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M ETAIS E L IGAS M ETÁLICAS F ACULDADE DE O DONTOLOGIA DE P IRACICABA U NIVERSIDADE E STADUAL DE C AMPINAS.

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1 M ETAIS E L IGAS M ETÁLICAS F ACULDADE DE O DONTOLOGIA DE P IRACICABA U NIVERSIDADE E STADUAL DE C AMPINAS

2 M ETAIS E L IGAS M ETÁLICAS F ACULDADE DE O DONTOLOGIA DE P IRACICABA U NIVERSIDADE E STADUAL DE C AMPINAS

3 C LASSIFICAÇÃO D OS M ATERIAIS PolímerosCerâmicasCompósitosMETAIS

4 M ETAIS Substância química, boa condutora de calor e eletricidade e quando polida, boa refletora de luz Substância química, boa condutora de calor e eletricidade e quando polida, boa refletora de luz Metals Handbook, 1992 IONIZAM POSITIVAMENTE UMA SOLUÇÃO

5 Metais Leves Metais Pesados Não Metais Gases Inertes

6 M ETAIS Com exceção do ouro puro em folha, Titânio c.p. e cones de Prata endodônticos todos são ligas Na odontologia: todos são sólidos cristalinos

7 S ÓLIDO C RISTALINO

8 E STRUTURA A MORFA

9 S OLIDIFICAÇÃO D OS M ETAIS A B BC D A-B Super Resfriamento B-CPonto de Fusão

10 U NIÕES M ETÁLICAS União atômica primária A camada mais distante de elétrons ao redor de um átomo neutro é espontaneamente liberada Bons condutores de calor e eletricidade

11 L IGAS M ETÁLICAS O uso de metais puros é limitado Produzido pela fundição dos elementos acima do ponto de fusão

12 L IGAS M ETÁLICAS Uma substância que contém dois ou mais elementos na qual pelo menos um deles é um metal mutuamente solúvel na condição de fundido

13 S ISTEMA D E L IGAS É um agregado de dois ou mais metais sob todas as formas de combinações possíveis Para definir a composição, dois sistemas são empregados: porcentagem em peso (%p) e porcentagem atômica (%at)

14 S ISTEMA D E L IGAS Fase: porção fisicamente distinta, homogênea e mecanicamente separável do sistema. Limite granular: limite entre essas fases

15 C LASSIFICAÇÃO D AS L IGAS Classificação de acordo com: Uso Componente principal Nobreza Três elementos principais Sistema de fase dominante

16 C LASSIFICAÇÃO D AS L IGAS Classificação de acordo com: Uso Componente principal Nobreza Três elementos principais Sistema de fase dominante

17 C LASSIFICAÇÃO D AS L IGAS Uso: Inlays de metal Coroas e pontes Restaurações metalocerâmicas Próteses parciais removíveis ImplantesOutros

18 C LASSIFICAÇÃO D AS L IGAS Componente principal: OuroPaládioPrataNíquelCobaltoTitânio

19 C LASSIFICAÇÃO D AS L IGAS Nobreza: Altamente nobre Nobre Predominantemente de metais básicos

20 C LASSIFICAÇÃO D AS L IGAS Três elementos principais: Ouro-prata-paládioPaládio-prata-estanhoNíquel-cromo-berílioCobalto-cromo-molibdênioTitânio-alumínio-vanádioFerro-níquel-cromo

21 C LASSIFICAÇÃO D AS L IGAS Sistema de fase dominante Isomorfo - Fase Única EutéticaPeritéticaIntermetálica

22 C LASSIFICAÇÃO D AS L IGAS Números de elementos: BináriaTernáriaQuaternária

23 S OLUÇÃO S ÓLIDA Átomos de um metal distribuem-se aleatoriamente substituindo átomos de outro metal com arranjo molecular semelhante quando solidificados formando uma única fase

24 S OLUÇÃO S ÓLIDA Dois metais solúveis mutuamente no estado sólido O sistema não é mecanicamente separável Sistema de liga mais simples existente

25 S OLUÇÃO S ÓLIDA Solvente - Soluto Solvente: Metal cujo arranjo espacial persiste Metal cujo arranjo espacial persiste Metal cujo átomos ocupam mais da metade da grade espacial Metal cujo átomos ocupam mais da metade da grade espacial

26 S OLUÇÃO S ÓLIDA Solvente - Soluto Soluto: Metal cujo átomos são incorporados Metal cujo átomos são incorporados Metal cujo átomos ocupam menos da metade da grade espacial Metal cujo átomos ocupam menos da metade da grade espacial

27 S OLUÇÕES S ÓLIDAS Configurações de arranjo espacial Substitucional Ouro ou Cobre Ordenada Ouro Cobre

28 C ONDIÇÕES D E S OLUBILIDADE D OS S ÓLIDOS Tamanho do átomo: deve diferir em apenas 15% ou outras fases aparecerão Valência: Metais de mesma valência são mais próprios

29 C ONDIÇÕES D E S OLUBILIDADE D OS S ÓLIDOS Afinidade química: se apresentarem alta afinidade química, tendem a formar um composto intermetálico Tipo de grade: Somente metais com o mesmo tipo de grade formam soluções sólidas em odontologia, a maioria é cúbica de face centrada

30 P ROPRIEDADES M ECÂNICAS D AS S OLUÇÕES S ÓLIDAS Durante a substituição de átomos, ocorre distorção localizada, tornando o deslizamento mais difícil Aumento da resistência, limite proporcional e dureza superficial Diminuição da ductilidade

31 L IGAS E UTÉTICAS Exibe completa solubilidade no estado líquido, porém solubilidade limitada no estado sólido Friáveis: presença de fase insolúveis Ex: eutético Prata-Cobre Líquido = solução sólida α + solução sólida β

32 L IGAS P ERITÉTICAS São incomuns em odontologia Exceção para o sistema Prata-Estanho Líquido + β = α

33 L IGAS O DONTOLÓGICAS P ARA F UNDIÇÃO Histórico: Mudanças tecnológicas das próteses Avanços metalúrgicos Variações dos preços dos metais nobres a partir de 1968

34 Histórico: Anos 50: introdução do recobrimento por cerâmica Introdução das ligas de metais básicos Introdução de metais nobres livres de ouro L IGAS O DONTOLÓGICAS P ARA F UNDIÇÃO

35 P ROPRIEDADES D ESEJÁVEIS D AS L IGAS D E F UNDIÇÃO Compatibilidade Pouca contração de solidificação Mínima reatividade com o material de revestimento Boa resistência ao desgaste Alta dureza Resistência à deflexão

36 Excelente resistência ao manchamento e corrosão Facilidade de: Fusão Fusão Fundição Fundição Soldagem Soldagem Polimento Polimento LIGAS DE OURO TIPO II E III P ROPRIEDADES D ESEJÁVEIS D AS L IGAS D E F UNDIÇÃO

37 A LTERNATIVAS À F UNDIÇÃO Folhas laminadas em casos de metalocerâmicas CAD-CAM (Computer Aided Designed / Computer Aided Machined) Torneamento por cópia e usinagem com descargas elétricas

38 QUALQUER MERDA II

39 C LASSIFICAÇÃO D AS LIGAS P ARA F UNDIÇÃO Tipo I:Macia (baixas tensões: inlays) Tipo II:Média (tensões moderadas: onlays) Tipo III:Dura (altas tensões: onlays, coroas, PPR de pouca extensão) Tipo IV: extradura (tensão extrema: núcleos e pinos intracanais, coroas veneer, PPF de longa extensão e PPR)

40 Q UILATE - P ERMILAGEM Quilate: partes de ouro puro em 24 partes da liga Permilagem: partes de ouro puro em 1000 partes de liga

41 C LASSIFICAÇÃO D AS LIGAS P ARA F UNDIÇÃO Contém 25%p de elementos metálicos nobres Predominantemente de metais básicos Contém 25%p de elementos metálicos nobres Metal nobre 40%p de Au e 60%p dos elementos metálicos nobres 40%p de Au e 60%p dos elementos metálicos nobres Metal altamente nobre Conteúdo total de metal nobre Tipo de liga

42 M ETAIS N OBRES São 8 os metais nobres: ÓsmioPrata IrídioPaládio RutênioPlatinaRódioOuro Prata: na cavidade oral é mais reativa, deste modo não é considerada nobre

43 T RATAMENTO T ÉRMICO P ARA L IGAS D E O URO Tratamento térmico amaciador: Fases intermediárias transformam-se em soluções sólidas desordenadas Diminuição da resistência à tração, limite proporcional e dureza Aumento da ductilidade

44 T RATAMENTO T ÉRMICO P ARA L IGAS D E O URO Tratamento térmico endurecedor: Armazenamento à temperatura específica ( °C) durante 15 a 30 minutos antes do resfriamento brusco

45 C ONTRAÇÃO D E S OLIDIFICAÇÃO Ocorre em 3 estágios: Contração térmica do metal líquido entre a temperatura em que foi aquecido e a temperatura do liquidus Contração inerente as suas alterações do estado líquido para sólido Contração térmica do metal sólido que ocorre até a temperatura ambiente

46 C ONTRAÇÃO D E S OLIDIFICAÇÃO Valores de contração são menores que os estipulados: Início da solidificação pelas paredes Adesão mecânica à paredes do modelo Contração térmica > contração de fundição

47 L IGAS P ARA R ESTAURAÇÕES M ETÁLICAS E C OROAS V ENEER Ligas de Prata-Paládio: Branca Pelo menos 25% de paládio confere resistência ao manchamento Prata-Paládio: tipo III Prata-Paládio-Cobre: tipo IV

48 L IGAS P ARA R ESTAURAÇÕES M ETÁLICAS E C OROAS V ENEER Ligas de Alumínio-Bronze (Cu-Al) % Cobre 7-14 % Alumínio 2-4 % Níquel 1-4 % Ferro Potencial de manchamento: sulfeto de cobre

49 L IGAS D E M ETAIS A LTAMENTE N OBRES P ARA R ESTAURAÇÕES M ETALOCERÂMICAS Ligas originais: 88% de Ouro Introdução de 1% de metais básicos: Produção de filme de óxidos que permitiu a união com a cerâmica

50 L IGAS D E M ETAIS A LTAMENTE N OBRES P ARA R ESTAURAÇÕES M ETALOCERÂMICAS Potencial de união à cerâmica Coeficiente de contração térmica compatível com o das cerâmicas Temperatura de solidus suficientemente altas para permitir a aplicação da cerâmica de baixa fusão

51 L IGAS D E M ETAIS A LTAMENTE N OBRES P ARA R ESTAURAÇÕES M ETALOCERÂMICAS Ligas de Ouro-Platina-Paládio: Conteúdo de Ouro de até 88% Variadas quantidades de Paládio e Platina Pequenas quantidades de metais básicos Susceptíveis a deflexão

52 L IGAS D E M ETAIS A LTAMENTE N OBRES P ARA R ESTAURAÇÕES M ETALOCERÂMICAS Ligas de Ouro-Paládio-Prata: 39 a 77% de Ouro Até 35% de Paládio Até 22% de Prata Prata aumenta o coeficiente de expansão térmica porém aumenta também a descoloração

53 L IGAS D E M ETAIS A LTAMENTE N OBRES P ARA R ESTAURAÇÕES M ETALOCERÂMICAS Ligas de Ouro-Paládio: Ouro de 44 a 55% Paládio de 35 a 45% Diminuição do coeficiente de expansão térmica e isenção da descoloração de prata da cerâmica

54 Qualquer merda III

55 L IGAS D E M ETAIS N OBRES P ARA R ESTAURAÇÕES M ETALOCERÂMICAS Ligas de Paládio-Prata: Tendem a descolorir a cerâmica durante a queima Quando não há prata, algumas ligas tendem a formar um óxido escuro Alto coeficiente de contração térmica

56 L IGAS D E M ETAIS N OBRES P ARA R ESTAURAÇÕES M ETALOCERÂMICAS Ligas de Paládio-Prata: 53 a 61% de paládio 28 a 40% de prata Índio e estanho: aumentam dureza da liga e promovem formação de óxidos ou nódulos de liga 4 μm1 μm

57 L IGAS D E M ETAIS N OBRES P ARA R ESTAURAÇÕES M ETALOCERÂMICAS Ligas de Cobre-Paládio: Baixa escala de fusão Susceptíveis à deformação pelo creep Susceptíveis à deformação pelo creep Cautela no uso para próteses fixas de longa extensão Cautela no uso para próteses fixas de longa extensão 74 a 80% de Paládio 9 a 15% de Cobre

58 L IGAS D E M ETAIS N OBRES P ARA R ESTAURAÇÕES M ETALOCERÂMICAS Ligas de Cobre-Paládio: Descoloração pelo Cobre é possível, porém o efeito citotóxico é mais preocupante Valores de dureza tão altos quanto algumas de metais básicos Coeficiente de contração térmica alto

59 L IGAS D E M ETAIS N OBRES P ARA R ESTAURAÇÕES M ETALOCERÂMICAS Ligas de Paládio-Cobalto: Grão pequeno - mais resistente de todos os metais nobres 78 a 88 % de Paládio 4 a 10 % de Cobalto Coeficiente de contração térmica alto como as ligas de Pd-Ag e Pd-Cu

60 L IGAS D E M ETAIS N OBRES P ARA R ESTAURAÇÕES M ETALOCERÂMICAS Ligas de Paládio-Gálio-Prata e Paládio-Gálio- Prata-Ouro: Óxidos mais claros que as outras ligas a base de paládio Baixo coeficiente de contração térmica Compatibilidade com cerâmicas de menor expansão Compatibilidade com cerâmicas de menor expansão

61 L IGAS D E M ETAIS B ÁSICOS P ARA R ESTAURAÇÕES F UNDIDAS E M ETALOCERÂMICAS Comparando com as ligas de Ouro tipo IV: Menor custo e densidade Maior rigidez e dureza Comparável resistência ao manchamento e corrosão

62 L IGAS D E M ETAIS B ÁSICOS P ARA R ESTAURAÇÕES F UNDIDAS E M ETALOCERÂMICAS Fornos de alta temperatura Uso de revestimentos aglutinados por fosfato ou sílica Compensação da contração de fundição Tensão na união à cerâmica Potencial para separação da cerâmica camada de óxido fracamente ligada ao metal

63 L IGAS D E M ETAIS B ÁSICOS P ARA R ESTAURAÇÕES F UNDIDAS E M ETALOCERÂMICAS Resistência ao creep da ligas a base de níquel na temperatura de queima da cerâmica, é superior as ligas a base de ouro ou de platina Altos valores de creep indicam maior distorção principalmente em estruturas de maior extensão

64 L IGAS D E M ETAIS B ÁSICOS P ARA R ESTAURAÇÕES F UNDIDAS E M ETALOCERÂMICAS Corrosão galvânica menor do amálgama nas ligas de metais básicos comparado às ligas de ouro Em contato com ligas de ouro tipo III, as ligas de metais básicos são mais susceptíveis a corrosão

65 L IGAS D E M ETAIS B ÁSICOS P ARA R ESTAURAÇÕES F UNDIDAS E M ETALOCERÂMICAS Módulos de elasticidade cerca de 2 vezes maiores que as ligas de metais nobres mais populares Outras propriedades:

66 L IGAS D E M ETAIS B ÁSICOS P ARA R ESTAURAÇÕES F UNDIDAS E M ETALOCERÂMICAS Ligas de Níquel-Cromo: 61 a 81% de Níquel 11 a 27% de Cromo 2 a 5% de Molibdênio Cromo é essencial para passividade e resistência à corrosão

67 L IGAS D E M ETAIS B ÁSICOS P ARA R ESTAURAÇÕES F UNDIDAS E M ETALOCERÂMICAS Liga de Cobalto-Cromo: 53 a 67% de Cobalto 25 a 32% de Cromo 2 a 6% de Molibdênio

68 Qualquer merda IV

69 L IGAS P ARA P RÓTESES P ARCIAIS R EMOVÍVEIS Manchamento, corrosão e passividade: Metais básicos tem alta afinidade pelo oxigênio Passividade: camada protetora contra posterior oxidação e corrosão Alumínio, Cromo e Titânio

70 L IGAS P ARA P RÓTESES P ARCIAIS R EMOVÍVEIS Resistência, dureza e ductilidade: Metais básicos geralmente mais duros que as ligas de Ouro Tipo IV Pouco efeito do tratamento térmico nas ligas de metais básicos

71 L IGAS P ARA P RÓTESES P ARCIAIS R EMOVÍVEIS Titânio puro (Ti C.P.): Peso leve Baixo módulo de elasticidade Ponto de fusão alto Baixo coeficiente de expansão térmica

72 L IGAS P ARA P RÓTESES P ARCIAIS R EMOVÍVEIS Titânio-6Alumínio-4Vanádio (Ti-6Al-4V): Estabilização da liga contra a formação de fases intermetálicas Fase α mais resistente ao creep Fase β menos resistentes ao creep


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