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1.INTRODUÇÃO Proclamação ou golpe republicano? O povo assistiu bestializado a chegada da república O Brasil não tem povo, tem público Os diversos significados.

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1 1.INTRODUÇÃO Proclamação ou golpe republicano? O povo assistiu bestializado a chegada da república O Brasil não tem povo, tem público Os diversos significados da nossa república. Cafeicultores: Federalismo – Norte Americano Classe média: Jacobinismo – Francês Militares: Positivismo – Francês R EPÚBLICA V ELHA de AULAS 16 /17/18/19

2 2.FASES República da Espada: 1889 a 1894 Governo Provisório; 1889 a 1891 Governo Constitucional; 1891 a 1894 República das Oligarquias:1894 a 1930 Estruturação oligárquica: 1894 a 1910 Primeiros Abalos: 1911 a 1918 Declínio: 1919 a 1930 R EPÚBLICA V ELHA de

3 3.REPÚBLICA DA ESPADA: 1889 A 1894 A.Governo Provisório; 1889 a 1891 (Medidas) I.Decreto do regime republicano e transformação das antigas províncias em Estados II.Fim das instituições monárquicas (poder moderador, senado vitalício, voto censitário, Conselho de Estado) III.A grande naturalização IV.Separação da Igreja do Estado R EPÚBLICA V ELHA de

4 A.Governo Provisório; 1889 a 1891 O Encilhamento de Rui Barbosa. I.Objetivo: incentivar a indústria e pagar os salários dos operários. II.Método: grande emissão de dinheiro por parte dos bancos III.Resultado: onda especulativa, empresas fantasmas e inflação generalizada. R EPÚBLICA V ELHA de

5 A Constituição de I.inspirada no modelo norte-americano: república – representativa – federalista e presidencialista. II.Divisão em 20 estados e 1 distrito federal (antigo município neutro) III.Tripartição do poder (executivo – legislativo – judiciário) IV.Voto aberto aos homens maiores de 21 anos de idade e alfabetizados R EPÚBLICA V ELHA de

6 Eleição e Renúncia de Deodoro I.Apesar da oposição do congresso Deodoro é eleito devido a pressão dos militares II.Civis (federalistas) x Militares (Centralistas) III.Hostilização de Deodoro pelo Congresso IV.Deodoro decretou o fechamento do Congresso V.Ameaçado por protestos resolve renunciar. R EPÚBLICA V ELHA de

7 Assume Floriano Peixoto (1891 – 1894) I.Destituiu os elementos ligados a Deodoro e reabriu o Congresso. II.Estimulou a industrialização com a facilitação do crédito para importação de máquinas e concedeu financiamentos aos industriais. III.O controle da emissão monetária lhe valeu a simpatia das camadas urbanas R EPÚBLICA V ELHA de

8 IV.Autoritarismo: acusado de continuísmo por não convocar novas eleições, recebe a alcunha de Marechal de Ferro V.Revoltas: Manifesto dos 13 generais – Revolta da Armada e Revolução Federalista. R EPÚBLICA V ELHA de

9 4.REP. DAS OLIGARQUIAS. OLIGARQUIA = Governo de poucos. Período em que o Brasil foi controlado por cafeicultores da região sudeste, especialmente de SP e MG. I FASE: 1894 a 1910 – CONSOLIDAÇÃO DAS OLIGARQUIAS NO PODER: R EPÚBLICA V ELHA de

10 I FASE: 1894 a 1910 – POLÍTICA A.A POLÍTICA DO CAFÉ-COM-LEITE: consistia na alternância de presidentes escolhidos por SP e MG (controle a nível federal) As oligarquias menos expressivas apoiavam o acordo em troca de cargos ou ministérios, como por exemplo o RS, BA, RJ, entre outros. R EPÚBLICA V ELHA de

11 B.POLÍTICA DOS GOVERNADORES: acordo firmado entre o presidente (a partir do governo de Campos Sales 1898 – 1902) e os governadores estaduais que previa o apoio mútuo e a não interferência de ambos em seus governos. Assim, o presidente conseguia os votos dos estados para a continuidade de seus projetos e em troca, não interferia em disputas de poder local das oligarquias. R EPÚBLICA V ELHA de

12 C.CORONELISMO: Coronel era o nome pelo qual os latifundiários eram conhecidos. Usavam seu prestígio pessoal para arregimentar votos em troca dos quais obtinham financiamentos do governo ou obras infra- estruturais como barganha política. Quanto maior o curral eleitoral (número de eleitores que o coronel podia controlar) do coronel, maior o seu poder.

13 R EPÚBLICA V ELHA de Café com leite – Nível Federal Política dos Governadores – Nível Estadual Coronelismo – Nível Municipal FUNCIONAMENTO DA ESTRUTURA POLÍTICA NA REPÚBLICA VELHA

14 I FASE: 1894 a 1910 – ECONOMIA Defesa do setor agro-exportador por meio de medidas como: Socialização das perdas Empréstimos Desvalorização da moeda Aumento dos impostos R EPÚBLICA V ELHA de

15 A.Ex. 1 - Funding Loan (1898): C. Sales O que foi? Renegociação da dívida brasileira com os ingleses (Casa Rothichild) Exigências: Corte dos gastos públicos, controle da inflação e obtenção do superávit primário. Medidas: o Realização de um novo empréstimo. o Moratória da dívida: Suspensão de juros por 3 anos e 13 anos para início do pagamento e 63 anos para a quitação integral. R EPÚBLICA V ELHA de

16 A.Ex. 1 - Funding Loan (1898): C. Sales o Garantias: receitas da alfândega do RJ e demais se necessário, receitas da Estrada de Ferro Central do Brasil e do serviço de abastecimento de água do RJ. o Compromisso de retirada do meio circulante e queima de moeda, visando a valorização monetária. R EPÚBLICA V ELHA de

17 A.Ex. 1 - Funding Loan (1898): C. Sales Para cumprir o funding loan Campos Sales promoveu o saneamento financeiro com a restrição do crédito – paralisação da emissão de moeda – criação de novos impostos e congelamento de salários. Resultado: redução do poder de compra da classe trabalhadora assalariada e manutenção dos privilégios dos grandes proprietários. R EPÚBLICA V ELHA de

18 B.Ex. 2 - Convênio de Taubaté (1906): R. Alves O que foi? Plano de Valorização artificial do café; Eixo produtivo: SP + RJ + MG Problema: superprodução do café. Como? O Governo contraia empréstimos para comprar esse excedente. Objetivo: Diminuir a oferta do produto, seu preço mantinha-se estável. R EPÚBLICA V ELHA de

19 B.Ex. 2 - Convênio de Taubaté (1906): R. Alves Desestímulo a produção fora do eixo produtivo: Cobrava-se novos impostos para equilibrar as contas do governo e honrar compromissos. Pressão pela desvalorização da moeda. Fixação do preço da saca de café. R EPÚBLICA V ELHA de

20 I FASE: 1894 a 1910 – SOCIEDADE Reação ao latifúndio, miséria e exploração: I.Messianismo: temática religiosa, liderança carismática e proposta de uma comunidade alternativa. II.Banditismo social: cangaço III.Espontaneístas: desprovidos de base ideológica, buscavam reagir a algum tipo arbitrariedades das classes dominantes. R EPÚBLICA V ELHA de

21 I.MOVIMENTOS MESSIÂNICOS A.Canudos: resultado da concentração fundiária, fome e miséria no nordeste. A comunidade santa de Belo Monte e a liderança do beato Antônio Conselheiro Movimento social e messiânico. Comunidade forma um Estado paralelo a República, abandonando as fazendas, deixando de pagar o dízimo e os impostos republicanos. R EPÚBLICA V ELHA de

22 Adversários: Governo republicano + Coronéis + Igreja unem-se contra Canudos. Campanha de difamação contra Canudos atinge os principais jornais da capital, associando Canudos ao retorno da monarquia e ao fanatismo religioso. Após 4 expedições militares, Canudos é massacrada. Fonte bibliográfica freqüentemente citada: Os Sertões – Euclides da Cunha. R EPÚBLICA V ELHA de

23 B.GUERRA DO CONTESTADO (SC/PR 1912 – 1916): resultado da exploração de camponeses, concessão de terras e benefícios para empresas inglesas e americanas que provocaram a expulsão e marginalização de pequenos camponeses. José Maria (líder). Origem do nome: região contestada entre os estados de Santa Catarina e Paraná. Assim como Canudos, os participantes foram violentamente massacrados. R EPÚBLICA V ELHA de

24 II.BANDITISMO SOCIAL OU CANGAÇO (NE 1890 – 1940) Causas: miséria crônica da população nordestina, seca, má distribuição de terras, descaso do Estado e dos coronéis para com os mais pobres, violência. Principais bandos: Lampião e Curisco. Ação: Bandos armados que percorriam o interior nordestino sobrevivendo de delitos. R EPÚBLICA V ELHA de

25 Mito do Robin Hood. Os cangaceiros foram perseguidos pela polícia volante e exterminados um a um. Eram os únicos que despertavam medo nos coronéis, justamente por não terem perspectiva de melhorar sua condição e portanto não precisar temer o desrespeito das leis vigentes R EPÚBLICA V ELHA de

26 MOVIMENTOS ESPONTANEÍSTAS A.Revolta da Vacina (RJ – 1904): Projeto de modernização do RJ (Presidente Rodrigues Alves). Destruição de cortiços e favelas, ampliação das avenidas, construção de novos prédios inspirando- se em Paris. (Pereira Passos) Expulsão de comunidades pobres das regiões centrais, inflação, alta do custo de vida. R EPÚBLICA V ELHA de

27 MOVIMENTOS ESPONTANEÍSTAS A.Revolta da Vacina (RJ – 1904): Vacinação obrigatória contra a varíola (Oswaldo Cruz) desencadeia conflito. Durante o conflito, um grupo de partidários radicais do Mal. Floriano Peixoto, denominados jacobinos florianistas tenta tomar o poder, não obtendo resultados satisfatórios. Repressão do governo. R EPÚBLICA V ELHA de

28 MOVIMENTOS ESPONTANEÍSTAS B.Revolta da Chibata: ocorre na Marinha do RJ devido aos castigos e humilhações sofridas pelos marinheiros. Causas: maus tratos, baixos soldos, péssima alimentação e castigos corporais (como a chibata, por exemplo) dentro da marinha. João Cândido (líder), posteriormente apelidado de Almirante Negro. R EPÚBLICA V ELHA de

29 Ação: Marinheiros tomam 2 navios e ameaçam bombardear o Rio caso continuassem os castigos na marinha. Governo promete atender as reivindicações e solicita que marinheiros se entregassem. Envolvidos foram presos e mortos. João Cândido sobrevive mas é expulso da marinha. Castigos corporais na marinha são abolidos. R EPÚBLICA V ELHA de

30 OS PRIMEIROS ABALOS A.O GOVERNO DE HERMES DA FONSECA. 1ª ELEIÇÃO COMPETITIVA: Rui Barbosa (BA) x Hermes da Fonseca (AL) A política das salvações: substituição das oligarquias tradicionais por outras dissidentes. Destaque para o senador gaúcho: Pinheiro Machado. R EPÚBLICA V ELHA de

31 Revolta de Juazeiro (CE – 1913): Líder: Padre Cícero. Causa: Intervenção do governo central no Ceará, retirando do poder a tradicional família Accioly (Política das Salvações). R EPÚBLICA V ELHA de

32 Revolta de Juazeiro (CE – 1913): Padre Cícero lidera um exército formado por fiéis que recuperam o poder para a tradicional família. Prestígio político do Padre Cícero aumenta consideravelmente, e a família Accioly retoma o controle do Estado do Ceará. R EPÚBLICA V ELHA de Floro Bartolomeu e Padre Cícero

33 OS PRIMEIROS ABALOS B.O GOVERNO DE WENCESLAU BRÁS (1914 – 1918) Promulgado o Código Civil brasileiro Assassinato de Pinheiro Machado Guerra do Contestado (SC/PR 1912 – 1916): R EPÚBLICA V ELHA de

34 Indústria: O Brasil na I Guerra Mundial: em favor dos aliados com quem tinha maior identificação. Enviou matéria-prima, alimentos e médicos Conseqüência: surto industrial; substituição das importações R EPÚBLICA V ELHA de

35 Indústria: Substituição de importações (dificuldade de importar dos países em guerra). Capitais acumulados decorrentes do café. Basicamente na região Sudeste Entrada de um grande número de imigrantes (disponibilidade de mão-de- obra). Impulso aos centros urbanos. Bens de consumo não duráveis. R EPÚBLICA V ELHA de

36 Movimento operário: Causas: ampla exploração dos trabalhadores urbanos das fábricas e ausência de legislação trabalhista que amparasse os trabalhadores. Até a década de 20 predomínio de imigrantes italianos de ideologia anarquista. Principais formas de luta: formação de sindicatos e organização de greves. R EPÚBLICA V ELHA de

37 A partir de 1922 o principal instrumento de luta operária foi o PCB, que tenta organizar os operários. Postura do governo em relação ao movimento operário: repressão (caso de polícia). Greve geral em São Paulo em 1917: devido as condições subumanas e sem legislação trabalhista R EPÚBLICA V ELHA de

38 DECLÍNIO A.O GOVERNO PROVISÓRIO DE DELFIM MOREIRA (1918 – 1919) Assume em virtude da morte do presidente eleito: Rodrigues Alves. Enviou Epitácio Pessoa para o Congresso de Paz em Versalhes R EPÚBLICA V ELHA de

39 DECLÍNIO B.O GOVERNO DE EPITÁCIO PESSOA. (1919 – 1922) Combate a seca no nordeste Contraiu empréstimos nos EUA Promulgada a lei de repressão ao Anarquismo Revogação do banimento da Família Real Fundação do PCB R EPÚBLICA V ELHA de

40 A Semana de Arte Moderna (SP – fev/1922): O abrasileiramento da arte nacional. Crítica aos padrões artísticos e literários formais (métrica, rima, saudosismo, sentimentalismo). Criação de uma nova estética sem fórmulas fixas e limitadoras da criatividade. Paulicéia Desvairada – MÁRIO DE ANDRADE: primeira obra modernista. R EPÚBLICA V ELHA de

41 Principais representantes: Oswald de Andrade, Mário de Andrade, Manuel Bandeira, Menotti del Picchia (literatura), Anita Malfatti, Tarsila do Amaral, Di Cavalcanti (pintura), Villa-Lobos (música), Vitor Brecheret (escultura). R EPÚBLICA V ELHA de Abaporu, Tarsila do Amaral, óleo sobre tela, 1928 A Negra, de Tarsila do Amaral.

42 O Tenentismo: O Movimento tenentista: surge no meio dos militares de baixa patente que objetivavam uma maior participação política e o fim das oligarquia no poder. Classe média urbana e letrada. Contra o poder central das oligarquias. Objetivos: moralização política (voto secreto, fim das fraudes, afastamento do controle oligárquico), ensino obrigatório, centralização positivista. Programa elitista – para o povo, mas sem o povo. Consideravam-se a salvação nacional. R EPÚBLICA V ELHA de

43 Revolta do Forte de Copacabana ou os 18 do Forte (RJ 1922): Contra a posse do presidente Arthur Bernardes (1922). Episódio das Cartas Falsas. Movimento fracassou, mas 18 integrantes (sendo um civil) marcharam em Copacabana contra uma tropa do governo de mais de 3 mil homens. Sobreviveram ao gesto suicida dois tenentes: Siqueira Campos e Eduardo Gomes. R EPÚBLICA V ELHA de

44 DECLÍNIO C.O GOVERNO DE ARTUR BERNARDES (1922 – 1926) Permanente estado de sítio: 44 meses Reformas na Constituição: aumento do poder de intervenção federal nos Estados e restrição dos direitos individuais. Revolução no RS: (Borges de Medeiros e o Pacto das Pedras Altas) R EPÚBLICA V ELHA de

45 Rebelião Paulista (1924): Tenentes tomam o poder de São Paulo, liderados por Isidoro Dias Lopes, por 22 dias, até a reorganização das tropas federais. Fogem para o Paraná onde se encontram com outro grupo de tenentes vindos do RS, liderados por Luís Carlos Prestes. R EPÚBLICA V ELHA de

46 Coluna Prestes (1924 – 1926): Líder: Luís Carlos Prestes (o Cavaleiro da Esperança). tinha o objetivo de percorrer o interior do país denunciando a miséria e os interesses da oligarquias. R EPÚBLICA V ELHA de

47 Coluna Prestes (1924 – 1926): Caráter social mais amplo: alguns mencionavam o desejo pelo voto feminino e pela reforma agrária. Fracassou. Seus integrantes se exilaram na Bolívia. Alguns retornaram ao Brasil posteriormente. R EPÚBLICA V ELHA de

48 DECLÍNIO D.O GOVERNO DE WASHINGTON LUÍS (1926 – 1930) Governar é abrir estradas A questão social é um caso de polícia A Lei Celerada de 1927: repressão das atividades políticas e sindicais operárias consideradas nocivas. crime de delitos ideológico A crise de 1929 afeta o Brasil R EPÚBLICA V ELHA de

49 A Revolução de 30: Crise de 29 abala poder econômico dos cafeicultores. Governo não tem como valorizar artificialmente o café (a caixa de conversão) Rompimento do pacto do café-com-leite: era a vez de MG indicar o candidato, porém, SP indica o paulista Júlio Prestes para a sucessão do presidente Washington Luís. R EPÚBLICA V ELHA de

50 A Revolução de 30: MG + RS + PB formam a ALIANÇA LIBERAL com os candidatos Getúlio Vargas (RS) e João Pessoa (PB) para presidente e vice, respectivamente. Aliança liberal recebe apoio de alguns tenentes e classe média urbana, além de várias outras oligarquias dissidentes. Júlio Prestes vence eleição fraudulenta. R EPÚBLICA V ELHA de

51 A Revolução de 30: Protestos contra o resultado das urnas tomam conta do país. João Pessoa é assassinado na PB. Agitação popular aumenta. Exército resolve depor o então presidente Washington Luís antes mesmo da posse de Júlio Prestes e entregar a presidência ao comandante em chefe da revolta, Getúlio Vargas. R EPÚBLICA V ELHA de


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