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EDITORIAL Este informe tem como finalidade fornecer informações semanais sobre a ocorrência de doenças de notificação imediata e dengue no estado de Alagoas.

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1 EDITORIAL Este informe tem como finalidade fornecer informações semanais sobre a ocorrência de doenças de notificação imediata e dengue no estado de Alagoas. É de circulação geral e tem como população-alvo os Gestores, profissionais ou qualquer cidadão que necessita ter acesso as estas informações sendo disponibilizado por correio eletrônico e pela página da Secretaria de Saúde do Estado de Alagoas acessando o site As informações aqui disponibilizadas têm como fonte de dados o Sistema de Informação de Agravos de Notificação – SINAN. Sistema que tem como objetivo coletar, transmitir e disseminar dados gerados rotineiramente pelo sistema de vigilância epidemiológica das três esferas de governo, fornecendo informações para análise do perfil da morbidade e tomada de decisão. Os dados para produção deste número foram tabulados no dia 01/12/2011 e estão sujeitos a revisão. A alimentação desse Sistema é semanal com dados provenientes das Secretarias Municipais de Saúde. Além das informações, o informe contem na última página a lista de agravos de notificação compulsória. EDITORIAL Este informe tem como finalidade fornecer informações semanais sobre a ocorrência de doenças de notificação imediata e dengue no estado de Alagoas. É de circulação geral e tem como população-alvo os Gestores, profissionais ou qualquer cidadão que necessita ter acesso as estas informações sendo disponibilizado por correio eletrônico e pela página da Secretaria de Saúde do Estado de Alagoas acessando o site As informações aqui disponibilizadas têm como fonte de dados o Sistema de Informação de Agravos de Notificação – SINAN. Sistema que tem como objetivo coletar, transmitir e disseminar dados gerados rotineiramente pelo sistema de vigilância epidemiológica das três esferas de governo, fornecendo informações para análise do perfil da morbidade e tomada de decisão. Os dados para produção deste número foram tabulados no dia 01/12/2011 e estão sujeitos a revisão. A alimentação desse Sistema é semanal com dados provenientes das Secretarias Municipais de Saúde. Além das informações, o informe contem na última página a lista de agravos de notificação compulsória. Secretaria de Estado da Saúde de Alagoas Superintendência de Vigilância a Saúde Diretoria de Vigilância Epidemiológica Secretaria de Estado da Saúde de Alagoas Superintendência de Vigilância a Saúde Diretoria de Vigilância Epidemiológica 1 Informe Epidemiológico Semanal para Gestão do SINAN SEMANA EPIDEMIOLÓGICA 47 Início: 20/11/2011 Término: 26/11/2011 Informe Epidemiológico Semanal para Gestão do SINAN SEMANA EPIDEMIOLÓGICA 47 Início: 20/11/2011 Término: 26/11/2011 Ano V N o. 47 Nesta Edição Editorial01 Agravos de Notificação Imediata01 Dengue02 Doenças Exantemáticas02 Meningites03 Coqueluche03 Chagas Aguda03 Lista de Notificação Compulsória04 Agravos de Notificação Imediata São agravos ou doenças que fazem parte da lista de notificação compulsória nacional (anexo II) de acordo com a Portaria GM/MS Nº 104 de 25 de janeiro de 2011 ou definidos pelo nível estadual. Diante de um caso, além de desencadear as medidas cabíveis, devem ser notificados imediatamente por telefone à Secretaria Estadual de Saúde. Tabela 1. Número de casos suspeitos e/ou confirmados de agravos de notificação compulsória imediata. Alagoas, semanas epidemiológicas de notificação de 01 a 47 de 2010 e igual período de Em 2011 até a semana epidemiológica - SE 47, houve 126 casos notificados de doença exantemática, 166 casos de coqueluche, 141 casos por meningite que serão descritos nas páginas 3 e 4. Um caso suspeito de raiva humana residente em Maceió e um caso confirmado de tétano neonatal. Os 99 casos notificados como doença de chagas aguda estão sendo investigados quanto aos critérios de definição de casos suspeitos, e também serão discutidos na página 4. Edição: Semanal 01 de dezembro de 2011 Agravos Not.Imedia Botulismo - - Carbúnculo ou Antraz - - Cólera 3- Coqueluche95166 Difteria 1 - Doenças Exantemáticas Doença de Chagas Aguda8399 Febre do Nilo Ocidental - - Febre Amarela 1 - Febre Maculosa - - Hantaviroses - - Meningite Peste - - Poliomielite / Paralisia Flácida Aguda 610 Raiva Humana - 1 Síndrome da Rubéola Congênita1 - Síndrome Respiratória Aguda Grave - - Tétano Neonatal - 1 Tularemia - - Varíola - - Total Os casos suspeitos ou confirmados de Notificação Compulsória Imediata deverão ser registrados no Sinan no prazo máximo de 7 (sete) dias, a partir da data de notificação. (Portaria GM/MS 2472 de 26/01/2011).

2 2 Dengue Todo caso suspeito e/ou confirmado deve ser comunicado ao setor de Vigilância Epidemiológica, o mais rápido possível. Os casos graves devem ser notificados e investigados imediatamente, de preferência durante o período de internação. Tabela 3. Número de casos de dengue segundo classificação final. Alagoas, semanas epidemiológicas de notificação 01 a 47 de 2010 e igual período de Edição: Semanal 01 de dezembro de 2011 Ano V N o. 47 Figura 2 - Número de casos de dengue segundo região de saúde e município de residência. Alagoas, semanas epidemiológicas 01 a 47 de Dentre os casos notificados, (12,70%) ainda estão sob investigação, (58,01%) foram confirmados como dengue clássico, 74 (0,72%) como uma das formas graves, (17,88%) foram descartados e (10,67%) foram encerrados como inconclusivos por terem extrapolado o prazo de encerramento oportuno (60 dias) (Tabela 3). Todos os casos graves e as mortes suspeitas por dengue devem ser notificados de forma imediata em até 24 horas. CIEVS: / Doenças Exantemáticas (sarampo e rubéola) Doenças Exantemáticas (sarampo e rubéola) O sarampo e a rubéola são doenças exantemáticas agudas, de etiologia viral, que apresentam alta contagiosidade, acometendo principalmente crianças, particularmente desnutridas e menores de 1 ano de idade. Apenas através de uma vigilância epidemiológica sensível, ativa e oportuna, com identificação e notificação imediata de todo e qualquer caso suspeito na população, adoção das medidas de controle pertinentes e com o monitoramento das demais condições de risco é que será possível consolidar a erradicação do sarampo e eliminação da rubéola. Tabela 2. Número de casos de doenças exantemáticas segundo suspeita e classificação final. Alagoas, semanas epidemiológicas de notificação de 01 a 47 de Os 14 casos de rubéola em investigação são residentes nos seguintes municípios: Campo Alegre, Delmiro Gouveia, Matriz do Camaragibe, Penedo, Pindoba, Porto Real do Colégio, Quebrangulo, São Sebastião, Teotônio Vilela, União dos Palmares e Viçosa (1 caso cada) e Maceió (3 casos). Um caso de Sarampo confirmado em Igací, justificado pelo município como erro de digitação. Figura 1 – Número de casos em investigação de Rubéola segundo município de residência. Alagoas, semanas epidemiológicas de notificação de 01 a 47 de Os casos de dengue notificados nesse período de 2011 ocorreram em 102 municípios das 10 regiões de saúde - RS, sendo a 1ª RS com maior número de casos (3.984 casos), seguido da 7ª RS (1.519 casos). O menor número de casos ocorreram na 10ª RS (146 casos). Os 5 municípios com maior número de casos são: Maceió – casos, Arapiraca – casos, Palmeira dos Índios casos, Marechal Deodoro 680 casos e Maragogi 534 casos (Figura 2). Suspeito Invest. Confirm. Descart.Inconcl Total Sarampo Rubeola Total Class. Final Ign/Branco Dengue Clássico Dengue com complicações26038 Febre Hemorrágica do Dengue Sínd. do Choque do Dengue4 1 Descartado Inconclusivo Total Confirmado

3 Expediente Teotônio Vilela Filho Governador do Estado Alexandre de Melo Toledo Secretário de Estado da Saúde Sandra Tenório Accioly Canuto Superintendente de Vigilância à Saúde Cleide Maria da Silva Moreira Diretor de Vigilância Epidemiológica Diagramação: Laiza Granja e Denise Leão Tabulação e análise: Edna Cezarino Endereço para correspondência: Disponibilizado na página: Expediente Teotônio Vilela Filho Governador do Estado Alexandre de Melo Toledo Secretário de Estado da Saúde Sandra Tenório Accioly Canuto Superintendente de Vigilância à Saúde Cleide Maria da Silva Moreira Diretor de Vigilância Epidemiológica Diagramação: Laiza Granja e Denise Leão Tabulação e análise: Edna Cezarino Endereço para correspondência: Disponibilizado na página: 3 Meningites Expressa a ocorrência de um processo inflamatório das meninges, membranas que envolvem o cérebro. Pode ser causada por diversos agentes infecciosos (bactérias, vírus e fungos) e não infecciosos (ex.: traumatismo). A doença meningocócica é a meningite de maior importância para a saúde pública, por se apresentar sob a forma de ondas epidêmicas que podem durar de 2 a 5 anos. Tem distribuição universal e os casos ocorrem durante todo o ano (forma endêmica). Todos os profissionais de saúde das unidades públicas, privadas e de ensino e todos os laboratórios são responsáveis pela notificação. Tabela 4. Número de casos de meningites segundo classificação etiológica. Alagoas, semanas epidemiológicas de notificação de 01 a 47 de 2010 e igual período de Edição: Semanal 01 de dezembro de 2011 Ano V N o. 47 Até a semana epidemiológica 47 de 2011 houve a notificação de 141 casos de meningite. Destes, 18 casos foram confirmados para doença meningocócica, sendo quatro casos que residiam nos municípios de Maceió e União dos Palmares, um caso em Colonia Leopoldina, Coruripe, Dois Riachos, Delmiro Gouveia, Jacuípe, Penedo, Rio Largo e Satuba, e dois casos em Viçosa. Os três casos confirmados para meningite por haemophilus, são residentes nos municípios de Barra de Santo Antonio, Maceió e São Luís do Quitunde. Chagas Aguda Doença infecciosa aguda, transmissível e de distribuição universal. Compromete especificamente o aparelho respiratório e se caracteriza por paroxismos e tosse seca. Em lactentes, pode resultar em número elevado de complicações e até em morte. No período avaliado de 2011 houve 29 casos confirmados de coqueluche, destes 18 foram de Jaramataia, um caso em Batalha, Poço das Trincheiras, Quebrangulo e Rio Largo, dois casos em Maceió e União dos Palmares, e três casos residentes em outros Estados. Até a SE 47 ocorreu a notificação de 99 casos de DCA, destes 95 foram descartados, 1 confirmado, 3 em investigação. Coqueluche A doença de chagas é uma das consequências da infecção humana produzida pelo protozoário flagelado Tripanosoma cruzi. Na ocorrência da doença observam-se duas fases clínicas: uma aguda que é de notificação compulsória e uma fase crônica que atualmente é a forma predominante no Brasil. Nos últimos anos, a ocorrência de Doença de Chagas Aguda (DCA) tem sido observada em diferentes estados, o que levou ao MS a torná-la como doença de notificação compulsória imediata. Etiologia EM INV./S/Informação2421 DOENÇA MENINGOCOCICA 3118 M.HAEMOPHILUS1 3 MEN. TUBERCULOSA 3 10 MEN. BACTERIANA 4530 MEN NAO ESPECIFICADA 15 MEN. VIRAL 2123 MEN. DE OUTRA ETIOLOGIA 4 8 MEN. PNEUMOCOCICA 1013 Total Classificação Final Ign/Branco 254 Confirmado 2729 Descartado 6478 Inconclusivo 25 Total Tabela 5 - Número de casos de coqueluche segundo classificação final. Alagoas, semanas epidemiológicas de notificação de 01 a 47 de 2010 e igual período de Figura 3 – Número de casos confirmados de coqueluche segundo município de residência. Alagoas, semanas epidemiológicas de notificação de 01 a 47 de 2011.

4 Lista de Notificação Compulsória Nacional e Estadual De acordo com a Portaria GM/MS Nº 104 de 25 de Janeiro de 2011 AGRAVOS NOTIFICAÇÃO AGRAVOS NOTIFICAÇÃO TIPOPROCEDIMENTOTIPOPROCEDIMENTO ACIDENTE DE TRABALHO COM EXPOSIÇÃO A MATERIAL BIOLÓGICO 3 CONFIRMADO UTILIZAR APENAS FICHA DE INVESTIGAÇÃO COM NUMERAÇÃO DA FICHA DE NOTIFICAÇÃO FEBRE AMARELA 1 SUSPEITO / CONFIRMADO UTILIZAR FICHA DE NOTIFICAÇÃO E DE INVESTIGAÇÃO FEBRE MACULOSA 1 ACIDENTE DE TRABALHO GRAVE 3 FEBRE TIFOIDE ACIDENTE POR ANIMAIS PEÇONHENTOS HANTAVIROSE 1 HEPATITES VIRAIS AIDS ANTENDIMENTO ANTIRRÁBICO CANCER RELACIONADO AO TRABALHO 3 CRIANÇA EXPOSTA HIV INFLUENZA HUMANA POR NOVO SUBTIPO (PANDÊMICO) 1 DERMATOSES OCUPACIONAIS 3 INTOXICAÇÃO EXÓGENA LEISHMANIOSE VISCERAL ESQUISTOSSOMOSE 4 LEPTOSPIROSE MALÁRIA GESTANTE HIV MENINGITE 2 HANSENÍASE PARALISIA FLÁCIDA AGUDA / POLIOMIELITE 1 LEISHMANIOSE TEGUMENTAR AMERICANA PESTE 1 LER / DORT 3 RAIVA HUMANA 1 PNEUMOCONIOSE 3 SINDROME DA RUBÉOLA CONGÊNITA 1 PAIR 3 SÍFILIS CONGÊNITA TÉTANO ACIDENTAL SÍFILIS EM GESTANTETÉTANO NEONATAL 1 TRANSTORNO MENTAL 3 CARBUNCULO OU ANTRAZ 1 SUSPEITO / CONFIRMADO UTILIZAR APENAS A FICHA DE NOTIFICAÇÃO DOENÇA DE CREUTRZEFELDT- JACOB TUBERCULOSE VIOLÊNCIA DOMÉSTICA, SEXUAL E/OU OUTRAS VIOLÊNCIAS BOTULISMO 1 SUSPEITO / CONFIRMADO UTILIZAR FICHA DE NOTIFICAÇÃO E DE INVESTIGAÇÃO FEBRE DO NILO OCIDENTAL 1 COLERA 1 SÍFILIS ADQUIRIDA COQUELUCHE 1 SÍNDROME DO CORRIMENTO URETRAL MASCULINO DENGUE 2 DIFTERIA 1 TULAREMIA 1 TOXOPLASMOSE ADQURIDA NA GESTAÇÃO E CONGENITA 3 DOENÇA DE CHAGAS AGUDA 1 DOENÇAS EXANTEMÁTICAS 1 (sarampo e rubéola) VARÍOLA 1 EVENTOS ADVERSOS APÓS VACINAÇÃO DOENÇA TRANSMITIDA POR ALIMENTOS (DTA) EM EMBARCAÇÃOES OU AERONAVES SURTO SUSPEITO / CONFIRMADO UTILIZAR FICHA DE NOTIFICAÇÃO E PLANILHA DE ACOMPANHA- MENTO INFLUENZA HUMANA 4 1 Devem ser notificados de forma imediata 2 Devem ser notificados de forma imediata todos os casos de :DENGUE COM COMPLICAÇÕES, SÍNDROME DO CHOQUE DO DENGUE, FEBRE HEMORRÁGICA DO DENGUE E DENGUE PELO SOROTIPO 4. 3 Devem ser notificados pelas Unidades Sentinelas. 4 Devem ser notificados todos os casos de esquistossomose dos municípios indenes (áreas não endêmicas). Edição: Semanal 01 de dezembro de 2011 Ano V N o. 47


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