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FILOGENIA DAS ANGIOSPERMAS: PRIMEIROS PASSOS SOUZA, V.C. & LORENZI, H. Botânica sistemática.2 ed. São Paulo: Instituto Plantarum, 2008.

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1 FILOGENIA DAS ANGIOSPERMAS: PRIMEIROS PASSOS SOUZA, V.C. & LORENZI, H. Botânica sistemática.2 ed. São Paulo: Instituto Plantarum, 2008.

2 Passo 1: O que é Filogenia? Uso da distância evolutiva como principal (ou único) critério para classificação dos organismos. A filogenia utiliza as melhores ferramentas disponíveis pela tecnologia para gerar resultados e novos conhecimentos. As atuais ferramentas de análise, como a cladística, representam hoje o que há de mais adequado para a classificação dos vegetais.

3 Passo 2: Escolha das características em um estudo filogenético Qualquer característica das plantas pode ser analisada, desde aquelas relacionadas à morfologia externa, até aquelas relacionadas à anatomia interna ou à fitoquímica, composição das macromoléculas, como as proteínas, RNA e DNA. (texto)

4 A princípio, todas as características taxonômicas têm igual peso. Apenas depois de realizado um estudo filogenético poderá ficar mais evidente quais são as características mais importantes na definição dos táxons.

5 Passo 3: quais são as tendências evolutivas nas Angiospermas? Alguns termos úteis: Caráter: ex.: cor de flor Estado de caráter: ex.: azul Estes podem ser plesiomórficos (primitivos) ou apomórficos (derivados). Alterações genéticas muito pequenas podem causar grandes transformações morfológicas, não necessariamente ao longo de inúmeras gerações. Um estado de caráter pode se transformar em outro e vice-versa com igual probabilidade.

6 Os caracteres não possuem uma importância intrínseca e não existem tendências evolutivas que possam ser assumidas a priori e grandes transformações morfológicas podem ser decorrentes de pequenas mudanças genéticas. Não existem tendências evolutivas nas angiospermas (ou em qualquer outro grupo de organismos) que possam ser assumidas a priori. Apenas com um estudo filogenético podem ficar evidentes quais estados de caráter são plesiomórficos ou apomórficos e, de qualquer forma, estas conclusões estarão restritas ao grupo investigado.

7 Passo 4: Construindo uma árvore e entendendo a parcimônia Uma análise filogenética utiliza o máximo possível de informações sobre os organismos que estão sendo estudados, para isso utilizam-se programas de computador. Estes partem de uma matriz (tabela) cujos dados serão utilizados para estabelecer as relações entre as espécies, as quais serão baseadas em um critério fácil de entender, mas difícil de explicar, chamado de PARCIMÔNIA, ou seja, o pressuposto de que os caminhos evolutivos mais prováveis são os mais curtos.

8 Passo 5: Construção de uma árvore de consenso Há uma forma gráfica de mesclar as árvores mais parcimoniosas em uma árvore de consenso. Na árvore de consenso apenas os ramos que se mantém constates são apresentados de forma dicotômica, os demais são apresentados colapsados em uma politomia. A posição dos táxons em um determinado clado (ramo da árvore filogenética que compartilha um ancestral em comum) não tem qualquer importância.

9 Passo 6: Aplicação dos resultados da cladística na taxonomia Há um critério básico na filogenia para a definição de um táxon. Para que um grupo de organismos seja considerado um táxon ele deve ser monofilético. Para ser monofilético um táxon deve incluir todos os elementos de um determinado clado. Se ele não incluir todos os terminais ou se for necessária a inclusão de terminais que não pertencem ao clado em questão, ele não é monofilético e, assim, aquele grupo não deve ser considerado como um táxon.

10 Passo 7: quais clados devem receber nomes? Há três critérios principais que podem ser utilizados na decisão se um clado deve ou não ser considerado um táxon. Estabilidade Nomenclatural Coerência Morfológica Táxons grandes demais ou pequenos demais devem ser evitados.

11 Passo 8: Alguns conceitos adicionais Parafilético Polifilético Sinapomorfia Simplesiomorfia Autapomorfia Grupo irmão

12 Passo 9: Cladística e Nomenclatura A cladística embora seja uma ferramenta utilíssima na definição do que deve ou não ser considerado um táxon, não revela qual nível taxonômico deve ser utilizado, se espécie, gênero, família, ordem ou outro. As categorias taxonômicas reconhecidas pelo atual código de nomenclatura não se adequam aos resultados da moderna filogenia.

13 Passo 10: Vantagens e Desvantagens do uso de sistema filogenéticos Vantagens: Hoje existe um critério para classificação, com o uso de métodos de análise filogenética. Existindo uma metodologia clara, os sistemas de classificação, embora estejam passando por uma verdadeira reforma, tendem a serem mais estáveis.

14 Desvantagens: A parcimônia é questionável. Não há motivos para acreditar que os caminhos mais curtos foram efetivamente seguidos na evolução. Os métodos utilizados consideram apenas um modelo de evolução linear, não reticulado. Para obtenção de dados para uma análise cladística são necessários equipamentos e reagentes caros, não acessíveis para boa parte das instituições.

15 Embora o método de seqüenciamento de DNA seja caro, ele é relativamente simples, o que permite que grupos de pesquisadores mesmo com conhecimento insuficiente sobre o grupo taxonômico que esta sendo estudado gerem dados que, se por um lado são valiosíssimos do ponto de vista científico, são também muito perigosos se mal interpretados.


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