignas, e não mais altamente insalubres; O problema econômico, uma vez que a receita da venda dos reciclados e do composto permite o autofinanciamento da usina e, mesmo, a geração de receitas adicionais; O problema ecológico, pois deixa de existir a contaminação dos mananciais de água pelo lixo e seus efluentes; O problema sanitário, pois essa solução evita a proliferação de vetores patogênicos; e A crescente necessidade de terrenos para depositar o lixo cada vez mais distantes, o que vem aumentar os custos de transporte dos sistemas de limpeza urbana.

38 Novos Instrumentos de Planejamento Energético Regional visando o Desenvolvimento Sustentável 37 Conservação De serviços de Saúde: resíduos produzidos em hospitais, clinicas médicas, veterinárias, farmácias, centros de saúde, consultórios odontológicos, laboratórios de análises clinicas; Dois tipos: Resíduos comuns- os restos de alimentos, papeis e invólucros; Resíduos sépticos- restos de salas de cirurgias, áreas de isolamento, centros de hemodiálise. Manuseio (acondicionamento, coleta e transporte), a disposição final exige atenção especial devido ao potencial risco à saúde pública. A forma de tratamento deste lixo: Incineração

39 Novos Instrumentos de Planejamento Energético Regional visando o Desenvolvimento Sustentável 38 Conservação- Esquema do Incinerador

40 Novos Instrumentos de Planejamento Energético Regional visando o Desenvolvimento Sustentável 39 Conservação- Esquema do Incinerador

41 Novos Instrumentos de Planejamento Energético Regional visando o Desenvolvimento Sustentável 40 Conservação- Esquema do Incinerador Aspectos Sociais: -Reduz o lixo em 3% do volume e 15% do seu peso original; -Transforma o lixo em escoria e cinzas de fácil destinação final; -Elimina, sob o ponto de vista sanitário, resíduos de serviços de saúde, alimentos, gêneros ou medicamentos condenados, sobras de laboratórios, animais mortos e resíduos industriais perigosos; -Possibilita a recuperação da energia contida nos resíduos; -Reduz as distancias de transporte (custos), a devido a possibilidade de localização do incinerador em áreas próximas ao centros urbanos; -Mantém bom funcionamento, independente das condições meteorológicas; -Geração de empregos.

42 Novos Instrumentos de Planejamento Energético Regional visando o Desenvolvimento Sustentável 41 Conservação- Lixo Atômico Radioativos (Lixo Atômico): - Resíduos provenientes do aproveitamento nucleares. Seu gerenciamento é de competência da Comissão Nacional de Energia Nuclear (CNEN). - O lixo atômico é produzido em todos os estágios do ciclo do combustível nuclear- desde a mineração do urânio até o reprocessamento de combustível nuclear irradiado. Grande parte desse lixo permanecerá perigoso por milhares de anos, deixando uma herança mortal para as futuras gerações. - Há três categorias de lixo atômico: resíduo de alto nível (HLW, de high level waste); resíduo de nível intermediário (ILW, intermediate level waste); e resíduo de baixo nível (LLW, de low level waste). Os níveis estão em função do grau da radioatividade.

43 Novos Instrumentos de Planejamento Energético Regional visando o Desenvolvimento Sustentável 42 Conservação- Energia Nuclear Aspectos Sociais : Positivos : - A importância de se viabilizar, do ponto de vista financeiro, a produção de rádio-fármacos e de se conscientizar e incentivar o uso de irradiação de alimentos como forma de conservação e otimização da produção agrícola; - A importância de se identificar e avaliar outras opções de aplicação nuclear que auxiliem o país no desenvolvimento social como, por exemplo, a aplicação de plantas nucleares para dessalinização de água do mar (Exemplo: no nordeste).

44 Novos Instrumentos de Planejamento Energético Regional visando o Desenvolvimento Sustentável 43 Conservação- Energia Nuclear Negativos: Em 1957: Liverpool, Inglaterra: 39 mortes de câncer; Em setembro de 1957, um vazamento de radioatividade na usina russa de Tcheliabinski contamina 270 mil pessoas; Em abril de 1986 ocorre o maior acidente nuclear da história na Ucrânia:precipitação radioativa- 50 toneladas; 31 mortes, 200 feridos, evacuados da região; entre 1988 a 1996 foram para 300 mil; Em fevereiro de 1981:nos USA 100 mil galões de refrigerante radioativo vazam de um prédio de armazenamento do produto. Número de vitimas não comentado; E outros:USA (1961, 1966, 1975,1979, 1986);Suíça (1969); Argentina (maio de Guerra de Malvinas); Japão (1997);etc. Todos estes acidentes causaram impactos sociais: vitimas fatais, impactos psicológicos negativos, etc.

45 Novos Instrumentos de Planejamento Energético Regional visando o Desenvolvimento Sustentável 44 Dimensão Social do PIR Conservação dos Resíduos Agrícolas: -Resíduos: Resíduos do uso de agrotóxicos e que correspondem principalmente ao descarte de vasilhames e do seu manuseio indiscriminado. Processo de Conservação: reciclagem e produção de Energia Elétrica -Reciclagem: plásticos, embalagens, etc; -Produção de Energia Elétrica: resíduos (casca de arroz, casca de amendoim, casca de coco), aproveitamento da sílica das cinzas na industria cimenteira; -Utilização para Produção de Biodiesel; -Fabricação de telhas através das fibras de casca de coco

46 Novos Instrumentos de Planejamento Energético Regional visando o Desenvolvimento Sustentável 45 Conservação- Sílica das Cinzas após queima (casca de arroz, de coco, etc)para Industria de Cimento

47 Novos Instrumentos de Planejamento Energético Regional visando o Desenvolvimento Sustentável 46 Conservação- Biodiesel

48 Novos Instrumentos de Planejamento Energético Regional visando o Desenvolvimento Sustentável 47 Conservação – Usina Verde

49 Novos Instrumentos de Planejamento Energético Regional visando o Desenvolvimento Sustentável 48 Conservação – Resíduos Agrícolas Aspectos Sociais: - Inclusão Social - Criação de emprego - Melhoria da qualidade de vida - Fixação populacional - Organização Social

50 Novos Instrumentos de Planejamento Energético Regional visando o Desenvolvimento Sustentável 49 Dimensão Social do PIR Conservação dos Recursos de Demanda Iluminação : Residencial: iluminação, etc; Comercial:iluminação, refrigeração e outros usos; Industrial: iluminação, refrigeração, etc; Agrícola: iluminação, refrigeração, irrigação, etc

51 Novos Instrumentos de Planejamento Energético Regional visando o Desenvolvimento Sustentável 50 Dimensão Social do PIR Conservação dos Recursos de Demanda Medidas de GLD : -Programas de eficiência energética; -Tarifação; -Subsídios; -etc

52 Novos Instrumentos de Planejamento Energético Regional visando o Desenvolvimento Sustentável 51 Dimensão Social do PIR Cooperação Porque é importante a questão da cooperação no de energético na atualidade?Público! Como pode ser atingido o consenso no quadro de cooperação entre os produtores de energia e os consumidores? Público! Cooperação: Local Regional Nacional Internacional

53 Novos Instrumentos de Planejamento Energético Regional visando o Desenvolvimento Sustentável 52 Dimensão Social do PIR Cooperação Formas de Cooperação no Processo do PIR dos setores das atividades econômicas:Formas de Cooperação no Processo do PIR dos setores das atividades econômicas: Cooperação do Setor Público e Privado no Desenvolvimento dos Recursos Energéticos dentro do PIR:

54 Novos Instrumentos de Planejamento Energético Regional visando o Desenvolvimento Sustentável 53 Dimensão Social do PIR Cooperação Formas de Cooperação Internacional no Processo do PIR: Industria de Energia é Caracterizada por três pares de grandes forças : 1) Nações Produtoras X Nações Consumidoras; 2) Concorrência X Regulamentação; 3) Desenvolvimento Econômico X Sustentabilidade

55 Novos Instrumentos de Planejamento Energético Regional visando o Desenvolvimento Sustentável 54 Dimensão Social do PIR Inovação Inovação - Energia Limpa para o Futuro Tecnológica: -O Desafio da Energia; -Desenvolvimento de Tecnologias limpas e baratas; -Disseminação de Tecnologias por meio de parcerias público-privado; -A construção de política Eficiente e Estrutura Regulatória; -Fortalecimento de Hábitos Democráticos na população; -Enfretando o Desafio.

56 Novos Instrumentos de Planejamento Energético Regional visando o Desenvolvimento Sustentável 55 Dimensão Social do PIR Inovação Reinventando a Roda- a revolução da Eficiência Automotiva: -Novos materiais automotivos; -Combustíveis automotivos alternativos; -Tecnologias Economicamente e Socialmente vantajosas; -Avanços na Fabricação de Materiais Acessíveis para Automóveis Leves;

57 Novos Instrumentos de Planejamento Energético Regional visando o Desenvolvimento Sustentável 56 Dimensão Social do PIR Inovação

58 Novos Instrumentos de Planejamento Energético Regional visando o Desenvolvimento Sustentável 57 Dimensão Social do PIR Inovação

59 Novos Instrumentos de Planejamento Energético Regional visando o Desenvolvimento Sustentável 58 Inovação- Renascimento de Energia Nuclear: -Novos Rumos de Desenvolvimento de energia Nuclear no Mundo: EUA, Rússia, França, etc; Exemplos dos Projetos em Desenvolvimento: -Projeto de Usinas Nucleares com reator a 130 metros do subsolo, usando ignição para reação; -Usina atômicas de refrigeração à gás; -Usinas atômicas de refrigeração à sódio; Dimensão Social do PIR Inovação

60 Novos Instrumentos de Planejamento Energético Regional visando o Desenvolvimento Sustentável 59 Dimensão Social do PIR Inovação

61 Novos Instrumentos de Planejamento Energético Regional visando o Desenvolvimento Sustentável 60 Dimensão Social do PIR Inovação

62 Novos Instrumentos de Planejamento Energético Regional visando o Desenvolvimento Sustentável 61 Dimensão Social do PIR Inovação Perspectivas e Condições que Favorecem Energia Nuclear: - Condições Favoráveis: Custos de produção competitivos e confiabilidade, Potencial para baixar os custos de construção, Licenciamento previsível, Financiamento do Governo, Gás nuclear versus gás natural, Projeto Avançado de Usina e Experiência.

63 Novos Instrumentos de Planejamento Energético Regional visando o Desenvolvimento Sustentável 62 Dimensão Social do PIR Inovação -Forças Impulsoras do Mercado; -Energia Renovável na Pratica; -Energia Eólica; -Energia Solar; -Biocombustiveis; -Investimento; -Benefícios Regionais, nacionais e globais; -Perspectivas.

64 Novos Instrumentos de Planejamento Energético Regional visando o Desenvolvimento Sustentável 63 Dimensão Social do PIR Inovação

65 Novos Instrumentos de Planejamento Energético Regional visando o Desenvolvimento Sustentável 64 Dimensão Social do PIR Inovação

66 Novos Instrumentos de Planejamento Energético Regional visando o Desenvolvimento Sustentável 65 Dimensão Social do PIR Inovação Aderência dos construtores ao Verde :

67 Novos Instrumentos de Planejamento Energético Regional visando o Desenvolvimento Sustentável 66 Dimensão Social do PIR Inovação Soluções Limpas para Geração de Energia: -Tecnologias limpas: Descarbonização dos combustíveis carboníferos, usinas ultra- eficientes movidas à gás, Células combustíveis, Biomassa celulósica e biocombustiveis, seqüestro de carbono. -Aceleração da Inovação; -Desafios da Transformação Energética; -Co-Geração: Mais Energia, Menos poluição de Combustíveis Fosseis;

68 Novos Instrumentos de Planejamento Energético Regional visando o Desenvolvimento Sustentável 67 Dimensão Social do PIR Inovação

69 Novos Instrumentos de Planejamento Energético Regional visando o Desenvolvimento Sustentável 68 Dimensão Social do PIR Inovação

70 Novos Instrumentos de Planejamento Energético Regional visando o Desenvolvimento Sustentável 69 Dimensão Social do PIR Inovação Desenvolvimento de mercados para Tecnologias de Energia Limpa : -Processo de Inovação Tecnológica; -Barreiras de Mercado; -Transformação do Mercado; -Soluções Comerciais Criativas;

71 Novos Instrumentos de Planejamento Energético Regional visando o Desenvolvimento Sustentável 70 Dimensão Social do PIR Inovação

72 Novos Instrumentos de Planejamento Energético Regional visando o Desenvolvimento Sustentável 71 Dimensão Social do PIR Inovação Algumas Diretrizes para Investimentos em Energia Sustentável: -Fontes de Financiamento; -Avaliação do Risco; -Mitigação do Risco Financeiro; -Alternativa de Financiamento para Redução das emissões de Carbono; -Transição para Uma nova Era

73 Novos Instrumentos de Planejamento Energético Regional visando o Desenvolvimento Sustentável 72 Dimensão Social do PIR Inovação

74 Novos Instrumentos de Planejamento Energético Regional visando o Desenvolvimento Sustentável 73 Dimensão Social do PIR Inovação Segurança Energética como Parceria Global: -Diversificação das fontes de Suprimento: Europa, Região do Cáspio, América Latina; -Estoques Estratégicos de Petróleo; -Dialogo com os Produtores; -Eficiência Energética e Fontes Alternativas de Energia; -Fontes Alternativas de Energia; -Trabalhando em Parcerias locais, regionais, nacionais e globais.

75 Novos Instrumentos de Planejamento Energético Regional visando o Desenvolvimento Sustentável 74 Dimensão Social do PIR Inovação

76 Novos Instrumentos de Planejamento Energético Regional visando o Desenvolvimento Sustentável 75 Dimensão Social do PIR Inovação OBRIGADO!!!


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